Mostrando postagens com marcador Óleo Vegetal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Óleo Vegetal. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

EcoDicas Parte II - Como Descartar Lixo Doméstico

Lâmpadas Fluorescentes



Apesar de economizar energia, as lâmpadas fluorescentes contêm metais pesados. Enquanto estão intactas, elas não oferecem risco durante o manuseio. Contudo, quando rompidas, liberam vapor de mercúrio, que é absorvido principalmente pelos pulmões, causando intoxicação. Dependendo da temperatura do ambiente, o vapor pode permanecer no ar por até três semanas. Por isso, é recomendável que as lâmpadas sejam armazenadas em local seco, dentro das embalagens originais, protegidas contra eventuais choques.

No contato com lâmpadas quebradas, é necessário o uso de avental, luvas e botas plásticas. Os cacos devem ser coletados com cuidado, para evitar ferimentos, e colocados em embalagem lacrada.

No Brasil, são usadas cerca de três lâmpadas fluorescentes por habitante a cada ano. Isso significa que cerca de 80 milhões de lâmpadas fluorescentes são descartadas no mesmo período, o que equivale a aproximadamente 1.600 kg de mercúrio.

As lâmpadas fluorescentes devem ser separadas do lixo orgânico e dos materiais tradicionalmente recicláveis, como vidro, papel e plásticos. Se o destino dessas lâmpadas for o aterramento, o mercúrio se infiltrará no solo, atingindo mananciais e a cadeia alimentar humana.

Obs: Empresas que reciclam lampadas fluorescentes, ver aqui


Pilhas e baterias




A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) classifica como lixo perigoso as pilhas e as baterias que apresentem, em suas composições, substâncias tóxicas como mercúrio, chumbo e cádmio, pois podem contaminar o solo e a água, além de, em contato com o homem, causar dano ao cérebro, rins e pulmões.

O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) determina que esses produtos sejam entregues pelos usuários aos estabelecimentos que os comercializam.

O Conama também estabeleceu limites nos níveis de metais para a fabricação, importação e comercialização de pilhas e baterias. Por isso, os fabricantes nacionais reduziram a carga poluente de alguns produtos, permitindo seu descarte no lixo comum.

- Não podem ser descartadas no lixo comum: baterias com níquel cádmio utilizadas em celulares, telefones sem fio e outros aparelhos com sistemas recarregáveis; baterias de chumbo ácido usadas em algumas filmadoras de modelo antigo e em veículos; e pilhas de óxido de mercúrio, usadas em instrumentos de navegação e aparelhos de instrumentação e controle.

- Podem ser descartadas no lixo comum: pilhas secas (dos tipos zinco-manganês ou alcalina-manganês), utilizadas em aparelhos como máquinas fotográficas, rádios, brinquedos, entre outros; e pilhas e baterias portáteis (tipo lithium, lithium ion, zinco-ar, niquel metal, hidreto, pilhas e baterias botão ou miniatura), encontradas em jogos, brinquedos, ferramentas elétricas portáteis, informática, lanternas, equipamentos fotográficos, rádios, aparelhos de som, relógios, agendas eletrônicas, barbeadores, instrumentos de medição, de aferição e equipamentos médicos.

Anualmente são vendidas cerca de 800 milhões de baterias e pilhas no Brasil. Se um milhão de consumidores conscientes derem a elas o tratamento de descarte adequado, 30 milhões de pilhas serão desviados dos lixões e aterros.

Medicamentos



Deixe os remédios que estiverem fora de prazo em drogarias e farmácias (inclusive as de manipulação), e entregue restos de medicamentos que ainda podem ser utilizados nos Centros de Saúde. Esses locais estão obrigados a atender à Resolução nº 358, de 29 de abril de 2005, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde

Óleo de cozinha



A simples atitude de não jogar o óleo de cozinha usado direto no lixo ou no ralo da pia também pode contribuir para diminuir o aquecimento global, pois sua decomposição emite metano, um dos principais gases que causam o efeito estufa.

O óleo deve ser acondicionado em sacos plásticos ou em uma garrafa PET e encaminhado a empresas que o transformam em produto de limpeza ou biodiesel. O material também pode ser levado para Organizações Não-Governamentais, que o encaminham para as empresas.

Algumas lojas do Pão de Açúcar na Região Metropolitana de São Paulo também passaram a receber óleo de cozinha (a lista está disponível no site http://www.grupopaodeacucar.com.br/).

Obs: Empresas que reciclam oleo de cozinha, ver aqui


SABÃO DE ÓLEO DE COZINHA

O óleo também pode ser utilizado, pelo próprio consumidor, para se fazer sabão. Confira a receita:

Ingredientes:
5 litros de óleo de cozinha usado
200 mililitros de amaciante
2 litros de água
1 quilo de soda cáustica em escama

Modo de preparo:
Com cuidado, ponha a soda em escamas no fundo de um balde plástico. Depois, adicione a água fervendo e mexa até diluir a soda. Acrescente o óleo e continue mexendo. Misture bem o amaciante. Jogue a mistura em uma forma. No dia seguinte, cortar as barras de sabão.

