Muito se fala hoje em dia de arquitetura sustentável. Ao contrário do que muitos pensam, a questão da sustentabilidade nessa atividade é bastante antiga e remonta, segundo uma arquiteta que conheço, da Antiguidade (Egito na época das pirâmides e afins).
No Brasil, ela surgiu forte na década de 70, sustentando que uma construção deve alterar minimamente o meio ambiente em que está inserida. Para tanto, é importante que se utilize a maior quantidade possível de elementos de origem natural, de forma a garantir aproveitamento racional dos recursos necessários para iluminar e ventilar os ambientes; reduzindo os desperdícios nessas áreas.
Uma forma importante de se efetivar a arquitetura sustentável é optar por produtos certificados, de fornecedores legalmente estabelecidos e que busquem diminuir os impactos ambientais e das emissões de gases poluentes. Utilizam-se também reciclados e oriundos de projetos sociais.
Item que merece total atenção é a questão do descarte dos entulhos e tratamento dado aos resíduos gerados para que não afete o ambiente que circunda o imóvel.
Atualmente é possível trabalhar com a elaboração de prédios que sejam cada vez mais eficientes energeticamente. Assim, não é incomum a utilização de materiais alternativos e totalmente diferenciados do que se encontraria numa construção “não sustentável” nas áreas de iluminação e ventilação do prédio. A energia solar ou a eólica, dependendo da localidade em que se encontra a obra, são freqüentemente adotadas como formas limpas e de emissão praticamente zero; podendo assumir parte ou a totalidade da responsabilidade por esses itens.
O posicionamento da casa e a disposição das janelas conforme o deslocamento do sol no horizonte e a direção do vento são também formas interessantes de se aproveitar o que o meio ambiente tem a oferecer, evitando assim causar maior impacto no meio. O uso de vidros duplos é também um aliado importante para garantir que a casa seja bem iluminada ao longo do dia pela luz do sol sem, no entanto, permitir que o calor se instale. Esse procedimento é responsável por uma economia enorme de energia que seria gasta na iluminação e na refrigeração desses lugares.
Outro item importante para a arquitetura sustentável é a utilização racional da água nos empreendimentos. Uma questão definida como básica, é o aproveitamento da água da chuva para regar plantas e jardins; lavar as áreas externas e ser usada nas descargas sanitárias. Desta forma, a economia de água é absurda e pode chegar até a trinta por cento em relação a uma construção “normal”.
A arquitetura sustentável também tem profunda preocupação com o destino correto dos resíduos gerados na própria obra. Para isso, preconiza que os entulhos oriundos da construção podem ser usados em aterros; na fabricação de tijolos e o restante pode ser reciclado de várias outras formas e aplicado de inúmeras maneiras diferentes. Reduzindo os custos e a necessidade de descarte desses resíduos nos aterros sanitários (ou até pior; de forma errada e perigosa para o meio ambiente).
Seguindo todos os parâmetros e mantendo-se dentro das especificações da arquitetura sustentável, os prédios são avaliados e recebem um selo de acordo com os parâmetros de sustentabilidade adotados na construção. Desta forma, valoriza-se o imóvel e garante-se uma vida plena e menos estressante para toda uma comunidade. Tudo isso, graças à arquitetura sustentável!
Teve início nesta terça-feira (31/05/11) a IV Conferência de Prefeitos da C40, que marca o encontro das cidades para discutir questões e soluções ambientais. São Paulo é a sede do evento deste ano, que conta com representantes de grandes metrópoles mundiais.
Até o dia três de junho as autoridades municipais de cidades como Nova York, Rio de Janeiro, Curitiba, Bueno Aires, entre outras, poderão compartilhar experiências e projetos que auxiliem as cidades a solucionarem problemas ambientais. Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo, Miguel Bucalem, “As cidades sofrem com os efeitos das mudanças climáticas, como a alteração no volume de chuvas, que podem causar enchentes e secas. Por isso, é importante aprender a se adaptar a essas mudanças”.
A C40 marca o encontro de cidades que são responsáveis por 70% das emissões mundiais de gases de efeito estufa. No entanto, uma das propostas da conferência é justamente a oportunidade de divulgar trabalhos de contenção das emissões que já foram bem sucedidos. A cidade de São Paulo, por exemplo, apresentará a o trabalho de inspeção veicular, que tem reduzido a quantidade de CO2 despejada na atmosfera por conta dos motores automotivos, a construção de parques lineares, programa de plantio de árvore e a obtenção energética a partir da biomassa, por usinas termelétricas em aterros sanitários desativados.
O prefeito Gilberto Kassab, também tem interesse em uma proposta que já teve resultados positivos em Nova York. A metrópole americana possui um projeto, chamado “Edifícios Verdes”, no qual as construções são obrigadas a seguir padrões sustentáveis em todo o projeto e edificação. A proposta resulta em redução nos impactos ambientais, consumo de água e energia.
