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sábado, 2 de julho de 2011

Universidade de Brasília - Quarta Sustentável

O Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília tem a honra de convidar para a Palestra da Quarta Sustentável:

"Biodiversidade na economia verde, as metas para 2020, e sinergias com mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável"

Cláudio Maretti (WWF)

Data: 06 de julho de 2011
Horário: 18h
Local: Módulo Central do CET – UnB - Campus UnB, Av. L3 Norte, Brasília
site: http://www.cds.unb.br/quartas

Cláudio Maretti é líder da Iniciativa Amazônia Viva da Rede WWF, desde fevereiro de 2011, foi superintendente de Conservação do WWF-Brasil de janeiro de 2007 a abril de 2011, e se iniciou no WWF-Brasil em 2003, coordenando o apoio ao Arpa - Programa Áreas Protegidas da Amazônia. De suas várias atuações em três décadas, teve foco principal o planejamento (regional, ambiental, do uso do solo etc.) e na gestão ambiental, ligados aos interesses da conservação da natureza e sociais. Tem atuado no Brasil, na África e na América Latina. É doutor em geografia humana, com tese sobre gestão territorial comunitária no oeste africano, mestre em geotecnia, com dissertação sobre o planejamento ambiental no litoral sul de São Paulo, e se graduou em geologia, por diferentes unidades da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente também é membro do Conselho da UICN - A União Internacional de Conservação da Natureza e foi vice-presidente regional da Comissão Mundial de Áreas Protegidas, entre outros temas e funções.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Vendaval provoca queda de árvores em Belo Horizonte e Contagem (MG)


O tempo virou até na capital mineira nesta quinta-feira (9/06/11). Após provocar estragos em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás, a linha de instabilidade avançou para norte organizada, onde a Região Metropolitana de Belo Horizonte foi afetada. De acordo com a Defesa Civil, mais de 20 árvores foram derrubadas em diversos pontos da capital. Já em Contagem, além de queda de árvores, sinais de trânsito foram danificados, bem como casas destelhadas.

Nas rodovias, o tempo severo também provocou transtornos. Parte da BR-040 que liga Belo Horizonte ao Rio de Janeiro ficou bloqueada nos dois sentidos na altura da cidade de Nova Lima. O vendaval derrubou muitas árvores sobre as pistas.

As Ecomeninas residem em diferentes lugares do Brasil (Minas Gerais, Brasília e Bahia), mas todas moramos em Belo Horizonte por (ou há) muito tempo. Ontem assustei muito com o vendaval que veio acompanhado de chuva forte por volta de 19:30 horas.

Eu moro no 21º andar, na região central da capital mineira e confesso que nunca vi nada parecido. Um tufão foi formado na avenida Afonso Pena. O barulho do vento passando pelas frestas de janelas e portas foi extremo e a preocupação veio logo após o início da forte pancada de chuva. Lembrei imediatamente dos estragos ocorridos em São Paulo no começo da semana, noticiados incessantemente nos jornais na terça feira. Hoje, ao abrir sites diversos de noticias, vi que no Rio de Janeiro também houve tempestade de vento.

Não sei o que vocês pensam, mas esses fenômenos bem como outros, por exemplo, as cinzas do vulcão chileno, me deixam muito pensativa sobre a questão do meio ambiente. Alguém podia dar uma explicação mais certa sobre a influência antrópica em todas essas "anomalias naturais"...

FONTE: www.deolhonotempo.com.br

quarta-feira, 1 de junho de 2011

C40 reúne 45 prefeitos para debater soluções ambientais em metrópoles


Teve início nesta terça-feira (31/05/11) a IV Conferência de Prefeitos da C40, que marca o encontro das cidades para discutir questões e soluções ambientais. São Paulo é a sede do evento deste ano, que conta com representantes de grandes metrópoles mundiais.

Até o dia três de junho as autoridades municipais de cidades como Nova York, Rio de Janeiro, Curitiba, Bueno Aires, entre outras, poderão compartilhar experiências e projetos que auxiliem as cidades a solucionarem problemas ambientais. Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo, Miguel Bucalem, “As cidades sofrem com os efeitos das mudanças climáticas, como a alteração no volume de chuvas, que podem causar enchentes e secas. Por isso, é importante aprender a se adaptar a essas mudanças”.

