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quarta-feira, 1 de junho de 2011

C40 reúne 45 prefeitos para debater soluções ambientais em metrópoles


Teve início nesta terça-feira (31/05/11) a IV Conferência de Prefeitos da C40, que marca o encontro das cidades para discutir questões e soluções ambientais. São Paulo é a sede do evento deste ano, que conta com representantes de grandes metrópoles mundiais.

Até o dia três de junho as autoridades municipais de cidades como Nova York, Rio de Janeiro, Curitiba, Bueno Aires, entre outras, poderão compartilhar experiências e projetos que auxiliem as cidades a solucionarem problemas ambientais. Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo, Miguel Bucalem, “As cidades sofrem com os efeitos das mudanças climáticas, como a alteração no volume de chuvas, que podem causar enchentes e secas. Por isso, é importante aprender a se adaptar a essas mudanças”.

A C40 marca o encontro de cidades que são responsáveis por 70% das emissões mundiais de gases de efeito estufa. No entanto, uma das propostas da conferência é justamente a oportunidade de divulgar trabalhos de contenção das emissões que já foram bem sucedidos. A cidade de São Paulo, por exemplo, apresentará a o trabalho de inspeção veicular, que tem reduzido a quantidade de CO2 despejada na atmosfera por conta dos motores automotivos, a construção de parques lineares, programa de plantio de árvore e a obtenção energética a partir da biomassa, por usinas termelétricas em aterros sanitários desativados.

O prefeito Gilberto Kassab, também tem interesse em uma proposta que já teve resultados positivos em Nova York. A metrópole americana possui um projeto, chamado “Edifícios Verdes”, no qual as construções são obrigadas a seguir padrões sustentáveis em todo o projeto e edificação. A proposta resulta em redução nos impactos ambientais, consumo de água e energia.

O evento, que acontece sob a liderança de Michael Bloomberg, conta com a presença de 45 prefeitos, ambientalistas e outras personalidades mundiais como o ex-presidente norte-americano Bill Clinton.

Para mostrar que as autoridades estão preocupadas em reduzir as emissões de gases de efeito estufa, o evento conta com dez automóveis elétricos, disponibilizados pela Nissan, para que os prefeitos possam se locomover pela cidade. O modelo Leaf, que será usado na C40 é o primeiro elétrico a ser produzido em larga escala e já lançado no Japão, Estados Unidos e em alguns países europeus. Além disso, a prefeitura de São Paulo também disponibilizou ônibus da nova frota, movida a etanol, que são até 90% menos poluentes que os modelos tradicionais, movidos a diesel. Com informações do Estadão.

FONTE: Ciclovivo

sábado, 4 de dezembro de 2010

Recado Greenpeace para ciberativistas!


Gente, repasso para vocês um recado do Greenpeace Brasil sobre a COP - 16, disponível no seguinte link: http://click2.virtualtarget.com.br/index.dma/DmaPreview?4098,3,91016,3b28a11c2c6f42032498576bf472444b,2


Olá, ciberativista


A frase “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima” nunca fez tanto sentido como na 16ª Conferência do Clima (COP16), que acontece em Cancún um ano após o fracasso da 15ª conferência em Copenhague.


As expectativas de se obter um consenso sobre as responsabilidades de cada país no controle do aquecimento global e um comprometimento legal entre eles são quase zero. O Greenpeace está na conferência e mantém a pressão sobre os governos. Siga-nos no Twitter e no Facebook para acompanhar o que acontece na COP16, ou entre direto no nosso site e no blog para ler as últimas notícias.


Os desastres ambientais causados pelas mudanças climáticas, como secas recordes e tempestades violentas, mostram que a demanda por um acordo de controle do aumento da temperatura global continua urgente.


Se os representantes de Estado não querem ficar com a imagem de que estão a passeio em Cancún, precisam avançar nos debates. Os pontos que queremos ver resolvidos englobam a decisão sobre o futuro do Protocolo de Kyoto, que vence em 2012, um fundo que financiará a adaptação dos países para uma economia de baixo carbono e mecanismos de proteção de florestas nativas (conhecido como REDD).


Abraço,

Nicole Oliveira

Coordenadora da Campanha de Clima do Greenpeace Brasil

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Água em pó

Segundo o site Ambiente Brasil, a água em pó existe e pode ajudar a reduzir o aquecimento global.

A foto abaixo mostra a água em pó. Na verdade, parece com açucar e é formada por moléculas de água e de silica (SiO2, dióxido de silício). Cada microgrão do pó possui uma concentração de 95% de água, a mesma de uma melancia. (pena que não deve matar a sede!!)