O evento, que acontece sob a liderança de Michael Bloomberg, conta com a presença de 45 prefeitos, ambientalistas e outras personalidades mundiais como o ex-presidente norte-americano Bill Clinton.
Para mostrar que as autoridades estão preocupadas em reduzir as emissões de gases de efeito estufa, o evento conta com dez automóveis elétricos, disponibilizados pela Nissan, para que os prefeitos possam se locomover pela cidade. O modelo Leaf, que será usado na C40 é o primeiro elétrico a ser produzido em larga escala e já lançado no Japão, Estados Unidos e em alguns países europeus. Além disso, a prefeitura de São Paulo também disponibilizou ônibus da nova frota, movida a etanol, que são até 90% menos poluentes que os modelos tradicionais, movidos a diesel. Com informações do Estadão.
Ao pesquisar na internet um assunto visando resolver a questão de um cliente me deparei com um assunto que achei muito interessante: Tijolos ecoeficientes. O que mais me impressionou é que são diversas possibilidades de se fazer tijolos que sejam sustentáveis.
O tijolo é matéria-prima básica da construção civil, independente da classe social, tipo de construção ou mesmo local, pois ele está presente na maioria das edificações. Mas para que possa ser fabricado o tijolo convencional (alvenaria) ele precisa ser cozido em fornos nas olarias e dessa forma é necessário queimar muita lenha. A titulo de exemplificação, para cada milheiro de tijolos, são necessárias aproximadamente cinco a dez árvores, que, alem de poluir a atmosfera e aumentar os desmatamentos, os tijolos convencionais agravam o efeito estufa.
O tijolo ecológico é diferente do tijolo convencional porque não precisa ser cozido em fornos, eliminando assim a utilização de lenha e a derrubada de dez árvores para a fabricação de mil tijolos. Sem lenha também não há fumaça e, por conseqüência, não há emissão de gases de efeito estufa. Além disso, sua composição é formada por terra, água e cimento.Segundo estudos realizados em todo o Brasil, o sistema construtivo dos Tijolos Ecológicos traz para a obra, de 20 até 40% de economia com relação ao sistema construtivo convencional. Um dos motivos é que não há desperdício, como neste último. “Hoje em uma obra convencional cerca de 1/3 do material vai para o lixo”.
Para que possamos tentar mostrar as vantagens desse tijolo, segue uma pequena listinha:
1. Diminui o tempo de construção em 30% com relação a alvenaria convencional, devido aos encaixes que favorecem o alinhamento e prumo da parede;
2. Estrutura - As colunas são embutidas em seus furos, distribuindo melhor a carga de peso sobre as paredes, o que cria uma estrutura muito mais segura;
3. Redução de uso de madeiras nas caixarias dos pilares e vigas em quase zero;
4. Economia de 70% do concreto e argamassa de assentamento;
5. Economia de 50% de ferro;
6. Os Tijolos Ecológicos são curados com água e sombra, diferente dos tijolos convencionais que dependem da queima de milhares de lenhas queimando em fornos e contribuindo demasiadamente com o aquecimento global e com desmatamentos;
7. Durabilidade maior do que o tijolo comum, pois chega a ser até 6 x mais resistente;
8. Alivia o peso sobre a fundação evitando gastos desnecessários com estacas mais profundas e sapatas maiores;
9. Fácil acabamento. Se preferir não precisa rebocar e pintar, economizando mais ainda. Os Tijolos Ecológicos já possuem um lindo acabamento, semelhante aos tijolos aparentes, necessitando o uso de apenas um impermeabilizante a base de silicone ou acrílico, e rejunte flexível (varias cores da vedacit e votaran);
10. Revestimento é simples usando-se direto sobre tijolo apenas uma fina camada (5mm) de reboco, textura, gesso ou graffiato;
11. O assentamento dos azulejos é direto sobre os tijolos;
12. Obra mais limpa e sem entulhos;
13. Acústica Como o tijolo ecológico possui dois furos, as paredes formam um isolamento acústico, diminuindo os ruídos provocados na rua para o interior da casa;
14. Isolamento Térmico (calor) – O furo dos tijolos, são importantes pois formam câmaras térmicas evitando com isso que o calor que esta do lado de fora penetre no interior da residência. Com isso a temperatura interna é inferior a externa;
15. Isolamento Térmico (frio) – Com o Frio acontece ao contrario, pois a temperatura da casa fica mais quente do que a externa;
16. Proteção de Umidade - Esses furos também propiciam a evaporação do ar, evitando com isso, a formação de umidade nas paredes e interior da construção, que causa danos à saúde e danos materiais;
17. Instalações Hidráulicas - Toda a tubulação é embutida em seus furos dispensando a quebra de paredes, como na alvenaria convencional;
18. Instalações Elétricas - Como as instalações hidráulicas, também são embutidas nos furos, dispensando conduites e caixas de luz, podendo os interruptores e tomadas serem fixados, diretamente sobre os tijolos.
