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quinta-feira, 31 de março de 2011

Fukushima e Brasil


A questão da segurança das usinas nucleares voltou a ordem do dia em função dos tristes acontecimentos no Japão.

Vocês devem ter acompanhado pelos jornais e TV que o acidente em Fukushima gerou um efeito em cascata no mundo. Na Alemanha, sete usinas antigas de energia atômica foram paralisadas. A França voltou a discutir a necessidade de debate sobre a questão. Também a China e os Estados Unidos anunciaram uma revisão dos procedimentos de segurança dos seus reatores. E no Brasil, os reflexos da tragédia também foram percebidos.

Ao se investigar a situação das usinas nucleares no Brasil, o que se descobriu é de arrepiar...

O presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) admitiu ao jornal Correio Braziliense (22/03/11) a possibilidade de mudanças em alguns procedimentos, como, por exemplo, na divulgação dos planos de emergência em Angra. ‘O debate que vai surgir pode levar à definição de mais segurança à população. Existe uma reclamação muito grande sobre o desconhecimento dos planos de emergência’, diz Odair Dias.

Para completar a seriedade da questão, o mesmo jornal divulgou que o governo brasileiro precisou gastar cerca de R$ 25 milhões, em 2011, para importar o urânio destinado a manter em funcionamento as usinas nucleares Angra 1 e 2. A demora da Cnen para conceder a licença necessária para explorar o material e a dificuldade das Indústrias Nucleares do Brasil (INB) ao fazer as adaptações exigidas levaram a uma queda na produção na mina de Caetité (BA), a única em funcionamento no Brasil.

Ainda pra completar, chegou ao público a notícia de que a usina Angra 2 vem operando a 10 anos sem a competente licença de operação, que deveria ter sido emitida pelo CNEN.

Em função disso, há informações de que o presidente da CNEN foi exonerado. Contudo, o que se tem confirmação é de que haverá um processo de reestruturação da referida Comissão.

Pelo menos o acidente de Fukushima está servindo de alerta para nós brasileiros e para o mundo...






Fonte da foto:

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/mundo/2011/03/16/interna_mundo,243034/fukushima-tenta-religar-energia-para-ativar-bombas-dagua-de-resfriamento.shtml

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Presidente da Câmara defende projeto do Código Florestal


O Presidente da Câmara, deputado Marco Maia, defendeu a manutenção do texto do Código Florestal em tramitação na Casa. Maia disse não ver motivos para mudanças na redação do texto depois que o relator, Deputado Aldo Rebelo, disse que o projeto não incentiva ocupações irregulares do solo.

"Não sei se o código precisa ser repensado. O próprio relator disse que trata de questões a áreas rurais, não tem a ver com áreas de risco", afirmou.

O relatório aprovado no ano passado por uma comissão especial da Câmara dos Deputados permite a ocupação de áreas de preservação permanente onde hoje é proibido qualquer tipo de construção, conforme a Folha revelou no domingo. No Rio, as maiores tragédias foram registradas justamente em áreas de preservação permanente ocupadas irregularmente - topos de morro, encostas e várzeas -, e que serão liberadas para moradia caso o novo texto seja aprovado pelo Congresso.

Maia disse concordar com o projeto em elaboração pelo governo federal, a ser enviado para o Congresso em fevereiro, para mudar a lei de uso do solo. Apesar do teor do projeto, que deve punir prefeitos que autorizem ocupações irregulares, o Presidente da Câmara disse que o assunto deve ser tratado de forma "prioritária" na Casa.

"Tem que ter medidas enérgicas para impedir que novas ocupações aconteçam no país. Tudo o que vier para somar, que garanta maior segurança dos cidadãos, vamos trabalhar conjuntamente com o Executivo", disse.

COMISSÃO
Maia presidiu no dia 20/01 reunião da comissão representativa do Congresso (que funciona durante o recesso parlamentar) para discutir medidas de emergência depois das enchentes na região serrana do Rio.

Os deputados e senadores vão aprovar a criação de comissão externa para visitar as áreas de risco, assim como referendar a criação de outra comissão na Câmara que vai reunir todos os projetos relacionados às catástrofes que tramitam na Casa.

"Esse assunto deve ser tratado de forma prioritária no retorno dos trabalhos do Congresso", disse Maia, que disputa a reeleição no comando da Casa.