FONTE: UOL.COM.BR

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

COZINHA VERDE

A revista RG Vogue de setembro trouxe uma matéria muito interessante sobre “Cozinha Verde”.
A matéria fala sobre consumo consciente, economia de recursos naturais e escolhas ecologicamente corretas, indagando ainda como que a sustentabilidade pode se aplicar na vida doméstica.
Dentre várias indagações sobre o que fazer com o óleo de cozinha usado (segundo a revista um litro de óleo de cozinha usado para fritar batatas, se jogado no ralo, pode poluir a água de um riacho inteiro) ou mesmo o que é mais econômico: lavar louça com máquina de lavar ou na mão mesmo, seguem várias dicas interessantes, que podem ser conferidas abaixo:

USO INTEGRAL DOS ALIMENTOS: Consumir alimentos inteiros produz menos lixo. E isso não significa que a gente tenha que tomar suco de casca do abacaxi e fazer bolo com casca de banana para ser verde. Mas não descascar a maçã da criançada já é um bom começo. O mesmo vale para pêra, abobrinha, pepino e muitos outros legumes e frutas. As coisas são mais simples do que parecem. Abóbora, berinjela, batata e mais uma porção de legumes ficam deliciosos assados com casca. E, além do mais, muitos dos nutrientes estão contidos justamente nela.

FAZER A MAIS E CONGELAR EM PORÇÕES
Outra possibilidade, para poder fazer a tal lasanha para dez, é congelar o excedente de cara, sem deixar que metade do prato complete aniversário na geladeira. Ninguém agüenta comer a mesma coisa três dias seguidos. Provavelmente ela iria acabar no lixo.

CONGELAR AS SOBRAS
Não tenha medo de encher o freezer, quanto mais cheio, menos ele trabalha e mais você economiza no fim do mês. Faz bem para a saúde do planeta e do seu bolso.
LAVA-LOUÇA
Muita gente não sabe que a máquina gasta no mínimo 50% a menos de água que a lavagem à mão. E também economiza horrores do seu precioso tempo. Em 10 minutos a cozinha fica em ordem. E isso também tem a ver com a cozinha verde.

PRATOS RÁPIDOS
Para quem não sabe nem fritar um ovo, saiba que é possível fazer um jantar saudável e saboroso em menos de dez minutos. E eu assino embaixo. É consenso: cozinhar é uma atitude sustentável.
ECO-CHIC NA COZINHA
PRATA

Em vez de usar produtos químicos altamente abrasivos e poluentes, na próxima vez que for limpar o faqueiro de prata, faça o teste:coloque água fervente num recipiente de alumínio, como uma assadeira, e misture uma colher bem cheia de fermento em pó e outra de sal. Se a prataria estiver muito preta, dobre as quantidades de fermento e sal. Mergulhe os talheres na solução e deixe-a agir por dez minutos. Os talheres saem limpinhos e brilhando, mas se você quiser depois polir com uma flanela, o resultado fica ainda melhor.
BAMBU
Troque colheres e espátulas plásticas, tábua de polietileno e tudo mais que puder por bambu. Além de lindo o material é ecológico.

BARRO E FERRO
Panelas de alumínio e as antiaderentes que descascam estão na lista negra da cozinha verde. Para aposentá-las, invista em panelas de barro e ferro, inclusive as esmaltadas francesas. Elas mantem o calor por mais tempo, gasta menos gás e energia para cozinhar os alimentos que as de alumínio. Já as antiaderentes baratinhas são altamente poluentes. As que não descascam, de qualidade, são caras, mas valem o investimento. Duram a vida toda.


FONTE: RG – SETEMBRO/EDIÇÃO 98 – pg. 162
Matéria de Rita Lobo

quarta-feira, 11 de março de 2009

Recóleo – Coleta e Reciclagem de Óleo Vegetal


Uma iniciativa bacana que está sendo colocada em prática em BH e pode ser muito útil, além de ajudar o nosso Meio Ambiente é a desenvolvida pela Recóleo, uma empresa especializada na coleta e reciclagem de Óleo Vegetal.

A empresa está localizada na Rua Flor da Paixão 35, bairro Jardim Alvorada, em Belo Horizonte, MG e realiza coletas em diversos pontos da cidade como supermercados, colégios, bares, restaurantes, padarias, hotéis, motéis e outros.

Para participar é bem simples, basta entrar em contato com a Recóleo para que você receba um recipiente adequado para o armazenamento do óleo vegetal usado. E, periodicamente, a equipe da empresa recolhe o óleo diretamente no seu endereço.

No site da Recóleo há ainda vídeos educativos, onde constam informações sobre os problemas ambientais causados pelo lançamento de óleo na rede de esgoto. E também é possível conhecer o "Recolito", o mascote da empresa, que sempre traz orientações importantes, com por exemplo o Disque Coleta, serviço oferecido gratuitamente pela Recóleo.

Telefax
(31) 34185790
Celulares
(31) 9944 - 4515
E-mailrecoleo@globo.com

Cuidar do Meio Ambiente também pode ser lucrativo...

Fonte: http://www.recoleo.com.br/