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quinta-feira, 14 de julho de 2011

2o Fórum Resíduos Sólidos

Local e Data:
08 e 09 de agosto de 2011
Blue Tree Premium Morumbi São Paulo
Avenida Roque Petroni Junior, 1000 São Paulo - SP


Informações e Inscrições de Participantes:
Telefone: (11) 5051-6535.


Oportunidades de Patrocínio e Exposição:
Telefone: (11) 3791-4732.


Call for Speakers:
Interesse em palestrar e mostrar um estudo de caso
Telefone: (11) 3791-4732.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O que é Lixo tóxico?


Lixo tóxico é todo resíduo que provém de substâncias com propriedades químicas nocivas ao ambiente e aos seres humanos. As pilhas, as baterias e os agrotóxicos, entre outros descartes industriais e hospitalares constituem exemplos de lixo tóxico.

Os resíduos liberados por esse tipo de lixo pode se acumular em cadeias e teias alimentares, podendo até mesmo extinguir espécies e ainda causar graves problemas à saúde humana.

Todo lixo tóxico gerado deverá ter um destino correto para que não fique exposto aos fatores que favorecem contaminações.

O lixo tóxico causa vários tipos de reações tanto para o meio ambiente, quanto para as pessoas. As chuvas ácidas, a poluição dos lençóis freáticos e as mutações de pequenos seres são alguns destes danos provocados na natureza. Resíduos tóxicos podem, ainda, contaminar as águas profundas.

Resíduos de pesticida em vegetais, legumes e frutas, a presença de mercúrio nos peixes e vários outros produtos químicos podem causar câncer, defeitos de nascença, mutações genéticas e até a morte.

O médico, clínico geral, Clóvis Tomasi deu uma entrevista com o objetivo de informar a população sobre doenças causadas pelo lixo tóxico.

P: Quais doenças podem vir a ser causadas por agrotóxicos?

R: Podem causar diversos tipos de doenças como intoxicações, câncer de próstata, de mama, de testículos, ovário, e muitas outras.

P: Pilhas e baterias também podem causar doenças?

R: Sim, causam intoxicações graves caso se tenha contato com líquido que sai do material quando o mesmo está corroído e intoxicações leves caso alimentos cultivados com água ou solo contaminado pelos metais pesados das pilhas e baterias sejam ingeridos.

P: Agrotóxicos influenciam na nossa cadeia hormonal?

R: Influenciam, podendo até mesmo alterar o ciclo menstrual de agricultoras e a qualidade e quantidade do esperma dos agricultores.

P: Pessoas que consomem produtos cultivados com agrotóxicos podem acabar ficando doentes?

R: Com o decorrer do tempo pode-se ter uma intoxicação grave, pois você está ingerindo um pouco de veneno a cada produto ingerido.

Fontes: http://lixotoxico.net63.net/ e http://pt.wikipedia.org/wiki/Res%C3%ADduo_perigoso
Fonte da foto: http://www.guiame.com.br/v4/93351-1456-Cerca-de-400-quilos-de-lixo-t-xico-s-o-encontrados-em-vegeta-o-em-MG.html

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Projeto mexicano usa cogumelo para decompor fraldas


Estima-se que para a decomposição de uma fralda descartável sejam necessários 500 anos. Esse produto povoa em grandes quantidades os aterros sanitários e o uso da modalidade descartável é cada vez mais popular.

Uma das soluções eficientes para esse problema ambiental foi proposta pelo cientista mexicano Alethia Vázquez-Morillas. O pesquisador que atua na Universidade Metropolitana Autônoma, da Cidade do México, desenvolveu uma metodologia de reciclagem que aproveita a decomposição causada por cogumelos arredondados, chamados de pleurotos ou cogumelo-ostra. Os resultados do processo foram significativos: diminuíram o tempo necessário para a total anulação dos impactos ambientais do material da frauda de cinco séculos para aproximadamente 120 dias.

O processo aplica um potencial da natureza para o benefício dela: os cogumelos brotam em troncos de árvores e se alimentam de restos de matéria orgânica (celulose), que é disponibilizada em grande quantidade pelas fraldas. O procedimento não degrada os componentes químicos das fraldas. Mas, em dois meses, a associação com cogumelos pode degradar a celulose das fraldas em 90%. O restante é alcançado quando se completam quatro meses.

