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terça-feira, 12 de julho de 2011

Logística Reversa para os plásticos...de volta a sua origem!

O filme abaixo mostra o processamento do plástico para as suas origens, ou seja, voltando para a matéria -prima, como derivado do petróleo.


O som é todo em japonês, com legenda em inglês, mas vale a pena assistir!


http://www.youtube.com/watch?v=R-Lg_kvLaAM&feature=player_detailpage

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Sancionada lei que institui partilha do pré-sal



O Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado do Ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, do Presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e de outros Ministros de Estado, sancionou o Projeto de Lei de nº 5.940/2009, que institui o modelo de partilha da produção do pré-Sal e também cria o Fundo Social.

A cerimônia foi aberta, pelo Presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli. Segundo ele, a Petrobras tem um papel e responsabilidade ainda maiores após a sanção do novo marco regulatório da exploração do pré-sal. "Iniciamos uma nova etapa na exploração do petróleo no Brasil. Temos a responsabilidade de sermos os operadores únicos dessas áreas", disse.

Gabrielli afirmou ainda que a Petrobras buscará utilizar as melhores técnicas e processos na exploração do petróleo brasileiro, de maneira a otimizar os recursos direcionados para a atividade. Ele destacou ainda que a destinação de parte da renda gerada servirá para aumentar a receita do Fundo Social.

O Ministro Márcio Zimmermann agradeceu a dedicação de todas as pessoas que participaram ativamente do processo e destacou que “o novo regime de partilha vai permitir a apropriação das riquezas do pré-sal à população brasileira”.

Na avaliação de Zimmermann, a Petrobrás como operador único dos blocos garantirá a liderança do Brasil na exploração em águas profundas. O Ministro também confirmou que o sistema de partilha poderá ser expandido para outras áreas fora do pré-sal que apresentarem grande potencial de exploração.

Zimmermann esclareceu ainda que a União não assume qualquer risco com o novo modelo de partilha e que o governo enviará ao Congresso Nacional projeto de lei para restabelecer acordo que fixa alíquota de 15% da produção do sistema de partilha. Com relação aos contratos vigentes, o ministro garantiu que os mesmos serão respeitados.

Em seu discurso, o Presidente Lula afirmou que “o que torna o pré-sal um verdadeiro marco no desenvolvimento do país não é somente o volume de petróleo que ele já adicionou e o muito que agregará ao patrimônio nacional; o verdadeiro salto transformador remete aos desdobramentos econômicos e sociais que essa exploração enseja”.

Para o Presidente, o Brasil terá recursos “para promover uma revolução de qualidade na escola pública, sobretudo no ensino básico e, além disso, financiar saltos equivalentes na ciência e na tecnologia, bem como na defesa do meio ambiente, na promoção da cultura e no combate à pobreza”.

Lula encerrou a cerimônia afirmando que não haveria outra forma de fazer essa revolução de maneira consistente e duradoura, que não fosse estabelecendo um marco regulatório que trouxesse proteção à sociedade, que resultará “na consolidação de um longo ciclo de desenvolvimento, indissociável da justiça social”.

A Lei 5.940/09 foi sancionada pelo Presidente com veto ao artigo 64, que alterava a distribuição dos royalties da camada do pré-sal. A medida, aprovada pelo Congresso Nacional no início deste mês, retira dos municípios e estados produtores parte das compensações recebidas pela extração do petróleo. O Presidente enviará um novo projeto de lei ao Congresso restabelecendo o modelo de distribuição dos royalties do petróleo, mantendo o acordo fechado anteriormente com os governadores e prefeitos.

Fonte: MME

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Mais uma vez o Golfo do México

Foi reportado hoje pelo site de noticias g1.globo.com a explosão de mais uma plataforma de petróleo no Golfo do México.

O novo acidente ocorreu na data de hoje, 02 de setembro, aproximadamente 04 meses após o maior acidente ambiental da história dos Estados Unidos.

Segundo o site de noticias "plataforma que explodiu, a Vermillion Oil Rig 380, operada pela Mariner Energy, está localizada perto da Deepwater Horizon, a plataforma da BP que explodiu em 20 de abril e afundou dois dias depois, causando o pior desastre ambiental da história dos EUA.".

