sábado, 31 de outubro de 2009

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Você cata o cocô do seu cachorro?


E aí? Você cata o cocô do seu cachorro quando passeia com ele nas ruas de Belo Horizonte?



Aqui, o Código de Posturas regulamenta a obrigatoriedade do dono do animal recolher os dejetos deixados nos espaços públicos. Para quem infringir, há aplicação de multa pecuniária. Independentemente da lei e da dificuldade de sua aplicação, é necessário que os donos dos cães adotem uma postura de respeito com a cidade e o cidadão



Já em São Paulo....Cansado de brigar com os vizinhos e de pisar em cocô de cachorro quando andava pelas ruas de seu bairro, o representante comercial Marcus Vinicius Zacharias Pinheiro, de 52 anos, resolveu tomar uma atitude. Munido de bom-humor, ele criou 40 diferentes frases incentivando os donos a recolherem a sujeira produzida por seus animais, imprimiu em folhas de papel, as plastificou e distribuiu por seu quarteirão em Moema, na Zona Sul de São Paulo. A cruzada pelo direito de não levar sujeira para casa contou com a simpatia local, e segundo ele, melhorou o problema em 90%.

Fonte: Globo.com

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

4° Green Drinks de Belo Horizonte!


Venha participar do 4º Green Drinks de Belo Horizonte!

O movimento GREENDRINKS.org é um Happy Hour que acontece mensalmente em várias partes do mundo! A diferença é que neste Happy Hour você tem a oportunidade de aprender, falar e trocar ideias sobre SUSTENTABILIDADE.

Todo mês, recebemos um convidado especial para conduzir as conversas sobre um tema específico.

Participe e Divulgue!

Anote na sua agenda:

Tema: Destino do lixo eletroeletrônico

Convidados Especiais:

· Renato Nogueira de Almeida (Assessor da Presidência da Fundação Estadual do Meio Ambiente – FEAM)
· Susane Meyer Portugal (Consultora Projeto 3RsPCs - Resíduos Eletroeletrônicos - FEAM)


Quando: Terça- Feira, 3 de novembro de 2009.

Horário: 19h30.

Onde: Reciclo 2
www.reciclocultural.com.br/reciclo2.php
Rua da Bahia n° 2164, Praça da Liberdade, Belo Horizonte.

Quem: Todos aqueles que acreditam e que se interessam pela temática que envolve a sustentabilidade (Empresas, Universidades, ONGS, Empreendedores Sociais, Associações, etc.)

Regras do jogo: Convidar amigos que tenham interesse pelo assunto!

Mais informações: Entre em contato com Poliana Abreu pelo telefone: 31 32908863 ou pelo e-mail:
poliana.abreu@animaeducacao.com.br

Participe da rede:
www.greendrinksbh.ning.com

www.greendrinks.org

Protesto durante votação do novo Código Florestal


Gente, segue notícia publicada ontem, dia 28/10/09, no Jornal "O Globo" e outras informações que peguei na internet, que são de grande importância e tratam das manifestações contra o Projeto de Lei que prevê mudanças no Código Florestal brasileiro.

Três ativistas do Greenpeace fizeram manifestação, nesta quarta-feira, na Comissão de Meio Ambiente e de Desenvolvimento Sustentável contra a votação do projeto que prevê mudanças no Código Florestal brasileiro. Eles se acorrentaram uns aos outros e acionaram uma sirene que impediu a continuidade dos trabalhos da comissão. A sessão foi suspensa por cerca de 20 minutos.

Os manifestantes portavam cartazes com os dizeres: "A bancada da motosserra quer acabar com as nossas florestas". Foi necessário chamar um chaveiro para retirar as correntes. Seguranças da Câmara convidaram os manifestantes a se retirarem do local. Na saída, alguns deputados ruralistas, entre eles Luiz Carlos Heinze (PP-RS), gritavam: "sai daqui cambada de vagabundos". Após o tumulto, a sessão foi retomada.

O texto, batizado por ambientalistas como "Floresta Zero", isenta os proprietários de áreas desmatadas ilegalmente (até 2006) de pagar multas e os desobriga de replantar as florestas degradadas numa área que corresponde a nove vezes o estado do Rio de Janeiro.

De acordo com o Projeto em curso, a Lei permitiria que os proprietários que destruíram a Reserva Legal em suas propriedades, ficassem desobrigados de recuperar o dano ambiental causado dentro da região em que ele ocorreu, permitindo que a chamada “compensação” possa ocorrer em quaisquer regiões.

O Projeto de Lei ainda permitiria a substituição de extensas áreas de florestas brasileiras por cana, dendê e eucalipto, além de reduzir a área de Reserva Legal em cada propriedade - fundamental para a proteção da biodiversidade - de 80% para 50%.

Que absurdo!!! Não podemos ficar assistindo isso acontecer!

Recebi um email falando para que cada um fizesse a mesma sugestão para a Câmara dos Deputados, é só clicar no link abaixo e preencher alguns dados. Coisa rápida! E o texto sugerido é: QUEREMOS que os proprietários de áreas desmatadas ilegalmente até 2006 PAGUEM AS MULTAS E REPLANTEM AS FLORESTAS DEGRADADAS!

