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quarta-feira, 30 de março de 2011

Green Drinks BH!


No dia 05 de Abril (terça-feira), teremos um bate-papo sobre “Compensação de carbono e mudanças climáticas” e o anfitrião da noite será o sócio-diretor do Projeto Compensar, Gustavo Salles Nappo.


Gustavo é graduado em Administração e pós graduado em Gestão Ambiental e Aperfeiçoamento Internacional em Sustentabilidade. Há 6 anos desenvolve projetos na área de sustentabilidade e tem 10 anos de experiência em planejamentos estratégicos, elaboração e gestão de projetos e coordenação logística. É Ponto Focal em Minas Gerais das campanhas internacionais Tic Tac e 350.org, e membro do Coletivo Jovem de Minas Gerais e de redes nacionais e internacionais relacionadas à Juventude e Sustentabilidade. É colaborador voluntário da ONG 4 Cantos do Mundo.


Esperamos por você!


Anote na agenda:


Local de encontro: Restaurante Rima dos Sabores. Rua Esmeraldas, nº 522. Bairro: Prado. (http://www.rimadossabores.com.br/)


Quem pode ir: Todos aqueles que acreditam e que se interessam pela temática que envolve a sustentabilidade


Regras do jogo: Convidar amigos que tenham interesse pelo assunto!


Mais informações: Entre em contato com o Núcleo de Sustentabilidade & Inovação da Anima Educação pelo telefone: 31 3319-9269 ou email: sustentabilidade@animaeducacao.com.br


ENTRADA FRANCA! Você só paga se consumir!


Visite: http://sustentabilidadeanima.ning.com/groups/group/show?id=2938537%3AGroup%3A6042&xg_source=msg_mes_group

terça-feira, 15 de março de 2011

Almanaque Brasil Socioambiental disponível para download


Com 552 páginas, dez ensaios fotográficos e 85 verbetes, o Almanaque Brasil Socioambiental 2008 está disponível para download. Assim como em sua primeira edição, de 2005, traz um panorama atualizado dos ambientes brasileiros – Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal, Pampa e Zona Costeira -, aborda as grandes questões socioambientais contemporâneas, e tem capítulos específicos sobre Diversidade Socioambiental, Florestas, Cidades, Água, Terras, Recursos Energéticos e Minerais e Modelos de Desenvolvimento.

Contém ainda um capítulo inteiro sobre Mudanças Climáticas. O tema permeia toda a publicação, que traz informações específicas sobre as ameaças que as alterações no clima representam para cada região do Brasil a partir de cenários pessimistas ou otimistas, seus efeitos sobre o planeta, a relação do Brasil com o aquecimento global, o papel das florestas na regulação do clima, e quais os desafios que se colocam daqui para frente, no Brasil e no mundo.

Cartões-postais brasileiros ameaçados revelando a situação de paisagens, regiões ou lugares do País que vêm sendo afetados por grandes obras, poluição, desmatamento ou descaso também integram a publicação. Os textos foram produzidos por 122 colaboradores, entre jornalistas, ativistas e especialistas das mais diferentes áreas. Um mapa-pôster destaca os efeitos da ação humana sobre o território brasileiro.


Fonte do texto e do material: ISA, Instituto Socioambiental.

Link: http://www.socioambiental.org/nsa/detalhe?id=3266

sábado, 12 de março de 2011

Participe da Hora do Planeta 2011!


A Hora do Planeta é uma festa! Uma grande comemoração que reúne mais de 1 bilhão de pessoas no mundo. Juntos com o WWF-Brasil queremos mostrar que o aquecimento global não está com nada e que precisamos de medidas urgentes para manter o nosso planeta.

Para a festa ficar completa chame seus amigos e familiares. Somos nós todos juntos que vamos fazer a diferença. Seja um disseminador da Hora do Planeta e espalhe essa mensagem o máximo que puder.

No sábado 26 de março, entre 20h30 e 21h30, você e o mundo inteiro vão apagar as luzes por sessenta minutos em sinal de alerta contra o aquecimento global.

Selecionamos aqui algumas ações simples que você pode fazer para participar ativamente na nossa divulgação e ajudar o WWF-Brasil a mobilizar o maior número de pessoas:


- O primeiro passo é se cadastrar em “Quero Participar”. Assim o WWF-Brasil pode computar seu nome como participante e enviar as atualizações da mobilização;

- Depois acesse a área “Participe” do site e baixe o material disponível;

- Use as mídias sociais para falar da Hora do Planeta.

- Se você tem um blog, publique notícias sobre a Hora do Planeta e insira um banner do movimento;

- Importante: em todas essas ações, coloque sempre o link www.horadoplaneta.org.br;

- E não se esqueça: no sábado 26 de março apague as luzes entre 20h30 e 21h30.


Isso é só o começo. Use a sua criatividade em favor do planeta. Crie seu próprio cartaz, escreva uma música, faça um vídeo. A Hora do Planeta é um movimento das pessoas, e fica muito melhor com a participação de todos!

Fonte do texto e da imagem: http://www.horadoplaneta.org.br/

sábado, 4 de dezembro de 2010

Imagem do dia

Casa derretida - Procurando qualquer trabalho para ajudar a alimentar minha família!

Um verdadeiro "sem teto" em função dos efeitos do Aquecimento Global...

Recado Greenpeace para ciberativistas!


Gente, repasso para vocês um recado do Greenpeace Brasil sobre a COP - 16, disponível no seguinte link: http://click2.virtualtarget.com.br/index.dma/DmaPreview?4098,3,91016,3b28a11c2c6f42032498576bf472444b,2


Olá, ciberativista


A frase “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima” nunca fez tanto sentido como na 16ª Conferência do Clima (COP16), que acontece em Cancún um ano após o fracasso da 15ª conferência em Copenhague.


As expectativas de se obter um consenso sobre as responsabilidades de cada país no controle do aquecimento global e um comprometimento legal entre eles são quase zero. O Greenpeace está na conferência e mantém a pressão sobre os governos. Siga-nos no Twitter e no Facebook para acompanhar o que acontece na COP16, ou entre direto no nosso site e no blog para ler as últimas notícias.


Os desastres ambientais causados pelas mudanças climáticas, como secas recordes e tempestades violentas, mostram que a demanda por um acordo de controle do aumento da temperatura global continua urgente.


Se os representantes de Estado não querem ficar com a imagem de que estão a passeio em Cancún, precisam avançar nos debates. Os pontos que queremos ver resolvidos englobam a decisão sobre o futuro do Protocolo de Kyoto, que vence em 2012, um fundo que financiará a adaptação dos países para uma economia de baixo carbono e mecanismos de proteção de florestas nativas (conhecido como REDD).


Abraço,

Nicole Oliveira

Coordenadora da Campanha de Clima do Greenpeace Brasil

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

COP 16: uma nova frustação?


A COP-16, 16ª Conferência das Partes da ONU sobre Mudança Climática (COP-16), que está acontecendo no México, entre 29 de novembro e 10 de dezembro de 2010, já está dando o que falar...


A ideia central é que o mundo retome as negociações climáticas lideradas pelas Nações Unidas em Copenhague, que geraram um acordo sem muita expressão, dada ausência de um prazo determinado para um tratado legal e vinculante entre os países.


Em Copenhague, Barack Obama, o presidente dos Estados Unidos, celebrou o acordo, originalmente negociado com a China e outras economias emergentes, como sendo um passo histórico e prometeu a aumentar "o impulso que estabelecemos em Copenhague." Contudo, cabe lembrar que China e EUA são os principais emissores de gases causadores do efeito estufa (g.e.e.) e que até agora a agenda dos dois não reflete urgência no assunto.


Em função disso, as expectativas com relação à celebração no México de importantes compromissos nacionais para redução de emissões de g.e.e. estão em baixa.


Lula, o presidente do Brasil, tem uma posição cética com relação à COP-16. Segundo o governante, que não comparecerá à reunião de Cancún, o mundo não pode ter nenhuma expectativa para a COP-16. "Não vai nenhum grande líder. No máximo irão ministros do Meio Ambiente", por isso "não se deve esperar nenhum avanço", disse o presidente.


Lula reiterou, ainda, a sua decepção com a cúpula realizada em Copenhague, da qual disse que estava "tudo pronto para chegar a um acordo fantástico", que, em sua opinião, afundou pela posição dos países mais desenvolvidos e, em particular, dos Estados Unidos.


"Existe um risco muito grande de que tenhamos perdido o impulso", afirmou um importante delegado sobre a luta contra as emissões, que causam ciclones mais poderosos, extinguem espécies, causam secas e deslizamentos e aumentam os níveis dos oceanos.


Por outro lado, uma mudança para o México, um país no meio do caminho entre os ricos e os pobres, pode ajudar as negociações que quase fracassaram em meio a alegações de Sudão e Venezuela de que a anfitriã Dinamarca estava inclinada em favor dos interesses dos ricos. O México "pode ser muito melhor, para preencher essa difícil tarefa de construir pontes," disse Kim Carstensen, chefe da iniciativa climática global do grupo ambiental WWF.


O responsável para a Mudança Climática do Governo mexicano, o embaixador Luis Alfonso de Alba, afirmou que não se pode esperar medidas drásticas em Cancún, mas que o encontro faz parte de um longo processo.


A próxima reunião da ONU sobre o clima será uma sessão semestral entre autoridades na cidade alemã de Bonn, de maio 31 a 11 de junho próximos.


O primeiro período do Protocolo de Kyoto, que vincula todos os países exceto pelos EUA a cortar emissões, vale até 31 de dezembro de 2012.


Será que dá tempo para ficar nesse longo processo de negociações?


Postagens baseadas nas informações divulgadas no portal MSN Verde, através do seguinte link: http://verde.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=26583808&page=2

Imagem obtida no site oficial do evento: http://cc2010.mx/en/

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Água em pó

Segundo o site Ambiente Brasil, a água em pó existe e pode ajudar a reduzir o aquecimento global.

A foto abaixo mostra a água em pó. Na verdade, parece com açucar e é formada por moléculas de água e de silica (SiO2, dióxido de silício). Cada microgrão do pó possui uma concentração de 95% de água, a mesma de uma melancia. (pena que não deve matar a sede!!)



Graças a essas características é que temos a possibilidade de ajudar a reduzir o aquecimento global: a “água em pó” pode armazenar gases, como o dióxido de carbono (CO2), um dos principais responsáveis pelo efeito.

O autor da descoberta é o cientista britânico Andrew Cooper, que apresentou uma pesquisa sobre essa aplicação da água com silica no 240º Encontro Nacional da Sociedade Americana de Química, nesta quarta-feira, nos Estados Unidos. O cientista descobriu que a substância absorve três vezes mais CO2 que água e silica separadas – e, melhor, no mesmo espaço de tempo. A substancia também seria capaz de acelerar a produção de matéria-prima utilizada na fabricação de remédios, alimentos e outros produtos de consumo.

Segundo um dos cientistas envolvidos no estudo, Ben Carter, não há nada parecido comisso.E completa ainda: “Esperamos que a água em pó ajude a resolver muitos problemas no futuro”.

De acordo com Cooper, o pó poderá também ser utilizado para outros fins, como o transporte de materiais industriais nocivos.

Na verdade, a “água em pó” foi descoberta há muito tempo, em 1968 (42 anos atrás!!!), mas recebeu pouco destaque na comunidade científica até 2006, quando seu uso foi retomado por cientistas britânicos. Foi só recentemente que os cientistas descobriram que ela pode ser utilizada para armazenar gases.

Fonte: Ambiente Brasil

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Curso de Introdução à Permacultura - Sabará/MG


Construir uma sociedade sustentável deve ser a busca de cada um de nós, portanto, é fundamental que este assunto esteja sempre em nossa agenda.

Programe-se, pois, estão abertas as inscrições para o curso “Introdução a Permacultura” que será realizado pelo prof. João Rockett, diretor-fundador do IPEP – Instituto de Permacultura e Ecovilas da Pampa.

O curso acontecerá nos dias 22, 23 e 24 de outubro de 2010 no Fonda Hotel Fazenda, em Ravena, Sabará, Minas Gerais e terá uma programação bastante interessante abrangendo permacultura, agricultura sustentável, ecodesign, aquecimento global e outros temas bastante relevantes.

Para efetuar a inscrição, basta acessar o site da Planos & Metas: http://www.planosemetas.com.br/Contatos.html e informar:

· Nome:
· Endereço;
· Cidade:
· CEP.:
· Estado:
· Tel.:
· Cel.:
· Profissão:
· Instituição que representa:
· E-mail:
· Forma de Pagamento: - 2 Parcelas ou Parcela Única

Para maiores informações, entre em contato com a Planos & Metas pelo telefone (31)3586-0226.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Protocolo de Intenções para viabilizar o Registro Público de Gases de Efeito Estufa

Caros Leitores, o Marcus Vinícius Neves, nosso amigo advogado e grande colaborador do blog, nos enviou uma notícia muito importante que merece ser divulgada aqui, é sobre o Protocolo de Intenções assinado pela FIEMG e SEMAD para viabilizar o Registro Público de Gases de Efeito Estufa.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e a Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) assinaram na sexta-feira (07/05/10) um protocolo de intenções para ratificar o trabalho conjunto entre o Governo de Minas e a iniciativa privada no desenvolvimento de políticas para diminuição da emissão de gases que provocam o efeito estufa. O evento contou também com a apresentação da plataforma online do Registro Público de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), elaborado pela Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam).

As iniciativas fazem parte do Programa Estadual de Redução de Gases de Efeito Estufa e serão a base para a elaboração de inventários voluntários de emissões dos empreendimentos em Minas Gerais. O registro e os inventários incorporam padrões de qualidade internacional para declaração de emissões como a redução da intensidade energética e o reconhecimento de ações voluntárias para redução das emissões de GEE.

O secretário de meio ambiente do estado, José Carlos Carvalho, destacou a importância da participação da iniciativa privada, apoiada pela Fiemg e adiantou durante seu discurso que a plataforma, mesmo ainda em fase de testes preliminares, já despertou o interesse de Paraná, São Paulo e Santa Catarina, que demonstraram interesse na adoção do modelo.

Registro Público Disponível por meio de plataforma online, elaborada pela Feam, em parceria com a Universidade Federal de Lavras, e baseada na metodologia internacionalmente aceita Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol) desenvolvida pelo World Resources Institute (WRI) e pelo World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), o registro configura uma iniciativa inédita no Brasil.

A adesão das empresas tem como contrapartida o direito de uso de um selo que atesta a participação no programa, além de compensações no caso da redução comprovada da missão de GEE, tais como a redução de custo nas analises de renovação de licenças ambientais e a citação na lista anual dos “Empreendimentos com Comprovada Redução de Intensidade de Emissões de GEE”.

A plataforma pode ser acessada no endereço http://registrogee.meioambiente.mg.gov.br:8080/mbga/.

Fonte da notícia: site AMDA (http://www.amda.org.br/)

Fonte da foto: www.ambienteonline.pt

domingo, 21 de março de 2010

Dica de filme: Blue Planet - Planeta Azul


Realmente muito interessante a descrição do Documentário inglês, elaborado pela BBC, sob a direção de Alastair Fothergill, lançado em 2009, que leva o título de: Blue Planet ou Planeta Azul, em português. Ainda não assisti, mas fiquei muito curiosa e com certeza vale a pena conferir! Fica aqui a dica! Transcrevi a sinopse do filme para quem quiser dar uma olhada (http://www.eovideolevou.com.br/).

Sinopse: O ser humano está constantemente em busca de recursos para entender melhor a natureza e suas formas. Conhecer os diferentes biomas na Terra pode ajudar a projetar um futuro próximo, ou compreender fatos passados. Uma opção prática e cada vez mais intensa para conferir imagens sobre a natureza são os documentários. Com equipamentos e tecnologias de áudio e vídeo cada vez mais evoluídos, esses materiais podem mostrar com mais detalhes as belezas submarinas. A Log On Editora Multimídia lança no Brasil o documentário Blue Planet, da BBC, que traz o conteúdo mais completo e diferenciado sobre os oceanos, em imagens ricas, narrativas complexas e trilha sonora cativante.Com um orçamento sem precedentes, Blue Planet, “está mais perto de um milagre do que de um programa de TV”, segundo o jornal britânico The Guardian. A série composta por quatro DVDs conta a história natural dos oceanos e seus ecossistemas e tem duração total de 676 minutos, incluindo extras.Além de abordar os clássicos confrontos entre presas e predadores das mais diversas espécies, exibe cenas como o “vai e vem” de mais de cinco mil tartarugas marinhas, por hora, nas praias da Costa Rica, em noite única noite, para depositar seus ovos.Outro destaque é para a questão humana e como as ações do homem e o aquecimento global refletem também no mar. Após o fenômeno El Niño, por exemplo, a elevação da temperatura da água facilitou o desenvolvimento de infecções de pele nos tubarões martelo.Do mesmo diretor de Planet Earth (documentário mais vendido no mundo), Alastair Fothergill, Blue Planet é o resultado de cinco intensos anos de filmagem e edições.

Boxe com 8 episódios em 4 DVDs

Idiomas: Inglês

Legendas: Português e inglês

Tela: Widescreen

Censura: Livre

quinta-feira, 18 de março de 2010

sábado, 13 de março de 2010

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

E por falar em COP...


E por falar em Copenhague, COP 15, que será o tema do próximo Green Drinks em BH, temos que nos preparar para a COP 16, que acontecerá no fim do ano, no México. Sobre o assunto, divulgo aqui algumas notícias.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, acredita que a comunidade internacional conseguirá chegar a um acordo legalmente vinculativo a respeito da mudança climática na reunião sobre o tema que acontece no fim do ano no México.

Ban afirmou que a conferência realizada em dezembro passado em Copenhague, a capital dinamarquesa, "foi um passo considerável no caminho certo e rumo ao alcance de um tratado vinculativo no México". "Por isso, acredito que, com a liderança do presidente (Felipe) Calderón e o apoio das Nações Unidas, conseguiremos avançar", afirmou o diplomata.

Ban acrescentou que "o acordo de Copenhague oferece uma linha mestra clara" para a obtenção de um tratado na conferência do fim deste ano. "Muitos países apresentaram metas precisas sobre reduções das emissões até 2020 e as nações desenvolvidas aceitaram dar US$ 30 bilhões em ajudas nos próximos três anos e US$ 100 bilhões a cada ano até 2020", destacou.

O secretário-geral da ONU também disse que há "decisões importantes" a serem colocadas em "prática" agora, por isso encorajou todos os membros da comunidade internacional a se unirem "o mais rápido possível neste acordo".

Nesse âmbito, podemos dizer que o Brasil adotou uma postura de vanguarda e já se dispôs a diminuir as suas emissões de gases de efeito estufa... Contudo, alguns grandes poluidores - como os E.U.A. ainda não tomaram a mesma decisão. Bom, será que podemos ter esperanças de que dias melhores virão ou não?

Fonte do texto: Folha on line, dia 29/01/2010, da EFE, de Nova York, link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u686476.shtml

terça-feira, 1 de dezembro de 2009


Quer participar de alguma forma da COP 15?




Acesse: http://www.tictactictac.org.br/

O Parque do Ibirapuera, em São Paulo, será palco, no dia 6 de dezembro, das 10h às 18h, do evento TÔ NO CLIMA, uma iniciativa da campanha global de ações pelo clima TICTACTICTAC. O principal objetivo do evento é mobilizar a sociedade brasileira a pressionar líderes nacionais e globais para que não seja adiado o compromisso de firmar um novo acordo climático global durante a durante a 15ª Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP-15), que acontece de 7 a 18 de dezembro em Copenhague, na Dinamarca.



Para evitar as piores conseqüências das mudanças climáticas, é preciso começar a construir uma economia de baixo carbono, ou seja, uma economia com reduções drásticas das emissões dos gases que agravam o efeito estufa. Nesse sentido, governos de todo o mundo negociam as bases do novo acordo climático. Entre os pontos fundamentais desse novo acordo, estão: a definição de metas de redução de emissões de gases de efeito estufa para as principais economias do mundo e mecanismos de financiamento para ajudar países em desenvolvimento, especialmente os mais pobres, a se preparar e se adaptar às mudanças climáticas.



Copenhague, entretanto, corre o risco de fracassar. Chegar a um acordo tem sido difícil, já que os países relutam em assumir os custos e o peso político para estabelecer novas regras para a produção do que consumimos e a energia que utilizamos. Outro problema é que nações desenvolvidas e em desenvolvimento jogam a responsabilidade pelo novo acordo umas para as outras e não chegam a uma decisão comum.



O evento conta com o apoio da Prefeitura de São Paulo, Secretaria do Verde do Município de São Paulo, Auditório Ibirapuera e Natura.




(11) 3846-5787 / (11) 3846-5787 / 7130-2488
INFORMAÇÕES SOBRE TICTACTICTAC:
Veronica Marques / (21) 9981-0211 /

Faltam 5 dias para o COP 15, em Copenhague.


Entre os dias 7 a 18 de dezembro deste ano, a UNFCCC – Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima promoverá, em Copenhague (Dinamarca), a COP-15, 15ª Conferência das Partes, quando então o mundo tentará resolver e frear a ameaça do aquecimento global à sobrevivência da civilização humana.

"De acordo com o 4º relatório do IPCC – Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, órgão que reúne os mais renomados cientistas especializados em clima do mundo, – publicado em 2007, a temperatura da Terra não pode aumentar mais do que 2º C, em relação à era pré-industrial, até o final deste século, ou as alterações climáticas sairão completamente do controle. Para frear o avanço da temperatura, é necessário reduzir a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, já que são eles os responsáveis por reter mais calor na superfície terrestre. O ideal é que a quantidade de carbono não ultrapassasse os 350ppm, no entanto, já estamos em 387ppm e esse número cresce 2ppm por ano.

Diminuir a emissão de gases de efeito estufa implica modificações profundas no modelo de desenvolvimento econômico e social de cada país, com a redução do uso de combustíveis fósseis, a opção por matrizes energéticas mais limpas e renováveis, o fim do desmatamento e da devastação florestal e a mudança de nossos hábitos de consumo e estilos de vida. Por isso, até agora, os governos têm se mostrado bem menos dispostos a reduzir suas emissões de carbono do que deveriam. No entanto, se os países não se comprometerem a mudar de atitude, o cenário pode ser desesperador. Correremos um sério risco de ver: - a floresta amazônica transformada em savana; - rios com menor vazão e sem peixes; - uma redução global drástica da produção de alimentos, que já está ocorrendo; - o derretimento irreversível de geleiras; - o aumento da elevação do nível do mar, que faria desaparecer cidades costeiras; - a migração em massa de populações em regiões destruídas pelos eventos climáticos e - o aumento de doenças tropicais como dengue e malária."

"A Convenção vai trabalhar com o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas. Isso significa que os países industrializados, que começaram a emitir mais cedo e lançam uma quantidade maior de CO2 e outros gases de efeito estufa na atmosfera em função de seu modelo de crescimento econômico, devem arcar com uma parcela maior na conta do corte de carbono. Por isso, a expectativa é de que os países ricos assumam metas de redução de 25% a 40% de seus níveis de emissão em relação ao ano de 1990, até 2020. Os países em desenvolvimento, por sua vez, se comprometem a reduzir o aumento de suas emissões, fazendo um desvio na curva de crescimento do “business as usual” e optando por um modelo econômico mais verde. É isso o que fará com que Brasil, Índia e China, por exemplo, possam se desenvolver sem impactar o clima, diferentemente do que fizeram os países ricos. Para mantermos o mínimo controle sobre as consequências do aquecimento global, a concentração global de carbono precisa ser estabilizada até 2017, quando deve começar a cair, chegando a ser 80% menor do que em 1990. "

Meta brasileira é aprovada:

"O climatologista e diretor do INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Carlos Nobre, secretário-executivo da Rede Clima e agora também membro do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, está satisfeito com as metas de redução de emissões apresentadas pelo Brasil.Ele calcula que, se o país cumprir a meta máxima, de cerca de 39% de redução das emissões em 2020, em relação ao modelo do business as usual, estaríamos fazendo praticamente o mesmo dever de casa que os Estados Unidos propõem em sua Lei de Energia e Mudanças Climáticas. Enquanto os americanos pretendem diminuir as emissões de carbono em 17% em relação ao ano de 2005 – o que corresponderia a 1,2 bilhão de toneladas de CO2e –, o Brasil reduziria em 1,1 bilhão de toneladas de CO2e."
E aí? Qual a sua sugestão para a COP 15?
Fonte: Site Planeta Sustentável (Editora Abril).