Na prática, porém, a comissão representativa não tem poderes para tomar medidas efetivas durante o recesso. Não pode, por exemplo, votar a medida provisória editada pelo governo federal que liberou recursos para o Rio - que só pode ser analisada pelos plenários da Câmara e do Senado.

Ex-Ministra do Meio Ambiente, a Senadora Marina Silva, defendeu os trabalhos da comissão para discutir medidas que possam futuramente auxiliar o Congresso a combater catástrofes naturais. "O Congresso não poderia esperar fevereiro, quando recomeçam os trabalhos, para ter algum envolvimento nesse assunto."

VÍTIMAS
Mais de 700 pessoas morreram na região serrana do Rio de Janeiro vítimas de enxurradas, desmoronamentos e deslizamentos. Houve mortos em Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis e Sumidouro.

Os órgãos municipais informaram que não há mais áreas totalmente isoladas nas cidades atingidas. Muitas ainda continuam com difícil acesso, mas já estão recebendo socorro.

Segundo levantamento do Ministério Público, há mais de 200 pessoas desaparecidas. Há desalojados (temporariamente em casa de amigos ou parentes) e desabrigados (aqueles que perderam suas casas e dependem de abrigos públicos).

Fonte: Folha de São Paulo

domingo, 16 de janeiro de 2011

A Tragédia da Habitação Popular


Sobre a série de trágédias que estamos vendo diariamente nos jornais e todos os terríveis problemas causados pelas chuvas, é muito válido dar uma olhada neste artigo de opinião escrito pelo Edésio Fernandes, já que ele tem muito propriedade para falar sobre o assunto.

Edésio Fernandes é Bacharel em Direito (Universidade Federal de Minas Gerais), Especialista em Urbanismo (UFMG); Mestre (LL.M. in Law in Development,Warwick University, UK) e Doutor em Direito (Ph.D., Warwick University).

Atualmente, é professor do Development Planning Unit/DPU da University College London (Inglaterra) e da Teaching Faculty do Lincoln Institute of Land Policy em Cambridge MA (EUA), bem como professor visitante em duas universidades brasileiras.

É Coordenador do IRGLUS - International Research Group on Law and Urban Space, que é um dos grupos de trabalho do Research Committee on Sociology of Law da International Sociological Association, bem como um dos parceiros do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-Habitat).


A tragédia da habitação popular
(Edésio Fernandes)

A história é antiga, mas tem se repetido com maior frequência e intensidade em diversas cidades brasileiras: enchentes de rios e córregos, inundações, deslizamento de barrancos, desabamento de barreiras, enxurradas de lama, destruição de vegetação, infraestrutura, equipamentos e construções, e todo tipo de danos materiais – e sobretudo um número cada vez maior de mortes. A quantidade absurda de chuvas que caiu na Região Serrana do Rio de Janeiro, causando o maior desastre natural da história do Brasil, parece estar relacionada ao processo de aquecimento global que recentemente afetou outros países como Colômbia, Austrália e Sri Lanka. É justo dizer que um fenomeno natural desse porte causaria forte devastação em qualquer parte do mundo. Contudo, há fatores de natureza bem brasileira que explicam o enorme impacto destruidor das chuvas e sobretudo o número obsceno de mortes, especialmente se comparados com os impactos de desastres em outros países em desenvolvimento. Se existem discussões científicas acerca do papel da ação humana no processo de aquecimento global, não restam dúvidas de que as tragédias brasileiras resultam em grande parte do padrão de ocupação do solo e desenvolvimento urbano no país, e de que os impactos dos desastres poderiam ser menores se os gestores públicos brasileiros tivessem uma maior responsabilidade territorial.

Visitando as áreas atingidas, a Presidente Dilma Rouseff declarou com precisão: "Vimos áreas nas quais montanhas nunca tocadas pelo homem se dissolveram. Mas, também vimos áreas nas quais a ocupação ilegal causou danos à saúde e à vida das pessoas.” Como ocorreu em Angra dos Reis em 2010, as enchentes e os deslizamentos também atingiram áreas ocupadas por grupos privilegiados, que segundo os dados existentes ocupam a enorme maioria das encostas no Rio de Janeiro, embora em densidade menor do que as das favelas. Entretando, o número de mortes foi infinitamente maior nas áreas ocupadas pelos mais pobres nas encostas, várzeas e fundos de vale. A Presidente declarou que “a ocupação de áreas de risco é a regra, e não a exceção, no Brasil”, e perguntou: “Quando não há políticas habitacionais, onde as pessoas que ganham menos de dois salários mínimos vão viver?”