Embora o projeto represente uma solução parcial para apenas um problema entre milhares que compõem a produção indiscriminada de lixo, seu maior efeito é de estímulo a outras iniciativas de mesmo perfil. Sem agredir a natureza para reparar um dano causado pelo homem, o projeto de associação com cogumelos propõe um rumo interessante para uma das formas de lixo que geramos desde os nossos primeiros meses de vida.

Os cogumelos podem não resolver o problema do lixo gerado pelo homem e o acúmulo cada vez mais acentuado de resíduos, por conta do excesso e também falta de estrutura dos aterros, mas eles podem ajudar a eliminar a grande quantidade de restos de fraldas que só poluem o meio ambiente e demoram a se decompor. Mesmo que, um grande avanço rumo à reciclagem do objeto foi dado.

Achei ótima a iniciativa!!Mas descobertas assim devem ser cuidadosamente analisadas, para não virarem um problema maior depois, como exemplo, uma infestação de cogumelos (lembram o que aconteceu na Lagoa da Pampulha em BH com os aguapés?? - confesso que não lembro se as plantinhas usadas para "sugar" a poluição da lagoa é esse mesmo! - o que era para ser uma solução virou um enorme problema!!!)

FONTE: UAI Meio Ambiente - http://www.divirta-se.uai.com.br/html/capa_meioambiente/id_sessao=52/capa_meioambiente.shtml

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Onde descartar lixo eletrônico?

Se você ainda têm dúvidas sobre onde descartar o seu lixo eletrônico, mesmo depois de ler todas as postagens que publicamos aqui no blog com o marcador "Lixo Eletrônico", olha só a Lista de Pontos de Coleta que a revista Bons Fluídos, da editora Abril, publicou:


Alagoas

Empresa: Mundo Verde

Produto: plástico, papel, vidro e metal.
Endereço: rua Fernandes Lima, 295, Centro, Arapiraca, Alagoas
Telefone: (82) 3522-1919


Rio de Janeiro

Empresa: Mundo Verde

Produto: plástico, papel, vidro e metal.
Endereço: av. Ataulfo de Paiva, 375 - lojas A, B e C, Leblon, Rio de Janeiro, RJ
Telefone: (21) 2512-9868
E-mail: leblon@mundoverde.com.br.


São Paulo

Empresa: Cidadão Eco

Produto: materiais de informática, bateria automotiva, fios e cabos de força, celular (com ou sem bateria), aparelhos de CD/DVD, catalisadores. O recolhimento é feito apenas na cidade de São Paulo, sem custo. No interior, verificar se o município tem convênio com a empresa, caso tiver, informe-se onde é possível deixar o material. Em outros estados, envie via transportadora ou correio. Nesse caso, o custo fica por conta de quem faz o envio.
Telefone: (11) 2534-6191; (11) 9424-9509
Site: www.cidadaoeco.com.br.


Empresa: Hequipel

Produto: qualquer material eletrônico (computadores, impressoras, monitores, aparelhos de som, TV, entre outros).
Local: retira em São Paulo e grande SP, sem custo.
Contato: Heitor Pinto da Luz
Telefone: (11) 8832-7282
E-mail: heitorhequipel@hotmail.com.


Empresa: Mundo Verde

Produto: óleo de Cozinha
Endereço: rua Afonso Braz, 337, Vila Nova Conceição, São Paulo, SP
Telefone: (11) 3045-8893; (11) 3045-9227
E-mail: vilanova@mundoverde.com.br.


Empresa: Philips

Produto: aparelhos de som, liquidificadores, televisores, lâmpadas, acessórios de informática.
Local: assistências técnicas autorizadas da Philips.
Endereços: checar em www.philipsbusca.com.br.
Telefone: (11) 2121-0203; SAC 0800-7010203


Empresa: Abre (Associação Brasileira de Redistribuição de Excedentes)

Produto: computadores, televisores e outros equipamentos eletrônicos, funcionando ou não. A empresa conserta e redistribui para instituições sociais. O doador recebe por e-mail informações sobre o destino do material doado.
Local: av. Lavandisca, 168, Moema, São Paulo (SP)
Telefone: (11) 5052-0736