Segue o link da Câmara dos Deputados para quem quiser fazer sugestão: http://www2.camara.gov.br/comissoes/temporarias53/especial/pl187699/faleconosco.html

Fonte do texto: Jornal "O Globo", dia 28/10/2009.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Desmatamento ainda responde por mais da metade do CO2 lançado pelo Brasil


Estudo divulgado ontem pelo Ministério do Meio Ambiente mostra que o desmatamento é responsável por pouco mais da metade (51,9%) das emissões de dióxido de carbono do país.


A segunda atividade que mais contribui para o aquecimento global é a agropecuária, com 25% das liberações, seguida pelo setor de energia, com 20%. A indústria é responsável por apenas 1,7% das emissões e o tratamento de lixo e esgoto, por 1,4%.


Os dados dizem respeito à estimativa de emissões brasileiras em 2007, ano em que o país teria lançado na atmosfera cerca de 1,9 bilhão de toneladas de CO2 equivalente (soma das liberações de gás carbônico, metano e óxido nitroso).Em 1994, data do último levantamento semelhante, o desmatamento respondia por 55,2% das emissões brasileiras de gases ligadas ao efeito estufa.


Já a participação do setor energético saltou de 17% para 20% no período, registrando crescimento individual de 54% em 13 anos.


A diretora de Mudanças Climáticas do ministério, Branca Bastos Americano, disse que houve uma clara mudança no perfil das emissões brasileiras.— Constatamos uma redução da participação do desmatamento e um aumento expressivo das emissões do setor de energia.


As emissões do setor energético incluem a poluição causada por usinas elétricas, queima de combustíveis no transporte e abastecimento de energia doméstica, entre outras atividades.


Na agropecuária, o aumento das liberações de carbono foi de 30%, sendo 25% na criação de gado e 39% nas lavouras.No entanto, a participação do setor no total de emissões brasileiras permaneceu inalterada, em 25%. Também houve crescimento nas emissões da indústria (56%) e do tratamento de resíduos (32%), mas ambos continuaram a influir pouco na soma das emissões.Minc diz que desmatamento zero na Amazônia não é factível.


O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse que a Embrapa já apresentou propostas para reduzir as emissões na atividade rural. Entre elas, estão o aumento da produtividade do solo, a recuperação de 11 milhões de hectares de áreas degradadas e o incentivo ao plantio direto, técnica que reduz o uso de fertilizantes. Segundo Minc, a combinação dessas três medidas pode reduzir em 7% o total das emissões brasileiras até 2020.— A pecuária brasileira ainda é muito improdutiva. A Amazônia tem áreas com menos de um boi por hectare. Estamos desmatando muito e emitindo muito carbono.


Minc repetiu a promessa de reduzir em 40% as emissões de dióxido de carbono projetadas para 2020. A meta foi calculada de acordo com um cenário de crescimento da economia de 4% ao ano. Segundo Minc, o país poderá alcançar o mesmo corte com um crescimento anual de até 5% na próxima década.


Embora a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, tenha pedido novos cálculos para uma taxa de crescimento de 6% ao ano, ele disse que o cenário é "altamente improvável".— Nunca na história brasileira a economia cresceu 4% ao ano durante uma década.


Essa taxa de 6% é improbabilíssima, a não ser que a gente tome um chá chinês e tenha uma linha chinesa de crescimento.Mais cedo, o Greenpeace fez um protesto na Esplanada dos Ministérios para que o país assuma metas mais rígidas de redução das emissões de carbono.


Os manifestantes pediram que o governo assuma o compromisso de zerar o desmatamento na Amazônia. Minc reclamou da pressão.— Eu quero desmatamento zero, pobreza zero e analfabetismo zero. Quando você diz que vai reduzir o desmatamento em 80%, sempre perguntam se você é a favor dos outros 20%. A gente tem que ser menos propagandístico e mais realístico.


Escrito por Bernardo Mello Franco

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Saberes Ecológicos Tradicionais



O Grupo Aroeira - Ambiente, Sociedade e Cultura está promovendo o Seminário Saberes Ecológicos Tradicionais: cultura, biodiversidade e poder popular, que ocorrerá nos dias 11 e 12 de Novembro, na UFMG - Belo Horizonte.

Para mais informações leiam o blog:

http://www.saberesecologicos.blogspot.com/

A programação é de encher os olhos!

Voltei!


Depois da Ecomenina Bárbara reaparecer no Econexos, agora é a minha vez!

Projeto interessante!

O SISEMA, Sistema Estadual de Meio Ambiente de Minas Gerais, lançou, no Dia Nacional do Trãnsito (25/09), o projeto Melhorar que consiste, nada mais, nada menos, em promover o oferecimento de caronas entre os próprios sevidores públicos. O projeto visa, além de aproximar os próprios servidores, reduzir a emissão de CO2 e minimizar os impactos no trânsito de Belo Horizonte.


Gostei da idéia!


Alguém me dá uma caroninha hoje?



Meio Ambiente Urbano: venha discutir!