A C40 marca o encontro de cidades que são responsáveis por 70% das emissões mundiais de gases de efeito estufa. No entanto, uma das propostas da conferência é justamente a oportunidade de divulgar trabalhos de contenção das emissões que já foram bem sucedidos. A cidade de São Paulo, por exemplo, apresentará a o trabalho de inspeção veicular, que tem reduzido a quantidade de CO2 despejada na atmosfera por conta dos motores automotivos, a construção de parques lineares, programa de plantio de árvore e a obtenção energética a partir da biomassa, por usinas termelétricas em aterros sanitários desativados.

O prefeito Gilberto Kassab, também tem interesse em uma proposta que já teve resultados positivos em Nova York. A metrópole americana possui um projeto, chamado “Edifícios Verdes”, no qual as construções são obrigadas a seguir padrões sustentáveis em todo o projeto e edificação. A proposta resulta em redução nos impactos ambientais, consumo de água e energia.

O evento, que acontece sob a liderança de Michael Bloomberg, conta com a presença de 45 prefeitos, ambientalistas e outras personalidades mundiais como o ex-presidente norte-americano Bill Clinton.

Para mostrar que as autoridades estão preocupadas em reduzir as emissões de gases de efeito estufa, o evento conta com dez automóveis elétricos, disponibilizados pela Nissan, para que os prefeitos possam se locomover pela cidade. O modelo Leaf, que será usado na C40 é o primeiro elétrico a ser produzido em larga escala e já lançado no Japão, Estados Unidos e em alguns países europeus. Além disso, a prefeitura de São Paulo também disponibilizou ônibus da nova frota, movida a etanol, que são até 90% menos poluentes que os modelos tradicionais, movidos a diesel. Com informações do Estadão.

FONTE: Ciclovivo

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Seminário Políticas Públicas, Mudanças Climáticas e Impactos sobre Áreas Frágeis - SP

Os Grupos de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidades e Sociedade; e Ciências Ambientais do Instituto de Estudos Avançados da USP convidam para o Seminário POLÍTICAS PÚBLICAS, MUDANÇAS CLIMÁTICAS E IMPACTOS SOBRE ÁREAS FRÁGEIS.

DATA: 17 DE MAIO DE 2011

HORáRIO: 15H00 àS 18H00

LOCAL: ANFITEATRO DA GEOGRAFIA, FFLCH/USP
AV. PROF. LINEU PRESTES, 338, CIDADE UNIVERSITÁRIA, BUTANTÃ, SÃO PAULO

O seminário pretende discutir a inter-relação entre três fatores:

· alterações climáticas na escala regional;

· seus reflexos em ecossistemas vulneráveis;

· as políticas públicas para adaptação aos impactos desses projetos.

Os pesquisadores que serão expositores do seminário integram um projeto em andamento que envolve a Universidade de São Paulo e a Université Rennes 2, França e pautarão suas análises na comparação dos três fatores no Brasil e na França, destacando as políticas públicas específicas.

O evento conta com a coordenação dos professores Neli Aparecida de Mello-Théry, IEA e EACH/USP e Wagner Costa Ribeiro, IEA e FFLCH/USP.

Programação:

15h00 Abertura
15h15 Biodiversidade, espacialização e avaliação de impactos de políticas públicas - ANNE-ELISABETH LAQUES, Institut de Recherche pour le Développement
15h45 Eventos climáticos extremos e desastres socioambientais no litoral norte paulista - JOãO LIMA SANT’ANNA NETO, UNESP/Presidente Prudente
16h15 Mudanças climáticas no oeste da França:
o caso das secas - VINCENT DUBREUIL, Université de Rennes2, França
16h45 Efeitos potenciais das alterações das concentrações e da composição de queimadas e de desmatamento sobre o balanço energético da atmosfera em escala regional - ANDREA CAVICCHIOLI, EACH/USP
17h15 Debates e encerramento

quarta-feira, 30 de março de 2011

Green Drinks BH!


No dia 05 de Abril (terça-feira), teremos um bate-papo sobre “Compensação de carbono e mudanças climáticas” e o anfitrião da noite será o sócio-diretor do Projeto Compensar, Gustavo Salles Nappo.


Gustavo é graduado em Administração e pós graduado em Gestão Ambiental e Aperfeiçoamento Internacional em Sustentabilidade. Há 6 anos desenvolve projetos na área de sustentabilidade e tem 10 anos de experiência em planejamentos estratégicos, elaboração e gestão de projetos e coordenação logística. É Ponto Focal em Minas Gerais das campanhas internacionais Tic Tac e 350.org, e membro do Coletivo Jovem de Minas Gerais e de redes nacionais e internacionais relacionadas à Juventude e Sustentabilidade. É colaborador voluntário da ONG 4 Cantos do Mundo.


Esperamos por você!


Anote na agenda:


Local de encontro: Restaurante Rima dos Sabores. Rua Esmeraldas, nº 522. Bairro: Prado. (http://www.rimadossabores.com.br/)


Quem pode ir: Todos aqueles que acreditam e que se interessam pela temática que envolve a sustentabilidade


Regras do jogo: Convidar amigos que tenham interesse pelo assunto!


Mais informações: Entre em contato com o Núcleo de Sustentabilidade & Inovação da Anima Educação pelo telefone: 31 3319-9269 ou email: sustentabilidade@animaeducacao.com.br


ENTRADA FRANCA! Você só paga se consumir!


Visite: http://sustentabilidadeanima.ning.com/groups/group/show?id=2938537%3AGroup%3A6042&xg_source=msg_mes_group

terça-feira, 15 de março de 2011

Almanaque Brasil Socioambiental disponível para download


Com 552 páginas, dez ensaios fotográficos e 85 verbetes, o Almanaque Brasil Socioambiental 2008 está disponível para download. Assim como em sua primeira edição, de 2005, traz um panorama atualizado dos ambientes brasileiros – Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal, Pampa e Zona Costeira -, aborda as grandes questões socioambientais contemporâneas, e tem capítulos específicos sobre Diversidade Socioambiental, Florestas, Cidades, Água, Terras, Recursos Energéticos e Minerais e Modelos de Desenvolvimento.

Contém ainda um capítulo inteiro sobre Mudanças Climáticas. O tema permeia toda a publicação, que traz informações específicas sobre as ameaças que as alterações no clima representam para cada região do Brasil a partir de cenários pessimistas ou otimistas, seus efeitos sobre o planeta, a relação do Brasil com o aquecimento global, o papel das florestas na regulação do clima, e quais os desafios que se colocam daqui para frente, no Brasil e no mundo.

Cartões-postais brasileiros ameaçados revelando a situação de paisagens, regiões ou lugares do País que vêm sendo afetados por grandes obras, poluição, desmatamento ou descaso também integram a publicação. Os textos foram produzidos por 122 colaboradores, entre jornalistas, ativistas e especialistas das mais diferentes áreas. Um mapa-pôster destaca os efeitos da ação humana sobre o território brasileiro.


Fonte do texto e do material: ISA, Instituto Socioambiental.

Link: http://www.socioambiental.org/nsa/detalhe?id=3266

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Transferência

Parece um disparate, mas acontece com mais frequência do que podemos imaginar: pinguins aportando no litoral do Rio de Janeiro, no calor de 40º !



Em 2010, o Zoológico de Niterói recebeu 48 pinguins encontrados no litorial do Rio de Janeiro. E quase todos morreram devido ao calor.

Por isso, 13 pinguins sobreviventes estão sendo transferidos para o Aquário de Monterey, na Califórnia, onde serão mantidos em temperatura mais amena e em condições adequadas. Além disso, irão integrar uma exposição sobre os efeitos do aquecimento global.

Para o vôo de 11 horas até a Califórnia, os animais foram acomodados num espaço climatizado da parte dianteira da aeronave, uma espécie de classe executiva da área de carga. Na escala em São Paulo, comeram 10 kg de sardinha fresca. E para matar o tempo antes do embarque, tiveram à disposição uma piscina com água e gelo, em um hangar do aeroporto de Guarulhos.


Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Palestras Gratuítas - BH

Para quem mora em Belo Horizonte ou estará por aqui nas datas indicadas acima, vale a pena dar uma olhada nas Palestras gratuítas promovidas pelo SENAC/MG. Vários temas da área de meio ambiente serão abordados como, por exemplo: Hortas Urbanas, Sustentabilidade, Legislação Ambiental e Mudanças Climáticas.

A dica foi dada pelo nosso amigo Marcus Vinícius Neves que dará a Palestra do dia 24/02, sobre Legislação Ambiental.

Pra quem está querendo se manter atualizado, é uma excelente oportunidade!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Sobre o clima no Brasil

Agora está regulamentado em lei: o Brasil chegará a 2020 emitindo no máximo 2,1 bilhões de toneladas de CO2 por ano. Mais que isso: fica obrigado a publicar anualmente estimativas do total de emissões do país, que facilitarão a verificação do compromisso assumido.

O decreto de regulamentação da Política Nacional de Mudanças Climáticas foi assinado na quinta-feira pelo presidente Luiz e anunciado pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, na conferência do clima em Cancún.



Com a lei regulamentada, o Brasil se torna o primeiro país em desenvolvimento a estabelecer um limite absoluto para o quanto vai poluir. O teto autoimposto pelo Brasil representa ainda uma redução absoluta de 6% em relação a 2,2 bilhões de toneladas que o país emitia em 2005, ano do último inventário de gases estufa.

Fonte: Folha de São Paulo

Sobre o clima



A COP 16 chegou ao fim e foram adotados os acordos de Cancun. Nessa edição dois pontos podem ser destacados. 1) não houve, como se temia, um retrocesso na adesão e perspectivas de continuidade do Protocolo de Kyoto e 2) foram estabelecidas bases bem mais firmes para compromissos multilaterais vinculantes em 2011, que também já servem para sinalizar o caminho para acordos bilaterais ou regionais, e para ações das empresas e outros atores sociais.

Após o desânimo surgido como conseqüência da falta de resultados em Copenhague, na CoP-15, os resultados de Cancun refletem mais esforços de um grande número de países progressistas, comunidades, empresas e indivíduos em todo o mundo.

Cancun não conseguiu levar o processo de negociação multilateral até o final, como em todas as outras COPs, mas a diferença foi a impressão de que a pressão pública pela mudança começou a influenciar as ações políticas nas negociações internacionais.

Cancun mostrou que a grande maioria dos países está pronta para se comprometer, e que muitos querem contribuir com uma resposta global ambiciosa com relação às mudanças climáticas, que possa ajudar na transição da economia global, gerando benefícios para todos.
Muito mais é necessário e talvez o grande impecilho de um acordo conjunto global seja um grupo de governos que cria obstáculos em qualquer fórum onde o tema é discutido. Países como Japão, Rússia e Estados Unidos mantêm pontos em relação aos quais rejeitam compromissos firmes. É o motivo pelo qual em Cancun não se chegou a um acordo sobre a redução mais profunda de emissões e a um maior apoio financeiro para os países mais vulneráveis aos riscos dos impactos climáticos.

As principais economias emergentes - como China, Índia e Brasil - mostraram flexibilidade e respaldaram a sua retórica política com avanços concretos em relação à redução de emissões de carbono. Os membros do Dialogo de Cartagena, um grupo de países em desenvolvimento e desenvolvidos com estratégias avançadas para a redução de carbono, também apresentaram formas de compromissos interessantes. Estes e outros países estão emergindo na liderança de um grupo que será crucial para o êxito na próxima COP, em Durban, e para uma resposta global para as mudanças climáticas – dentro e fora da UNFCCC.

A sobrevivência dos povos, das espécies, dos ecossistemas e dos países ainda está sobre a mesa. Para garantir a vida, devemos manter o aquecimento global inferior a 1.5ºC. A trágica ironia é o informe divulgado pela NASA durante as últimas horas das negociações em Cancun, segundo o qual o ano de 2010 entrará na história como o mais quente de todos os tempos, desde que são feitos os registros. Se não queremos que os próximos anos sejam ainda mais quentes, devemos começar já a fechar a brecha entre as metas atuais de mitigação, e o que a ciência diz ser necessário. E temos que fazê-lo rapidamente.

Fonte: http://www.tictactictac.org.br/

sábado, 4 de dezembro de 2010

Imagem do dia

Casa derretida - Procurando qualquer trabalho para ajudar a alimentar minha família!

Um verdadeiro "sem teto" em função dos efeitos do Aquecimento Global...

Recado Greenpeace para ciberativistas!


Gente, repasso para vocês um recado do Greenpeace Brasil sobre a COP - 16, disponível no seguinte link: http://click2.virtualtarget.com.br/index.dma/DmaPreview?4098,3,91016,3b28a11c2c6f42032498576bf472444b,2


Olá, ciberativista


A frase “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima” nunca fez tanto sentido como na 16ª Conferência do Clima (COP16), que acontece em Cancún um ano após o fracasso da 15ª conferência em Copenhague.


As expectativas de se obter um consenso sobre as responsabilidades de cada país no controle do aquecimento global e um comprometimento legal entre eles são quase zero. O Greenpeace está na conferência e mantém a pressão sobre os governos. Siga-nos no Twitter e no Facebook para acompanhar o que acontece na COP16, ou entre direto no nosso site e no blog para ler as últimas notícias.


Os desastres ambientais causados pelas mudanças climáticas, como secas recordes e tempestades violentas, mostram que a demanda por um acordo de controle do aumento da temperatura global continua urgente.


Se os representantes de Estado não querem ficar com a imagem de que estão a passeio em Cancún, precisam avançar nos debates. Os pontos que queremos ver resolvidos englobam a decisão sobre o futuro do Protocolo de Kyoto, que vence em 2012, um fundo que financiará a adaptação dos países para uma economia de baixo carbono e mecanismos de proteção de florestas nativas (conhecido como REDD).


Abraço,

Nicole Oliveira

Coordenadora da Campanha de Clima do Greenpeace Brasil

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

COP 16: uma nova frustação?


A COP-16, 16ª Conferência das Partes da ONU sobre Mudança Climática (COP-16), que está acontecendo no México, entre 29 de novembro e 10 de dezembro de 2010, já está dando o que falar...


A ideia central é que o mundo retome as negociações climáticas lideradas pelas Nações Unidas em Copenhague, que geraram um acordo sem muita expressão, dada ausência de um prazo determinado para um tratado legal e vinculante entre os países.


Em Copenhague, Barack Obama, o presidente dos Estados Unidos, celebrou o acordo, originalmente negociado com a China e outras economias emergentes, como sendo um passo histórico e prometeu a aumentar "o impulso que estabelecemos em Copenhague." Contudo, cabe lembrar que China e EUA são os principais emissores de gases causadores do efeito estufa (g.e.e.) e que até agora a agenda dos dois não reflete urgência no assunto.


Em função disso, as expectativas com relação à celebração no México de importantes compromissos nacionais para redução de emissões de g.e.e. estão em baixa.


Lula, o presidente do Brasil, tem uma posição cética com relação à COP-16. Segundo o governante, que não comparecerá à reunião de Cancún, o mundo não pode ter nenhuma expectativa para a COP-16. "Não vai nenhum grande líder. No máximo irão ministros do Meio Ambiente", por isso "não se deve esperar nenhum avanço", disse o presidente.


Lula reiterou, ainda, a sua decepção com a cúpula realizada em Copenhague, da qual disse que estava "tudo pronto para chegar a um acordo fantástico", que, em sua opinião, afundou pela posição dos países mais desenvolvidos e, em particular, dos Estados Unidos.


"Existe um risco muito grande de que tenhamos perdido o impulso", afirmou um importante delegado sobre a luta contra as emissões, que causam ciclones mais poderosos, extinguem espécies, causam secas e deslizamentos e aumentam os níveis dos oceanos.


Por outro lado, uma mudança para o México, um país no meio do caminho entre os ricos e os pobres, pode ajudar as negociações que quase fracassaram em meio a alegações de Sudão e Venezuela de que a anfitriã Dinamarca estava inclinada em favor dos interesses dos ricos. O México "pode ser muito melhor, para preencher essa difícil tarefa de construir pontes," disse Kim Carstensen, chefe da iniciativa climática global do grupo ambiental WWF.


O responsável para a Mudança Climática do Governo mexicano, o embaixador Luis Alfonso de Alba, afirmou que não se pode esperar medidas drásticas em Cancún, mas que o encontro faz parte de um longo processo.


A próxima reunião da ONU sobre o clima será uma sessão semestral entre autoridades na cidade alemã de Bonn, de maio 31 a 11 de junho próximos.


O primeiro período do Protocolo de Kyoto, que vincula todos os países exceto pelos EUA a cortar emissões, vale até 31 de dezembro de 2012.


Será que dá tempo para ficar nesse longo processo de negociações?


Postagens baseadas nas informações divulgadas no portal MSN Verde, através do seguinte link: http://verde.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=26583808&page=2

Imagem obtida no site oficial do evento: http://cc2010.mx/en/

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

COP 16: poucos avanços?


O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta terça-feira que não há expectativas de grandes acordos na próxima Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP-16, marcada para novembro em Cancún, no México.
A COP de Cancún terá a difícil missão de não repetir o fracasso da reunião de Copenhague, em dezembro de 2009, que terminou sem acordo formal sobre a redução global de emissões de gases de efeito estufa.
Antes de reunião em Cancún, ONU diz que chegou momento de decidir sobre o climaRepresentante norte-americano minimiza expectativas para cúpula do clima em Cancún
"As expectativas para Cancún são modestas. Não esperamos chegar a um grande acordo", reconheceu Amorim, durante reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.
Segundo o chanceler, um dos principais motivos para o pessimismo é o fato de os Estados Unidos chegarem a mais uma COP sem a aprovação de uma lei nacional de mudanças climáticas. A falta de compromisso norte-americano serve de "mau exemplo" para os outros países envolvidos na negociação.
Apesar da expectativa "modesta", Amorim acredita que em Cancún os negociadores internacionais poderão chegar a alguns avanços na regulamentação do mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD) e no financiamento de ações de mitigação e adaptação.
"Podemos ter pequenos avanços, consolidar outros avanços e evitar retrocessos de compromissos assumidos em Quioto", resumiu.
Amorim disse que o Brasil chegará à COP -16 com "posição moral elevada" por ter liderado, junto a outros países, a única tentativa de acordo formal em Copenhague.
"Não nos escondemos atrás de ninguém. O Brasil concorda com redução de 50% das emissões até 2050, o que vai muito além do que os outros países aceitam", comparou.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Ambientetura 2010 - Porto Alegre


Um grande desafio global de gestores públicos e privados, técnicos e acadêmicos está em planejar e gerir o território visando à construção sustentável do habitat, enfrentando as consequências das mudanças climáticas, da superpopulação urbana e da exclusão socioterritorial.


Torna-se premente implementar formas de transporte coletivo integrado baseado na utilização de fontes de energia limpas, formular processos produtivos com mínimos impactos socioambientais negativos, planejar ações que assegurem as necessidades habitacionais da população e promover a universalização dos sistemas de saneamento ambiental.


A sustentabilidade, no entanto, não pode ser somente utilitária e funcional, mas deve abarcar as dimensões simbólicas e artísticas para a criação de espaços com as qualidades do lugar.


SUSTENTABILIDADE & CIDADE: Reduzir o consumo dos recursos naturais, para um metabolismo urbano auto-suficiente. Melhorar as condições de inclusão social nas cidades. Fortalecer a compacidade das cidades e o acesso de toda a população aos serviços e infraestrutura urbana.


SUSTENTABILIDADE & TERRITÓRIO: Planejar a região valorizando suas complementaridades, contexto e sociedade, preservando conexões naturais do ambiente como sistemas únicos que interagem com atividades urbanas.


SUSTENTABILIDADE & ARQUITETURA: Uma mudança de atitude no ato de projetar, respeitando os sentimentos, emoções e o contexto das pessoas, conformando um habitat mais humanista e sustentável.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Simpósio Internacional de Mudanças Climáticas e Pobreza na América do Sul


O Simpósio Internacional de Mudanças Climáticas e Pobreza na América do Sul faz parte de uma das ações previstas pelo projeto “Sindromes Climáticas y Pobreza en Sudamérica”, financiado pela Fundación Carolina, em seu programa de ajuda a pesquisas CeALCI. O objetivo do projeto é elaborar um painel relativo às condições de pobreza derivadas das mudanças climáticas na América do Sul, com foco no setor de prestação de serviços.

Durante o Simpósio, pretende-se subsidiar um conjunto de indicadores comuns para países da América do Sul através de oficinas de construção de indicadores de "síndromes de sustentabilidade" coordenadas por especialista da Comissão Econômica para América Latina e Caribe - CEPAL.

Para tanto, o Simpósio trará pesquisadores de Universidades do Chile, Argentina, Paraguai, Uruguai, Equador, Bolívia, Perú e Colômbia para apresentar dados e estudos que estão em andamento sobre os possíveis impactos das mudanças climáticas no setor de prestação de serviços, especialmente em saneamento, energia, saúde, transportes, habitação, bem como em questões demográficas.O evento representará espaço para participação e contribuição de pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação das instituições participantes e da comunidade científica em geral, contribuindo com o ensino e a realização de pesquisas e incentivando a proposição de parcerias institucionais e de cooperação internacional inter-universidades para a proposição futura de projetos integrados de pesquisa e intercâmbio.

Público alvo: Alunos de graduação e pós-graduação, pesquisadores, professores e profissionais da área.

domingo, 18 de abril de 2010

quinta-feira, 18 de março de 2010