Empresa: CDI (Comitê para a Democratização da Informática)

Produto: recebe apenas computadores completos (com monitor, teclado, mouse etc.) e que estejam funcionando. O material coletado é utilizado para criar centros de inclusão digital em áreas carentes.
Local: av. Francisco Matarazzo, 102, Água Branca, São Paulo (SP)
Telefone: (11) 3666-0911; (11) 3822-0970


Todo Brasil

Empresa: TIM

Produto: aparelhos celulares e acessórios, pilhas e baterias portáteis.
Local: em todas as sedes e lojas das regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, e em todo o estado de Pernambuco. Nos demais estados, em todas as lojas.


Empresa: Cânon

Produto: máquinas fotográficas, aparelhos de fax, impressoras e copiadoras.
Local: assistências técnicas autorizadas.


Empresa: HP

Produto: computadores, impressoras, cartuchos e acessórios.
Contato: mandar email para reciclagem@hp.com, informando modelo do equipamento, quantidade e local onde se encontra. A empresa informa que faz contato com o consumidor para retirar o equipamento.


Empresa: Dell

Produto: computadores, impressoras e acessórios.
Contato: acessar o suporte, descrever o equipamento que deverá ser coletado. Um representante autorizado da área marcará um horário para retirá-lo.


Empresa: Itautec

Produto: computadores, impressoras e acessórios.
Contato: enviar e-mail para disk.meio-ambiente@itautec.com, informando os dados de código e série do produto. Após o envio, o cliente deve aguardar o contato da empresa, que indicará a filial para onde o lixo eletrônico deve ser levado.

Fonte da matéria: Revistas Bons Fluídos, Editora Abril, Título da matéria: Pontos de coleta de lixo tóxico, Texto de Patricia Bernal, Ilustrações de Adriana Alves.

Link: http://bonsfluidos.abril.com.br/edicoes/0139/autoconhecimento/pontos-coleta-lixo-toxico-608225.shtml

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Exportação de lixo


O número de cidades que "exportam" o lixo que produzem para aterros em outros municípios mais que dobrou no Estado de São Paulo.

Subiu de 62 em 2002 para 156, aponta o mais recente levantamento feito pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), com números de 2009. O Estado tem 645 municípios.

Em pelo menos 22 casos, a distância entre a cidade que produz e a que recebe o material supera os cem quilômetros --como ocorre com os municípios do litoral norte, onde a situação fica ainda pior nesta época do ano.

No verão, as quatro cidades do litoral norte "exportam" todos os dias em média 540 toneladas de lixo produzido por moradores e turistas --quase o dobro da quantidade gerada fora da temporada (cerca de 300 toneladas/dia).

São Sebastião, Ilhabela, Ubatuba e Caraguatatuba não têm aterro sanitário. Precisam encaminhar os resíduos para depósitos que ficam em outras cidades. Para transportar o lixo, 37 carretas cruzam diariamente a rodovia dos Tamoios, principal ligação entre a capital paulista e o litoral norte de São Paulo.

Ubatuba gasta R$ 11 milhões por ano com coleta e transbordo do lixo, segundo o secretário de Obras e Serviços Públicos, José Roberto Monteiro Júnior.

MOTIVO

A situação vivida por essas 156 cidades é consequência direta da política adotada nos últimos anos pelo governo de São Paulo e que levou praticamente ao fim dos lixões --áreas onde os materiais desprezados pela população são depositados de maneira inadequada.

As prefeituras foram obrigadas a procurar um local adequado para destinar o lixo, e parte delas decidiu por exportar o material, principalmente para aterros particulares.

Para algumas cidades, essa é a solução mais barata. Para outras, como as do litoral, é a única opção.

TRANSPORTE

"As regiões litorâneas e as metropolitanas do Estado estão cada vez mais ocupadas. Além disso, existem as restrições ambientais em áreas de mangue, serra, parques, que limitam a disponibilidade de áreas para aterro", disse o gerente do setor de Apoio a Programas Especiais da Cetesb, Arontho Savastano Neto.

Ele admite que há problemas em relação ao transporte do lixo por meio de caminhões em longas distâncias, mas disse que a solução ainda é melhor do que a disposição inadequada do material.

O governo estuda instalar usinas de incineração de lixo nas regiões onde não há espaço para novos aterros.

A consultora na área de gestão de resíduos Gina Rizpah Besen avalia que a política que levou ao fim dos lixões e criação de aterros regionais é positiva, mas destaca pontos negativos do transbordo.

Os caminhões, diz ela, provocam poluição e desgaste nas vias públicas.

Para ela, as prefeituras deveriam investir mais em campanhas para diminuir o desperdício e a produção de lixo, além de políticas de reciclagem que reduzam a necessidade de transbordo.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Vamos separar o lixo?


Lei prevê multa para quem não separar lixo doméstico

Os consumidores que não separarem o lixo seco do úmido estarão sujeitos a multas, segundo decreto publicado na quinta-feira, dia 23, no Diário Oficial. O texto regulamenta a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que trata da destinação adequada do lixo no País.

Entre outras medidas, o decreto prevê penalidades para aqueles que não cumprirem as obrigações estabelecidas na coleta seletiva e nos sistemas de logística reversa, pelo qual aparelhos eletroeletrônicos, pilhas e pneus terão de retornar aos fabricantes. A punição pode vir em forma de advertência e, em caso de reincidência, multas de R$ 50 a R$ 500 que poderão ser convertidas em "serviços de preservação, melhoria e recuperação da qualidade do meio ambiente".

Também estão previstas multas entre R$ 5 mil e R$ 50 milhões para infrações ambientais, como o lançamento de resíduos sólidos em praias. Para a importação de resíduos perigosos, os valores chegam a R$ 10 milhões.

Sancionada em agosto pelo presidente Lula, a lei prevê a substituição dos lixões por aterros sanitários; a criação de planos municipais, estaduais e federal para a gestão dos resíduos; e o incentivo a linhas de financiamento de cooperativas, que devem auxiliar a coleta seletiva e a logística reversa de produtos.

Os desafios são grandes. A coleta seletiva - um dos pilares da nova política - não é plenamente difundida. Dados do setor apontam que 44% dos municípios brasileiros não dispõem da iniciativa. A regulamentação prevê que o processo da coleta deverá ao menos separar resíduos secos e úmidos "e, progressivamente, ser estendido à separação dos resíduos secos em suas parcelas específicas, segundo metas estabelecidas nos respectivos planos". A fiscalização deverá ser feita por órgãos municipais.

"A lei representa uma revolução na forma como a sociedade lida com o lixo", avalia o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Silvano Silvério. "Ela depende do consumidor, pois tudo parte dele para que o ritual ocorra. O texto responsabiliza de forma compartilhada toda a cadeia produtiva."

Para o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos (Abetre), Diógenes Del Bel, o sucesso da lei será determinado pelas iniciativas do governo e do setor. "É difícil penalizar o consumidor, é uma questão difusa. Uma preocupação que temos é a definição de metas de logística reversa."

OUTROS PONTOS

Responsabilidade compartilhada

Fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e titulares dos serviços públicos de limpeza e manejo de resíduos sólidos são considerados responsáveis pelo ciclo de vida dos produtos.

Redução do lixo

Geradores de resíduos sólidos terão de adotar medidas para reduzir a quantidade produzida.

Cronograma

Presidido pelo Ministério do Meio Ambiente, um comitê deve fixar cronogramas para a implantação dos sistemas de logística reversa

Fonte: Estadão

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Decreto nº 7.404/2010 regulamenta a Política Nacional de Resíduos Sólidos


Agora não tem mais desculpa!


A Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, acaba de ser regulamentada com a publicação do Decreto nº 7.404, de 23 de dezembro de 2010.


Além de instituir a Política Nacional de Resíduos Sólidos, cria o Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê Orientador para a Implantação dos Sistemas de Logística Reversa, e dá outras providências.


Deixa clara a responsabilidade compartilhada entre fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos pelo ciclo de vida dos produtos, sendo que a referida responsabilidade será implementada de forma individualizada e encadeada.


Além disso, o decreto estabelece aos consumidores, a obrigação de, sempre que estabelecido sistema de coleta seletiva pelo plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos ou quando instituídos sistemas de logística reversa na forma do art. 15, acondicionar adequadamente e de forma diferenciada os resíduos sólidos gerados e a disponibilizar adequadamente os resíduos sólidos reutilizáveis e recicláveis para coleta ou devolução.


domingo, 19 de dezembro de 2010

Ecomeninas de novo no Green Drinks!!!

