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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

FAS e Banco Mundial: intercâmbio com a África


A FAS – Fundação Amazonas Sustentável, em parceria com o Banco Mundial, recebe líderes africanos para visita técnica ao Brasil, entre 2 e 11 de fevereiro,com o objetivo de promover a troca de experiências relacionadas aos programas de REDD – Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação - e ao manejo florestal no País. A Organização será responsável por uma série de eventos - seminário, visita em campo e rodas de debate.

Com o objetivo de mostrar aos participantes os avanços importantes do Brasil em políticas, implementação do REDD e do manejo florestal comunitário, a visita reunirá mais de 20 participantes de seis países da África (Camarões, República Centro Africana, República Democrática do Congo, Gabão, Madagáscar e República do Congo), atualmente engajados na temática.

A primeira parte do programa será um seminário no Rio de Janeiro. Sob o tema “Avanços e desafios para política florestal no Brasil: REDD+ e Manejo Florestal”, o evento será realizado no BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

As etapas seguintes serão visitas a uma Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Estado do Amazonas, onde a FAS implementa o Programa Bolsa Floresta, e a uma Floresta Nacional no Pará, que permitirão aos participantes conhecerem o processo de implementação do REDD no Brasil. Em cada etapa, grupos de trabalho discutirão como as experiências apresentadas poderão ser aproveitadas em cada país.

Esse tipo de troca de experiências, que traduzem a Cooperação Técnica Internacional na área ambiental, é de suma importância, ampliando o conhecimento de todos os países envolvidos na implantação e execução do REDD.

Fonte da notícia e da imagem: http://www.fas-amazonas.org/pt/

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

10 lugares que você NÃO deve visitar!

Alguns lugares no mundo são "alvo", ao longo de todo o ano, de turistas. Outros, graças à própria degradação humana devem ser evitados!
A revista Galileu traz, baseada no site The List Universe, uma lista com dez lugares do mundo para os quais não deveríamos nos dar ao trabalho de viajar.

10. Grande Mancha de Lixo do Pacífico:

The Great Pacific Garbage Patch” é o nome pelo qual esse amontoado de lixo flutuante, constituído principalmente de plástico, é conhecido. Várias regiões do oceano concentram os detritos nele depositado por causa dos ventos e correntes marítimas. Mas esta área, que fica entre a Califórnia e o Hawaii, no oceano Pacífico, é a maior do mundo. Algumas estimativas indicam que a mancha de lixo tem o tamanho do Estado americano do Texas. Os mais pessimistas dizem que ela tem uma área duas vezes maior do que a dos Estados Unidos



9. lhas Izu:

O grupo formado por mais de 20 ilhas e ilhotas pertencentes a Tóquio, no Japão, parecem inofensivas e paradisíacas. Mas, quando olhadas de perto, o odor de enxofre logo indica que elas têm alguma coisa errada. As ilhas estão cheias de atividade vulcânica e frequentemente liberam gases que podem ser fatais. As pequenas porções de terra já foram evacuadas em 1953 (foto acima) e em 2000 por causa dos gases perigosos. A população foi autorizada a voltar, mas são aconselhados a carregarem as máscaras de gás consigo todo o tempo.

8. A porta do inferno:

Localizada no Turcomenistão, essa cratera de gás natural queima desde 1971. Geólogos descobriram acidentalmente o que era uma caverna subterrânea cheia de gás. Mas o solo acima do buraco enorme acabou se rompendo. Para evitar a disseminação de gases perigosos, os cientistas decidiram queimar o gás. O problema é que a cratera continua queimando desde então. Os habitantes locais apelidaram o buraco de chamas merecidamente de porta do inferno.


7. Jardim venenoso de Alnwick (Reino Unido)

Inspirado pelos jardins de plantas medicinais e venenosas de Pádua, na Itália, perto do ano de 1500, esta versão fica na Inglaterra. É um espaço de terra inteiramente dedicado a ervas que podem matar. O jardim tem uma autorização especial para cultivar até canabis e coca.




6. Mina de amianto, Quebec (Canadá):

O amianto é uma fibra metálica conhecida por sua resistência e pode ser encontrada em diversos tipos de produtos. Mas a exposição ao amianto pode causar câncer e outros sérios problemas de saúde. Ele é tão perigoso, que a União Europeia baniu seu uso e mineração. Mas se você não aguentar de curiosidade, pode visitar a mina aberta em operação em Thetford Mines, no Canadá.

