sexta-feira, 29 de outubro de 2010

COP 16: poucos avanços?


O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta terça-feira que não há expectativas de grandes acordos na próxima Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP-16, marcada para novembro em Cancún, no México.
A COP de Cancún terá a difícil missão de não repetir o fracasso da reunião de Copenhague, em dezembro de 2009, que terminou sem acordo formal sobre a redução global de emissões de gases de efeito estufa.
Antes de reunião em Cancún, ONU diz que chegou momento de decidir sobre o climaRepresentante norte-americano minimiza expectativas para cúpula do clima em Cancún
"As expectativas para Cancún são modestas. Não esperamos chegar a um grande acordo", reconheceu Amorim, durante reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.
Segundo o chanceler, um dos principais motivos para o pessimismo é o fato de os Estados Unidos chegarem a mais uma COP sem a aprovação de uma lei nacional de mudanças climáticas. A falta de compromisso norte-americano serve de "mau exemplo" para os outros países envolvidos na negociação.
Apesar da expectativa "modesta", Amorim acredita que em Cancún os negociadores internacionais poderão chegar a alguns avanços na regulamentação do mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD) e no financiamento de ações de mitigação e adaptação.
"Podemos ter pequenos avanços, consolidar outros avanços e evitar retrocessos de compromissos assumidos em Quioto", resumiu.
Amorim disse que o Brasil chegará à COP -16 com "posição moral elevada" por ter liderado, junto a outros países, a única tentativa de acordo formal em Copenhague.
"Não nos escondemos atrás de ninguém. O Brasil concorda com redução de 50% das emissões até 2050, o que vai muito além do que os outros países aceitam", comparou.

Nova Música Instrumental Mineira + Piquenique = BH


Ontem fiquei sabendo que está rolando em Belo Horizonte uma iniciativa muito legal! É uma Mostra da Nova Música Instrumental Mineira em alguns parques da cidade com direito a piqueniques! Infelizmente eu descobri isso só agora que já se passaram vários shows, mas neste sábado, dia 30/10, vai ter o último show no Parque das Mangabeiras. Então, quem quiser pode levar a toalha, as comidinhas e os amigos para fazer um piquenique no esquema do Slow Food Brasil e curtir uma música!
No site www.slowfoodbrasil.com/piquenique, eu encontrei as informações abaixo:
A idéia de (re)descobrir os espaços públicos da cidade é um dos principais pontos de intersecção da parceria entre a Mostra da Nova Música Instrumental Mineira e o Convivium Slow Food Piquenique. Há 10 anos no Brasil, o movimento Slow Food defende o prazer aliado à alimentação consciente, valoriza as tradições culinárias regionais e a origem dos alimentos, buscando relações mais justas e a aproximação entre produtores e consumidores.
Em Belo Horizonte, o grupo local do Slow Food realiza piqueniques, promove visitas a produtores, estimula a compra direta e defende o uso do espaço público para um cotidiano mais criativo e prazeroso.
Palco para verdadeiras riquezas musicais, a Mostra da Nova Música Instrumental Mineira traz em sua programação um interessante recorte da nova geração de músicos em Belo Horizonte. Buscando a formação do público e o desenvolvimento de novas identidades rítmicas, optou-se por abordagens bastante diversificadas, que vão desde o choro à música experimental, do grupo de percussão à música de câmara.
Aproveite os PIQUENIQUES que vão acontecer durante os shows: convide seus amigos, traga uma toalha e alguns comes & bebes para compartilhar.
Confira a programação do show+piquenique do dia 30/10:
Sábado (30 outubro de 2010) 16h Parque das Mangabeiras (Portaria Norte, Av. Bandeirantes s/nº, Mangabeiras)
João Antunes Quinteto Violonista, guitarrista, compositor e arranjador, João Antunes traz em seu trabalho elementos do jazz, do rock e, principalmente, da música brasileira. Na Mostra, apresenta suas composições além de arranjos para obras como as de John Coltrane e Tom Jobim. João Antunes (guitarra), Chico Amaral (saxofone), Pedro “Trigo” Santana (contrabaixo), Felipe José (piano e cello) e Tarcisio Braga (bateria e percussão). www.myspace.com/joaoantunesbrasil
Prucututrá A música cênica é característica marcante e sempre presente nos concertos do Prucututrá. Com um repertório escrito para percussão contemporânea e trazendo interpretações de obras de compositores renomados da música popular brasileira, como Hermeto Pascoal e Milton Nascimento, o grupo leva ao palco um pouco da percussão de outras culturas como a árabe e a indiana. Bruno Santos, Edson Fernando e Tarcísio Braga (marimba, vibrafone, bateria e percussão). www.myspace.com/prucututra
Participação Caíto Marcondes – SP (percussão) Compositor e arranjador em várias frentes como balé, cinema, documentários, gravações e shows, Caíto Marcondes traz em seu repertório músicas de seu último trabalho, Sementeira, lançado em Agosto. www.myspace.com/caitomarcondes

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Idéias Verdes!

Depois de pedalar no SWU e sentir na pele (ou na perna) o que é gerar energia limpa, me surpreendi com algumas idéias fantásticas, e verdes, é claro!

1) HOTEL OFERECE REFEIÇÕES DE GRAÇA PARA QUEM ESTIVER DISPOSTO A GERAR ELETRICIDADE
O Crown Plaza Hotel, em Copenhague, Dinamarca , oferece uma chance para quem quer fazer uma boa refeição sem deixar de cuidar do planeta. O hotel disponibiliza bicicletas ligadas a um gerador de eletricidade para os hóspedes voluntários. Cada um deles deve produzir pelo menos 10 Watts/hora de eletricidade aproximadamente 15 minutos de pedalada para um adulto saudável. Após o exercício, o hóspede recebe um generoso vale-refeição: 26 euros, aproximadamente 60 reais.


2) BAR CAPTA ENERGIA PRODUZIDA PELA DANÇA DE SEUS FREQUENTADORES

Todas as luzes e os sons de uma balada gastam uma quantia considerável de eletricidade. Pensando nisso, o dono do Bar Surya, em Londres, refez o chão da pista de dança de seu estabelecimento e o revestiu com placas que, ao serem pressionadas pelos frequentadores do lugar, produzem corrente elétrica. Essa energia é então usada para ajudar na carga elétrica necessária à casa. Andrew Charalambous, o visionário dono do bar, diz que a eletricidade produzida pela pista modificada representa 60% da necessidade energética do lugar.


3)EMPRESA CRIA IMPRESSORA QUE NÃO USA TINTA NEM PAPEL

Quem disse que uma impressora precisa de tinta ou papel para existir? Conheça a Impressora PrePean. Diferente das convencionais, ela utiliza uma peça térmica para fazer as impressões em folhas plásticas feitas especialmente para isso. Além de serem à prova dágua, elas podem ser facilmente apagadas. É só colocá-las novamente na impressora que, através de outra temperatura, a próxima impressão ficará no lugar da anterior. A mágica faz com que apenas uma dessas folhas possa ser utilizada mil vezes.