Graças a essas características é que temos a possibilidade de ajudar a reduzir o aquecimento global: a “água em pó” pode armazenar gases, como o dióxido de carbono (CO2), um dos principais responsáveis pelo efeito.

O autor da descoberta é o cientista britânico Andrew Cooper, que apresentou uma pesquisa sobre essa aplicação da água com silica no 240º Encontro Nacional da Sociedade Americana de Química, nesta quarta-feira, nos Estados Unidos. O cientista descobriu que a substância absorve três vezes mais CO2 que água e silica separadas – e, melhor, no mesmo espaço de tempo. A substancia também seria capaz de acelerar a produção de matéria-prima utilizada na fabricação de remédios, alimentos e outros produtos de consumo.

Segundo um dos cientistas envolvidos no estudo, Ben Carter, não há nada parecido comisso.E completa ainda: “Esperamos que a água em pó ajude a resolver muitos problemas no futuro”.

De acordo com Cooper, o pó poderá também ser utilizado para outros fins, como o transporte de materiais industriais nocivos.

Na verdade, a “água em pó” foi descoberta há muito tempo, em 1968 (42 anos atrás!!!), mas recebeu pouco destaque na comunidade científica até 2006, quando seu uso foi retomado por cientistas britânicos. Foi só recentemente que os cientistas descobriram que ela pode ser utilizada para armazenar gases.

Fonte: Ambiente Brasil

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Participe do Dia Mundial sem Carro! Faça a sua parte!


Todo dia 22 de setembro, pessoas do mundo inteiro se reunem nas ruas, esquinas e praças para lembrar que não podemos aceitar como único meio de transporte, o carro!

Mas não queremos apenas um dia de celebração para depois voltar à vida "normal". Quando as pessoas percebem que o uso do automóvel não é indispensável, devem, a partir daí, deixar de vez esse meio de transporte e adotar um meio mais viável, tanto para a própria sociedade (e aí estamos falando em melhoria da mobilidade urbana), quanto para o meio ambiente (melhoria da qualidade do ar, redução de resíduos, dentre outros aspectos).

A mobilização é importante justamente para chamar a atenção do Governo para que possam ser criadas medidas que beneficiem pedestres, ciclistas e outras pessoas que não utilizam carros e, assim, incentivá-los.


Em Belo Horizonte, o movimento é liderado pelo "Mountain Bike BH". Segundo o "Mountain Bike BH" "Belo Horizonte tem aderido de forma tímida, mas crescente a cada ano, ao Dia Mundial Sem Carro, com campanhas e fechamento de ruas para uso exclusivo de pedestres. Em 2005, foi realizada a primeira pedalada promovida pelo MTB-BH. Em 2006, o pedal-manifesto se repetiu, dessa vez fazendo parte da programação oficial da data, e contando com cerca de 170 ciclistas. E desde então o número vem aumentando a cada edição".

Confira a programação:
22 de setembro de 2010
18h - Concentração de Ciclistas na Praça da Liberdade.
19h - Início da pedalada;

Partipe e leve sua boa e velha bike para dar uma volta!



segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Crédito de Carbono: perspectivas após Copenhagen


O comércio de crédito de carbono esteve no centro dos debates na Conferência de Copenhagen, que reuniu diversos representantes, em dezembro de 2009, para a criação de um novo protocolo de compromisso ambiental. As expectativas, porém, no foram cumpridas do modo como esperado.

Para tratar sobre as perspectivas para o mercado de crédito de carbono após Copenhagen, a Amcham - Câmara Americana de Comércio - em Belo Horizonte, receberá, no “Encontro de Comitês - Direito Internacional e Meio Ambiente”, os profissionais: Marco Antônio Fujihara, Vinícius Francisco de Carvalho Porto e Júnio Magela Alexandre.

Programação:
» Geral
08h30 - Welcome Coffee e Credenciamento
09h00 - Palestra - Marco Antônio Fujihara
09h45 - Palestra - Vinícius Francisco de Carvalho Porto
10h30 - Fórum de debates com Júnio Magela Alexandre
11h00 - Encerramento

Informações:
Contato: Isabel ScapolatemporeTelefone: (31) 2126-9793

Local: AMCHAM BUSINESS CENTER – Rua da Paisagem, 220 – Vila da Serra - Seis Pistas – (31) 2126-9750.

domingo, 11 de julho de 2010

Por um transporte coletivo sustentável


Aqui em Belo Horizonte constatamos com frustração que o transporte individual motorizado é sempre o privilegiado. Ao invés de vermos propostas para melhoria e incremento do transporte coletivo, para ampliação do metrô, vemos mais e mais obras para aumentar o espaço na cidade para os carros. No entanto, essa semana, fiquei sabendo de uma notícia que me deixou bastante feliz: a chegada de ônibus movidos a hidrogênio em São Paulo e Rio.