Em algumas cidades do Brasil, uma tecnologia 100% brasileira vem sendo implantada com sucesso na fabricação de tijolos que não precisam ser cozidos, são auto-encaixáveis e dispensam qualquer tipo de acabamento. É o tijolo ecológico, que aproveita como matéria-prima o solo da própria fábrica, resíduos de pedreiras e cimento. Entre outras iniciativas, o tijolo ecológico inspirou um projeto de ressocialização em uma penitenciária do Complexo de Bangu, no Rio de Janeiro, e é matéria-prima de conjuntos habitacionais que estão sendo construídos em algumas cidades de Rondônia, como Pimenta Bueno e Ministro Andreazza.
É possível também encontrar tijolos feitos de esterco e existe inclusive uma espécie de fábrica especializada nessa fabricação.
A empresa produz tijolos a partir de esterco de vacas, e segundo os proprietários, os produtos são mais resistentes, mais leves e muito menos prejudiciais à natureza.
Além de ajudar a natureza com a redução na emissão de CO2 na hora da fabricação, o tijolo de esterco evita a exploração de áreas para a retirada de argila. A matéria-prima é abundante e sua utilização é benéfica para a higiene dos locais.
Outro fato importante é o aumento de renda que esta prática pode trazer para os fazendeiros. Durante o processo de combustão é utilizado metano, ao invés de madeira.
Há ainda tijolos que tem na sua produção isopor. A iniciativa surgiu de empresário de Santa Catarina que recebeu encomenda de casa de praia com isolamento térmico. Logo após o início das obras, percebeu que seria impossível atender ao pedido sem estourar o orçamento previsto. Então, descobriu que uma cooperativa de reciclagem queria se desfazer de uma grande quantidade de isopor que atravancava seus depósitos. “Como o isopor é isolante térmico, achei que era possível acrescentar o material na composição dos tijolos para aproveitar esse efeito sem gastar muito”, diz o empresário, que aceitou a doação do isopor, fabricou os tijolos e os utilizou para construir a casa do cliente. A idéia deu tão certo que foi criada uma fábrica especializada nesse tipo de fabricação de tijolos, que são sem sombra de duvidas sustentáveis.
Alem de aproveitar resíduos de pedreiras e cimento, conforme anteriormente comentado, há a possibilidade de fabricar tijolos que utilizem 40% de sua constituição com resíduos de construção civil. Segundo um estudo de profissionais da área realizado em São Paulo (que pode ser visto nesse link: http://www.ppgec.feis.unesp.br/producao2004/Engenharia%20sustent%E1vel%20-%20Aproveitamento%20de%20res%EDduos%20de%20constru%E7%E3o%20na%20composi%E7%E3o%20de%20tijolos%20de%20solo-cimento.pdf) a qualidade e resistência são bastante similares.
Tem ate tijolo de plástico, que foi apresentado em Milão, na semana de Design: feito de plástico reciclado. Segundo a fabricante inglesa, as peças podem ser utilizadas na construção de casas e até prédios. Cada tijolo tem 33 centímetros de comprimento por 25 de altura. Para montar uma casa, basta ir encaixando um no outro, tal qual no Lego, clássico brinquedo de construção. Como são leves – cada peça pesa, no máximo, cerca de 3 quilos – e dispensam materiais como vigas de metal e cimento, os tijolos exigem menos transporte e processos industriais, o que alivia a emissão de poluentes. A fabricante garante que os tijolos oferecem isolamento térmico e acústico, e até proteção contra terremotos.
Existe ainda o tijolo feito de lodo retirado de ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) industriais. A “tecnologia” foi desenvolvida por estudantes de engenharia de Produção Civil da Uniube (Universidade de Uberaba), foi aprovada e venceu o concurso Mãos à Obra/Precon, cuja premiação foi anunciada durante o Minascon/Construir Minas 2010, principal evento da construção civil e que é uma iniciativa da Câmara da Indústria da Construção da Fiemg.
A idéia surgiu quando os estudantes viram os resíduos gerados na região como uma boa opção. O que mais chamou a atenção foi o lodo dos decantadores das Estações de Tratamento de Efluentes (ETE) das indústrias, que usaram como matéria-prima na fabricação de tijolos destinados à construção de habitações de interesse social.
Descrição do evento: Horário: 30 abril 2011 a 28 maio 2011 Local: Núcleo Moeda - Ecovida São Miguel Organizado por: Ecovida São Miguel
Venha Barrear!!!