A OAB/MG promoverá, no dia 28 de outubro, amanhã, a partir das 16 horas, na sala de multiuso da OAB, um debate sobre Meio Ambiente Urbano...participe!

Observação de Astros no Parque Estadual da Serra do Rola-Moça


quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Flutuar no Horizonte!

Queridos, que tal flutuar no horizonte? Um super programa para o fim de semana!!! Vejo vocês lá!

A Flutuar Orquestra de Flautas realizará neste domingo, 25 de outubro, às 11 horas, o quarto concerto de seu projeto Flutuar no Horizonte, viabilizado pelo Fundo Municipal de Incentivo à Cultura. A apresentação desta vez será no Parque das Mangabeiras, em BH.

O repertório deste projeto cultural tem como fonte inspiradora nossa cidade. De diversas formas as músicas apresentam ligação com aspectos da capital mineira, podendo ser alguma característica geográfica, arquitetônica, cultural ou mesmo algum fato particular de cada compositor.

Cláudia Cimbleris analisou detalhes arquitetônicos da Praça de Liberdade e os transformou em música, sendo possível “ouvir” o coreto, a travessa central e suas palmeiras e outros nichos com suas características peculiares.

Rufo Herrera, argentino radicado há muitos anos no Brasil, é encantado com o Parque das Mangabeiras, por onde passeia regularmente pelas manhãs. Em sua composição Serra do Curral, procurou narrar a paisagem sonora do parque, desde o amanhecer até o meio-dia: os primeiros sons de pássaros, o vento que varre as árvores, a luz do sol que vai surgindo pouco a pouco até alcançar seu esplendor.

Artur Andrés (do Grupo UAKTI) compôs uma música a partir do sugestivo título do projeto. O programa se completa com arranjos exclusivos de músicas de outros importantes compositores mineiros tais como Flávio Venturini, Flávio Henrique, Kristoff Silva e Oiliam Lanna.

A paisagem sonora de Belo Horizonte será interpretada por um grupo formado exclusivamente por flautistas com origens e idades diferentes, amadores ou profissionais, entusiasmados em abraçar uma causa comum, a paixão pela música, a paixão pela flauta, pela Flutuar Orquestra de Flautas.

Serviço:
Dia: 25 de outubro de 2009.
Horário: 11:00 hs.
Local: Parque das Mangabeiras
Entrada franca.

Programa:
História sem fim – Flávio Henrique
Flutuar – Artur Andrés
Praça da Liberdade – Cláudia Cimbleris
Xote Polaco – Kristoff Silva
Serra do Curral – Rufo Herrera
Duas Melodias – Oiliam Lanna
Fantasia – Flávio Venturini
Contato:Alberto Sampaio – tel: 8848 9739. Email: albsampaio@terra.com.br

terça-feira, 20 de outubro de 2009

I Jornada Ecológica: Educação e Vida na Terra


Data: 23 de outubro de 2009.

Local: Centro Cultural da UFMG Av. Santos Dumont, 174 - Centro - Belo Horizonte/MG.

O quarto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU foi assinado por milhares de cientistas que denunciaram as ameaças à vida do planeta: destruição da camada de ozônio, aquecimento global, derretimento das calotas polares e geleiras com elevação do nível do mar e destruição de cidades costeiras, desaparição de milhares de espécies, desertificação de amplos territórios etc. Essa tragédia já está acontecendo no Brasil e no mundo, como uma consequência natural da sociedade de consumo. Crescem os atentados diretos e diários contra os seres vivos, humanos e não-humanos: fome, esterelização de sementes, engorda e matança cruel de animais para consumo, contaminação de fontes de água potável. Todos esses distúrbios ambientais e mercadológicos geram conflitos sociais e culturais pois a Terra é nossa casa comum.

Considerando que nós, educadores, não podemos ficar indiferentes a essa situação, o Programa de Ensino, Pesquisa e Extensão A tela e o textoconvida a todos para sua Jornada Ecológica, onde serão discutidas propostas educacionais que contribuam para se criar uma relação sustentável entre os viventes da Terra. Os principais objetivos da Jornada Ecológica são:- contribuir para a mudança de paradigmas dos educadores, proporcionando uma leitura da vida e do texto em bases ecológicas; - estimular o desenvolvimento de múltiplos saberes sobre a vida na Terra, por meio de debates entre profissionais das diversas áreas do conhecimento; - refletir sobre as relações entre humanos e não-humanos a partir dos depoimentos de ativistas da causa animal;- desenvolver formas de inteligência coletiva e responsabilidades ecológico-sociais, assumindo propostas educacionais que atendam às demandas e aos problemas da atualidade.

PROGRAMAÇÃO:

09h00 Palestra de abertura: Ecologia + Educação com resultados práticos.

Palestrante: Ronaldo Vasconcelos, Secretário Municipal Adjunto do Meio Ambiente.

10h00 Intervalo.

10h30 Sessões simultâneas de comunicações.

12h00 Almoço.

