
quarta-feira, 1 de junho de 2011
O "sim" do IBAMA

quarta-feira, 18 de maio de 2011
Agrotóxicos impactam na saúde do homem e do meio ambiente

De acordo com Josino, o Brasil compõe a lista dos principais consumidores de agrotóxicos. Em volume, é o maior do mundo, sendo também, um dos primeiros quando se observa o consumo por hectare plantado. Dessa forma, o pesquisador direcionou uma de suas pesquisas à região que mais produz soja e grãos no país. "O Estado do Mato Grosso foi o que mais consumiu pesticidas no Brasil em 2008 e 2009. É o que mais produz soja, e isso traz um grande impacto no ambiente, pois lá temos biomas importantes, e essa utilização vem acompanhada de vários riscos, já que o cerrado e mesmo a floresta estão sendo substituídos por áreas de cultivo".
A pesquisa evidenciou grande contaminação em pessoas, segmentos ambientais, ar e animais. "Observamos contaminação em águas de rios, chuva e de poços artesianos, por exemplo. Outro resultado obtido foi em relação à contaminação de anfíbios. Animais que habitam as áreas contaminadas apresentaram alterações morfológicas mais frequentes quando comparadas às mesmas espécies que habitam áreas não contaminadas. Achamos um aumento de mais de 50% de deformações nessas áreas", justificou. O estudo também observou as minhocas. "Comparamos a situação dessas espécies nos dois ambientes. Ficou comprovado que os herbicidas estudados (2,4 D e glifosato), quando não matam, impedem a reprodução da minhoca. Também foram encontrados resíduos de agrotóxicos no leite materno. Apesar de estarem em níveis muito baixos, podem, eventualmente, comprometer o desenvolvimento normal ou a saúde dos bebês."
O crescimento do agronegócio no país é preocupante, segundo o pesquisador. Porém, deve ser enfrentado com duas ações. "O primeiro fator para solucionar esse problema é a educação! Conscientizando a população de que os agrotóxicos contaminam os alimentos, o ambiente, o homem, além de selecionarem as espécies mais resistentes em determinado ambiente, fica mais fácil trabalharmos. Por conta disso, nossa linha de ação busca focalizar a educação em todos os níveis, mas, principalmente, na escola primária. O trabalhador ficará mais sensibilizado se a informação vier pela fala de seu filho, pois, para eles que já trabalham há muito tempo com a substância, é difícil relacionar seus problemas de saúde ao uso dos agrotóxicos."
Outra linha de ação, na opinião do pesquisador, deve ser a fiscalização. Nesse aspecto, ainda de acordo com ele, o Brasil vem deixando a desejar. "O governo tem de ser ativo na fiscalização e orientação das pessoas, particularmente dos trabalhadores rurais. Eles acabam sendo os responsáveis pela manipulação dessas substâncias que são tóxicas em alguma extensão. A falta de suporte técnico e científico a estes trabalhadores na utilização dos produtos é uma das falhas que estamos cometendo."
Fonte:
http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/informe/materia/?origem=1&matid=25402
terça-feira, 17 de maio de 2011
Para onde vão os royalties da Mineração?