4) UNIVERSIDADE CONSTROI TELHADO VERDE
O Design Verde é uma tendência da arquitetura moderna, e não estamos falando apenas da cor, mas sim de locais como o prédio de cinco andares da Escola de Arte, Design e Comunicação da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura. A construção conta com uma cobertura vegetal e sua forma orgânica se mistura com a natureza onde está inserida. Os telhados revestidos de grama servem como ponto de encontro informal, além de ajudar no equilíbrio térmico do edifício e na absorção da água da chuva.


5) DESIGNER CRIA PIA QUE UTILIZA ÁGUA DESPERDIÇADA PARA REGAR PLANTA

Feita de concreto polido, a Pia batizada de Jardim Zen possui um canal que aproveita a água utilizada na lavagem das mãos para molhar uma planta. Criado pelo jovem designer Jean-Michel Montreal Gauvreau, a pia vem em bacia dupla ou modelo simples. Se você está preocupado em ensaboar toda a sua plantinha, relaxe. Uma peça no início do canal drena o liquido e só deixa água sem sabão escorrer até a planta.


6) DESIGNER CRIA CHUVEIRO QUE O OBRIGA A SAIR QUANDO JÁ DESPERDIÇOU MUITA ÁGUA

O designer Tommaso Colia criou uma solução para aqueles que adoram passar um tempão tomando uma ducha relaxante (é, você mesmo!). O chuveiro Eco Drop possui círculos concêntricos como tapetes no chão, que vão crescendo enquanto o chuveiro está ligado. Após um tempo, a sensação fica tão incômoda que te força a sair do banho e, consequentemente, economizar água. Cerca de 20% de toda energia gasta no lar vem da água quente utilizada no banho seis vezes mais do que a iluminação doméstica, por exemplo.


7) EMPRESA CRIA GRAMPEADOR SEM GRAMPOS PARA EVITAR POLUIÇÃO

Grampos de grampeador são tão poluentes que uma empresa decidiu criar um novo modelo do produto, sem grampos! Em vez dos grampos a que todos estamos acostumados, ele recorta pequenas tiras de papel e as usa para costurar até cinco folhas de papel juntas. Se você se empolgou com a ideia, pode encomendar esses grampeadores personalizados para que sua empresa se vanglorie de contribuir para um mundo livre grampeadores com grampos.


8) DESIGNER CRIA CARREGADOR DE IPHONE ALIMENTADO POR APERTO DE MÃO
Eis uma invenção que dará uma mão na economia de energia. Carregue seu iPhone com um aperto de mão! O conceito foi chamado de "You can work".

Fonte: email da Fernanda da Mata!

ARTE - PREGADOR GIGANTE


Uma imagem vale mais que mil palavras!
O Pregador gigante "prendendo" um pedaço de grama está exposto no parque Chaudfontaine, na Bélgica. Trata-se de uma obra de arte contemporânea, assinada pelo artista turco Mehmet Ali Uysal.

O triste fim da Baleia Jubarte

Desde criança eu lia sobre a baleia Jubarte, como um mamífero na lista dos animais brasileiros em extinção, e ficava consternada. Como um animal tão enorme e aparentemente tão forte pode correr o risco de extinção? Mas elas também podem ser muito frágeis...

Recentemente fiquei sabendo da notícia de que uma baleia jubarte de aproximadamente 15 metros e 25 toneladas encalhou na praia de Geribá, em Búzios, por volta das 13h dessa segunda-feira. De acordo com quem viu o animal se aproximando, ela demonstrava cansaço.



Foi utilizado um rebocador pra arrastar o animal de volta ao mar e cerca de mil pessoas estavam envolvidas no resgate, entre voluntários, agentes do Corpo de Bombeiros e da Secretaria de Meio Ambiente.

Mas infelizmente todos os esforços não foram suficientes e a baleia morreu na madrugada desta quarta-feira.  De acordo com o Prefeito da cidade, a baleia será levada para um aterro sanitário, em São Pedro da Aldeia, onde os biólogos poderão analisá-la.

Fiquei com muita pena!

Hortas em Casa - Parte I


Acredito que o assunto "hortas em casa" interessa a todos aqueles que queiram ter um pouco mais de qualidade de vida, bem-estar e temperos/alimentos fresquinhos em casa. A velha desculpa de falta de espaço pra isso não cola mais... Há diversas maneiras de inovar. Já divulgamos aqui as hortas verticais e agora mostramos outras soluções apresentadas pela Revista Arquitetura e Construção. Então, mãos à obra!

Hortinhas domésticas estão em alta. “Cozinhar tornou-se um programa divertido. Mais ainda se você puder temperar os pratos com ervas do quintal”, diz a empresária Erlana Castro, diretora da Biofert, fabricante mineira de fertilizantes. Para montar um cantinho verde, são necessários um local ensolarado, alguns vasos e, claro, disposição. “É preciso regar, adubar, controlar pragas... É como ter um bichinho de estimação. Dá trabalho, mas vale a pena”, afirma o agrônomo Laurent Serrigny, dono da Horta em Casa. Aprenda a montar um canto na varanda só para cuidar das plantas.




O apartamento pequeno não impediu o morador, que adora preparar receitas para a mulher e os filhos, de ter hortaliças à mão. “Aproveitei o único espaço possível: a janela da cozinha”, revela o arquiteto Neto Porpino, de São Paulo, autor do projeto. Ele encaixou uma chapa de vidro incolor 10 mm de 1,78 x 0,15 m (Golden Glass) em dois suportes metálicos e sobre ela dispôs oito vasos em cachepôs de plástico colorido (Albano). Como a esquadria é do tipo máximo-ar, as plantas não atrapalham o abre e fecha.

Em apartamentos ou casas sem pátio, eleja a sacada ou qualquer local protegido de ventos e onde incida sol pelo menos três horas por dia. Além de vasos e floreiras, vale usar caixas de madeira ou latas, desde que tenham no mínimo 0,20 m de altura. Faça um ou mais furos no fundo (dependendo do tamanho do recipiente) e cubra com pedriscos ou argila expandida, seguidos de manta de drenagem. Então acrescente a terra, que assim não ficará encharcada.

Fonte da matéria: Revista Arquitetura e Construção, título: “Três sugestões para montar a sua horta e um calendário de plantio”, autoria de: Eliana Medina e Rosele Martins, fotos de: Célia Mari Weiss, disponível em: http://casa.abril.com.br//materias/jardins/tres-sugestoes-montar-sua-horta-calendario-plantio-603608.shtml

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Exposição Animais de Concreto - SP


O pintor e escultor Alex Hornest apresenta a exposição Animais de Concreto, de 7 de outubro a 1 de dezembro. As obras poderão ser vistas nas ruas da cidade de São Paulo e na galeria Cavalera Art Projects, que vai ser inaugurada com a mostra.