Ônibus movidos a hidrogênio, que têm como principal vantagem ambiental emitir somente água do escapamento, já chegaram a São Paulo e ao Rio. A expectativa é que o País utilize esses veículos na Copa do Mundo, em 2014, e na Olimpíada, em 2016. Entretanto, segundo especialistas, a popularização de carros que usam esse tipo de combustível e evitam a poluição do ar nas cidades e danos à saúde da população só deve ocorrer nas próximas décadas.

O hidrogênio pode ser produzido a partir de diversas fontes. Essa versatilidade, porém, nem sempre é positiva ao ambiente. O Ministério do Meio Ambiente demonstra preocupação com a questão no Brasil, é comum produzir hidrogênio a partir do gás natural, que é um combustível fóssil. Nesse caso, não haveria vantagem no uso como combustível. Mas é possível gerar hidrogênio por meio de fontes mais limpas, como hidrelétrica, eólica, solar, biomassa e etanol. "Costumamos dizer que existe o hidrogênio "verde", produzido de fontes renováveis e mais limpas, e o hidrogênio "negro", de fontes fósseis (petróleo, carvão, gás natural), com grandes impactos ambientais", explica o professor da Unicamp. O gás também pode ser criado a partir da energia nuclear. "Nesse caso, seus problemas são os riscos de acidentes e o que fazer com o lixo radioativo", diz Silva.

Para evitar a emissão de poluentes e gases-estufa do hidrogênio que vêm de fontes fósseis seria preciso fazer o sequestro do carbono e enterrá-lo sob a terra ou no fundo dos oceanos. Existem métodos para isso entretanto, um dos grandes desafios é garantir que os gases armazenados não escapem para a atmosfera.

Vamos ver se essa moda também pega em BH!

Fonte: Estadão

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Green Drinks amanhã!


Se você quer ampliar seu networking, conversar sobre temas relevantes para o mundo e ainda se divertir, venha participar do Green Drinks de Belo Horizonte!

O movimento GREENDRINKS.org é um Happy Hour que acontece mensalmente em várias partes do mundo desde 1989. Atualmente envolve 642 cidades e 60 países!

Seu objetivo é criar um espaço informal de troca, envolvimento, geração de iniciativas e diálogo para juntar, mobilizar e conectar as pessoas pela construção de uma sociedade sustentável e justa.

No dia 06 de Julho (terça-feira), teremos uma conversa sobre “As emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) do Município de Belo Horizonte”. Será apresentado o perfil de emissões do município e discutidas as alternativas já apresentadas para redução de suas emissões.

Para esta conversa teremos como convidados especiais os sócios da MundusCarbo (http://www.munduscarbo.com/): Breno Rates, Felipe Bittencourt, Matheus Lage, Henrique Pereira e João Marcelo Horta, que são os responsáveis pela elaboração do Inventário de GEE de Belo Horizonte.

Venha, participe, aprenda, compartilhe e se divirta!

Responsabilidade Climática também é Sustentabilidade!!!

Esperamos por você!

Anote na sua agenda:

Quando: Terça - Feira, 06 Julho de 2010 (amanhã)
Horário: 19 horas

Onde: Restaurante Rima dos Sabores (Rua Esmeraldas, nº 522. Prado)

Quem: Todos aqueles que acreditam e que se interessam pela temática que envolve a sustentabilidade (ONG, consultorias, associações, empreendedores sociais, estudantes, empresas...)

Regras do jogo: Convidar amigos que tenham interesse pelo assunto!

Mais informações: Entre em contato com o Núcleo de Sustentabilidade pelo telefone: 31 3319-9269 ou visite: http://www.greendrinks/.org e http://www.greendrinksbh.ning.com/.ning.com

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Em um passado não muito distante...

É incrível como o tempo passa rápido, não?

Estamos acostumados a ouvir que nós, brasileiros, temos a memória "curta", o que, em parte, não deixa de ser uma verdade.

O que não estamos acostumados, e nem podemos estar, é com a total falta de comprometimento de alguns países com a redução da emissão de carbono!

Olhando algumas notícias de hoje, me deparo com a seguinte que, aliás, não é surpresa alguma...