Não se sabe ate o presente momento se a plataforma é de perfuração ou produção. Foi avistada fumaça mas ainda não é possivel calcular se houveram prejuizos mais gravosos ou mesmo se o equipamento ainda está queimando.

Os porta voz informaram que não há registros de feridos em função da explosão.

Será que mais uma vez o Golfo do México será protagonista de poluição ambiental por acidente ecológico?

Dois acidentes, sendo um extremamente grave e o outro de proporções ainda desconhecidas nos fazem pensar o quão "segura" é a atividade petrolifera no pais (EUA) e se de fato não é necessário investimento para evitar que acidentes como esses continuem ocorrendo.

Fonte: g1.globo.com

quinta-feira, 15 de julho de 2010

No Golfo do México

Parece que o vazamento de petróleo foi contido no Golfo do México. Pelo menos foi o que anunciou a British Petroleum, na tarde de hoje. Pela primeira vez, desde 20 de abril, o vazamento foi interrompido.

A interrupção ocorreu em meio aos testes de resistência de uma nova cúpula posicionada na segunda-feira sobre a fonte do derramamento, que ao longo dos últimos 87 dias transformou-se no maior desastre ambiental da história dos Estados Unidos.


Engenheiros da petrolífera britânica estão agora monitorando a pressão do poço para determinar se a cúpula será capaz de impedir que o vazamento recomece.

Fonte: Estadão

domingo, 11 de julho de 2010

Por um transporte coletivo sustentável


Aqui em Belo Horizonte constatamos com frustração que o transporte individual motorizado é sempre o privilegiado. Ao invés de vermos propostas para melhoria e incremento do transporte coletivo, para ampliação do metrô, vemos mais e mais obras para aumentar o espaço na cidade para os carros. No entanto, essa semana, fiquei sabendo de uma notícia que me deixou bastante feliz: a chegada de ônibus movidos a hidrogênio em São Paulo e Rio.

Ônibus movidos a hidrogênio, que têm como principal vantagem ambiental emitir somente água do escapamento, já chegaram a São Paulo e ao Rio. A expectativa é que o País utilize esses veículos na Copa do Mundo, em 2014, e na Olimpíada, em 2016. Entretanto, segundo especialistas, a popularização de carros que usam esse tipo de combustível e evitam a poluição do ar nas cidades e danos à saúde da população só deve ocorrer nas próximas décadas.

O hidrogênio pode ser produzido a partir de diversas fontes. Essa versatilidade, porém, nem sempre é positiva ao ambiente. O Ministério do Meio Ambiente demonstra preocupação com a questão no Brasil, é comum produzir hidrogênio a partir do gás natural, que é um combustível fóssil. Nesse caso, não haveria vantagem no uso como combustível. Mas é possível gerar hidrogênio por meio de fontes mais limpas, como hidrelétrica, eólica, solar, biomassa e etanol. "Costumamos dizer que existe o hidrogênio "verde", produzido de fontes renováveis e mais limpas, e o hidrogênio "negro", de fontes fósseis (petróleo, carvão, gás natural), com grandes impactos ambientais", explica o professor da Unicamp. O gás também pode ser criado a partir da energia nuclear. "Nesse caso, seus problemas são os riscos de acidentes e o que fazer com o lixo radioativo", diz Silva.

Para evitar a emissão de poluentes e gases-estufa do hidrogênio que vêm de fontes fósseis seria preciso fazer o sequestro do carbono e enterrá-lo sob a terra ou no fundo dos oceanos. Existem métodos para isso entretanto, um dos grandes desafios é garantir que os gases armazenados não escapem para a atmosfera.

Vamos ver se essa moda também pega em BH!

Fonte: Estadão

Desenhos pela recuperação do Golfo do México

Uma garotinha de 11 anos, inconformada com os danos ambientais causados no Golfo do México pelo vazamento de petróleo da BP, com a ajuda dos pais, teve a ideia de utilizar seus desenhos para arrecadar dinheiro, que será usado para a recuperação da área afetada pelo acidente.