Animais de Concreto faz uma analogia entre cárcere e liberdade, e apresenta animais africanos, pintados em seu habitat natural, onde são livres, e em forma de esculturas em uma área fechada, aprisionados em jaulas e caixas.


A ideia é mostrar as diferenças de comportamento nestas duas situações distintas e levar, de modo subjetivo, o espectador a pensar em como a escravidão interviu, negativamente, modificando a rotina e a história do povo africano.


A exposição é composta por: 3 painéis pintados em áreas públicas, em pontos visíveis e de fácil localização nos seguintes bairros: Tucuruvi, Consolação e Bela Vista. E por 3 esculturas de aproximadamente 3 m de altura por 2 m de comprimento e 1,5 m de largura – elaboradas em madeira, argila e concreto (expostas na galeria).


O projeto desta exposição foi vencedor do “1º Prêmio Nacional de Expressões Afro-brasileiras”, realizado pelo Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo dos Santos Neves (CADON), em conjunto com a Fundação Cultural Palmares (FCP) .


Bacana, não é? Quem passar por São Paulo ou morar lá, pode conferir!


O Que: Animais de Concreto
Quando: de 07/10 a 01/12 - Terças, Quartas, Quintas, Sextas e Sábados das 13:00 às 18:00
Quanto: Catraca Livre
Onde: Cavalera Art Projects
Endereço: Alameda Lorena, 1922 - Jd Paulista. São Paulo (SP)
As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.


Fonte: http://servicos.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=26079606 e Redação do site www.catracalivre.com.br

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela


O presidente do Instituto Chico Mendes para Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Sr. Rômulo José Fernandes Barreto Mello, divulgou nesta quinta-feira, dia 20/10, o documento técnico que embasa e caracteriza a proposta de criação do Parque Nacional da Serra do Gandarela.

Abaixo vocês poderão ler o ofício de encaminhamento da proposta.



Um dos trechos da conclusão do documento menciona que “Finalmente, estamos tratando de uma área de excepcional concentração de nascentes, mais de mil no polígono proposto para o Parque Nacional, que afloram alimentadas pelo aqüífero...”.

O último trecho diz "Um Parque Nacional com tamanho potencial e próximo a uma região metropolitana e de um grande centro turístico (Ouro Preto e região), pode tornar-se, no médio prazo, uma atração internacional."

Este documento foi entregue também à candidata Dilma Roussef, em campanha em Belo Horizonte, com o pedido de apoio à criação do Parque Nacional.

De acordo com o Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela as prefeituras de Caeté e Santa Bárbara e vereadores desses municípios, ao tomarem conhecimento da possibilidade cada vez mais concreta da criação do Parque Nacional Águas da Serra do Gandarela, iniciaram uma campanha de apoio à Mina Apolo, da Vale, demonstrando-se contrários à criação do Parque.

Conforme ofício do ICMBio “É importante ressaltar que, além dos importantíssimos atributos biológicos, paisagísticos, hidrológicos, históricos e paleontológicos encontrados na área proposta para o Parque, há um imenso potencial turístico, tornado ainda maior pela proximidade de Belo Horizonte e de Outro Preto e região, que já detém ampla e diversificada infra-estrutura turística, e que tenderá a proporcionar desenvolvimento para todos os municípios diretamente envolvidos na proposta”.

Esperamos agora que o Governo do Estado de Minas Gerais apóie a criação do Parque Nacional.

Seminário de Construção e Certificação Sustentável - BH

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Relaxe!


Quer relaxar um pouquinho sem sair de BH?


Visite o Jardim Japonês da Pampulha!


Com 5000 metros quadrados de área o local simula um legitimo jardim japonês. Árvores típicas como o pinheiro oriental, a cerejeira, a azaléia e o bambu, fazem coro com a decoração estilizada com lanternas, pontes e até mesmo um lago. Além disso, espécies orientais como o marreco-mandarim, o tadorna-tricolor e o cisne-branco completam o cenário que é verdadeiro convite à paz e o descanso. O projeto é assinado pelo japonês Haruho Ieda e foi idealizado em comemoração ao centenário da imigração japonesa.

EcoDicas Parte II - Como Descartar Lixo Doméstico

Lâmpadas Fluorescentes



Apesar de economizar energia, as lâmpadas fluorescentes contêm metais pesados. Enquanto estão intactas, elas não oferecem risco durante o manuseio. Contudo, quando rompidas, liberam vapor de mercúrio, que é absorvido principalmente pelos pulmões, causando intoxicação. Dependendo da temperatura do ambiente, o vapor pode permanecer no ar por até três semanas. Por isso, é recomendável que as lâmpadas sejam armazenadas em local seco, dentro das embalagens originais, protegidas contra eventuais choques.

No contato com lâmpadas quebradas, é necessário o uso de avental, luvas e botas plásticas. Os cacos devem ser coletados com cuidado, para evitar ferimentos, e colocados em embalagem lacrada.

No Brasil, são usadas cerca de três lâmpadas fluorescentes por habitante a cada ano. Isso significa que cerca de 80 milhões de lâmpadas fluorescentes são descartadas no mesmo período, o que equivale a aproximadamente 1.600 kg de mercúrio.

As lâmpadas fluorescentes devem ser separadas do lixo orgânico e dos materiais tradicionalmente recicláveis, como vidro, papel e plásticos. Se o destino dessas lâmpadas for o aterramento, o mercúrio se infiltrará no solo, atingindo mananciais e a cadeia alimentar humana.

Obs: Empresas que reciclam lampadas fluorescentes, ver aqui


Pilhas e baterias




A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) classifica como lixo perigoso as pilhas e as baterias que apresentem, em suas composições, substâncias tóxicas como mercúrio, chumbo e cádmio, pois podem contaminar o solo e a água, além de, em contato com o homem, causar dano ao cérebro, rins e pulmões.

O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) determina que esses produtos sejam entregues pelos usuários aos estabelecimentos que os comercializam.

O Conama também estabeleceu limites nos níveis de metais para a fabricação, importação e comercialização de pilhas e baterias. Por isso, os fabricantes nacionais reduziram a carga poluente de alguns produtos, permitindo seu descarte no lixo comum.

- Não podem ser descartadas no lixo comum: baterias com níquel cádmio utilizadas em celulares, telefones sem fio e outros aparelhos com sistemas recarregáveis; baterias de chumbo ácido usadas em algumas filmadoras de modelo antigo e em veículos; e pilhas de óxido de mercúrio, usadas em instrumentos de navegação e aparelhos de instrumentação e controle.