Emissão de carbono da China cresce 9% em 2009, e cai no resto do mundo.
Liberação de CO2 de combustível fóssil chegou a 7,52 bilhões de toneladas.Total global caiu pela 1ª vez desde 1998, por causa da recessão.



Não que os demais países sejam "bonzinhos", mas a China está, sem sombra alguma de dúvidas, contrastando a estratégia da maioria dos países para redução do total de emissões de carbono.

Vimos na última reunião da ONU sobre mundanças climáticas, a COP-15, realizada em dezembro de 2009, um verdadeiro fracasso quanto à negociação para adoção de limites de emissão de CO2.

Na verdade, a China tem resistido às exigências dos negociadores americanos e europeus de adotar limites vinculantes às suas emissões, argumentando que as preocupações ambientais devem ser equilibradas com crescimento econômico e que os países desenvolvidos devem primeiro demonstrar um compromisso significativo de redução de suas próprias emissões.

Em que pese essa argumentação, houve a apresentação de proposta, por este país, para reduzir, até 2020, a chamada intensidade de carbono - ou a quantidade de dióxido de carbono emitida por unidade de produto econômico - em 40% a 45% em comparação aos níveis de 2005. Segundo essa medida, as emissões ainda aumentariam, apesar de haver uma desaceleração da taxa.

E o que vemos agora é que as emissões chinesas de dióxido de carbono pelo uso de combustíveis fósseis, no ano de 2009, subiram 9%.

Talvez essa proposta foi apresentada na COP-15 justamente por saberem do alto índice de emissões que os chineses já haviam despejado na nossa atmosfera em 2009.
Esperamos que os chineses não sofram também de péssima memória...

Fonte da chamada noticiária: Globo.com

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Protocolo de Intenções para viabilizar o Registro Público de Gases de Efeito Estufa

Caros Leitores, o Marcus Vinícius Neves, nosso amigo advogado e grande colaborador do blog, nos enviou uma notícia muito importante que merece ser divulgada aqui, é sobre o Protocolo de Intenções assinado pela FIEMG e SEMAD para viabilizar o Registro Público de Gases de Efeito Estufa.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e a Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) assinaram na sexta-feira (07/05/10) um protocolo de intenções para ratificar o trabalho conjunto entre o Governo de Minas e a iniciativa privada no desenvolvimento de políticas para diminuição da emissão de gases que provocam o efeito estufa. O evento contou também com a apresentação da plataforma online do Registro Público de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), elaborado pela Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam).

As iniciativas fazem parte do Programa Estadual de Redução de Gases de Efeito Estufa e serão a base para a elaboração de inventários voluntários de emissões dos empreendimentos em Minas Gerais. O registro e os inventários incorporam padrões de qualidade internacional para declaração de emissões como a redução da intensidade energética e o reconhecimento de ações voluntárias para redução das emissões de GEE.

O secretário de meio ambiente do estado, José Carlos Carvalho, destacou a importância da participação da iniciativa privada, apoiada pela Fiemg e adiantou durante seu discurso que a plataforma, mesmo ainda em fase de testes preliminares, já despertou o interesse de Paraná, São Paulo e Santa Catarina, que demonstraram interesse na adoção do modelo.

Registro Público Disponível por meio de plataforma online, elaborada pela Feam, em parceria com a Universidade Federal de Lavras, e baseada na metodologia internacionalmente aceita Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol) desenvolvida pelo World Resources Institute (WRI) e pelo World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), o registro configura uma iniciativa inédita no Brasil.

A adesão das empresas tem como contrapartida o direito de uso de um selo que atesta a participação no programa, além de compensações no caso da redução comprovada da missão de GEE, tais como a redução de custo nas analises de renovação de licenças ambientais e a citação na lista anual dos “Empreendimentos com Comprovada Redução de Intensidade de Emissões de GEE”.

A plataforma pode ser acessada no endereço http://registrogee.meioambiente.mg.gov.br:8080/mbga/.

Fonte da notícia: site AMDA (http://www.amda.org.br/)

Fonte da foto: www.ambienteonline.pt

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Projeto interessante!

O SISEMA, Sistema Estadual de Meio Ambiente de Minas Gerais, lançou, no Dia Nacional do Trãnsito (25/09), o projeto Melhorar que consiste, nada mais, nada menos, em promover o oferecimento de caronas entre os próprios sevidores públicos. O projeto visa, além de aproximar os próprios servidores, reduzir a emissão de CO2 e minimizar os impactos no trânsito de Belo Horizonte.


Gostei da idéia!


Alguém me dá uma caroninha hoje?