13h00 Oficinas: 1) “Como fazer comida vegetariana” Ministrante: Mariana Licéia, professora, tradutora, vegana, participa do movimento ecológico e de proteção animal;

2) “Cuidados básicos com os animais domésticos” Ministrante: Teresa Cristina Alves Brini Motta, veterinária, homeopata. Membro do Serviço Physis e da coordenação do curso de homeopatia para veterinários do Instituto Mineiro de Homeopatia;

3) “Protegendo o ecossistema. A evolução das embalagens: informações para uma nova geração de consumidores conscientes” Baseado na cartilha produzida pelo Sindicato das Indústrias de Celulose, Papel e Papelão no Estado de Minas Gerais – SINPAPEL, onde a facilitadora atuou no trabalho de pesquisa e elaboração do texto, que tem como objetivo revelar o ciclo de vida dos materiais utilizados na confecção de embalagens dos produtos, levando os participantes a refletir sobre os diferentes impactos sociais e ambientais que estão por trás das prateleiras dos supermercados. Ministrante: Deborah Munhoz: Química e Mestre em Saneamento, Meio Ambiente e Recursos Hídricos. É consultora em Gestão da Qualidade de Vida e Sustentabilidade da ÉTHICA Consultoria e Treinamento.

14h30 Intervalo.

15h00 Sessões simultâneas de depoimentos (projetos bem sucedidos).

16h30 Intervalo.

17h00 Palestra de encerramento Palestrante: Paula Brugger, professora da Universidade Federal de Santa Catarina, pesquisadora de meio ambiente, ecóloga, vegana.

18h00 Atividade cultural.

19h00 Minicurso Economia Ecológica e Sustentabilidade. Ministrante: Hugo Penteado, Mestre em economia pela USP, autor do livro Ecoeconomia: uma nova abordagem, economista chefe e estrategista de investimentos do ABN AMRO Asset Manegment desde 1997. Resumo do minicurso: Apresentação de uma síntese dos problemas socioambientais criados por nosso sistema econômico de forma contínua, diária e crescente. Exame da teoria econômica tradicional que, ignorando os fatores sócio-ambientais, baseia -se em leis da física de 200 anos atrás. A cegueira das políticas de governos/empresas e os desastres ambientais. Análise das teorias de Nicholas Georgescu-Roegen e sua ruptura com o pensamento hegemônico.

Inscrições:

Valor da jornada (sessões de comunicação, palestras e uma oficina): R$12,00 (com certificado de participação ou de apresentação de trabalho).
Valor Minicurso: R$30,00 (com certificado).


O formulário de inscrição para participação deverá ser preenchido e enviado, juntamente com os dados do comprovante de depósito, para o e-mail telatexto@gmail.com, preenchendo o campo assunto com JORNADA ECOLÓGICA.

Depósito: Banco do Brasil, Conta: 43027-7, Agência: 3610-2.

Cliente: Associação Tela e Texto

Envio dos resumos: Os interessados em apresentar comunicação ou depoimento deverão enviar os resumos para o e-mail: setorverde.telatexto@gmail.com até o dia 30 de setembro de 2009, no formato Times New Roman, fonte 12, espaço 1,5, até 400 palavras, contendo as seguintes informações: título do trabalho, nome completo do autor, departamento/ instituição em que está vinculado e e-mail para contato.

Informações:

(31) 3586-2511E-mail: telatexto@gmail.com

Organização:

Setor Verde do Programa A tela e o textoApoio: FALE/UFMG / UFMG / Ata-me - dança de salão / Centro Cultural UFMG / Centro de Ecologia Integral / Guia Vegano / Sociedade Vegetariana Brasileira / SIDSEG / Gráfica O Lutador / Bem Natural

domingo, 18 de outubro de 2009

Sugestão de leitura!


Aproveitando a última postagem deixo como sugestão as seguintes leituras:

Segue um link para baixarem livros sobre agroecologia gratuitamente: http://www.agroeco.org/brasil/books_port.html
+
Artigo: Perigos da agricultura convencional
Tatiana Regina Sandy Reis


Charge: Altair Oliveira da Fonseca
Retirado de www.overmundo.com.br

DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO

No dia 15 de outubro deste mês comemorou-se o DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO.
Verdade que não é bem algo a se comemorar. Cresce a preocupação com a segurança alimentar - 1 bilhão de pessoas estão subnutritas em todo o mundo. Para reflexão transcrevo a mensagem do Diretor-geral da FAO - Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação.

[16/10/2009]

"Os acontecimentos ocorridos nos últimos três anos tem sido particularmente trágicos, visto que demonstraram a fragilidade do nosso sistema alimentar global e o quão vulnerável todos nós estamos.
Pela primeira vez na história, mais de um bilhão de pessoas estão subnutridas no mundo inteiro. Isso representa cerca de 100 milhões a mais do que no ano passado e significa que uma a cada seis pessoas passa fome todos os dias. Este recente aumento da fome não tem sido consequência das fracas colheitas a nível global, mas sim resultado da crise econômica mundial, que tem reduzido rendas e oportunidades de emprego, assim como o acesso aos alimentos por parte da população mais pobre.
É por essa razão, que o tema escolhido para o Dia Mundial da Alimentação deste ano é, ALCANÇAR A SEGURANÇA ALIMENTAR EM ÉPOCA DE CRISE.