Participe dos mutirões de fim de semana para construção da parede de Bambu-a-pique do nosso Yurt. Aprenda na prática a tecnica de bioconstrução de baixo custo com bambu-a-pique e ajude a construir o nosso centro de convivências do Núcleo Moeda! Evento gratuito! Hospedagem em área de Camping. Alimentação vegetariana compartilhada, traga a sua. Ecovida São Miguel - Núcleo Moeda
Organização e Informações: Peter e Marina ecovidasaomiguel@gmail.com
domingo, 27 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Uma casa modelo ecologicamente correta, tanto na construção quanto em seus equipamentos, móveis e utensílios, uma exposição de produtos e tecnologias com espaço para negócios sustentáveis e uma programação voltada para o entretenimento, CASA VIVA guarda, na verdade, a intenção de provocar mudanças nos hábitos de consumo da sociedade. Isso tudo unido a uma série de palestras técnicas, debates, apresentação de cases e estudos voltados para a sustentabilidade. Um empreendimento grandioso.
Com o propósito de integrar a competitividade nos negócios e a responsabilidade socioambiental, CASA VIVA traz também um forte viés de educação ambiental. Buscando, através da conscientização ambiental e da prática de novos hábitos de consumo, mostrar para o público que é possível ser parte do planeta e não o centro dele, CASA VIVA chega com a missão de modificar o comportamento da sociedade, trazendo a teoria para a prática. Através de valores como Sustentabilidade, Novos Hábitos de Consumo e Simplicidade, CASA VIVA quer aproximar das pessoas comuns a idéia de que é necessário, e mais importante, possível descobrir novos meios de viver o cotidiano.
No centro do processo está uma casa modelo ecologicamente correta, totalmente desenvolvida com equipamentos ecoeficientes. Na CASA VIVA protótipo será desenvolvida ainda uma série de atividades de educação ambiental que tem o objetivo de disseminar práticas sustentáveis através da orientação de agentes capacitados e que será destinada a participação da sociedade.
O evento também conta com uma feira de negócios voltada para equipamentos, produtos e serviços dirigidos à construção sustentável. Afirmando, assim, a visão de CASA VIVA que entende que a lucratividade pode estar aliada à responsabilidade ambiental.
CASA VIVA traz ainda um ciclo de debates técnicos, palestras, cases e estudos voltados para a questão da sustentabilidade, que tem o intuito de orientar empresas e gestores no sentido de, entre outros objetivos, integrar as questões ambientais às práticas de gestão.
CASA VIVA busca através de atitudes transformar padrões. Através de mudanças no âmbito da cultura, quer tornar a pessoa comum ambientalmente consciente e responsável. Através de novas experiências que passam pela forma de cozinhar, o modo de vestir, até o modo de como se relacionar com a água no banheiro, na cozinha, no jardim, CASA VIVA quer transformar cada atitude e cada um de nós num pedacinho do planeta.
As portas da CASA VIVA estão abertas. É só entrar e vivenciar uma nova experiência.
30 de Junho a 3 de Julho de 2011
Centro de Convenções Sulamérica
Rio de Janeiro
Visite: http://www.casavivaconceito.com.br
Fonte do texto: http://www.casavivaconceito.com.br/site/o-que-e-casaviva.php
Por causa de um comentário feito por um leitor, fui descobrir o Green Nation Fest e me encantei!
Green Nation Fest é um Festival Ambiental de Cinema e Novas Mídias inserido em uma grande Feira Interativa/sensorial de 10.000 m2, onde o público mergulhará em ambientes climáticos planetários, em atividades lúdicas/educativas, em demonstração de tecnologias de vanguarda e todas as formas de sensibilização para uma mudança de comportamentos e atitudes em prol da sustentabilidade.
Principais atrações: - Concurso cultural de filmes, blogs, twitter, fotos e álbum de fotos com inscrições abertas no site do evento e premiação durante o festival; - Sensações climáticas como desertificação, terremoto, degelo, queimada; - Montagem de um hospital de brinquedos, associado ao filme 31 minutos, e uma campanha de doação de brinquedos usados; - Montagem de uma casa sustentável; - Quiz gigante interativo; - Mostra internacional de filmes; - Aulas/dicas de comportamentos individuais e coletivos contra o desperdício; - Seminário internacional sobre sustentabilidade.
Local: Cais do Porto - Armazém da Ação da Cidadania. Rio de Janeiro/RJ.
Datas: Inscrição dos filmes: Março de 2010 a abril de 2011 Feira sensorial: Primeiro semestre de 2011
Depois de pedalar no SWU e sentir na pele (ou na perna) o que é gerar energia limpa, me surpreendi com algumas idéias fantásticas, e verdes, é claro!