- Podem ser descartadas no lixo comum: pilhas secas (dos tipos zinco-manganês ou alcalina-manganês), utilizadas em aparelhos como máquinas fotográficas, rádios, brinquedos, entre outros; e pilhas e baterias portáteis (tipo lithium, lithium ion, zinco-ar, niquel metal, hidreto, pilhas e baterias botão ou miniatura), encontradas em jogos, brinquedos, ferramentas elétricas portáteis, informática, lanternas, equipamentos fotográficos, rádios, aparelhos de som, relógios, agendas eletrônicas, barbeadores, instrumentos de medição, de aferição e equipamentos médicos.

Anualmente são vendidas cerca de 800 milhões de baterias e pilhas no Brasil. Se um milhão de consumidores conscientes derem a elas o tratamento de descarte adequado, 30 milhões de pilhas serão desviados dos lixões e aterros.

Medicamentos



Deixe os remédios que estiverem fora de prazo em drogarias e farmácias (inclusive as de manipulação), e entregue restos de medicamentos que ainda podem ser utilizados nos Centros de Saúde. Esses locais estão obrigados a atender à Resolução nº 358, de 29 de abril de 2005, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde

Óleo de cozinha



A simples atitude de não jogar o óleo de cozinha usado direto no lixo ou no ralo da pia também pode contribuir para diminuir o aquecimento global, pois sua decomposição emite metano, um dos principais gases que causam o efeito estufa.

O óleo deve ser acondicionado em sacos plásticos ou em uma garrafa PET e encaminhado a empresas que o transformam em produto de limpeza ou biodiesel. O material também pode ser levado para Organizações Não-Governamentais, que o encaminham para as empresas.

Algumas lojas do Pão de Açúcar na Região Metropolitana de São Paulo também passaram a receber óleo de cozinha (a lista está disponível no site http://www.grupopaodeacucar.com.br/).

Obs: Empresas que reciclam oleo de cozinha, ver aqui


SABÃO DE ÓLEO DE COZINHA

O óleo também pode ser utilizado, pelo próprio consumidor, para se fazer sabão. Confira a receita:

Ingredientes:
5 litros de óleo de cozinha usado
200 mililitros de amaciante
2 litros de água
1 quilo de soda cáustica em escama

Modo de preparo:
Com cuidado, ponha a soda em escamas no fundo de um balde plástico. Depois, adicione a água fervendo e mexa até diluir a soda. Acrescente o óleo e continue mexendo. Misture bem o amaciante. Jogue a mistura em uma forma. No dia seguinte, cortar as barras de sabão.

FONTE: UOL.COM.BR

Eco - Dicas

Pessoal, hoje na minha leitura diária de jornal (na internet!!) achei umas publicações muito legais no UOL (www.uol.com.br). Como eco-dicas nunca são demais, resolvi postá-las aqui. Pode ser que o post fique grandinho, mas como as dicas são muito interessantes, vale a pena conferir!

SAIBA O QUE FAZER COM O LIXO DOMÉSTICO

O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias.

Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase 50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente.

Mudar esse cenário envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem, conforme a "Regra dos Três Erres" preconizada pelos ambientalistas.

A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.

Tempo de decomposição dos resíduos



Coleta Seletiva
Veja abaixo quais os tipos de lixo que podem ser reciclados:



Fonte: Instituto Akatu

Caso não haja coleta seletiva em seu bairro ou condomínio, procure as cooperativas de catadores e os Postos de Entrega Voluntária (PEVs).

O Grupo Pão de Açúcar também possui pontos de coleta nos supermercados em todo o país. A iniciativa está sendo ampliada para outras bandeiras do grupo, como a rede Extra.

Seguem outros locais que recebem lixo reciclável nas capitais brasileiras

SÃO PAULO (SP)
PEV Parque da Luz
Rua Ribeiro de Lima, nº 99 – Luz

PEV CEE Vila Maria
Pç. Pres. Jânio da Silva Quadros, nº 15 – Vila Maria

PEV Limpurb
Rua Azurita, 100 – Canindé

RIO DE JANEIRO (RJ)

Nova Iguaçu
Avenida Roberto Silveira s/nº – Rod. Nova Iguaçu

Santa Cruz
Estrada Padre Guilherme Decaminada, nº 2.165

São Cristóvão
Rua São Januário, nº 355

BELO HORIZONTE (MG)

Posto Vip
Avenida Prudente de Morais, nº 303 – Cidade Jardim
Universidade Fumec
Rua Cobre, nº 200 – Cruzeiro

CAC Havaí
Rua Costa do Marfim, nº 480 – Havaí

BRASÍLIA (DF)

CORTRAP – Cooperativa de Reciclagem e Produção
(61) 347-1117 / 347-1162
Contato: Sueli Vieira

GOIÂNIA (GO)

COOPREC - Cooperativa de Reciclagem de Lixo
Travessa Xingu c/ Rua 202, s/nº – Jardim Conquista
Tel: (62) 3208-4340 (62) 3208-4340

CAMPO GRANDE (MS)

COOPERVIDA – Cooperativa dos Agentes Recicladores
Avenida Ernesto Geisel, nº 3.915
Tel: (67) 783-6392

PORTO ALEGRE (RS)

Belém Novo
Rua Desembargador Melo Guimarães, nº 12
Brique da Redenção
Avenida José Bonifácio (aos domingos)
Câncio Gomes
Travessa Carmem, nº 111

CURITIBA

Secretaria Municipal do Meio Ambiente
Tel: 0/XX/41 350-9178
Instituto de Saneamento Ambiental
Tel: 0/XX/41 330-1788

SALVADOR

CAEC – Cooperativa de Catadores Agentes Ecológicos
Rua da Mauritânia, s/nº – Pirajá
0/XX/71 3391-2988
E-mail: cooperativacaec@yahoo.com.br

RECIFE

Grupo Gerdau
Rodovia BR 232, Km 12,7 – Distrito Industrial de Curado
Tel: 0/XX/81 3452-7311 / Fax: 0/XX/81 3452-7333
Só Sucatas
Rua Siqueira Campos, nº 266 – Zumbi
Tel: 0/XX/81 228-6774

FORTALEZA

SOCRELP – Sociedade Recicladora Pirambu
Rua São Serafim 8A – Pirambu
Tel: 0/XX/85 3283-5014
E-mail: socrelt@bol.com.br

Cartões ecológicos são feitos de excrementos de ursos pandas

Focinho curto, pelagem preta e branca, corpo rechonchudo e um jeito pra lá de bonachão que agrada a todo mundo.



Eles são personagens de desenhos animados, figurinha fácil nos personagens de pelúcia e é difícil alguém dizer que não teve algum produto com a estampa do famoso urso.

E não é que os fofos animais típicos da China foram parar num produto originalíssimo? Um cartão feito do próprio excremento do animal.


Todo o material utilizado nesses cartões é 100% reciclável e fique tranqüilo, é inodoro e nada lembra as suas origens. Como os ursos pandas se alimentam de bambus que possuem vasto material fibroso, o resultado do excremento é excelente para a produção desse papel ecológico.