Num momento em que os efeitos da crise econômica mundial continuam a dominar as manchetes dos jornais, é importante lembrar a comunidade internacional que a crise espreita os pequenos agricultores e as áreas rurais aonde trabalham e vivem 70% das pessoas que passam fome no mundo.
Sob vários aspectos, a crise atual não tem precedentes. Em primeiro lugar, porque ela segue a um rápido e acentuado aumento dos preços dos alimentos básicos produzidos entre 2006 e 2008. O recente ajuste de baixa não deveria ser interpretado como o fim da crise de alimentos. Na África Subsaariana, 80 a 90 % de todos os preços dos cereais monitorados pela FAO em 27 países, continuam sendo 25% mais alto do que antes do começo da crise dos alimentos, dois anos atrás. Na Ásia e na América Latina e o Caribe, os preços são monitorados num total de 31 países, e entre 40 e 80 % do preço dos cereais mantem mais de 25 % mais alto do que no período pré crise dos alimentos. E a nível local, em alguns países, os preços dos alimentos básicos não sofreram qualquer tipo de baixa. Além disso, a produção continua sendo obstruída pelo aumento do custo dos insumos – 176 % no caso dos fertilizantes, 70% sementes, 75% ração para os animais, tornando o investimento na agricultura extremamente difícil.
Tais aumentos colocam os mencionados insumos, que são vitais,muito longe do alcance dos milhões de agricultores.

Em segundo lugar,do ponto de vista financeiro e comercial, os países em desenvolvimento estão muito mais integrados na economia mundial,o que implica que
uma queda na demanda ou oferta global e na disponibilidade de crédito, tem repercussão imediata nos países em desenvolvimento.

Em terceiro lugar, devido ao caráter mundial da crise, os mecanismos normalmente usados pelas famílias para enfrentar crises econômicas ficam no limite. Se prevê que
o investimento estrangeiro direto, incluso a agricultura, irá diminuir mais de 30% em 2009.
A redução do emprego nas áreas urbanas poderá forçar os que procuram emprego a retornar para as áreas rurais. As remessas dos emigrantes , que anteriormente cresciam as taxas anuais em até 20%, totalizaram 300 bilhões de dólares americanos, poderão experimentar uma diminuição de cerca de 5% a 8% em 2009. O Fundo Monetário Internacional prevê que a ajuda estrangeira aos 71 países mais pobres irá cair em torno de 25%. Nos mercados financeiros, o crédito poderá não estar disponível, devido a avaliação mais crítica de risco e irá exigir um prêmio de risco mais alto.
A dura realidade é que, a menos que sejam tomadas, imediatamente,medidas corretivas substantivas e sustentadas, a meta da Cúpula Mundial da Alimentação de reduzir pela metade, o número de pessoas que passam fome , a um número máximo de 420 milhões de pessoas até 2015, não será atingida.
Felizmente, há sinais encorajadores de uma vontade política mais forte para combater a fome no mundo.
No Comunicado conjunto da L’Aquila sobre a segurança alimentar mundial, emitido pela reunião do G-8 realizada na Itália em julho passado, foi aprovada uma mudança radical de estratégia, dando prioridade ao aumento da produção de pequenos agricultores dos países em desenvolvimento com déficit alimentar.
Está previsto, neste sentido , mobilizar 20 bilhões de dólares americanos ao longo de três anos para o financiamento deste programa.
Agora é preciso traduzir este compromisso em medidas concretas. Além disso, a comunidade internacional de doadores deveria voltar a destinar, o quanto antes, os 17% da assistência oficial para o desenvolvimento da agricultura; vale lembrar que esse foi o nível de investimento que salvou a Asia e a América Latina de uma fome iminente nos anos 70.
Na atualidade é necessário um nível similar de recursos para alimentar aos mais de um bilhão de pessoas que sofrem de fome, e conseguir que a população mundial, que provavelmente aumentará até mais de 9 bilhões de pessoas até 2050, tenha então o suficiente para comer.
Não são somente necessários recursos finaceiros. Além dos fatores que agravam a crise atual, existe uma série completa de problemas fundamentais que devem ser resolvidos, em particular, o modo de canalizar a ajuda e a forma de conseguir com que a mesma chegue efetivamente aos pequenos agricultores, assim como a reforma do sistema de governança da segurança alimentar mundial de uma maior coerência nas ações dos governos e dos associados para o desenvolvimento, a parte dos orçamentos nacionais dedicados a agricultura e aos investimentos do setor privado.
É vital, especialmente em tempos de crise, que não se reduza o apoio a agricultura. Somente um setor agrícola saudável, combinado a um crescimento da economia não agrícola e com redes de segurança alimentar e programas de proteção social efetivos, permitirão fazer frente a recessão mundial e erradicar a insegurança alimentar e a pobreza.
A finalidade de Cúpula Mundial de Segurança Alimentar, que será realizada em Roma de 16 a 18 de novembro, é manter o problema da insegurança alimentar em primeiro lugar na agenda internacional, para que o direito humano mais fundamental, o direito à alimentação, seja respeitado.
Neste Dia Mundial da Alimentação, tomemos a resolução, de uma vez por todas, de que alcançar a segurança alimentar, em época de crise ou não, é realmente uma prioridade mundial."
Questiono a falta de incentivos aos pequenos agricultores aqui no Brasil que são responsáveis por manter a segurança alimentar do país. Falta política pública específica e desburocratização, inclusive ambiental, aos pequenos agricultores. Tema já debatido no blog.
Quanto ao alta dos preços de insumos à produção agrícola, acredito - mesmo sendo leiga - que dentro do padrão de agricultura convencional não é possível solucionar essa crise. O governo precisa aderir a novas formas de produção agrícola - alternativa.
Fonte:https://www.fao.org.br/vernoticias.asp?id_noticia=874