1) HOTEL OFERECE REFEIÇÕES DE GRAÇA PARA QUEM ESTIVER DISPOSTO A GERAR ELETRICIDADE
O Crown Plaza Hotel, em Copenhague, Dinamarca , oferece uma chance para quem quer fazer uma boa refeição sem deixar de cuidar do planeta. O hotel disponibiliza bicicletas ligadas a um gerador de eletricidade para os hóspedes voluntários. Cada um deles deve produzir pelo menos 10 Watts/hora de eletricidade aproximadamente 15 minutos de pedalada para um adulto saudável. Após o exercício, o hóspede recebe um generoso vale-refeição: 26 euros, aproximadamente 60 reais.
2) BAR CAPTA ENERGIA PRODUZIDA PELA DANÇA DE SEUS FREQUENTADORES
Todas as luzes e os sons de uma balada gastam uma quantia considerável de eletricidade. Pensando nisso, o dono do Bar Surya, em Londres, refez o chão da pista de dança de seu estabelecimento e o revestiu com placas que, ao serem pressionadas pelos frequentadores do lugar, produzem corrente elétrica. Essa energia é então usada para ajudar na carga elétrica necessária à casa. Andrew Charalambous, o visionário dono do bar, diz que a eletricidade produzida pela pista modificada representa 60% da necessidade energética do lugar.
3)EMPRESA CRIA IMPRESSORA QUE NÃO USA TINTA NEM PAPEL
Quem disse que uma impressora precisa de tinta ou papel para existir? Conheça a Impressora PrePean. Diferente das convencionais, ela utiliza uma peça térmica para fazer as impressões em folhas plásticas feitas especialmente para isso. Além de serem à prova dágua, elas podem ser facilmente apagadas. É só colocá-las novamente na impressora que, através de outra temperatura, a próxima impressão ficará no lugar da anterior. A mágica faz com que apenas uma dessas folhas possa ser utilizada mil vezes.
4) UNIVERSIDADE CONSTROI TELHADO VERDE
O Design Verde é uma tendência da arquitetura moderna, e não estamos falando apenas da cor, mas sim de locais como o prédio de cinco andares da Escola de Arte, Design e Comunicação da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura. A construção conta com uma cobertura vegetal e sua forma orgânica se mistura com a natureza onde está inserida. Os telhados revestidos de grama servem como ponto de encontro informal, além de ajudar no equilíbrio térmico do edifício e na absorção da água da chuva.
5) DESIGNER CRIA PIA QUE UTILIZA ÁGUA DESPERDIÇADA PARA REGAR PLANTA
Feita de concreto polido, a Pia batizada de Jardim Zen possui um canal que aproveita a água utilizada na lavagem das mãos para molhar uma planta. Criado pelo jovem designer Jean-Michel Montreal Gauvreau, a pia vem em bacia dupla ou modelo simples. Se você está preocupado em ensaboar toda a sua plantinha, relaxe. Uma peça no início do canal drena o liquido e só deixa água sem sabão escorrer até a planta.
6) DESIGNER CRIA CHUVEIRO QUE O OBRIGA A SAIR QUANDO JÁ DESPERDIÇOU MUITA ÁGUA
O designer Tommaso Colia criou uma solução para aqueles que adoram passar um tempão tomando uma ducha relaxante (é, você mesmo!). O chuveiro Eco Drop possui círculos concêntricos como tapetes no chão, que vão crescendo enquanto o chuveiro está ligado. Após um tempo, a sensação fica tão incômoda que te força a sair do banho e, consequentemente, economizar água. Cerca de 20% de toda energia gasta no lar vem da água quente utilizada no banho seis vezes mais do que a iluminação doméstica, por exemplo.
7) EMPRESA CRIA GRAMPEADOR SEM GRAMPOS PARA EVITAR POLUIÇÃO
Grampos de grampeador são tão poluentes que uma empresa decidiu criar um novo modelo do produto, sem grampos! Em vez dos grampos a que todos estamos acostumados, ele recorta pequenas tiras de papel e as usa para costurar até cinco folhas de papel juntas. Se você se empolgou com a ideia, pode encomendar esses grampeadores personalizados para que sua empresa se vanglorie de contribuir para um mundo livre grampeadores com grampos.
8) DESIGNER CRIA CARREGADOR DE IPHONE ALIMENTADO POR APERTO DE MÃO
Eis uma invenção que dará uma mão na economia de energia. Carregue seu iPhone com um aperto de mão! O conceito foi chamado de "You can work".
Construir uma sociedade sustentável deve ser a busca de cada um de nós, portanto, é fundamental que este assunto esteja sempre em nossa agenda.
Programe-se, pois, estão abertas as inscrições para o curso “Introdução a Permacultura” que será realizado pelo prof. João Rockett, diretor-fundador do IPEP – Instituto de Permacultura e Ecovilas da Pampa.