FONTE: uol.com.br

Prazo Prescricional para Multa por Crimes Ambientais


O Superior Tribunal de Justiça (STJ) editou nesta quinta-feira (21/10/10) uma súmula que determina que as multas aplicadas por crime ambiental só prescrevem cinco anos após o término do processo administrativo. A súmula vai orientar o julgamento de casos desse tipo em tribunais de todo o país.

Na prática, a súmula favorece os órgãos de fiscalização ambiental – principalmente o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) – que terão mais tempo para cobrar dos infratores as multas por via judicial.


Quando um infrator é multado, o Ibama – ou um órgão estadual – abre um processo administrativo, com prazos para defesa e algumas possibilidades de recurso ao criminoso ambiental. Até agora, a regra era considerar que a multa vencia cinco anos após a infração. Como o processo administrativo – que antecede as medidas judiciais – chega a levar vários anos, o prazo de execução das cobranças muitas vezes se tornava muito curto e o dinheiro nunca era pago os cofres públicos.

No caso dos grandes infratores ambientais, o processo administrativo costuma se arrastar pela grande quantidade de recursos. Nas pequenas multas, aplicadas a agricultores ou posseiros, por exemplo, a dificuldade é localizar bens de penhora do infrator para garantir o pagamento da multa.


No entendimento do ministro Castro Meira, do STJ, o prazo de prescrição da multa só pode ser contado a partir do fim do trâmite administrativo porque, antes dessa etapa, o infrator ainda não pode ser considerado inadimplente. “Antes disso, e enquanto não se encerrar o processo administrativo de imposição da penalidade, não corre prazo prescricional, porque o crédito ainda não está definitivamente constituído e simplesmente não pode ser cobrado”.

O Ibama aplica cerca de 20 mil autos de infração por ano. A legislação ambiental prevê multas de até R$ 50 milhões.


Esta notícia é bem importante! A ideia é evitar que aqueles que cometam crimes ambientais não fiquem impunes. Vamos aguardar os resultados!


quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Blog que te quero, Blog!


Blog, sinônimo, hoje, de conhecimento rápido, fácil, interativo...

Descobrir Blogs interessantes é sempre bom!

Esse blog do Pedro Martinelli foi indicação de um amigo (Neto) e que agora repasso aos leitores do Ecomeninas... boa leitura!

http://www.pedromartinelli.com.br/blog/



Você conhece os benefícios da Calêndula?


Estava assistindo a um programa que adoro ontem, o Alternativa Saúde, e acompanhei uma das apresentadoras participando de uma colheita de calêndulas, em uma pequena cidade da Alemanha, chamada  Schwäbisc Gmünd, que abriga o maior campo de agricultura biodinâmica do mundo. Esse modelo de cultivo é orgânico e respeita inclusive a astronomia no momento de plantio e colheita.

Primeiro eu fiquei encantada com aquele campo de calêndulas tão alaranjadas e cheias de energia solar. Depois o que me chamou atenção foi entender os benefícios da calêndula, que possui ação cicatrizante, antinflamatória, imunoestimulante e anti-séptica. O extrato de calêndula pode ser aplicado em queimaduras, feridas da pele e mucosas e ainda pode ser utilizado para cura de acne, estomatite e gengivite, não possuindo praticamente nenhum efeito alergênico.

Viram como a flor, além de linda, pode ser milagrosa para nossa saúde?

E fica a dica: no Brasil você consegue encontrar produtos cosméticos e medicamentos com calêndula em suas fórmulas nas farmácias da Weleda.

30 Ways in 30 Days - Em busca de uma economia global verde

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) vai lançar, em tempo para a reunião da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas no México, 30 estudos de caso que abrangem desde a criação de mercados de massa para aquecedores solares de água até o reflorestamento e a proteção de florestas, com o objetivo de demonstrar que soluções para combater as alterações climáticas não só estão disponíveis, como também são acessíveis e replicáveis. Compromissos atuais e promessas no âmbito do acordo de Copenhague em relação às emissões de gases de efeito estufa até 2020, proporcionam uma boa plataforma para uma ação global, mas o nível atual de ambição é considerado insuficiente para atender ao limite de 2oC de aquecimento. Nesse contexto, o PNUMA anunciou - durante a reunião do CN NET (Climate Neutral Network) na Cúpula de Negócios para o Meio Ambiente (B4E, na sigla em inglês), que aconteceu na Cidade do México nos dias 4 e 5 de Outubro de 2010 - uma nova iniciativa intitulada "30 maneiras em 30 dias".

O primeiro estudo de caso é o Solar Loans for Solar Homes. Como um exemplo de empreendedorismo de pequeno porte que se expandiu rapidamente, o programa de empréstimo para casas com energia solar, do PNUMA, trabalhou, em 2003, com dois dos maiores grupos bancários da Índia para fornecer empréstimos a juros baixos para sistemas de energia doméstica fotovoltaica, que é um método de geração de energia elétrica que converte radiação solar em corrente elétrica direta através de semicondutores. O programa ofereceu suporte técnico e formação e viabilizou taxas de juros reduzidas mediante reembolso aos bancos pela diferença entre as taxas de juros normais de empréstimo e a taxa reduzida oferecida aos mutuários. Apesar de os bancos não serem diretamente beneficiados por esses subsídios, eles se empenharam em desenvolver um novo mercado para o financiamento nas áreas rurais da Índia. Quase 20 mil sistemas de energia solar foram financiados entre 2003 e 2007. No final do projeto, os subsídios foram gradualmente reduzidos para uma taxa livre de mercado, quando outros bancos começaram a conceder empréstimos em condições comerciais. O programa de empréstimo "solar" acelerou a penetração da energia solar fotovoltaica no interior da Índia e inspirou muitas iniciativas semelhantes no país e no mundo. Em 2008, o programa ganhou o Prêmio Global de Energia para a Sustentabilidade e, em 2009, foi um dos dois projetos de campo que recebeu o Prêmio ONU21 do Secretário-Geral por inovação no âmbito das Nações Unidas.

Estudos de caso serão publicados diariamente no site www.unep.org/unite/30ways entre os dias 1 de novembro e 8 de dezembro. Os exemplos mostrarão uma vasta gama de soluções "verdes" de diferentes partes do mundo para empresários das áreas de energia e transporte, para financiamento de carbono, estilo de vida verde e estratégias de adaptação.

ECODICAS - NUNCA É DEMAIS!

