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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Mutirão: Bambu - a - pique!



Mutirão Bambu-a-pique em Moeda/MG - Ecovida São Miguel

Localização: Núcleo Moeda/MG - Instituto de Permacultura Ecovida São Miguel

Venha fazer parte do Mutirão de Bambu-a-pique da Ecovida em Moeda!

Neste final de semana, dia 14 de maio, de 2011, pertinho de BH.

Mais informações: marinautsch@gmail.com ou Peter: 9783-1304.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Convite do Instituto Ecovida São Miguel


Descrição do evento:
Horário: 30 abril 2011 a 28 maio 2011
Local: Núcleo Moeda - Ecovida São Miguel
Organizado por: Ecovida São Miguel

Venha Barrear!!!

Participe dos mutirões de fim de semana para construção da parede de Bambu-a-pique do nosso Yurt.
Aprenda na prática a tecnica de bioconstrução de baixo custo com bambu-a-pique e ajude a construir o nosso centro de convivências do Núcleo Moeda!
Evento gratuito!
Hospedagem em área de Camping.
Alimentação vegetariana compartilhada, traga a sua.
Ecovida São Miguel - Núcleo Moeda

Organização e Informações:
Peter e Marina
ecovidasaomiguel@gmail.com

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Cartões ecológicos são feitos de excrementos de ursos pandas

Focinho curto, pelagem preta e branca, corpo rechonchudo e um jeito pra lá de bonachão que agrada a todo mundo.



Eles são personagens de desenhos animados, figurinha fácil nos personagens de pelúcia e é difícil alguém dizer que não teve algum produto com a estampa do famoso urso.

E não é que os fofos animais típicos da China foram parar num produto originalíssimo? Um cartão feito do próprio excremento do animal.


Todo o material utilizado nesses cartões é 100% reciclável e fique tranqüilo, é inodoro e nada lembra as suas origens. Como os ursos pandas se alimentam de bambus que possuem vasto material fibroso, o resultado do excremento é excelente para a produção desse papel ecológico.


FONTE: uol.com.br

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

COZINHA VERDE

A revista RG Vogue de setembro trouxe uma matéria muito interessante sobre “Cozinha Verde”.
A matéria fala sobre consumo consciente, economia de recursos naturais e escolhas ecologicamente corretas, indagando ainda como que a sustentabilidade pode se aplicar na vida doméstica.
Dentre várias indagações sobre o que fazer com o óleo de cozinha usado (segundo a revista um litro de óleo de cozinha usado para fritar batatas, se jogado no ralo, pode poluir a água de um riacho inteiro) ou mesmo o que é mais econômico: lavar louça com máquina de lavar ou na mão mesmo, seguem várias dicas interessantes, que podem ser conferidas abaixo:

USO INTEGRAL DOS ALIMENTOS: Consumir alimentos inteiros produz menos lixo. E isso não significa que a gente tenha que tomar suco de casca do abacaxi e fazer bolo com casca de banana para ser verde. Mas não descascar a maçã da criançada já é um bom começo. O mesmo vale para pêra, abobrinha, pepino e muitos outros legumes e frutas. As coisas são mais simples do que parecem. Abóbora, berinjela, batata e mais uma porção de legumes ficam deliciosos assados com casca. E, além do mais, muitos dos nutrientes estão contidos justamente nela.

FAZER A MAIS E CONGELAR EM PORÇÕES
Outra possibilidade, para poder fazer a tal lasanha para dez, é congelar o excedente de cara, sem deixar que metade do prato complete aniversário na geladeira. Ninguém agüenta comer a mesma coisa três dias seguidos. Provavelmente ela iria acabar no lixo.

CONGELAR AS SOBRAS
Não tenha medo de encher o freezer, quanto mais cheio, menos ele trabalha e mais você economiza no fim do mês. Faz bem para a saúde do planeta e do seu bolso.
LAVA-LOUÇA
Muita gente não sabe que a máquina gasta no mínimo 50% a menos de água que a lavagem à mão. E também economiza horrores do seu precioso tempo. Em 10 minutos a cozinha fica em ordem. E isso também tem a ver com a cozinha verde.

PRATOS RÁPIDOS
Para quem não sabe nem fritar um ovo, saiba que é possível fazer um jantar saudável e saboroso em menos de dez minutos. E eu assino embaixo. É consenso: cozinhar é uma atitude sustentável.
ECO-CHIC NA COZINHA
PRATA

Em vez de usar produtos químicos altamente abrasivos e poluentes, na próxima vez que for limpar o faqueiro de prata, faça o teste:coloque água fervente num recipiente de alumínio, como uma assadeira, e misture uma colher bem cheia de fermento em pó e outra de sal. Se a prataria estiver muito preta, dobre as quantidades de fermento e sal. Mergulhe os talheres na solução e deixe-a agir por dez minutos. Os talheres saem limpinhos e brilhando, mas se você quiser depois polir com uma flanela, o resultado fica ainda melhor.
BAMBU
Troque colheres e espátulas plásticas, tábua de polietileno e tudo mais que puder por bambu. Além de lindo o material é ecológico.

BARRO E FERRO
Panelas de alumínio e as antiaderentes que descascam estão na lista negra da cozinha verde. Para aposentá-las, invista em panelas de barro e ferro, inclusive as esmaltadas francesas. Elas mantem o calor por mais tempo, gasta menos gás e energia para cozinhar os alimentos que as de alumínio. Já as antiaderentes baratinhas são altamente poluentes. As que não descascam, de qualidade, são caras, mas valem o investimento. Duram a vida toda.


FONTE: RG – SETEMBRO/EDIÇÃO 98 – pg. 162
Matéria de Rita Lobo

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Construção com Bambu


Caros leitores, recebemos um email do Guilherme Azevedo do IPEMA - Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica e achamos muito importante divulgar a iniciativa deles.


Construção com Bambu


A construção civil se tornou um dos maiores inimigos da sustentabilidade. Ao mesmo tempo que a casa é um dos principais elementos no desenvolvimento da qualidade de vida, sua construção demanda muito gasto de recursos e energia. E a corrida para encontrarmos soluções de menor impacto e ao mesmo tempo com boa resistência fez com que resgatássemos antigas técnicas e adaptássemos às novas necessidades.


A China que tem histórico milenar em construção desse elemento, possui pontes de 500 anos, e outras estrutura centenárias de bambu. O Taj Mahal na Índia possui a estrutura de bambu, assim como novos arranha-céus que estão em construção em Taiwan.


Além da grande resistência e versatilidade do bambu, o uso dele também ajuda na conservação de espécies já que seu ciclo de vida é mais rápido do que das madeiras de construção, ou seja, o seu tempo de plantio e coleta é mais curto, e ao se fazer manejo sustentável desse produto nós não derrubamos toda a touceira, apenas podamos algo que irá crescer novamente.


A utilização do bambu e outros elementos ecológicos em construção deixa evidente que a nossa responsabilidade vem desde a produção da matéria-prima até a integração que a construção terá com o ambiente e a comunidade.


Acreditando na construção sustentável como veículo de transformação, o IPEMA – Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica, promove cursos especializados em Habitações Sustentáveis, Planejamento de Ecovilas, Construção com Bambu, Sistemas Agro-florestais, e Design em Permacultura. Todos, integrando aulas teóricas, práticas e vivências em ecovilas.


Http://www.ipemabrasil.org.br
Http://www.ipemabrasil.org.br/cursos2009.htm