O curso acontecerá nos dias 22, 23 e 24 de outubro de 2010 no Fonda Hotel Fazenda, em Ravena, Sabará, Minas Gerais e terá uma programação bastante interessante abrangendo permacultura, agricultura sustentável, ecodesign, aquecimento global e outros temas bastante relevantes.
Para efetuar a inscrição, basta acessar o site da Planos & Metas: http://www.planosemetas.com.br/Contatos.html e informar:
· Nome: · Endereço; · Cidade: · CEP.: · Estado: · Tel.: · Cel.: · Profissão: · Instituição que representa: · E-mail: · Forma de Pagamento: - 2 Parcelas ou Parcela Única
Para maiores informações, entre em contato com a Planos & Metas pelo telefone (31)3586-0226.
Um grande desafio global de gestores públicos e privados, técnicos e acadêmicos está em planejar e gerir o território visando à construção sustentável do habitat, enfrentando as consequências das mudanças climáticas, da superpopulação urbana e da exclusão socioterritorial.
Torna-se premente implementar formas de transporte coletivo integrado baseado na utilização de fontes de energia limpas, formular processos produtivos com mínimos impactos socioambientais negativos, planejar ações que assegurem as necessidades habitacionais da população e promover a universalização dos sistemas de saneamento ambiental.
A sustentabilidade, no entanto, não pode ser somente utilitária e funcional, mas deve abarcar as dimensões simbólicas e artísticas para a criação de espaços com as qualidades do lugar.
SUSTENTABILIDADE & CIDADE: Reduzir o consumo dos recursos naturais, para um metabolismo urbano auto-suficiente. Melhorar as condições de inclusão social nas cidades. Fortalecer a compacidade das cidades e o acesso de toda a população aos serviços e infraestrutura urbana.
SUSTENTABILIDADE & TERRITÓRIO: Planejar a região valorizando suas complementaridades, contexto e sociedade, preservando conexões naturais do ambiente como sistemas únicos que interagem com atividades urbanas.
SUSTENTABILIDADE & ARQUITETURA: Uma mudança de atitude no ato de projetar, respeitando os sentimentos, emoções e o contexto das pessoas, conformando um habitat mais humanista e sustentável.
Olhem só que bacana estas fotos que retratam a construção de uma casa a partir de garrafas pet e de vidro também! A ideia é genial! Reciclar reconstruindo! Recebi por email e, mesmo sem saber a autoria deste projeto, acredito que é importante divulgá-lo aqui para que possa servir de inspiração...
"Nigel Page, de 43 anos, e sua companheira, Justine Laycock, de 41, ganharam há duas semanas o maior prêmio da história da loteria britânica: US$ 88 milhões (cerca de R$ 159 milhões). Uma pequena parte do dinheiro foi usada para comprar o novo lar do casal. Eles acabam de se mudar para uma casa de fazenda reformada, com seis quartos, cinema com 25 lugares e piscina coberta. O imóvel é, além de luxuoso, sustentável. Com 20 painéis para capturar a energia solar, a casa tem apenas 10% do gasto energético de uma residência normal. A energia é armazenada em pedras e distribuída pelo subsolo para a casa e a piscina. A construção tem pouca umidade, evitando a proliferação de fungos e ácaros. A casa, que estava à venda desde agosto, custou cerca de US$ 6,3 milhões e fica em Barnsley (no distrito de Gloucestershire). O casal milionário terá como vizinhos celebridades como Elizabeth Hurley e Kate Moss. O casal doou o imóvel em que vivia anteriormente, com os três filhos, em Cirencester, para sua faxineira, Denise Kelso. Denise e seu marido, James, já se mudaram para o imóvel, de cerca de US$ 630 mil."
Caros leitores, recebemos um email do Guilherme Azevedo do IPEMA - Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica e achamos muito importante divulgar a iniciativa deles.
Construção com Bambu
A construção civil se tornou um dos maiores inimigos da sustentabilidade. Ao mesmo tempo que a casa é um dos principais elementos no desenvolvimento da qualidade de vida, sua construção demanda muito gasto de recursos e energia. E a corrida para encontrarmos soluções de menor impacto e ao mesmo tempo com boa resistência fez com que resgatássemos antigas técnicas e adaptássemos às novas necessidades.
A China que tem histórico milenar em construção desse elemento, possui pontes de 500 anos, e outras estrutura centenárias de bambu. O Taj Mahal na Índia possui a estrutura de bambu, assim como novos arranha-céus que estão em construção em Taiwan.
Além da grande resistência e versatilidade do bambu, o uso dele também ajuda na conservação de espécies já que seu ciclo de vida é mais rápido do que das madeiras de construção, ou seja, o seu tempo de plantio e coleta é mais curto, e ao se fazer manejo sustentável desse produto nós não derrubamos toda a touceira, apenas podamos algo que irá crescer novamente.