Imagem do dia

A CASA NA ÁVORE MAIS ALTA DO MUNDO!!!!

Para mais informações:
http://dornob.com/1-man-10-stories-100-feet-tallest-treehouse-in-the-world/

Nós apoiamos essa campanha!


terça-feira, 13 de outubro de 2009

SEGUNDA SEM CARNE




Paul McCartney lançou na Grã-Bretanha em junho a campanha Segunda-Feira Sem Carne ("Meat Free Monday"), numa tentativa de ajudar a combater as mudanças climáticas. McCartney, suas filhas Stella e Mary e celebridades convidadas, incluindo Yoko Ono, percorreram um tapete verde no parque St. James, em Londres, em apoio à campanha que pede às pessoas que deixem de comer carne um dia por semana. A campanha já foi lançada nos Estados Unidos, na Austrália e agora no Brasil - em São Paulo.
Relatórios da ONU revelam que a criação de animais de corte é responsável por cerca de 18 por cento das emissões mundiais de gases estufa, responsáveis pelo aquecimento do planeta - mais que a indústria global de transportes.
"Designar um dia da semana no qual se deixa de consumir carne é uma mudança significativa que todos podem adotar e que vai ao cerne de várias questões importantes, políticas, ambientais e éticas, todas ao mesmo tempo", disse McCartney no site www.supportmfm.org. "Por exemplo, isso não apenas ajuda a combater a poluição, como também a promover a saúde melhor, o tratamento ético dos animais, o combate à fome mundial e a promoção do ativismo comunitário e político."
Para acessar o dossiê sobre o impacto ambiental da carne, em pdf, clique aqui.
Fontes:

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Estágio em Permacultura




Conheço algumas pessoas que passaram por este programa por isso repasso o convite. Trata-se de uma imersão na prática de Permacultura em uma ecovila, o IPEC - Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado.
Durante três semanas, o estagiário trabalhará lado a lado com os integrantes do IPEC em suas tarefas diárias. As áreas incluem ecologia doméstica, jardinagem ecológica, plantas funcionais, bioconstrução, agroflorestas, educação ambiental e pequenos animais.
Os participantes receberão certificado de participação.

Vagas: mínimo de 7 e máximo de 10
Valor por estagiário: R$ 840,00, pagos em duas vezes. Estão inclusos alojamento na vila ecoversitária em quartos de duas pessoas, três refeições diárias e custos com coordenação.
Acesso gratuito à internet e biblioteca para estudos complementares.

Entre em contato: estagio@ecocentro.org /(62) 3331-2111 / 3331-1568

Programa:

1ª Semana
Introdução à Permacultura
Agroflorestas: manejo e prática

2ª Semana
Bioconstrução
Energias renováveis
Manejo de pequenos animais

3ª Semana
Ecologia doméstica
Jardinagem
Educação Ambiental

Datas:
20 de outubro a 9 de novembro
10 de novembro a 30 de novembro

Se você já passou pelo Ipec conte-nos sua experiência!!!!
Para mais informações acesse o site: http://www.ecocentro.org/

Enfeitando os postes


Sabem aqueles postes com várias camadas de propagandas velhas que poluem as cidades? Pois em Toronto, no Canadá, os artistas plásticos Sean Martindale e Eric Cheung criaram uma intervenção urbana chamada Plantas de bolso.


As flores são plantadas em cones feitos com cartazes publicitários que forram postes e muros da cidade, e os minivasos são posicionados um em cima do outro, para que a água escorra de uma planta para a outra. “Essa subversão urbana otimista é uma crítica à selva de concreto, queremos provocar a sociedade”, diz Cheung.

Para apreciar um pouco mais da idéia click: http://www.posterpocketplants.blogspot.com/

Eco4planet


Gente, descobri um novo site de buscas que utiliza o sistema google, mas agrega uma preocupação ambiental. Não sei se as informações são realmente verdadeiras, mas não custa experimentar esse novo recurso... Coloco aqui algumas informações que encontrei no próprio site:

O que é o eco4planet e por que usar?

O eco4planet utiliza o sistema Google™ Pesquisas Personalizadas, mantendo assim a mundialmente reconhecida capacidade das buscas Google™, com um visual também simples e rápido, porém inovador na utilização predominante da cor preta para gerar economia de energia. Sua criação prova que pequenas ações diárias podem gerar economia de energia, resultando em menores gastos e ainda vários outros benefícios.

