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terça-feira, 29 de março de 2011

Quarta Sustentável - UNB - Brasília

O Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB) convida para a Palestra da Quarta Sustentável:


“As bases teóricas da história ambiental”, Prof. Dr. José Augusto Pádua Universidade Federal do Rio de Janeiro.


Data: 30 de março de 2011

Horário: 18h

Local: Auditório do CET – UnB - Campus Universitário Darcy Ribeiro, Gleba A, Asa Norte, Brasília/DF


A primeira Quarta Sustentável acontecerá com uma palestra do historiador José Augusto Pádua, doutor em Ciências Políticas e professor da UFRJ, autor de vários livros inclusive ‘Um Sopro de destruição’.



O Palestrante possui graduação em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1983), mestrado em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro - IUPERJ (1985), doutorado em Ciência Política pelo IUPERJ (1997) e pós-doutorado em História pela University of Oxford (2007). Atualmente é professor do Departamento de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde coordena o Laboratório de História e Ecologia e é membro do Comitê Editorial de Topoi - Revista de História. É membro do Conselho Científico da Sociedade Latinoamericana y Caribeña de História Ambiental e do Conselho Editorial dos periódicos Environment and History (Cambridge), Ecologia Política (Barcelona), História, Ciências, Saúde-Manguinhos (Rio de Janeiro) e Ambiente e Sociedade (Campinas). Como especialista em história ambiental e política ambiental, deu cursos, proferiu conferências e participou de trabalhos de campo em mais de 35 países. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Ambiental, atuando principalmente nos seguintes temas: história do Brasil, história de florestas e agroecossistemas, história da ciência, políticas de desenvolvimento sustentável, história das políticas ambientais e história das idéias sobre a natureza.


CDS/UNB

Campus Universitário Darcy Ribeiro, Gleba A, Bloco C - Av. L3 Norte, Asa Norte - Brasília-DF, CEP: 70.904-970 (Junto ao Centro de Excelência em Turismo - CET) Telefones: 55(61) 3107-6000, 3107-6001, 3107-6002, Fax: 3107-5972 Site: www.unbcds.pro.br unbcds@gmail.com

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Chamada para trabalhos para o VI Congresso Brasileiro de Direito Urbanístico


A Comissão Científica do VI Congresso Brasileiro de Direito Urbanístico informa que foi prorrogado o prazo para o envio de trabalhos científicos:

1. Prazo para envio dos trabalhos: até 25 de outubro
2. Divulgação da seleção dos trabalhos: 22 de novembro

TEMAS DOS TRABALHOS:
1 – Os novos marcos legais da regularização fundiária na cidade e no campo
2 – Desafios do ensino do Direito Urbanístico
3 – Direito à diversidade cultural nas cidades
4 – Governança e participação: a gestão democrática das cidades
5 – A violência urbana e o direito à cidade
6 – Função social da propriedade e os conflitos fundiários: desafios para a garantia dos direitos fundamentais
7 – Direito e urbanização ambientalmente sustentável e socialmente inclusiva
8 – A proteção do direito à cidade, a ordem urbanística e a sua judiciabilidade
9 – Direito Urbanístico e economia urbana: avaliação da implementação dos instrumentos do Estatuto das Cidades
10 – A aplicação da ordem jurídica urbanística nas cidades do Centro-Oeste.

Serão selecionados apenas 10 (dez) trabalhos por tema.

Confira as regras para apresentação de trabalhos no edital disponível no site: http://www.ibdu.org.br/

Participe você também da construção de um Direito Urbanístico sem fronteiras!

Envie seu trabalho para: trabalhos2010@ibdu.org.br

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Belo Monte não se justifica: Nota do CIMI sobre o Leilão da Usina Belo Monte

O Conselho Indigenista Missionário - CIMI repudia a postura intransigente e autoritária do governo brasileiro que insiste na implementação do projeto da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, apesar de todas as incertezas, de todos os questionamentos científicos e judiciais e de todas as manifestações populares contrárias a essa insanidade.

Belo Monte não se justifica. O governo vem tentando iludir a população brasileira na perspectiva de construí-la "de qualquer jeito". Para tanto, tem feito uso de uma série de mentiras que denunciamos publicamente. O governo mente aos brasileiros ao dizer que a energia produzida por Belo Monte será limpa e eficiente. O governo mente aos brasileiros ao dizer que a energia produzida por Belo Monte será barata e utilizada pela população carente do país. O governo mente aos brasileiros ao dizer que os povos indígenas foram consultados no decorrer do processo de licenciamento ambiental.

Denunciamos e repudiamos a transformação de Belo Monte num instrumento poderoso de transferência de capital da população brasileira à meia dúzia de grandes empresas. Entre isenção de impostos e juros subsidiados, o governo está simplesmente repassando cerca de R$ 6 bilhões ao consórcio vencedor do leilão, que pretende construir a usina.

É de se estranhar que tamanho volume de recursos seja concedido, dessa maneira, em pleno ano eleitoral. Entendemos que esses recursos seriam muito melhor utilizados, caso fossem usados para incentivar a pesquisa e a adoção de tecnologias alternativas de geração de energia, tais como a eólica e a solar.

Reafirmamos nossa contrariedade ao modelo energético adotado pelo atual governo. Um modelo criminoso, baseado em grandes obras, que atinge milhares de pessoas país afora e que beneficia apenas um pequeno grupo de grandes empresas.

Causou-nos perplexidade, tamanha rapidez e agilidade por parte da presidência do Tribunal Regional Federal, 1ª. Região, em analisar e cassar todas as liminares concedidas pela Justiça Federal de Altamira que
suspendiam a realização do leilão neste dia 20 de abril de 2010.

Solidarizamo-nos com todas as comunidades atingidas por esta obra, de modo especial os povos indígenas. Reafirmamos a importância de continuarmos mobilizados e de cabeça erguida, unidos, articulados e firmes na luta contra Belo Monte. Uma luta que, confiamos, será vitoriosa, pois é, sem nenhuma dúvida, uma luta justa.

Brasília, DF, 20 de abril de 2010.

Cimi - Conselho Indigenista Missionário