A utilização do bambu e outros elementos ecológicos em construção deixa evidente que a nossa responsabilidade vem desde a produção da matéria-prima até a integração que a construção terá com o ambiente e a comunidade.
Acreditando na construção sustentável como veículo de transformação, o IPEMA – Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica, promove cursos especializados em Habitações Sustentáveis, Planejamento de Ecovilas, Construção com Bambu, Sistemas Agro-florestais, e Design em Permacultura. Todos, integrando aulas teóricas, práticas e vivências em ecovilas.
Os brasileiros poderão adquirir gratuitamente um projeto de aquecedor solar e construí-lo com as próprias mãos. Tal projeto foi desenvolvido pela ONG Sociedade do Sol, associada ao Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec) do Ipen/USP-SP, e foi batizado: “Um Aquecedor Solar Para Cada Lar”. E até hoje, essa tecnologia já chegou a 13 mil lares brasileiros.
A iniciativa busca substituir parcialmente a energia elétrica consumida por 36 milhões de famílias usuárias de chuveiro elétrico.
Os custos do consumidor serão apenas com a compra do material para construção do Aquecedor Solar de Baixo Custo (ASBC), que permite aquecer 200 litros a mil litros de água.
O projeto foi desenvolvido a partir de componentes hidráulicos de PVC encontrados em lojas de construção. Os preços variam de R$250,00 a R$400,00 – em torno de 10% do valor de similares encontrados no mercado – e pode ser integralmente pago em até nove meses, considerando uma economia média anual de R$388,00 na conta de luz para uma família de cinco pessoas.
Com base em suas necessidades diárias de água aquecida, o espaço disponível e a possibilidade financeira, o usuário escolhe qual será o tipo de caixa que vai utilizar na montagem de seu reservatório. Pode-se optar por instalar uma nova caixa ou então usar a própria caixa- d´água e adaptá-la para se tornar um reservatório térmico.
Para saber mais, basta acessar o site http://www.sociedadedosol.org.br/, que além de oferecer gratuitamente os manuais de construção pela internet, oferece também apoio, sem cobrança, para o usuário tirar dúvidas sobre as técnicas de montagem de um ASBC.
Essa dica parece ser realmente muito boa! Vale a pena dar uma olhada e ver se a construção do Aquecedor (ASBC) é mesmo simples e pode ser realizada por qualquer pessoa.
Fonte do Texto: Jornal Estado de Minas, Caderno de Imóveis, 07/05/2009.
A Bioarquitetura é um ramo da Arquitetura que busca construir imóveis em harmonia com a natureza, com baixo impacto ambiental e custos operacionais reduzidos. Os adeptos do conceito, surgido nos anos 1960, priorizam o uso de técnicas construtivas sustentáveis (tijolo adobe, cimento queimado ou taipa de pilão, entre outras) e matérias-primas naturais, recicláveis, de fontes renováveis e que não possam ser aproveitadas integralmente. Bambu, palhas e madeira reflorestada, ou proveniente de manejo certificado, são bastante utilizados.
A bioarquitetura também dá preferência a mão-de-obra e produtos locais, pois essa é uma forma de incentivar a economia da região e minimizar a necessidade de transporte - o que reduz o custo da construção e a emissão de poluentes.
Os empreendimentos são pensados para serem sustentáveis também depois de prontos. Assim, adotam-se sistemas de iluminação e ventilação naturais e equipamentos de energia renovável, como painéis solares para aquecimento da água dos chuveiros, além de sistemas de captação de água de chuva e de reuso de água.
Para saber mais sobre Bioarquitetura e Construção Sustentável, o site do IDHEA - Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica (www.idhea.com.br) traz várias informações importantes.
Algumas vilas e até cidades já vem sendo construídas de acordo com os preceitos da Bioarquitetura. Acredito que esta técnica é mais um exemplo do valor que se pretende dar à questão ambiental, é mais uma forma de inserir o tema no nosso dia a dia. Ao se utilizar tais técncias ambientalmente corretas para a construção, nós temos muito a ganhar! E se essas regras forem obrigatórias, ou seja, se tornarem Leis, então o meio ambiente tem mais ainda a ganhar e nós também poderemos desfrutar de um ambiente mais equilibrado e como menos desperdício de espaço e energia.
Fonte do texto: Revista Vida Simples, março de 2008, por Yuri Vasconcelos.
O termo “Permacultura” corresponde à junção entre as palavras “cultura” (principalmente Agricultura) e “permanente”.
Segundo informações do site da Rede Brasileira de Permacultura, "em poucas palavras, a Permacultura é uma síntese das práticas agrícolas tradicionais com idéias inovadoras, unindo o conhecimento secular às descobertas da ciência moderna, proporciona o desenvolvimento integrado da propriedade rural de forma viável e segura para o agricultor familiar. Um projeto permacultural envolve o planejamento, a implantação e a manutenção conscientes de ecossistemas produtivos que tenham a diversidade, a estabilidade e a resistência dos ecossistemas naturais”.