Olá gente!

Na semana passada, na terça-feira, dia 14/12, aconteceu mais um Green Drinks no restaurante Rima dos Sabores, em Belo Horizonte. E nós, as Ecomeninas, apresentamos o tema "Logística Reversa e Aspectos Importantes da Lei 12.305".

A apresentação foi bem prática e contou com comentários e a participação de vários interessados. Falando nisso, pra variar, o Green estava bem cheio, o que mostra o quanto a questão ambiental vem ganhando força por aqui. Aí vão algumas fotos tiradas durante o evento.




Cada uma de nós apresentou uma parte do tema. A Marina começou, depois eu falei, em seguida a Mariana, depois a Leila e, por fim, a Bárbara.

O Green Drinks também contou com a participação do Professor Aluízio Bernardino da UNA, que aparece na foto abaixo, que falou um pouco da aplicação da Logística Reversa para a Sucata Automotiva de Aço.

As discussões foram muito ricas! E temos certeza de que todos aprenderam bastante!

Agradecemos a presença de todos e convidamos vocês para seguirem o nosso blog!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Mais uma vez Green Drinks!

As Ecomeninas vão participar de mais uma edição do Green Drinks!

Dessa vez fomos convidadas para falar um pouco sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos e Logística Reversa.

Esperamos vocês lá para trocar idéias sustentáveis com a gente!

Informações sobre data, local e horário no convite abaixo.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Convite para exibição de filme - BH


O Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) convida para a exibição do filme “Lixo Extraordinário”, dia 26 de novembro, às 18:30h, no auditório do CMRR. A exibição faz parte da programação da “Semana Mineira de Redução de Resíduos”.

Após a exibição, será realizado um debate com o tema: Lixo Urbano: Sustentabilidade, Arte e Inclusão; com o a participação dos debatedores: o Presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente, José Cláudio Junqueira e da Representante do Ministério do Desenvolvimento Social e combate à fome, Jaira Pupppi.

Receberemos a produtora executiva do filme “Lixo Extraodinário”, Jackie de Botton e do Represente do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR-RJ) e da ACAMJG, o protagonista do filme, Sebastião do Santos, o Tião. Luciano Marcos, do Instituto Nenuca de Desenvolvimento Sustentável (INSEA) será o mediador do debate.


Para participar da exibição do filme e do debate é necessária a confirmação da presença, que pode ser feita pelo telefone: (31) 3465-1218. Mais informações sobre a programação da semana no site http://www.minasmenosresiduos.com.br/.


Só para completar, o filme Lixo Extraordinário é uma produção da O2 Filmes, de Fernando Meirelles, e passa como um vídeo institucional sobre Vik Muniz. A trilha é de Moby. Nas suas próprias palavras, “sou, possivelmente... o artista brasileiro que mais vende no exterior”, Muniz parte para usar a sua importância, iludida por uma filosofia novo-rico marcante (Muniz afirma ter sido pobre e já ter conquistado tudo na vida), para ajudar um seleto grupo de catadores de lixo no aterro sanitário de Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro (Comentário e foto retirados do blog Cinema Scópio: http://cinemascopiocannes.blogspot.com/2010/02/lixo-extraordinario.html).

A foto que ilustra a postagem retrata um pouco do trabalho de Vik Muniz.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Seminário "Políticas Nacional e Estadual de Resíduos Sólidos"


Nos dias 24 a 26 de novembro de 2010, no Centro Mineiro de Referência de Resíduos – CMRRAv. Belém, 40, Esplanada – Belo Horizonte – MG, será realizado o Seminário sobre "Políticas Nacional e Estadual de Resíduos Sólidos".


Contato
http://www.minasmenosresiduos.com.br/seminario.politicas@cmrr.mg.gov.brhttp://www.minasmenosresiduos.com.br/


Tel: (31) 3465-1218
Inscrição: A inscrição só será efetivada após o preenchimento do formulário e o envio para o e-mail http://www.minasmenosresiduos.com.br/seminario.politicas@cmrr.mg.gov.br.