Desde agosto de 2009 o eco4planet efetua o plantio de árvores de acordo com o número de pesquisas realizadas através dele, um passo importantíssimo para sua proposta ecológica - mais uma vez provamos que todos tem condições de colaborar com o meio ambiente e a sua participação divulgando o eco4planet é fundamental. Você pode acompanhar o contador de árvores na página principal e nos seguir via Twitter para ficar por dentro das datas e locais de plantio.

O eco4planet ainda economiza energia pois sua tela é predominantemente preta, e um monitor utiliza até 20% menos energia para exibi-la se comparado à tela branca. Considerando as
mais de 2,55 bilhões de buscas diárias realizadas no Google™ com tempo médio suposto em 10 segundos por pesquisa e a proporção de monitores por tecnologia utilizada, teríamos com um buscador de fundo preto a economia anual de mais de 7 Milhões de Kilowatts-hora!
Será que é verdade mesmo?

Casamento Ecológico!


Algo novo, algo velho, algo emprestado e algo verde? Confira as dicas para fazer uma cerimônia ecologicamente correta segundo Martha Stewart.

Com a atual situação do planeta presente na mente de tanta gente, não é surpreendente que casais busquem, cada vez mais, maneiras de manter a consciência ecológica no dia do casamento. Mas isso também não significa escolher um vestido de noiva feito de cânhamo, um jantar vegetariano ou qualquer outra coisa do gênero que não seja confortável pra você. Agora, os noivos podem, mais do que nunca, escolher elementos que combinem com seu estilo pessoal e do casamento.

"Qualquer escolha a ser feita, do tipo de convites até as flores do buquê, pode respeitar a natureza e, ao mesmo tempo, também ser muito romântica, afirma Debi Lilly, da empresa americana A Perfect Event.

Muitas vezes isso pode ser feito tão sutilmente que os convidados nem vão perceber, a menos que você conte pra eles. Aqui vão algumas idéias que consideramos as melhores do planeta para preservar o planeta!

CASE-SE DURANTE O DIA

Troque os votos ao ar livre, pela manhã ou à tarde. O sol substitui a luz elétrica e, se você escolher uma época do ano de temperaturas mais amenas, poderá também evitar o uso de ar-condicionado ou calefação, que são verdadeiros ladrões de energia.

Em um casamento noturno, tente manter o mínimo de iluminação artificial possível. Você pode usar velas feitas de cera de abelha ou de soja, que são materiais recicláveis, o que não é o caso da vela de parafina.

PENSE PEQUENO

Geralmente, um evento mais íntimo requer muito menos recursos. Mas, mesmo que você não consiga diminuir a lista de convidados, existem outras maneiras de reduzir o consumo. Lilly sugere oferecer um coquetel, ao invés de um jantar, onde os convidados se locomovem e se socializam enquanto degustam aperitivos.

Como nem todos irão se sentar para comer de uma vez só, você pode usar algumas mesas menores, para duas ou quatro pessoas, ao invés de muitas daquelas mesas enormes de banquete. O resultado: um número muito menor de toalhas de mesa (o que significa muito menos água e sabão para lavá-las), e centros de mesas mais compactos, com menos desperdício. Também pode ser mais divertido para os seus convidados. "Você não imagina a popularidade destas estilo recepções, afirma Lilly, "E este tipo de festa é tão alto-astral".

REDUZA O USO DE PAPEL

Ainda não é fácil encontrar uma seleção muito grande de convites de casamento impressos em papel reciclado, especialmente os mais formais. Mas existem outras maneiras de preservar as árvores, segundo Emily Anderson, autora do livro "Eco-Chic Weddings"(ainda sem tradução para o português - título sugerido: Casamentos Ecochiques).

Quando cadastrar sua lista de presentes em uma loja, deixe um lembrete que os mesmos não deverão ser embrulhados. Solicite à loja para não vender ou ceder seus dados cadastrais a terceiros, com essa medida você reduzirá o número de catálogos e solicitações de cartões de crédito que começam a chegar logo depois que você se cadastrou.

PAGUE DE VOLTA

Pelo menos alguns de seus amigos e parentes terão de viajar para prestigiar seu enlace. A noiva americana Kim McLawhorn usou um motor de busca online para determinar quantos quilômetros cada um desses convidados viajaria de carro ou avião. Depois disto, compensou o consumo de combustível previsto comprando créditos de carbono da NativeEnergy, empresa sediada no estado de Vermont que utiliza os fundos para finança projetos de energia renovável, como campos de energia eólica. "Tenho uma sensação muito boa por estar preparando meu casamento da maneira mais ecológica possível, comentou Kim, que gastou aproximadamente US$300 em créditos de carbono.

COMPRE LOCALMENTE

Flores e alimentos cultivados nas redondezas requerem menos transporte e menos combustível e geralmente são mais frescos. Contrate também outros serviços locais, como fotografia, filmagem e música. Tire proveito também dos itens de decoração e de mesa oferecidos pelo local onde será a recepção, ao invés de alugá-los de outros fornecedores.

