quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

EXPOSIÇÃO ÁGUA NA OCA: concorra a ingressos!

Imperdível! Acontece em São Paulo, até o dia 8 de maio, a Exposição Água na Oca, uma mega exposição realizada pelo Instituto Sangari e o Museu de História Natural de Nova York que relaciona de forma multidisciplinar conteúdos artísticos, ambientais e científicos.
As Ecomeninas foram convidadas a colaborar com esse grande evento. Iremos sotear 5 pares de ingressos para visitar a exposição.
Para participar é muito simples: basta ser um seguidor do blog. Faremos um sorteio por semana, nas próximas 5 semanas. Assim, quem ainda não é seguidor tem a chance de concorrer. Iremos divulgar o nome dos ganhadores no blog. Abaixo algumas informações sobre a Exposição. Encantem-se!
Doce e salgada, abundante e escassa, aliada e adversária, pura e poluída, líquida e impenetrável. Água! Cobrindo cerca de 70% da área da Terra na forma de oceanos, mares, rios, lagos e geleiras, ela é fundamental para a existência do ser humano e de todos os organismos vivos. A exposição Água na Oca trata da relação entre a água e o planeta, enfatizando o que essa substância representa para o Brasil e o seu povo, detentores do maior manancial do Globo.

Os estados e o ciclo da água, bem como os problemas relacionados à qualidade e à disponibilidade desse recurso na sociedade e nos ecossistemas, serão abordados na mostra. Ações para seu uso sustentável serão sugeridas pela exposição, que pretende chamar a atenção para o modo como o público utiliza os recursos hídricos.

A mostra é dividida por temas, de acordo com cada andar do pavilhão da Oca: no térreo, o visitante encontra o Mundo d’Água, que trata das relações entre a água, a vida e o planeta, suas propriedades, problemas e potenciais. Neste espaço é possível conhecer as diferentes relações entre a água e os seres vivos, desde aqueles que vivem no mar, quanto os que sobrevivem em condições extremas de escassez deste recurso. Este andar também tem como atração uma faixa de aquários com mais de 60 espécies de peixes que vivem em sete ecossistemas diferentes. Será possível conhecer espécies que habitam o Rio Negro, cursos d’água da floresta de Sumatra e a bacia do Congo. Os peixes, além de compor a beleza dos rios e mares, são responsáveis pelo sustento de 520 milhões de pessoas no mundo por meio da atividade pesqueira.

A exposição vai ainda abordar as ameaças da pesca predatória. O visitante poderá conhecer melhor algumas iniciativas de conter esta situação, como a adoção de períodos de defeso (proibição da pesca durante o período do ano em que há reprodução e desenvolvimento dos animais).

As janelas redondas da Oca terão imagens em computação gráfica das espécies da zona abissal, localizada no fundo do oceano, levando o público a conhecer uma das áreas de difícil acesso em nosso planeta. A zona abissal é também a grande atração do segundo andar do prédio, chamado de A Última Fronteira. Embora hoje seja possível chegar a cerca de dez quilômetros de profundidade, o fundo do mar ainda não foi alcançado. Neste espaço, um vídeo levará o espectador a diferentes lugares, desde os conhecidos recifes de coral até as partes mais obscuras do oceano.

O primeiro andar mostra cenas que conhecemos muito bem: a fúria das enchentes. Um problema grave, principalmente no verão, que devasta cidades, casas, leva vidas e se repete todos os anos. Os visitantes serão conduzidos por uma instalação que simula uma casa durante uma tempestade e a ameaça da enchente. No espaço interativo da IBM, denominado ‘Por trás de cada gota’, serão apresentados diversos projetos relacionados à água que utilizam a inteligência e a tecnologia da empresa. Ali o público terá a possibilidade de observar de perto como funciona a inteligência no processo de controle de qualidade da água, por exemplo, para que a mesma chegue limpa às torneiras das residências. A estação demonstrará também algumas possibilidades de uso da tecnologia na resolução de problemas relacionados à água pelo mundo. Em outro ambiente o Movimento Cyan, com o objetivo de mobilizar e conscientizar a sociedade quanto ao uso racional da água, descreve exemplos simples de economia deste recurso por meio de painéis. Intitulado Infiltração, esse andar apresenta a relação entre a água e a cidadania, a política e a consciência ambiental e individual sobre nosso papel e as nossas vulnerabilidades.

O subsolo da OCA é o andar dedicado às obras de arte que envolvem água, seja como elemento de inspiração ou como material escultórico. Denominado Desaguar, este piso apresenta cinco obras que foram comissionadas a artistas brasileiros: à dupla Leandro Lima e Gisela Motta, a Sonia Guggisberg, a Laura Vinci, a Márcia Xavier, e ao trio Rejane Cantoni, Raquel Kogan e Leonardo Crescenti. Dois artistas foram convidados pelo curador Marcello Dantas: Claudia Jaguaribe, que explora o potencial artístico de fotografias, e o londrino William Pye, que participará com cinco de suas esculturas chamadas “Water Sculptures”.


Água na Oca, de 26 de novembro de 2010 a 8 de maio de 2011, na OCA, Parque do Ibirapuera - Curadoria: Marcello Dantas
Para maiores informações ( horários, programa educativo, palestras etc) visite o site Água na Oca

Imagens retiradas do Flickr com autorização de Talita (assessoria de impresa da exposição)

Um comentário:

Patricia Vilas Boas disse...

Que fantástico!!! Deu uma vontade enorme de ir... Acho que é realmente algo imperdível...