De fato, desde o começo do Séc. XX, o crescimento urbano no país tem se caracterizado pela falta de políticas fundiárias e habitacionais de interesse social. O planejamento territorial e as leis de uso do solo são elitistas, reforçam a estrutura fundiária concentrada, geram altos valores para os proprietários de imóveis, e não reservam áreas centrais para os pobres. Há um estoque de 5.5 milhões de imóveis vazios ou sub-utilizados que não cumprem uma função social. A presença do Estado através de serviços e equipamentos se concentra nas áreas “nobres” das cidades. Os mercados imobiliários formais não oferecem lotes/unidades habitacionais para os pobres, e as políticas habitacionais nos três níveis governamentais são insuficientes e inadequadas. Cerca de 93% do déficit habitacional, calculado entre 6.4 e 7.9 milhões de unidades, se concentra nas famílias que ganham entre 0 e 3 salários mínimos.

Para a maior parcela da população, o acesso informal ao solo urbano nas favelas e loteamentos clandestinos tem historicamente oferecido mais e melhores opções de moradia do que os setores estatal e privado juntos. Mesmo com os investimentos recordes em infraestrutura e produção habitacional feitos no governo Lula, os recursos do Programa Minha Casa, Minha Vida somente chegam às familias que ganham mais de 5 salários mínimos, além do que, na falta de integração com politicas fundiárias, esse programa tem reforçado problemas estruturais. Sem opções formais de acesso à moradia, os mais pobres tem cada vez mais ocupado as áreas excluídas dos mercados imobiliários formais, especialmente áreas de preservação ambiental e áreas públicas, pagando preços cada vez mais altos, inclusive financeiros, para viverem em condições extremamente precárias - e ficando assim muito mais vulneráveis aos desastres naturais.

Trata-se de um padrão perverso de urbanização de risco e segregação sócioespacial, expressão de um processo de desenvolvimento urbano especulativo sem compromisso com qualquer sustentabilidade sócioambiental. Faltam políticas de saneamento, ações de gestão dos riscos e medidas de prevenção de desastres nos assentamentos informais. Não há políticas curativas consistentes para a regularização desses assentamentos, e nem políticas preventivas de democratização do acesso ao solo com serviços e à moradia. Não há fiscalização das ações ilegais de ricos e pobres; pelo contrário, o clientelismo político tem se renovado à custa da reprodução da informalidade. Mesmo quando existem recursos, não há projetos técnicos adequados e nem capacidade de gestão administrativa na escala necessária. Longe de promoverem uma ampla reforma urbana, muitas administrações públicas tem abraçado com vigor a ideologia de mercantilização plena das cidades, a serviço dos velhos interesses de grupos econômicos poderosos. A classe média fecha os olhos aos problemas dos pobres, quando não reage de maneira insensível e intolerante. Em muitos casos, o discurso ambientalista tem sido utilizado, não para enfrentar problemas e oferecer soluções possíveis, mas para justificar remoções de milhares de familias sem que opções adequadas lhes sejam oferecidas – assim perpetuando o problema da informalidade. Respostas institucionais pontuais e fragmentadas são dadas na sequência de um desastre, mas são logo abandonadas até a próxima tragédia.

Se os pobres são certamente os grupos mais diretamente afetados, os desastres naturais cada vez mais extremos já mostraram, no Brasil e em outros países, que não distinguem entre grupos sociais. Na falta de articulação de políticas urbanas, fundiárias, habitacionais e ambientais, todos vamos pagar preços cada vez mais altos, direta e indiretamente, pela história de irresponsabilidade territorial: moradores de favelas e loteamentos irregulares, de faixas litoraneas e encostas, de centros urbanos e de condomínios exclusivos. Nesse jogo perverso, todos perdemos.