De acordo com a definição do blog da Rede de Permacultura do Ceará, a “Permacultura é um nome de um método de design e de trabalho em ambientes habitados pelo homem, que visa a melhoria da interação entre os diversos fatores orgânicos e inorgânicos da paisagem”. O mesmo site ainda completa que “sendo a cultura também um conjunto de hábitos, a Permacultura sugere novos hábitos em relação ao meio ambiente e às pessoas, novas atitudes que permitirão aos seres humanos permanecerem mais harmoniosamente no planeta”.
Por ser um conceito amplo, é mais difícil de entender. Mas é isso mesmo, uma filosofia de vida, um método sustentável de design que busca estabelecer uma harmonia entre as relações humanas, entre as plantas, animais e a Terra. A Permacultura envolve ética e cuidado com o planeta e como se trata de um uso sustentável da terra, não pode ser vista separadamente da cultura, dos estilos de vida e de temas filosóficos.
A Permacultura foi criada na Austrália durante os anos 70 pelos australianos Bill Mollison e David Holmgren. E, conforme esclarece o site da Rede Brasileira de Permacultura, a partir de então, “a Permacultura passou a ser difundida na Austrália, considerando que, naquele país, a agricultura convencional já estava em decadência adiantada, mostrando sinais de degradação ambiental e perda de recursos naturais irrecuperáveis”.
Hoje em dia, a Permacultura é conhecida mundialmente e tem sido adotada nos diversos cantos do mundo. Ao pesquisar em um site de busca, verifica-se uma “enxurrada” de informações sobre o tema.
Alguns autores classificam a Permacultura como um gênero da Agroecologia, ou seja, consideram que a Agroecologia é um termo mais abrangente, envolvendo a Permacultura, a Agricultura Orgânica, a Biodinâmica e etc. Entretanto, há grandes discussões sobre o assunto, mas é importante ter em mente a idéia por trás do conceito de Permacultura, independentemente de sua classificação.
Stephen Poole, Consultor e Tutor de Permacultura australiano, ensina 12 (doze) princípios em que se fundamenta a Permacultura, são eles:
1 – Trabalhar a favor da Natureza e não contra ela (A informação a partir da observação de processos naturais é aplicada para aumentar a produção, usando recursos naturais para economizar energia e trabalho);
2 – Localização relativa, buscando um local apropriado em relação aos outros elementos (Colocar tudo em seu devido lugar. A função eficiente é atingida pela definição cuidadosa da localização de um elemento em relação aos outros);
3 – Cada elemento possui múltiplas funções (Elementos são escolhidos para desenvolver quantas funções for possível);
4 - Cada função importante é realizada por vários elementos, em cooperação (Funções básicas importantes como, por exemplo, o fornecimento de água e de energia, a proteção contra o fogo, etc, são providas através de mais de um modo);
5 – Planejar buscando a eficiência energética (A eficiência energética é atingida através da criação de zonas para conservar e economizar energia, estabelecendo setores, para atingir o melhor resultado com o menor esforço);
6 – Armazenamento da energia natural de forma cíclica (Nutrientes e energia são estocados próximos da fonte e são usados de forma a evitar desperdícios, em linhas gerais tudo que entra no processo produtivo é transformado e pode ser utilizado novamente);
7 – Métodos intensivos de pequena escala (Um bom design maximiza o uso de uma pequena porção de terra, usando o trabalho humano, utensílios e ferramentas manuais e animais no lugar de grandes máquinas consumidoras de combustíveis, utilizando inclusive o espaço vertical em detrimento do espaço horizontal, gerando sucessivas colheitas);
8 – Sucessão e evolução natural das plantas (Sucessão rápida é atingida através do aproveitamento daquilo que já está crescendo (se for útil), introduzindo plantas que sobreviverão facilmente, aumentando o nível de matéria orgânica do solo e substituindo as ervas-daninhas);
9 – Diversidade e policultura (A diversidade aumenta a produção e a estabilidade, policultura no lugar da monocultura);
10 – Interface entre dois ou mais ecosistemas (A interface entre dois ecosistemas representa um terceiro sistema, mais complexo. Assim, aumenta e expande os limites dos ecosistemas originais, gerando recursos adicionais e aumentando a produtividade);
Princípios baseados na AçãoHumana:
11- Tudo pode funcionar de duas maneiras, para o bem ou para o mal (Um bom método de design cria uma vantagem a partir de uma desvantagem. É preciso ver soluções e não problemas);
12 – A produção está limitada apenas pela informação e imaginação (A Permacultura usa métodos de design criativos no lugar da energia ou capital para aumentar a produção).
Para saber mais sobre o tema, seguem alguns bons sites: