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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Vendaval provoca queda de árvores em Belo Horizonte e Contagem (MG)


O tempo virou até na capital mineira nesta quinta-feira (9/06/11). Após provocar estragos em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás, a linha de instabilidade avançou para norte organizada, onde a Região Metropolitana de Belo Horizonte foi afetada. De acordo com a Defesa Civil, mais de 20 árvores foram derrubadas em diversos pontos da capital. Já em Contagem, além de queda de árvores, sinais de trânsito foram danificados, bem como casas destelhadas.

Nas rodovias, o tempo severo também provocou transtornos. Parte da BR-040 que liga Belo Horizonte ao Rio de Janeiro ficou bloqueada nos dois sentidos na altura da cidade de Nova Lima. O vendaval derrubou muitas árvores sobre as pistas.

As Ecomeninas residem em diferentes lugares do Brasil (Minas Gerais, Brasília e Bahia), mas todas moramos em Belo Horizonte por (ou há) muito tempo. Ontem assustei muito com o vendaval que veio acompanhado de chuva forte por volta de 19:30 horas.

Eu moro no 21º andar, na região central da capital mineira e confesso que nunca vi nada parecido. Um tufão foi formado na avenida Afonso Pena. O barulho do vento passando pelas frestas de janelas e portas foi extremo e a preocupação veio logo após o início da forte pancada de chuva. Lembrei imediatamente dos estragos ocorridos em São Paulo no começo da semana, noticiados incessantemente nos jornais na terça feira. Hoje, ao abrir sites diversos de noticias, vi que no Rio de Janeiro também houve tempestade de vento.

Não sei o que vocês pensam, mas esses fenômenos bem como outros, por exemplo, as cinzas do vulcão chileno, me deixam muito pensativa sobre a questão do meio ambiente. Alguém podia dar uma explicação mais certa sobre a influência antrópica em todas essas "anomalias naturais"...

FONTE: www.deolhonotempo.com.br

domingo, 16 de janeiro de 2011

A Tragédia da Habitação Popular


Sobre a série de trágédias que estamos vendo diariamente nos jornais e todos os terríveis problemas causados pelas chuvas, é muito válido dar uma olhada neste artigo de opinião escrito pelo Edésio Fernandes, já que ele tem muito propriedade para falar sobre o assunto.

Edésio Fernandes é Bacharel em Direito (Universidade Federal de Minas Gerais), Especialista em Urbanismo (UFMG); Mestre (LL.M. in Law in Development,Warwick University, UK) e Doutor em Direito (Ph.D., Warwick University).

Atualmente, é professor do Development Planning Unit/DPU da University College London (Inglaterra) e da Teaching Faculty do Lincoln Institute of Land Policy em Cambridge MA (EUA), bem como professor visitante em duas universidades brasileiras.

É Coordenador do IRGLUS - International Research Group on Law and Urban Space, que é um dos grupos de trabalho do Research Committee on Sociology of Law da International Sociological Association, bem como um dos parceiros do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-Habitat).


A tragédia da habitação popular
(Edésio Fernandes)

A história é antiga, mas tem se repetido com maior frequência e intensidade em diversas cidades brasileiras: enchentes de rios e córregos, inundações, deslizamento de barrancos, desabamento de barreiras, enxurradas de lama, destruição de vegetação, infraestrutura, equipamentos e construções, e todo tipo de danos materiais – e sobretudo um número cada vez maior de mortes. A quantidade absurda de chuvas que caiu na Região Serrana do Rio de Janeiro, causando o maior desastre natural da história do Brasil, parece estar relacionada ao processo de aquecimento global que recentemente afetou outros países como Colômbia, Austrália e Sri Lanka. É justo dizer que um fenomeno natural desse porte causaria forte devastação em qualquer parte do mundo. Contudo, há fatores de natureza bem brasileira que explicam o enorme impacto destruidor das chuvas e sobretudo o número obsceno de mortes, especialmente se comparados com os impactos de desastres em outros países em desenvolvimento. Se existem discussões científicas acerca do papel da ação humana no processo de aquecimento global, não restam dúvidas de que as tragédias brasileiras resultam em grande parte do padrão de ocupação do solo e desenvolvimento urbano no país, e de que os impactos dos desastres poderiam ser menores se os gestores públicos brasileiros tivessem uma maior responsabilidade territorial.

Visitando as áreas atingidas, a Presidente Dilma Rouseff declarou com precisão: "Vimos áreas nas quais montanhas nunca tocadas pelo homem se dissolveram. Mas, também vimos áreas nas quais a ocupação ilegal causou danos à saúde e à vida das pessoas.” Como ocorreu em Angra dos Reis em 2010, as enchentes e os deslizamentos também atingiram áreas ocupadas por grupos privilegiados, que segundo os dados existentes ocupam a enorme maioria das encostas no Rio de Janeiro, embora em densidade menor do que as das favelas. Entretando, o número de mortes foi infinitamente maior nas áreas ocupadas pelos mais pobres nas encostas, várzeas e fundos de vale. A Presidente declarou que “a ocupação de áreas de risco é a regra, e não a exceção, no Brasil”, e perguntou: “Quando não há políticas habitacionais, onde as pessoas que ganham menos de dois salários mínimos vão viver?”

De fato, desde o começo do Séc. XX, o crescimento urbano no país tem se caracterizado pela falta de políticas fundiárias e habitacionais de interesse social. O planejamento territorial e as leis de uso do solo são elitistas, reforçam a estrutura fundiária concentrada, geram altos valores para os proprietários de imóveis, e não reservam áreas centrais para os pobres. Há um estoque de 5.5 milhões de imóveis vazios ou sub-utilizados que não cumprem uma função social. A presença do Estado através de serviços e equipamentos se concentra nas áreas “nobres” das cidades. Os mercados imobiliários formais não oferecem lotes/unidades habitacionais para os pobres, e as políticas habitacionais nos três níveis governamentais são insuficientes e inadequadas. Cerca de 93% do déficit habitacional, calculado entre 6.4 e 7.9 milhões de unidades, se concentra nas famílias que ganham entre 0 e 3 salários mínimos.

Para a maior parcela da população, o acesso informal ao solo urbano nas favelas e loteamentos clandestinos tem historicamente oferecido mais e melhores opções de moradia do que os setores estatal e privado juntos. Mesmo com os investimentos recordes em infraestrutura e produção habitacional feitos no governo Lula, os recursos do Programa Minha Casa, Minha Vida somente chegam às familias que ganham mais de 5 salários mínimos, além do que, na falta de integração com politicas fundiárias, esse programa tem reforçado problemas estruturais. Sem opções formais de acesso à moradia, os mais pobres tem cada vez mais ocupado as áreas excluídas dos mercados imobiliários formais, especialmente áreas de preservação ambiental e áreas públicas, pagando preços cada vez mais altos, inclusive financeiros, para viverem em condições extremamente precárias - e ficando assim muito mais vulneráveis aos desastres naturais.

Trata-se de um padrão perverso de urbanização de risco e segregação sócioespacial, expressão de um processo de desenvolvimento urbano especulativo sem compromisso com qualquer sustentabilidade sócioambiental. Faltam políticas de saneamento, ações de gestão dos riscos e medidas de prevenção de desastres nos assentamentos informais. Não há políticas curativas consistentes para a regularização desses assentamentos, e nem políticas preventivas de democratização do acesso ao solo com serviços e à moradia. Não há fiscalização das ações ilegais de ricos e pobres; pelo contrário, o clientelismo político tem se renovado à custa da reprodução da informalidade. Mesmo quando existem recursos, não há projetos técnicos adequados e nem capacidade de gestão administrativa na escala necessária. Longe de promoverem uma ampla reforma urbana, muitas administrações públicas tem abraçado com vigor a ideologia de mercantilização plena das cidades, a serviço dos velhos interesses de grupos econômicos poderosos. A classe média fecha os olhos aos problemas dos pobres, quando não reage de maneira insensível e intolerante. Em muitos casos, o discurso ambientalista tem sido utilizado, não para enfrentar problemas e oferecer soluções possíveis, mas para justificar remoções de milhares de familias sem que opções adequadas lhes sejam oferecidas – assim perpetuando o problema da informalidade. Respostas institucionais pontuais e fragmentadas são dadas na sequência de um desastre, mas são logo abandonadas até a próxima tragédia.

Se os pobres são certamente os grupos mais diretamente afetados, os desastres naturais cada vez mais extremos já mostraram, no Brasil e em outros países, que não distinguem entre grupos sociais. Na falta de articulação de políticas urbanas, fundiárias, habitacionais e ambientais, todos vamos pagar preços cada vez mais altos, direta e indiretamente, pela história de irresponsabilidade territorial: moradores de favelas e loteamentos irregulares, de faixas litoraneas e encostas, de centros urbanos e de condomínios exclusivos. Nesse jogo perverso, todos perdemos.

Fonte da foto: página de entrada do MSN Brasil (http://br.msn.com/)

sábado, 15 de janeiro de 2011

Doações para vítimas das enchentes no Rio


Para quem quiser ajudar e fazer doações para as vítimas das enchentes no Rio de Janeiro, há diversos postos de coleta na capital fluminense à disposição. São eles:

Dez unidades da Guarda Municipal do Rio estão recebendo doações. A prioridade é arrecadar colchonetes, alimentos não-perecíveis, água e roupas para serem doados aos necessitados.

- Centro: no Centro Administrativo São Sebastião (sede da Prefeitura - Rua Afonso Cavalcanti 455, Cidade Nova).

- São Cristóvão: na sede da Guarda (Avenida Pedro II 111).

- Botafogo: na base operacional da GM-Rio (Rua Bambina 37).

- Barra da Tijuca: na 4ª Inspetoria (Avenida Ayrton Senna 2001).

- Madureira: na 6a Inspetoria (Rua Armando Cruz, s/n).

- Praça Seca: na 7ª Inspetoria (Praça Barão da Taquara 9).

- Lagoa: 2ª Inspetoria (Rua Professor Abelardo Lobo s/n - embaixo do viaduto Saint Hilaire, na saída do Túnel Rebouças).

- Bangu: na 5ª Inspetoria (Rua Biarritz, s/n).

- Tijuca: na 8ª Inspetoria (Rua Conde de Bonfim 267).

- Campo Grande: na 13ª Inspetoria (Rua Minas de Prata 200).

- Ceasa de Irajá: No prédio da administração (Avenida Brasil 19.001, Irajá). Interessados em colaborar também podem entrar em contato pelos telefones (21) 2333-8274 ou 2333-8225 e pelo email: ceasapresidencia@ceasa.rj.gov.br

- Praça da Cruz Vermelha 10, no Centro do Rio.

Coordenadoria Regional de Educação (CRE): As 10 CRE's da estão recebendo donativos. Endereços para doações:

- Vicente Carvalho: Carioca Shopping, Balcão de Informações, no 1º piso do shopping (Avenida Vicente de Carvalho 909, em Vicente de Carvalho).

- Morro dos Macacos: Centro Comunitário Raiz e Vida (Avenida 28 de setembro 406/sala 2,Vila Isabel). Telefone para contato: Márcia Helena, 9633-4982 (fazer contato antes da entrega).

- Morro do Borel: Ciep da Rua São Miguel (Borel) ou Posto de Saúde. Telefones para contato: Renata, 9154-4938. Maiores Necessidades: Materiais descartáveis (copo, prato, fraldas etc).

- Andaraí: Associação de Moradores João Paulo II (Rua Sá Viana 269, Grajaú). Telefones para contato: Edson, 81859498. Maiores Necessidades: colchonetes, materiais de higiene pessoal e alimentos.

- Cerro-Corá e Guararapes: Padaria do Geneci (Rua João Delerri 68, Cosme Velho). Telefones para contato: 9189-1904 e 9154-0975 (falar com Fátima). Maiores Necessidades: alimentos (principalmente para bebês: papinhas e leite), roupas, água e calçados para crianças e bebês.

- Morro do Turano: Colégio Estadual Herbert de Souza (Rua Barão de Itapagipe, próximo ao número 311, Rio Comprido). Telefones para contato: 7896-8200 (Gisele). Maiores necessidades: fralda, absorvente, mamadeira e leite em pó.

Centro: ESPM-RJ, na biblioteca da unidade (Rua do Rosário 90, 2º andar). O atendimento é das 8h às 22h.

Centro: Academia Contours até o dia 5 de maio (Avenida Almirante Barroso 97 - sobreloja). Mais informações pelo telefone 2240-3600.

Caixa de Assistência aos Advogados do Rio de Janeiro (CAARJ) está recolhendo donativos. Doações podem ser entregues entre 10h e 16h. Os endereços podem ser consultados no site www.oab-rj.org.br.

Linha Amarela: Donativos podem ser entregues, de segunda a sexta-feira, das 9h às 20h, na Central Passe Expresso, após do Túnel da Covanca, sentido Barra da Tijuca.

Santa Teresa: Instituto Marquês de Salamanca (IMDS). Doações na Escola Estadual Monteiro de Carvalho (Rua Almirante Alexandrino 2495). Procurar por Ângelo, Solange ou Cirlei de 8h às 20h.

Jacarepaguá: Center Shopping Rio até o dia 18 de abril (Avenida Geremário Dantas 404, 3º piso, no SAC do shopping). Mais informações pelo telefone 3312-5000.

McDonald's: Nas 63 lojas da rede na cidade do Rio. Serão recolhidos fraldas descartáveis, produtos de limpeza e higiene pessoal, roupas de cama e de banho, cobertores e travesseiros, além de brinquedos. Não serão aceitas doações de alimentos de qualquer espécie.

Grupo Pão de Açúcar (Pão de Açúcar, ABC CompreBem, Sendas, Extra Hipermercados e Assaí): Nas 99 lojas do grupo. Serão recolhidos alimentos não perecíveis, roupas e cobertores. A campanha vai até o dia 16/04. Todo material arrecadado será entregue para a Defesa Civil.

Barra: O Rio Design Barra recebe as doações no setor Doações no Concierge, localizado no 1º piso. O endereço: Avenida das Américas 7.777.

Barra: No Shopping Downtown, as doações podem ser entregues no SAC, localizado no bloco 12C, subsolo. O endereço é Avenida das Américas 500.

Botafogo: O Botafogo Praia Shopping está recolhendo donativos. As doações devem ser entregues no SAC, no 2º piso do shopping, que fica na Praia de Botafogo 400.

Del Castilho: Os donativos podem ser entregues no Shopping Nova América, no Espaço Cliente (1º piso). O shopping fica na Avenida . Martin Luther King Jr, 126.

Leblon: Donativos podem ser entregues no Rio Design Leblon, que fica na Avenida Ataulfo de Paiva 270.Teatros, lonas e centros culturais recebem donativos.


Fonte do texto: http://extra.globo.com/noticias/rio/chuvas-no-rio-saiba-onde-fazer-doacoes-para-vitimas-das-enchentes-no-estado-110806.html

Fonte da foto: http://www.clicapiaui.com/geral/44501/vitimas-das-enchentes-recebem-doacoes-de-empresas-no-rio.html

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Chuva e muito lixo em Recife


Além das tristes mortes noticiadas decorrentes das fortes chuvas que assolaram o estado de Pernambuco, cerca de 15 toneladas de lixo foram recolhidas da praia de Boa Viagem, no Recife, nesta segunda-feira (21). Entre o material recolhido estão galhos e troncos de árvores, além de sofás, camas, fogões e até aparelhos de televisão. As carcaças de pelo menos três vacas também foram encontradas na areia da praia.