Olá a todos! Peço desculpas por ter sumido, mas as férias foram necessárias.
Para retomar os trabalhos um tema que não sai da pauta: Dicas para preservar o meio ambiente. Essas foram retiradas do programa ONUVERDE.
  • Todos sabemos (mas às vezes esquecemos) que podemos economizar água de maneiras simples, como não deixando a torneira ligada ao fazer a barba, lavar o rosto ou escovar os dentes.
  • Reutilize a água usada na lavagem de roupas para a limpeza de calçadas, de quintais ou mesmo para lavar seu carro.
  • Usar um barbeador elétrico ou lâmina de barbear com lâminas substituíveis, em vez de descartáveis, ajuda muito na redução de resíduos.
  • Use toalhas para secar o seu rosto e mãos ao invés de lenços de papel descartáveis. Além disso, pendure suas toalhas para secar, para que possam ser reutilizadas várias vezes.
  • Prefira fraldas de pano em lugar das descartáveis, que ficam anos acumuladas em lixões.
  • Compre bebidas em garrafas reutilizáveis (de vidro ou alumínio), ao invés de porções únicas em embalagens descartáveis.
  • Ao embrulhar o seu lanche, opte por embalagens reutilizáveis para armazenamento dos alimentos, em lugar de folhas de alumínio ou saquinhos de plástico.
  • Ao sair de casa, não se esqueça de desligar todas as luzes e aparelhos eletrônicos; desligue também carregadores, pois estes continuam a consumir mesmo se não estiverem mais carregando. Poupar energia ajuda a reduzir a poluição do ar.
  • Ao comprar aparelhos eletrodomésticos, verifique nas especificações técnicas se são eficientes no consumo de energia.
  • Não vá a lugar nenhum sem a sua sacola de pano, de modo que você possa simplesmente dizer "não" ao plástico sempre que for fazer compras.
  • Por mais radical que pareça, a forma mais fácil de reduzir suas emissões de carbono é minimizar o uso de automóveis. Ao invés de dirigir, tente andar de bicicleta, caminhar, pegar carona, usar transportes públicos etc.
  • Se você não tem outra opção senão dirigir para o trabalho, procure por carros de maior eficiência de combustível e mantenha os pneus regulados na pressão correta para reduzir o consumo do seu carro.
  • Agora, se você está entre a maioria dos motoristas que passam horas presos no trânsito, considere desligar o motor se for ficar parado por um período longo.
  • Para os apressadinhos, lembre-se que dirigir agressivamente aumenta o consumo de combustível e as emissões de gases de efeito estufa. Por isso, se você quiser contribuir com o meio ambiente, acelere gradualmente e tente manter uma velocidade constante.
  • Você tem o hábito de beber café? Usar uma caneca lavável é uma alternativa ecológica aos copos plásticos ou de isopor não-biodegradáveis.
  • Deixe um copo de vidro e uma garrafa reutilizável no local de trabalho para diminuir a quantidade de copos plásticos ou de garrafinhas de água. 80% de garrafas de plástico são recicláveis, mas apenas 20% são efetivamente recicladas.
  • Quando precisar de folhas para rascunho, use o verso daqueles documentos antigos que você não precisará mais.
  • Se não existir um sistema de reciclagem no escritório, inicie um! Reciclagem de lixo contribui efetivamente para a redução de emissões de carbono. E estima-se que 75% do que é jogado no lixo pode ser reciclado, embora atualmente a reciclagem seja de apenas 25%.
  • Quando for imprimir, imprima frente e verso.
  • A maioria dos acessórios de computadores como cartuchos de tinta, CDs e DVDs são feitos de materiais que poderiam ser reutilizados. Os cabos e alto-falantes são bastante padronizados, o que significa que eles podem ser reutilizados em vários modelos de computadores.
  • Reduza as emissões de carbono do seu escritório, configurando computadores, monitores, impressoras, copiadoras, alto-falantes e outros equipamentos no seu modo econômico e desligando-os ao final do dia.
  • Desligue todas as luzes desnecessárias, especialmente nos escritórios e salas de conferência, banheiros e áreas que não estão sendo utilizadas.
  • Se você está em busca de algo para personalizar o seu escritório, escolha plantas de interior. Essas plantas são boas para o ambiente, pois removem poluentes presentes no ar.
  • Nos dias de calor, experimente abrir as janelas e usar roupas leves ao invés de ligar o ar-condicionado.
  • Não coloque lâmpadas ou televisores perto do seu ar-condicionado, uma vez que este irá identificar o calor proveniente desses aparelhos e, por isso, trabalhará mais tempo que necessário.
  • Quando cozinhar, faça com que o tamanho da panela corresponda ao tamanho da boca do fogão, assim reduzirá o gasto energético.
  • Doe o que não quiser ou não precisar mais, ao invés de jogar fora.
  • Recicle, Reduza e Reutilize.
  • E plante uma árvore!

IPTU Verde


Uma notícia publicada nesse domingo, no Jornal Folha de São Paulo, me chamou bastante a atenção. Vocês já sabiam que em algumas cidades do Brasil existe o IPTU Verde? Na verdade, apesar de ter nome de imposto, o IPTU Verde é basicamente um incentivo, concedendo desconto para os contribuintes da cidade que possuam áreas verdes em suas residências. Então, ao aderir ao programa, o contribuinte recebe um desconto no valor a ser pago a título de IPTU do seu imóvel.

São Carlos, cidade paulista a 230 km de São Paulo, registra ano a ano um aumento de adesões ao programa IPTU Verde, que dá descontos de até 4% para os moradores que plantam árvores ou mantêm áreas permeáveis nos imóveis.

Em 2007, primeiro ano do projeto, houve 2.796 solicitações. No ano passado, o número subiu para 4.738. Já neste ano, 5.596 pessoas se inscreveram para obter o desconto em 2011 -algo próximo a 5% do total de contribuintes da cidade. Com o benefício verde e os descontos por pontualidade, o contribuinte pode ter uma conta de IPTU até 24% menor, segundo o secretário da Fazenda, Paulo Almeida.

O professor aposentado Benjamim Mattiazzi, 76, é um dos beneficiados. Ele paga 12% a menos do valor original do IPTU. Segundo ele, nos 25 anos em que mora na mesma casa, plantou dez árvores em frente à fachada. Já no quintal, mantém uma grande área verde com muitas árvores, algumas delas frutíferas.

A autônoma Maria Helena Salvador, 53, também é beneficiada pelo IPTU Verde. Ela recebe 2% de desconto sobre os R$ 1.500 que deveria pagar. Em 13 anos, ela plantou dez árvores."Muito mais do que uma economia, o programa pode ajudar na conscientização sobre a importância de se preservar áreas permeáveis."

A população de São Carlos conta ainda com um serviço chamado Disque Árvore, pelo qual são doadas duas mudas, de espécies diferentes, por endereço ao mês.

Uma excelente maneira de incentivar a proteção das áreas verdes nas cidades!

Fonte da notícia: Jornal Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, 17 de outubro de 2010, domingo, título da matéria: Adesão ao IPTU verde cresce no interior, escrito por: Hélia Araújo.

Encontro - Direito à cidade: sociedades sustentáveis e pacto social - RJ


ISER promove o evento “Direito à cidade: sociedades sustentáveis e pacto social”, a ser realizado entre as 14 e às 18h dos dias 26 e 27. O encontro acontecerá no Salão Pablo Dreyfus e Ana Carolina, na Rua do Russel, número 76, segundo andar, no bairro da Glória.