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Maluquices ECOrretas

Como é crescente a questão do aquecimento global e cada dia mais aumenta a preocupação com a situação, aumenta também, proporcionalmente a quantidade de estudos sobre o tema, idéias mirabolantes sobre como ajudar o planeta e como salvá-lo.

Muitas idéias são muito boas!!A grande maioria dos estudos é válida!Mas nos deparamos à vezes com algumas situações, idéias e tecnologias que, cá pra nós, são um pouco esquisitas...


O ecobarco é movido à energia humana

O barco em formato de concha deslizaria sobre as águas do rio movido com a energia do exercício humano. Dentro do "ecobarco" haveria uma academia de ginástica e a energia das pessoas nas esteiras e bicicletas seria usada para impulsionar o meio de transporte. Mas será que essas academias flutuantes seriam uma solução para o trânsito das grandes cidades? Imagina, você vai sair para uma comemoração, encontrar alguém, reunião de negócios, pega seu mei ode transporte ecológico e chega no local de destino ensopado de tanto se exercitar. Creio que a idéia resolveria em parte os problemas de obesidade, mas será que resolveria os problemas ambientais?


Árvores falsas absorvem gás carbônico?

O pai da expressão “aquecimento global”, o cientista renomado Wallace Broeker quer plantar milhares de árvores sintéticas capazes de absorver gás carbônico, ao preço de U$$600 bi anuais. Hum....pra que plantar árvores falsas gastando esse fortuna ao invés de plantar árvores naturais, a fim de reflorestar o planeta..É Wallace, acho que não vai pegar não...sinto muito..


O "pum" das vaca seria poluente

Ao que dizem cada “pum” que uma vaquinha solta libera muuuito CO2, ao passo que as flatulências de cangurus são, em outras palavras, ecologicamente corretas. Isso porque habitam os corpos dos cangurus uma bactéria ainda não identificada. Querem agora os cientistas implantar essas bactérias nas vaquinhas...será?


Explodir vulcão é a solução?

Explodir vulcão??Eu particularmente acho que não devemos brincar de Deus e muito menos ficar causando desastres naturais..vai que isso foge ao controle?Não confio muito não.


Cientistas querem aproveitar energia dos tornados

Tudo bem que um tornado pode gerar energia de um mega watt/ hora..mas daí a criar um centro de reproduções de tornado??idem comentário de cima..a gente não brinca de mãe natureza...

E você, o que acha dessas idéias malucas??

Caso conheça alguma tão maluca quanto essa, nos envie!

Ah!!a fonte dessa noticia é a revista Época!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Copa do Mundo e Meio Ambiente



No dia 04 de fevereiro de 2009, foi publicado um artigo bem interessante escrito pelo advogado Pedro Trengrouse no Jornal Estado de Minas sobre a relação entre Copas do Mundo (de Futebol) e o Meio Ambiente, o que a princípio pode parecer um tanto curioso... Mas quando analisamos a questão mais profundamente, tudo se mostra realmente interligado!

Segundo Pedro, na Copa do Mundo de 2006, realizada na Alemanha, o Comitê Organizador, o Ministério do Meio Ambiente do país e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) estabeleceram um compromisso para mitigar e reduzir os impactos ambientais provocados pelo evento, principalmente no que se refere à emissão dos Gases de Efeito Estufa (GEE). Nesse sentido, várias iniciativas foram desenvolvidas como a neutralização de 100 mil toneladas de CO2, a promoção do uso responsável dos recursos hídricos, o reaproveitamento e a reciclagem de materiais, o transporte planejado menos poluente, o uso eficiente de energia, a utilização de energia solar, entre outras.

Fato é que desde então, a variável ambiental constitui um dos importantes itens a serem levados em consideração na elaboração do planejamento de toda a estrutura exigida por uma Copa do Mundo de Futebol. Tanto é verdade que a África do Sul está mantendo este compromisso, aproveitando as iniciativas desenvolvidas pela Alemanha e seguindo a idéia de que Esporte e Meio Ambiente devem caminhar juntos.

Conforme conclui Pedro em seu artigo, a Copa do Mundo não representa somente um desafio para os países competidores, mas também para a Sociedade e para o Meio Ambiente. Pedro ainda alerta que o mesmo caminho deverá ser seguido pelo Brasil, país sede da Copa de 2014, sendo que os desafios a serem enfrentados pelo país não se resumem apenas às questões de infra-estrutura e segurança, mas também deverá ser levada em conta os impactos ambientais e como reduzi-los e/ou mitigá-los.

Iniciativas como estas constituem mais um passo na conscientização da importância da questão ambiental, inclusive no âmbito global.