Nesse sentido, aliás, a Lei 7.990/89 veda expressamente a aplicação dos valores da CFEM no pagamento de dívidas e no quadro permanente de pessoal, norma rotineiramente descumprida por agentes públicos.
obs: Hoje, ao ler o site do portal UAI, me deparei com a propaganda que eles fizeram sobre um novo portal voltado para o meio ambiente do Estado de Minas. Entrei e encontrei além dessa entrevista outros textos, curiosidades e informações muito interessantes! Vale a pena conferir.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Seminário Políticas Públicas, Mudanças Climáticas e Impactos sobre Áreas Frágeis - SP
DATA: 17 DE MAIO DE 2011
HORáRIO: 15H00 àS 18H00
LOCAL: ANFITEATRO DA GEOGRAFIA, FFLCH/USP
AV. PROF. LINEU PRESTES, 338, CIDADE UNIVERSITÁRIA, BUTANTÃ, SÃO PAULO
O seminário pretende discutir a inter-relação entre três fatores:
· alterações climáticas na escala regional;
· seus reflexos em ecossistemas vulneráveis;
· as políticas públicas para adaptação aos impactos desses projetos.
Os pesquisadores que serão expositores do seminário integram um projeto em andamento que envolve a Universidade de São Paulo e a Université Rennes 2, França e pautarão suas análises na comparação dos três fatores no Brasil e na França, destacando as políticas públicas específicas.
O evento conta com a coordenação dos professores Neli Aparecida de Mello-Théry, IEA e EACH/USP e Wagner Costa Ribeiro, IEA e FFLCH/USP.
Programação:
15h00 Abertura
15h15 Biodiversidade, espacialização e avaliação de impactos de políticas públicas - ANNE-ELISABETH LAQUES, Institut de Recherche pour le Développement
15h45 Eventos climáticos extremos e desastres socioambientais no litoral norte paulista - JOãO LIMA SANT’ANNA NETO, UNESP/Presidente Prudente
16h15 Mudanças climáticas no oeste da França:
o caso das secas - VINCENT DUBREUIL, Université de Rennes2, França
16h45 Efeitos potenciais das alterações das concentrações e da composição de queimadas e de desmatamento sobre o balanço energético da atmosfera em escala regional - ANDREA CAVICCHIOLI, EACH/USP
17h15 Debates e encerramento
quarta-feira, 23 de março de 2011
Os reflexos do desastre ambiental no Japão
Pássaros sobrevoam área atingida por terremotoHoje, a notícia veiculada pelos jornais refere-se ao aumento da radiação por iodo na capital do Japão, Tóquio.
Autoridades pediram que as crianças não bebam mais a água de torneira. A recomendação causa medo entre os japoneses, após detecção de radiação em leite, vegetais e na água do mar da região próxima à usina nuclear de Fukushima Daiichi.
Com os temores de uma ampla contaminação por radiação dos alimentos cada vez maiores, os avanços nos esforços para conter o superaquecimento dos seis reatores da usina ainda são lentos.
A crise nuclear e a devastação causada pelo terremoto de magnitude 9 do último dia 11, seguido por um tsunami, pode ser o desastre natural mais caro do mundo. O governo japonês estimou que a reconstrução do país deve custar até US$ 309 bilhões.
Além da busca pelas vítimas, outra enorme preocupação é a quantidade de iodo nas águas.
O governo recomendou assim que as crianças de 23 bairros do centro da capital e outros cinco distritos vizinhos (Musashino, Machida, Tama, Mitaka e Inagi) não consumam água de torneira.
A água ainda é segura para os adultos, para quem o limite de iodo é de 300 becquerel por quilo. Mas o temor já se espalhou e os japoneses estão em uma corrida por água mineral nos supermercados --onde o produto está sendo racionado.
As crianças são especialmente vulneráveis ao iodo radioativo, que pode causar câncer de tireoide. Os limites, contudo, se referem ao consumo prolongado da água ou alimento contaminado e as autoridades pediram calma. A orientação é que não se dê mais água de torneira aos bebês, mas não há risco se eles consumiram pequenas quantidades.
Segundo especialistas franceses, uma nuvem radioativa causada pelas explosões na usina de Fukushima deverá chegar, em breve, à Europa, mas estimam, no entanto, que ela não será nociva à saúde da população.
Fonte: Folha.com
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Cadastro de Áreas Minerárias Impactadas em Minas Gerais
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Bom exemplo da Prefeitura de SP!

Com investimento de cerca de R$ 2 milhões, a iniciativa contribui para minimizar o impacto ecológico que os restos da demolição podem produzir ao meio ambiente, quando não recebem destinação correta. O novo material será utilizado para asfaltar 19 mil metros quadrados de vias, em uma extensão de 2,6 km.
Os resíduos das construções serão utilizados em duas das camadas que compõem o pavimento. A sub-base do asfalto, formada por pequenos pedregulhos, será composta por restos de construções em geral. Sobre esta camada será acrescentada mais uma, composta por restos de fresagem de ruas que estão recebendo recapeamento. A economia será de até 40% em relação ao asfalto convencional.
As subprefeituras contempladas, segundo a assessoria de ocmunicação da prefeitura, foram definidas devido ao cronograma de pavimentação e características físicas para pavimentação.
Fonte: Terra on Line, 02/02/11, título: Restos de prédios demolidos viram 'asfalto ecológico' em SP.
Fonte da Imagem: http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=715548&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=177408&Titulo=Rodovia%20dos%20Bandeirantes%20ganha%20asfalto%20ecol%F3gico
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Esclarecimento Autorização Ambiental de Funcionamento

O novo cenário da produção de minério em Minas Gerais

Dessa forma, até que a demanda judicial seja plenamente resolvida, a SEMAD determinou a suspensão da referida AAF, mantendo, entretanto, desde já, o entendimento de que este instrumento é eficaz no controle das atividades de menor potencial ofensivo.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Projeto de Lei para enfraquecer o IBAMA

quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Porcariada
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Curso de Atualização em Direito Ambiental - SP