O Instituto de Estudos da Religião (www.iser.org.br) é uma organização não governamental sem fins lucrativos que comemora 40 anos de história. As atividades desenvolvidas pelo ISER são orientadas pelos eixos temáticos “Religião e Espaço Público”, “Sociedade e Relações Sustentáveis” e “Violência, Segurança Publica e Gestão de Conflitos”, a partir dos quais a instituição organiza sua atuação, que visa à produção de conhecimento, ao desenvolvimento de projetos estratégicos e à avaliação e monitoramento de políticas públicas.

O encontro “Direito à cidade: sociedades sustentáveis e pacto social” tem como inspiração a obra do jurista mineiro Edésio Fernandes, membro da DPU Associates (Development Planning Unit) da Universidade de Londres, onde vive há 20 anos, e da Teaching Faculty do Lincoln Institute of Land Policy, localizada em Cambridge, EUA, além de integrar o Grupo Consultivo sobre Despejos Forcados do Programa UN-HABITAT. Especialista em direito urbanístico, Edésio atua ainda como consultor para Albânia, Cabo Verde, Kosovo e países latinoamericanos.

Há anos, o jurista se dedica ao tema do “direito à cidade”. É autor de diversos artigos que exploram os efeitos da urbanização, nos quais oferece um olhar ponderado sobre questões como legislação urbanística e políticas públicas de urbanização, além de distinguir a reforma urbana brasileira como um processo que concorre para fenômenos como segregação socioespacial, impactos ambientais, violência e crescimento da informalidade. Recentemente, Edésio lançou a “Coletânea de Legislação Urbanística – normas internacionais, constitucionais e legislação ordinária”, que reúne as principais normas jurídico-urbanísticas brasileiras.

Convidamos para compor as mesas representantes das seguintes instituições: Governo do Estado do Rio de Janeiro (UPP), Prefeitura do Rio (Choque de Ordem), UN-Habitat, IFCS –, Curso de Arquitetura e Urbansmo da PUC-Rio e de comunidades do Estado do Rio de Janeiro que vivenciam cotidianamente algumas das situações urbanísticas em debate.

O ISER percebe a ocasião como oportunidade de estabelecimento de um diálogo entre especialistas, estudiosos, representantes de órgãos públicos, membros de organizações e movimentos sociais e representantes de comunidades urbanas, reunidos para o troca de abordagens, leituras, projetos, questões, dúvidas e anseios sobre a cidade do Rio de Janeiro, essa cosmópolis em constante transição.

O evento será aberto ao público. Inscrições por meio do endereço comunicação@iser.org.br .

Reunião sobre encontro Direito à cidade: sociedades sustentáveis e pacto social

Data: 26 e 27 de outubro de 2010

Horário: 14-18h

Local: salão Pablo Dreyfus e Ana Carolina

Primeiro dia (26/10):
14-15h – Abertura
15-17h - Exposição dos convidados da mesa (30min para cada)
Rodrigo Bethlem - Prefeitura – Choque de Ordem
Otavio Leonídio Ribeiro e Caio Calafate - Curso de Arquitetura e Urbansmo da PUC-Rio
A definir - Comunidade da Maré
A definir - Representante da sociedade civil
17-18h- Debate

Segundo dia (27/10):
14-16h – Exposição dos convidados da mesa (30min para cada)
Rayne Ferreti - UN – Habitat
Silvia Ramos - Governo do Estado – UPP
Alberto Goyena – doutorando do IFCS
A definir - Representante de comunidade abrangida pelo COMPERJ
16-17h - Debate
17-18h – Encerramento - Edésio Fernandes


terça-feira, 19 de outubro de 2010

Starts With U!


Um pouco atrasado esse posting, mas tinha que constar aqui no Ecomeninas!

O SWU (Starts With You – Começa Com Você) é um movimento de conscientização em prol da sustentabilidade que tem o intuito de mobilizar o maior número possível de pessoas em torno da causa, mostrando que, por meio de pequenas ações, com simples atitudes individuais do seu dia a dia, é possível ajudar a construir um mundo melhor para se viver. O movimento nasceu da iniciativa de Eduardo Fischer, presidente do Grupo Totalcom, e parte da convicção de que pequenas atitudes podem gerar grandes mudanças.
Além da promoção de palestras dentro do festival de música, chamado de Fórum Global da Sustentabilidade, houve também movimentos sociais com a contratação de cooperativas regionais (Itu e Salto), para trabalharem no tratamento de todo o resíduo do festival, e de uma cooperativa da cidade de São Paulo, especializada em móveis recicláveis.
Quer saber mais sobre o Plano de Ações do SWU? Acesse: http://www.swu.com.br/pt/swu/noticias-swu/swu-plano-de-acoes-de-sustentabilidade/

Algumas fotinhas para ilustrar o domingão que passei por lá!

Marketing ambiental: Troca de roupas usadas para "evitar"o consumo de bens materiais.
Show Dave Matthews Band.
Outro marketing verde: você pedalava e gerava energia! Detalhe: tinha fila às 2 hrs da manhã.



domingo, 17 de outubro de 2010

Civismo em Ipanema

No feriado do dia 12 de outubro fui para o Rio de Janeiro e ao passear pelo calçadão, na Praia de Ipanema, dei de cara com algumas áreas de restinga em recuperação, em frente à praia. Pesquisei e descobri que se trata de um Projeto da Prefeitura do Rio, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Fundação de Parques e Jardins, que visa recuperar a área de proteção ambiental da orla marítima carioca. Esse projeto conta também com a parceria de empresas como a Osklen e a Grandene, além do Instituto-e.

As áreas preservadas não são muito extensas, mas simbolizam uma atitude de respeito e funcionam como propagadores da idéia de conservação ambiental.

Por outro lado, é inegável o apelo publicitário verde do programa. Com certeza a comunidade passa a enxergar essas empresas com outros olhos, de uma forma positiva já que elas demonstram que se preocupam com o meio ambiente.

Esse tipo de ação é válido, é na verdade questão de urbanidade, já que essas empresas, assim como todo cidadão, devem zelar pelo ambiente. Pra mim, essa é a mesma lógica que leva instituições a adotarem canteiros e áreas verdes dentro das cidades. Em última instância é um ato de civismo que todos nós deveríamos praticar.

No site do Instituto-e, há algumas informações sobre esse Projeto de Recuperação da Costa. O site é: http://www.institutoe.org.br/

Curso de Gerenciamento de Resíduos de Construção Civil - BH


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Charge do Dia: Fique Alerta no Segundo Turno!

Fonte: Jornal O Globo, Rio de Janeiro, domingo, 10 de outubro de 2010, número 28.188, capa do jornal.

Água em pó

Segundo o site Ambiente Brasil, a água em pó existe e pode ajudar a reduzir o aquecimento global.