Fonte da foto: página de entrada do MSN Brasil (http://br.msn.com/)

sábado, 15 de janeiro de 2011

Doações em BH para enchentes no Rio

Em Belo Horizonte, a Cruz Vermelha está recolhendo doações de roupas e alimentos para enviar às vítimas da chuva no estado de Minas e agora o trabalho é para ajudar as vítimas das enchentes no Rio de Janeiro.

Telefone e Endereço
As doações devem ser entregues na sede da Cruz Vermelha, em Belo Horizonte. O endereço para entrega das doações é Alameda Ezequiel Dias, 427, Centro, de segunda a sexta, das 8h às 18h. Mais informações pelo telefone (31)3239.4200.

Conta corrente
E a Caixa Econômica Federal informou que uma conta corrente foi aberta para ajudar as vítimas no estado do Rio de Janeiro. Anote aí: número 2011-0, agência 0199, operação 006.

Fonte da Informação: http://intertvonline.globo.com/mg/noticias.php?id=11121

Veja também o site da Cruz Vermelha em MG: http://cvbmg.org.br/

Doações para vítimas das enchentes no Rio


Para quem quiser ajudar e fazer doações para as vítimas das enchentes no Rio de Janeiro, há diversos postos de coleta na capital fluminense à disposição. São eles:

Dez unidades da Guarda Municipal do Rio estão recebendo doações. A prioridade é arrecadar colchonetes, alimentos não-perecíveis, água e roupas para serem doados aos necessitados.

- Centro: no Centro Administrativo São Sebastião (sede da Prefeitura - Rua Afonso Cavalcanti 455, Cidade Nova).

- São Cristóvão: na sede da Guarda (Avenida Pedro II 111).

- Botafogo: na base operacional da GM-Rio (Rua Bambina 37).

- Barra da Tijuca: na 4ª Inspetoria (Avenida Ayrton Senna 2001).

- Madureira: na 6a Inspetoria (Rua Armando Cruz, s/n).

- Praça Seca: na 7ª Inspetoria (Praça Barão da Taquara 9).

- Lagoa: 2ª Inspetoria (Rua Professor Abelardo Lobo s/n - embaixo do viaduto Saint Hilaire, na saída do Túnel Rebouças).

- Bangu: na 5ª Inspetoria (Rua Biarritz, s/n).

- Tijuca: na 8ª Inspetoria (Rua Conde de Bonfim 267).

- Campo Grande: na 13ª Inspetoria (Rua Minas de Prata 200).

- Ceasa de Irajá: No prédio da administração (Avenida Brasil 19.001, Irajá). Interessados em colaborar também podem entrar em contato pelos telefones (21) 2333-8274 ou 2333-8225 e pelo email: ceasapresidencia@ceasa.rj.gov.br

- Praça da Cruz Vermelha 10, no Centro do Rio.

Coordenadoria Regional de Educação (CRE): As 10 CRE's da estão recebendo donativos. Endereços para doações:

- Vicente Carvalho: Carioca Shopping, Balcão de Informações, no 1º piso do shopping (Avenida Vicente de Carvalho 909, em Vicente de Carvalho).

- Morro dos Macacos: Centro Comunitário Raiz e Vida (Avenida 28 de setembro 406/sala 2,Vila Isabel). Telefone para contato: Márcia Helena, 9633-4982 (fazer contato antes da entrega).

- Morro do Borel: Ciep da Rua São Miguel (Borel) ou Posto de Saúde. Telefones para contato: Renata, 9154-4938. Maiores Necessidades: Materiais descartáveis (copo, prato, fraldas etc).

- Andaraí: Associação de Moradores João Paulo II (Rua Sá Viana 269, Grajaú). Telefones para contato: Edson, 81859498. Maiores Necessidades: colchonetes, materiais de higiene pessoal e alimentos.

- Cerro-Corá e Guararapes: Padaria do Geneci (Rua João Delerri 68, Cosme Velho). Telefones para contato: 9189-1904 e 9154-0975 (falar com Fátima). Maiores Necessidades: alimentos (principalmente para bebês: papinhas e leite), roupas, água e calçados para crianças e bebês.

- Morro do Turano: Colégio Estadual Herbert de Souza (Rua Barão de Itapagipe, próximo ao número 311, Rio Comprido). Telefones para contato: 7896-8200 (Gisele). Maiores necessidades: fralda, absorvente, mamadeira e leite em pó.