Ilustração: site "Intervir no ambiente"

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Minas Menos Resíduos - Semana Mineira de Redução de Resíduos


A Semana Mineira de Redução de Resíduos, que acontecerá entre os dias de 20 a 28 de novembro de 2010, é uma iniciativa que integra as atividades desenvolvidas no âmbito da Semana Europeia de Redução de Resíduos - promovida pelos Estados membros da Comunidade Européia e que tem o apoio do Programa LIFE+ da Comissão Europeia.


Em toda a América do Sul e Brasil, apenas Minas Gerais, representada por meio da Fundação Estadual do Meio Ambiente - FEAM, foi convidada para participar dos eventos da Semana na condição de organizadora das atividades locais.


Ao abraçar esta inciativa, a FEAM entende que a Semana de Redução de Resíduos, diferente de outras iniciativas mais centradas nas soluções técnicas e legais sobre a questão, traz para o debate público a noção de responsabilidade social.


Mais do que um problema tecnológico e científico, a questão dos resíduos gerados pela sociedade deve ser encarado como um problema sócio-ambiental, que tem consequencias negativas, não apenas para o meio ambiente, mas também para a qualidade de vida e o futuro de toda a sociedade.


Neste sentido, os organizadores da Semana, seja na Comunidade Europeia, seja aqui em Minas Gerais, assumem o papel de facilitadores, mobilizando a sociedade para que ela própria, representada por suas instituições e cidadãos, tome consciência e participe de forma efetiva das soluções.


O site do evento está muito interessante, através dele você pode se informar sobre a programação da Semana, pode também inscrever o seu projeto de redução de resíduos, se informar sobre como reduzir o seu lixo e como agir no dia a dia, além de obter informações no link "Infoteca", através de artigos, videos e outros materiais. Vale a pena conhecer: http://www.minasmenosresiduos.com.br/

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Ibama alerta: comerciante de pilhas e baterias é obrigado a receber do consumidor o produto usado

Tendo em vista que o artigo 4º da Resolução Conama n.º 401/2008 entrou em vigor em 5/11, a Coordenação de Controle de Resíduos e Emissões (Corem/Ibama) informa aos comerciantes de pilhas e baterias que as exigências presentes neste artigo serão objeto de fiscalização por parte dos órgãos do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama).

Conforme o texto do art. 4º, os estabelecimentos que comercializam determinados tipos de pilha e baterias (bateria de carro, pilhas alcalinas e comuns, pilha botão) deverão receber do usuário as pilhas e baterias usadas para repasse aos respectivos fabricantes ou importadores.

A Corem informa, ainda, que os fabricantes e importadores têm a obrigação de promover a destinação ambientalmente adequada deste tipo de resíduo, ficando sujeitos às sanções legais caso se recusem a receber do comércio o repasse das pilhas e baterias usadas.

Vale ressaltar, que a recente Lei nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, recai sobre todos os tipos de pilha e bateria, conforme seu artigo 33. Desta forma, a logística reversa deverá ser aplicada a todos os tipos de pilha e bateria.

É importante a participação dos consumidores neste contexto, pois as pilhas e baterias não devem ser descartadas no lixo doméstico devido à possibilidade de contaminarem o meio ambiente, visto que algumas destas pilhas e baterias possuem metais pesados em sua composição. A melhor destinação é a reciclagem, pois, além de evitar a contaminação, promovem o uso racional dos recursos naturais, um dos objetivos do desenvolvimento sustentável.


Fonte:
Corem/Ibama


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Porcariada



Enquanto as discussões mais avançadas sobre a destinação do lixo se concentram na reciclagem, um em cada quatro sacos de lixo residencial coletados em São Paulo vai parar em local inadequado. A informação é da reportagem de Eduardo Geraque e Evandro Spinelli publicada na edição de quarta-feira da Folha.

De acordo com o texto, além dos lixões a céu aberto, vários aterros precários espalhados pelo Estado contaminam o ambiente e são fonte de risco à saúde da população. São 11.800 toneladas de resíduos ao dia que não recebem o tratamento devido, diz o estudo da Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais).

Com certeza esse é o maior problema ambiental da nossa época: o que fazer com tanto lixo???