A foto abaixo mostra a água em pó. Na verdade, parece com açucar e é formada por moléculas de água e de silica (SiO2, dióxido de silício). Cada microgrão do pó possui uma concentração de 95% de água, a mesma de uma melancia. (pena que não deve matar a sede!!)



Graças a essas características é que temos a possibilidade de ajudar a reduzir o aquecimento global: a “água em pó” pode armazenar gases, como o dióxido de carbono (CO2), um dos principais responsáveis pelo efeito.

O autor da descoberta é o cientista britânico Andrew Cooper, que apresentou uma pesquisa sobre essa aplicação da água com silica no 240º Encontro Nacional da Sociedade Americana de Química, nesta quarta-feira, nos Estados Unidos. O cientista descobriu que a substância absorve três vezes mais CO2 que água e silica separadas – e, melhor, no mesmo espaço de tempo. A substancia também seria capaz de acelerar a produção de matéria-prima utilizada na fabricação de remédios, alimentos e outros produtos de consumo.

Segundo um dos cientistas envolvidos no estudo, Ben Carter, não há nada parecido comisso.E completa ainda: “Esperamos que a água em pó ajude a resolver muitos problemas no futuro”.

De acordo com Cooper, o pó poderá também ser utilizado para outros fins, como o transporte de materiais industriais nocivos.

Na verdade, a “água em pó” foi descoberta há muito tempo, em 1968 (42 anos atrás!!!), mas recebeu pouco destaque na comunidade científica até 2006, quando seu uso foi retomado por cientistas britânicos. Foi só recentemente que os cientistas descobriram que ela pode ser utilizada para armazenar gases.

Fonte: Ambiente Brasil

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

De heróis a grandes vilões?


Hoje foi publicada na Folha.com uma matéria cujo titulo é: Primeiros painéis solares ameaçam ideia de serem ecologicamente corretos

Segundo a matéria, a primeira geração de painéis solares está chegando ao fim de sua vida útil (pelo que pude pesquisar a média de duração deles é de 25 anos)e ameaça a ideia generalizada de serem ecologicamente corretos.

O problema é que esses aparelhos instalados no começo da década de 90 utilizam em suas células solares metais tóxicos como o cádmio e o índio para transformar os raios de sol em energia.

Segundo a Folha: "A Universidade do Estado do Arizona, em Tempe (USA), desenvolveu uma técnica para calcular a quantidade de dióxido de carbono (CO2) que é emitida durante a vida útil dos painéis solares. O pesquisador Pei Xhai e equipe levaram em conta itens como a produção dos equipamentos e o transporte dos mesmos até as instalações finais.

A projeção indica que 32 gramas de CO2 são produzidos a cada kilowatt/hora de eletricidade gerada por células solares. Esse número é somente uma fração de outras tecnologias energéticas e foi reduzido pela metade na última década com a melhoria no processo de fabricação do equipamento, mas está 60% acima das estimativas iniciais, que não considera o transporte do maquinário."


A fama de os painéis serem ecológicos também é colocada à prova com os resíduos originados durante a fabricação dos painéis, pois contêm substâncias tóxicas como o mercúrio e o cromo.

Fica a pergunta: será que é possivel produzir energia 100% limpa?Em todos os processos de produção da chamada energia limpa estarão inclusos resíduos gerados na fábrica ou resíduos gerados em função do transporte até o local da instalação.

Fonte:> Folha.com

Por que o horário de verão?


Se sairmos perguntando por ai quem gosta ou desgosta de horário de verão, encontraremos respostas de todos os tipos. O certo é que ele é extremamente benéfico para o país tanto pela economia tanto pela questão ambiental.

Segundo a 'wikipédia', o Horário de Verão é a alteração do horário de uma região, designado apenas durante uma porção do ano, adiantando-se em geral uma hora no fuso horário oficial local. O procedimento é adotado costumeiramente durante o verão, quando os dias são mais longos, em função da posição da Terra em relação ao Sol, daí o nome em português, espanhol, alemão e outras línguas. Em inglês, por exemplo, o termo "Daylight saving time" (Horário de economia com luz do dia, em tradução livre) enfatiza a função prática da operação, enquanto em italiano "Ora legale" (Hora legal), destaca o caráter artificial da medida.

Ainda segundo o site, a idéia de adiantar os relógios para aproveitar melhor as horas de sol foi lançada em 1784 pelo político e inventor americano Benjamin Franklin, numa época em que ainda não existia luz elétrica. Mas sua ideia não sensibilizou nem o governo do seu país, nem o da França, onde foi publicado um artigo seu sobre a possível economia em cera de vela gerada pelo adiantamento do relógio em uma hora no verão. Mais tarde, em 1907, William Willett, da Sociedade Astronômica Real tentou persuadir, sem sucesso, a sociedade britânica a adotar a prática. O primeiro país a adotar oficialmente o horário de verão foi a Alemanha durante a Primeira Guerra Mundial.

Críticos do horário de verão alegam que a medida afeta o chamado relógio biológico das pessoas, principalmente das mais velhas, com prejuízos à saúde.

Horário de Verão no Brasil

O horário de verão que começa à meia-noite do próximo sábado (16) deve gerar uma economia de pelo menos R$ 80 milhões para o país, sem contar os recursos que deixarão de ser investidos na capacidade de geração de energia.

No período, a redução da demanda evitará investimentos em termos de capacidade de cerca de R$ 2 bilhões. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (14) pelo diretor-geral do Operador Nacional do Sistema (ONS), Hermes Chipp, no Rio.

"Em função do esvaziamento da carga vamos gerar menos térmicas nas regiões Sudeste e Sul", afirmou o diretor-geral ao se referir a essas usinas, consideradas mais poluentes.

O horário de verão se estenderá até o dia 20 de fevereiro. Segundo Hermes Chipp, no período,o horário de maior consumo de energia passará das 18h às 21h para das 19h às 22h.

Com mais uma hora de luz natural, a expectativa é que a demanda por eletricidade caia entre 4,6% e 5%, percentual suficiente para abastecer 70% da cidade do Rio.

"Com maior luminosidade, o cidadão aproveita melhor o dia", completou Chipp.

E voce, gosta do horário de verão?

Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hor%C3%A1rio_de_ver%C3%A3o e
www.uol.com.br

Seca na Amazonia, baixa no Rio Solimões


Em 30 anos de medições nos rios Solimões em Tabatinga atingiu o recorde de baixa, chegando a serem marcadas nas réguas localizadas ao longo do leito do rio - 86 cm.

O reflexo da seca atinge cidades abastecidas pelo Solimões ou afluentes, como
Uarini (AM). "O rio secou inteiro diante do município. Do alto, você consegue ver que ele foi bem atingido", diz o fotógrafo Rodrigo Baleia, que percorre a região amazônica em busca de imagens há cerca de 10 anos.

A foto acima retrata um barco que encalhou em um banco de areia.

Fonte: Globo.com