Horário: 9:00 a 17:00
Descrição do evento:
O avanço tecnológico e o desenvolvimento imprimido à sociedade nos últimos tempos, redefinindo paradigmas nas relações humanas, acabam também por repercutir em relação ao meio ambiente, sistema que se apresenta fragilizado pelo excesso de ações humanas em sua maioria impactantes.
Diante do reconhecimento de tal fragilidade, urge a necessidade de adoção de medidas, não só de natureza normativa, mas também, administrativas e mesmo repressoras, para reduzir a avalanche de danos provocados na atual sociedade de risco.
Diante disto, este curso tem por objetivo preparar profissionais de diversas áreas do conhecimento para discutir e refletir a proteção em matéria ambiental. Pretende apresentar as discussões atuais envolvendo direito ambiental, amparando-se para tal, nos conceitos e princípios que nortearam a sua construção como área autônoma do direito. Para tanto serão discutidas legislações ambientais mais gerais, tais como, a lei de política nacional de meio ambiente, a política de recursos hídricos, a política urbana, o código florestal e a lei de biosegurança. Ainda será abordada a tutela em matéria ambiental e a lei de crimes ambientais.
Público – alvo: Estudantes e profissionais do direito ou de outras áreas do conhecimento que atuem na proteção do meio ambiente.
Carga Horária do Curso:24 horas
Data: de 13/11/2010 à 15/11/2010
Mais informações:
O valor de curso inclui 3 dias de hospedagem, 5 refeições diárias, traslado em horário pré-determinado (Aeroporto de Guarulhos - IPÊ - Rodoviária de Atibaia - IPÊ), material didático e certificado de participação. O CBBC não cobre despesas com viagem.
Maria Heloísa C. Fernandes Bióloga e bacharel em direito. Mestre em ecologia e doutoranda em gestão de políticas públicas na Universidade de Brasília. Livre docente no Centro Universitário de Brasília – UniCEUB, no curso de Direito, e na pós-graduação, em cursos de educação ambiental, crimes ambientais e direito ambiental e urbanístico. Ministra cursos e palestras em direito ambiental e direito civil. Professora orientadora de monografias de final de curso para a graduação e pós-graduação. Membro do Comitê de Ética em Pesquisa institucional. Membro consultora na Comissão de Bioética e Biodireito da seccional da OAB no Distrito Federal.
Programação:
Direito ambiental: conceito e princípios.
Meio ambiente: conceito e elementos de constituição.
Direito ambiental constitucional.
Competência em matéria ambiental
Política ambiental nacional: conceito e objetivos
Instrumentos de proteção ambiental
Impacto, efeito e dano ambiental. Poluição.
Responsabilidade ambiental: civil, administrativa e penal.
Legislações específicas em matéria ambiental.
Política urbana.
Inscrições:
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Sustentabilidade: a prática do conhecimento
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Mulheres da Amazônia protestam contra Belo Monte
No dia da abertura haverá uma vigília, às 19h, em defesa do Xingu e contra Belo Monte, em frente a Eletronorte, na orla de Altamira.
Maiores informações: Antonia Pereira Martins: (093) 9146-9306
FONTE - http://rogerioalmeidafuro.blogspot.com/ (Contribuição: Isabela Welter)
quinta-feira, 18 de março de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Aeroporto Internacional de Jeri

sábado, 3 de outubro de 2009
Refugiados Ambientais

Vi uma interessante matéria sobre esse tema na Revista Planeta e reescrevo alguns trechos aqui para dividir com vocês a questão.
O avanço das mudanças climáticas deve promover movimentos migratórios de grandes proporções nas próximas décadas. A Universidade das Nações Unidas prevê que 250 milhões de pessoas poderão estar nessa condição em 2050.
Numerosos países já encaram o desafio das mudanças climáticas associadas a migrações. Alguns deles como as Maldivas, arquipélago famoso como destino turístico, que têm a maior parte de seu território apenas 1,5 metro acima do nível do mar. A ameaça de submersão levou o atual governo a reservar uma fatia do 1 bilhão que arrecada anualmente com o turismo para comprar terras capazes de abrigar os cerca de 300 mil habitantes das ilhas.
Por sua vez, Tuvalu, um grupo de nove atóis situado no Oceano Pacífico, com altitude máxima de 4,5 metros, já tem seu cotidiano marcado pela elevação do nível do mar. A erosão da costa caminha aceleradamente, inundações de água salgada são freqüentes e a agricultura é cada vez mais difícil ali. Onze mil pessoas ainda moram em Tuvalu, mas muitos nativos já saíram rumo à Nova Zelândia, em sua maioria.
Esses foram apenas dois exemplos. Mas o mais triste é que as mudanças de clima atingem, principalmente, os países em desenvolvimento, contudo as nações ricas também não estão imunes, como, por exemplo, o estado americano do Alasca que sofre com o derretimento do permafrost (terra congelada) e está destruindo gradualmente algumas cidades.
Os refugiados ambientais deixam seus lares por pura falta de opção, em busca de sobrevivência. Em sua maioria, são pobres, mulheres, velhos e crianças, pessoas menos aptas a deslocar-se por grandes distâncias e a adaptar-se.
Na matéria são indicados dois sites para obtenção de maiores informações sobre o assunto:
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Copa do Mundo e Meio Ambiente
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Consumo não pára de crescer