 Ela entrou em contato com a National Audubon Society, entidade sem fins lucrativos criada com o objetivo de conservar e restaurar ambientes naturais (com foco em aves) e expôs sua idéia. Sua iniciativa foi um sucesso e desde que começou a campanha, Olivia já ajudou a levantar US$ 165 mil com suas ilustrações e atraiu mais de 20 mil fans para sua página no Facebook.

O êxito foi tanto que a AOL fez uma parceria com a garota, criando para ela um site dentro do portal (http://www.aolartists.com/projects/help-the-gulf) e doando US$ 25 mil em nome da menina para a National Audubon Society. A própria AOL se encarrega de enviar os desenhos pelo correio para os doadores que procuram o site criado para a menina. Basta mandar um email para Oliviasbirds@aol.com com o protocolo da doação e o endereço.





Fonte: Estadão

domingo, 2 de maio de 2010

Vocês estão sentados? Notícia difícil de dar...


Eu demorei muito a conseguir escrever esse post e confesso que quando os jornais começam a divulguar essa notícia, eu mudo de canal, porque tem sido difícil encarar essa tragédia ambiental.

A plataforma pertencente à empresa suíça Transocean explodiu no dia 20 de abril no Golfo do México e afundou depois de ficar dois dias em chamas. Logo após a explosão da plataforma, desapareceram 11 trabalhadores que as autoridades dão por mortos.

O vazamento já atingiu a costa da Louisiana, e ameaça a exploração de peixes e camarões na região, assim como áreas pantanosas e a vida selvagem que lá vive, no que pode se tornar o pior desastre ambiental da história dos Estados Unidos.

O governo Obama colocou pressão sobre a petrolífera britânica BP, proprietária do poço que provocou o vazamento, e quer que a empresa faça mais para conter a saída de petróleo e a mancha de óleo que se espalha. E também anunciou o envio de 1,9 mil trabalhadores e 300 barcos e aviões para o local do acidente.

É muito duro encarar um fato como esse e pensar nos estragos que serão causados a inúmeras espécies marinhas.

Atualizações e mais detalhes sobre o caso podem ser acompanhados no site da Folha.

domingo, 4 de abril de 2010

O petróleo na História Mundial

Estava fazendo uma pesquisa, para incluir inserir um post aqui no blog e encontrei algo sobre a utilização do petróleo na história antiga. Não sei porque, ou mesmo se é tudo verdade, mas achei legal e segue abaixo parte do texto. Para visualizar o restante, basta entre no site da CETESB, link http://www.cetesb.sp.gov.br/Emergencia/acidentes/vazamento/vazamento.asp.


MODELO DO PRIMEIRO POÇO DE PETRÓLEO DO MUNDO, FRANÇA

O petróleo e seus derivados vem sendo utilizado desde 5.000 anos a. C. (NEIVA, 1986). Heródoto, historiador grego do século V a.C. (485 ? - 420), mencionou que ele era transportado pelos rios como um “precioso produto comercial. No livro bíblico da Gênese foi citado o uso de argamassa a base de petróleo no templo de Salomão e que a Arca de Noé deveria ser construída com madeira resinosa e depois calafetada com betume. Na China antiga (século II d. C.) há indícios de que haviam poços de petróleo e gás natural (com até mil metros de profundidade) servindo para iluminação e aquecimento, usando bambus para canalização e
transporte (protótipo dos primeiros oleodutos). O primeiro registro oficial da abertura de um poço, ocorreu na França no inicio do século XV na cidade de Alsácia. E, na América Central, no século XVI, há referência de que os Astecas e Incas também usavam petróleo na pavimentação de estradas, nas suas construções, bem como na área médica fazendo unguento a base de alcatrão; e os historiadores dizem que quando Pizarro chegou ao Peru, em 1527, lá encontrou uma pequena refinaria rudimentar (PETROBRAS, 1975 in POFFO, 2000).

A "era da propulsão mecânica", iniciada em 1887, com a invenção dos motores à explosão, passou a utilizar a gasolina e o diesel como combustível. A indústria petroquímica surgiu em 1930, possibilitando a utilização de derivados do petróleo como componentes de explosivos (glicerina e tolueno), matéria sintética para roupas, solventes e medicamentos entre outros, que tiveram muita utilidade na Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e que são utilizados até hoje.