5. Ilha de Ramree:
A Ilha de Ramree, situada em Mianmar, no sudeste asiático, é lar dos perigosos crocodilos de água salgada, mosquitos que transmitem malária e escorpiões venenosos. Precisamos dar mais motivos para você não querer estar neste lugar? Em 1945, um pelotão de mil soldados japoneses que tentava fugir pelo pântano que separa a ilha de Ramree da costa de Mianmar foi devorada pelos crocodilos marinhos. Sobraram 20 pessoas para contar história.
4. Estrada da morte:
A “Camino de los Yungas” é uma estrada de mão dupla, acredite! Localizado na Bolívia, o caminho de 61 quilômetros de extensão liga a capital La Paz a Coroico. A estrada foi construída em 1930 por prisioneiros paraguaios durante a Guerra do Chaco. Estima-se que mais de 200 pessoas morram nela por ano
3. Vulcões de lama do leste do Azerbaijão:
Estima-se que 300 dos 700 vulcões de lama do mundo estejam no Azerbaijão. Em 2001, uma erupção deste tipo de vulcão foi tão intensa que gerou uma nova ilha no mar Cáspio. Normalmente, estes vulcões não são considerados perigosos, mas gases e rochas fundidas podem ser expelidas a uma altura de 700 metros. É bom não estar por perto quando isso acontecer
2. Zona de exclusão em Chernobyl:
A zona de exclusão é uma área de 30 km ao redor da cidade ucraniana de Chernobyl, interditada após um desastre com o reator nuclear em 1986. Ainda contaminada, a região virou uma zona fantasma no leste europeu
1. Ilha da Queimada Grande :
Em primeiro lugar da lista aparece a Ilha da Queimada Grande, no litoral sul* de São Paulo. A ilha não é habitada por humanos por causa de seu morador mais antigo, a jararaca-ilhoa, espécia endêmcia na região. Existem cerca de 5 dessas cobras por metro quadrado na ilha, por isso nem o desembarque é permitido lá. Nela, existe apenas um farol mantido pela Marinha e pesquisadores são autorizados a estudar o local.
Também conhecida como Ilha das Cobras, o local é considerado Área de Relevante Interesse Ecológico desde 1986. E ambientalistas esperam aumentar a proteção da região tornando-a uma Parque Nacional Marinho. Outro lugar que não queremos conhecer de perto – a não ser que seja pesquisador – mas é bom saber que existe.

Verdadeiro ECAturismo!
Fonte: Revista Galileu.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

27 de Maio: Dia da Mata Atlântica!


Ela protege uma das mais ricas biodiversidades do mundo, oferece locais de beleza cênica sem igual, contribui com o fornecimento de água para mais da metade da população brasileira e na regulação do clima de algumas das maiores cidades do país. É impossível falar da Mata Atlântica, uma das florestas mais exuberantes do mundo, sem usar superlativos para dimensionar sua importância e evidenciar sua urgente proteção. Restam apenas 7% do bioma em seu estado natural e 60% dos animais ameaçados de extinção do país dependem desse ambiente para sobreviver.

Nesta quarta-feira, 27 de maio, comemora-se o Dia da Mata Atlântica. A data marca a necessidade de barrar o desmatamento, recuperar o que foi degradado, ampliar o número de áreas protegidas, públicas e privadas, e melhorar a gestão daquelas que já existem. Os principais núcleos de resistência da floresta são as áreas já protegidas, ou seja, parques públicos e reservas particulares criados por lei.

Setenta anos depois de criada a primeira unidade de conservação – o Parque Nacional do Itatiaia - para evitar a destruição de trechos fundamentais do bioma, agora o desafio é aperfeiçoar a infra-estrutura e o modelo de gestão dos parques para que o visitante destas áreas passe a ser mais um aliado na conservação da Mata Atlântica.

“À medida que as pessoas conheçam e descubram para que servem as unidades de conservação e a relação direta dessas áreas com sua qualidade de vida, elas passarão a apoiar e contribuir para que elas se perpetuem, tornando-se aliadas da conservação ambiental”, aposta a coordenadora do Programa Mata Atlântica do WWF-Brasil, Luciana Simões.

Temos que proteger esses 7% que ainda restam com unhas e dentes!!! Não podemos deixar que esse bioma se acabe...

Fonte do texto:
http://www.wwf.org.br/ - Boletim WWW- Brasil Maio de 2009.

Fonte da Foto (Perereca exclusiva da Mata Atlântica): WWF – Brasil/ Instituto Ekos Brasil/ Mauricio Forlani