Fonte: G1.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Chuva e caos urbano!




Essa manhã, ao ligar a TV, nos deparamos com o noticiário alertando sobre as fortes chuvas que atingiram a região Sudeste, em especial o Rio de Janeiro. A intensa chuva que atinge o Estado do Rio, há mais de 15 horas ininterruptas, provocou alagamentos, deslizamentos, queda de energia e caos no trânsito e no sistema de transporte, tornando complicada a vida de quem mora neste Estado.


Segundo os meteorologistas, a previsão é de que a chuva continue e, por isso, o Poder Público alerta sobre os perigos à população, recomendando que não saia de casa.


O que se pode observar é que qualquer fenômeno da natureza (chuvas, furacões, ventanias, entre outros), quando atingem um grau mais elevado de força, não poderiam provocar tantos danos se o meio ambiente não estivesse tão degradado. A ocupação irregular de morros e encostas, o desmatamento e a destruição das matas ciliares contribuem para a criação de um verdadeiro estado de calamidade pública nas cidades.


Se o Poder Público e a população não promoverem mudanças na forma de ocupação urbana, viveremos, cada dia mais, o drama das destruições provocadas por estes eventos da natureza. É necessário que se faça uma profunda reforma urbana que garanta a utilização adequada do meio ambiente e uma ocupação mais pacífica, sustentável, nos centros urbanos.


Foto: Uol.


Veja o vídeo:


http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM61910-7823-GLOBONEWS+TV+AO+VIVO,00.html

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Mais chuva...


Enquanto isso no Brasil....


"Chuva deixa cerca de 1.200 moradores desabrigados em Itapevi"


Cerca de 1.200 moradores de Itapevi, na Grande São Paulo, ficaram desabrigados depois da chuva que atingiu o município. Um deslizamento de terra na tarde desta segunda-feira causou o desmoronamento de parte da SP-29, via que liga a Rodovia Castello Branco à cidade.


Fonte: /www.band.com.br


Chuvas cada vez mais fortes provocando cada vez mais estragos...
culpa de quem? como evitar? como conter?

Machu Pichu e a chuva




Machu Pichu, um dos destinos mais procurados por turistas no Peru, está sob alerta. As fortes chuvas que atingiram cidades próximas, como Aguas Calientes, estão provocando medo e caos em turistas e na população local.

Segundo o governo peruano, os turistas, cerca de 2 mil, seriam retirados por helicóptero, mas até o momento isso não aconteceu.

As chuvas provocaram deslizamentos de terra, inundando dezenas de casas em algumas regiões de Cusco, e em outras afetaram a única ferrovia que leva a Machu Picchu, que está 1.100 quilômetros a sudeste de Lima.

Fonte: G1.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Uma bóia pra cada morador...


Gente, vcs tem acompanhado os problemas causados pela chuva em todo Brasil? Pois é, a chuva tem espalhado muita dor por aí... As consequências são inúmeraos e atingem grande parte do país. Na virada do ano foi a vez de Ilha Grande e Angra dos Reis no Rio de Janeiro, depois outros estados também sofreram, inclusive Minas Gerais e nesses últimos dias São Paulo (capital) foi fortemente atingida.
Certo é que não pode ser culpado apenas o grande volume de água que caiu pela ocorrência de mortes e inúmeros danos. Não, no caso de São Paulo, inclusive alguns avisos já tinham sido dados. Um ex-vereador da capital dizia que deveria ser dada um bóia para cada morador em decorrência da enorme área pavimentada da cidade que impedia o escoamento da água. Pois é, naquela "selva de pedra", que cresceu ao redor de um grande rio, pouco foi feito para evitar o alagamento de grandes áreas... E o resultado é o pior possível, com direito a peixe boiando dentro de um túnel da cidade...
Sobre esse assunto, eu indico a leitura do excelente artigo publicado na Folha de São Paulo chamado: "Ensaio sobre o Aguaceiro", de Fernando de Barros e Silva, publicado no sábado, dia 23/01/2009, no Caderno A2.