Centro: ESPM-RJ, na biblioteca da unidade (Rua do Rosário 90, 2º andar). O atendimento é das 8h às 22h.

Centro: Academia Contours até o dia 5 de maio (Avenida Almirante Barroso 97 - sobreloja). Mais informações pelo telefone 2240-3600.

Caixa de Assistência aos Advogados do Rio de Janeiro (CAARJ) está recolhendo donativos. Doações podem ser entregues entre 10h e 16h. Os endereços podem ser consultados no site www.oab-rj.org.br.

Linha Amarela: Donativos podem ser entregues, de segunda a sexta-feira, das 9h às 20h, na Central Passe Expresso, após do Túnel da Covanca, sentido Barra da Tijuca.

Santa Teresa: Instituto Marquês de Salamanca (IMDS). Doações na Escola Estadual Monteiro de Carvalho (Rua Almirante Alexandrino 2495). Procurar por Ângelo, Solange ou Cirlei de 8h às 20h.

Jacarepaguá: Center Shopping Rio até o dia 18 de abril (Avenida Geremário Dantas 404, 3º piso, no SAC do shopping). Mais informações pelo telefone 3312-5000.

McDonald's: Nas 63 lojas da rede na cidade do Rio. Serão recolhidos fraldas descartáveis, produtos de limpeza e higiene pessoal, roupas de cama e de banho, cobertores e travesseiros, além de brinquedos. Não serão aceitas doações de alimentos de qualquer espécie.

Grupo Pão de Açúcar (Pão de Açúcar, ABC CompreBem, Sendas, Extra Hipermercados e Assaí): Nas 99 lojas do grupo. Serão recolhidos alimentos não perecíveis, roupas e cobertores. A campanha vai até o dia 16/04. Todo material arrecadado será entregue para a Defesa Civil.

Barra: O Rio Design Barra recebe as doações no setor Doações no Concierge, localizado no 1º piso. O endereço: Avenida das Américas 7.777.

Barra: No Shopping Downtown, as doações podem ser entregues no SAC, localizado no bloco 12C, subsolo. O endereço é Avenida das Américas 500.

Botafogo: O Botafogo Praia Shopping está recolhendo donativos. As doações devem ser entregues no SAC, no 2º piso do shopping, que fica na Praia de Botafogo 400.

Del Castilho: Os donativos podem ser entregues no Shopping Nova América, no Espaço Cliente (1º piso). O shopping fica na Avenida . Martin Luther King Jr, 126.

Leblon: Donativos podem ser entregues no Rio Design Leblon, que fica na Avenida Ataulfo de Paiva 270.Teatros, lonas e centros culturais recebem donativos.


Fonte do texto: http://extra.globo.com/noticias/rio/chuvas-no-rio-saiba-onde-fazer-doacoes-para-vitimas-das-enchentes-no-estado-110806.html

Fonte da foto: http://www.clicapiaui.com/geral/44501/vitimas-das-enchentes-recebem-doacoes-de-empresas-no-rio.html

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Mais uma vez o Golfo do México

Foi reportado hoje pelo site de noticias g1.globo.com a explosão de mais uma plataforma de petróleo no Golfo do México.

O novo acidente ocorreu na data de hoje, 02 de setembro, aproximadamente 04 meses após o maior acidente ambiental da história dos Estados Unidos.

Segundo o site de noticias "plataforma que explodiu, a Vermillion Oil Rig 380, operada pela Mariner Energy, está localizada perto da Deepwater Horizon, a plataforma da BP que explodiu em 20 de abril e afundou dois dias depois, causando o pior desastre ambiental da história dos EUA.".

Não se sabe ate o presente momento se a plataforma é de perfuração ou produção. Foi avistada fumaça mas ainda não é possivel calcular se houveram prejuizos mais gravosos ou mesmo se o equipamento ainda está queimando.

Os porta voz informaram que não há registros de feridos em função da explosão.

Será que mais uma vez o Golfo do México será protagonista de poluição ambiental por acidente ecológico?

Dois acidentes, sendo um extremamente grave e o outro de proporções ainda desconhecidas nos fazem pensar o quão "segura" é a atividade petrolifera no pais (EUA) e se de fato não é necessário investimento para evitar que acidentes como esses continuem ocorrendo.

Fonte: g1.globo.com