PRESENTEIE O PLANETA

Ao invés das tradicionais lembrancinhas, que logo serão jogadas no lixo, faça uma doação em nome de seus convidados para ONGs ambientalistas como a WWF - Fundo Mundial para a Natureza ou a americana Rainforest Alliance. Mas se você faz questão que seus convidados levem uma recordação para casa, experimente pequenos vasos de ervas aromáticas, sementes de árvores em embalagens biodegradáveis ou mesmo presentes comestíveis, como café certificado com o selo fair trade (comércio justo) ou chocolate orgânico.

RECICLE

Sim, você deve pedir ao serviço de buffet para separar garrafas e latas recicláveis usadas na recepção e levar a comida que sobrar para pessoas carentes. Mas existem tantas outras maneiras inesperadas e maravilhosas de reciclar, afirma Anderson, Você pode usar o vestido de noiva de sua mãe, ou mesmo comprar o seu em um brechó, ao invés de usar um novinho em folha. Você pode também reutilizar as flores.

Recentemente Lilly usou os mesmos arranjos florais da cerimônia na recepção. Ela simplesmente adicionou mais folhagens ao conjunto e deu um visual totalmente diferente.

Além da sensação reconfortante de presentear com lindas flores e preservar o meio-ambiente, você ainda tem dedução de impostos. Procure por outras instituições de caridade na sua cidade, ou entre em contato com um hospital ou abrigo local para sugestões de como doar.

Escrito por Martha Stewart, em 30/04/2008.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Sandálias ecológicas by Stella McCartney

Pessoal,


parece que as grandes marcas estão descobrindo as matérias-primas sustentáveis. No último desfile da Stella McCartney ela apresentou essas sandálias feitas de couro vegetal, a partir de um processo de revestimento de látex sobre materiais como o algodão. Esses materiais ecologicamente corretos ou eco-friendly utilizados nos sapatos me pareceram bem levinhos e confortáveis, ótimos para o verão.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Refúgio


Em meio à aridez da cidade um passarinho busca seu refúgio
Foto: A.C. Rodrigues/Estadão


sábado, 3 de outubro de 2009

Parque Municipal de Belo Horizonte!








Vocês foram recentemente ao Parque Municipal de Belo Horizonte? Alguns podem até pensar que lá está mal cuidado, abandonado, perigoso ou algo assim... Mas não foi isso o que eu vi! Eu fiquei extremamente surpresa e feliz ao passear pelo Parque e encontrá-lo muito bem cuidado, cheio de plantas e árvores lindas, com cenários super românticos e muito seguro, sim, o Policiamento é constante por lá... O passeio é uma delícia! Então, eu indico pra todos aqueles que queiram se apropriar dos espaços públicos urbanos e aproveitá-los de uma maneira mais efetiva, vocês devem fazer uma visita ao Parque Municipal de Belo Horizonte... Mesmo para aqueles que não moram em BH, vale a pena a visita!!!

Um ótimo dia para todos!
Fotos arquivo pessoal.

Refugiados Ambientais



Você já escutou falar em “Refugiados Ambientais”? Pois é, eles são frutos da triste realidade ambiental em que nos encontramos...

Vi uma interessante matéria sobre esse tema na Revista Planeta e reescrevo alguns trechos aqui para dividir com vocês a questão.

O avanço das mudanças climáticas deve promover movimentos migratórios de grandes proporções nas próximas décadas. A Universidade das Nações Unidas prevê que 250 milhões de pessoas poderão estar nessa condição em 2050.

Numerosos países já encaram o desafio das mudanças climáticas associadas a migrações. Alguns deles como as Maldivas, arquipélago famoso como destino turístico, que têm a maior parte de seu território apenas 1,5 metro acima do nível do mar. A ameaça de submersão levou o atual governo a reservar uma fatia do 1 bilhão que arrecada anualmente com o turismo para comprar terras capazes de abrigar os cerca de 300 mil habitantes das ilhas.

Por sua vez, Tuvalu, um grupo de nove atóis situado no Oceano Pacífico, com altitude máxima de 4,5 metros, já tem seu cotidiano marcado pela elevação do nível do mar. A erosão da costa caminha aceleradamente, inundações de água salgada são freqüentes e a agricultura é cada vez mais difícil ali. Onze mil pessoas ainda moram em Tuvalu, mas muitos nativos já saíram rumo à Nova Zelândia, em sua maioria.

Esses foram apenas dois exemplos. Mas o mais triste é que as mudanças de clima atingem, principalmente, os países em desenvolvimento, contudo as nações ricas também não estão imunes, como, por exemplo, o estado americano do Alasca que sofre com o derretimento do permafrost (terra congelada) e está destruindo gradualmente algumas cidades.

Os refugiados ambientais deixam seus lares por pura falta de opção, em busca de sobrevivência. Em sua maioria, são pobres, mulheres, velhos e crianças, pessoas menos aptas a deslocar-se por grandes distâncias e a adaptar-se.

Na matéria são indicados dois sites para obtenção de maiores informações sobre o assunto:



Fonte do texto: Revista Planeta, agosto de 2009, Edição 443, Editora Três, matéria intitulada “Refugiados Ambientais – As Primeiras Vítimas do Aquecimento Global”, de autoria de Eduardo Araia.