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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Workshop Inventário de Emissões de GEE

Um dos principais requisitos para seguir a "pegada" de carbono é fazer o inventário corporativo de emissões de gases de efeito estufa, como estabelecem as políticas nacional, estaduais ou municipais de mudanças do clima já aprovadas em todo o país. Isso vale para empresas de qualquer setor, indústrias de todas as áreas, países, estados e cidades.

Então, quer saber como preparar o seu Inventário de GEE? O Portal Ambiente Energia oferece toda a experiência de Carlos Roberto Sanquetta, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e diretor do Instituto de Pesquisas em Biomassa e Sequestro de Carbono (Biofix).


Workshop Inventário de Emissões de GEE

Data: 09 de abril

Local: Avenida Rio Branco, nº 103/21º andar, Rio de Janeiro/RJ

Horário: 8:30 às 18:30

Inscrições: R$ 520,00

Informações: (21) 3872-0355

www.ambienteenergia.com.br/gee

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

FAS e Banco Mundial: intercâmbio com a África


A FAS – Fundação Amazonas Sustentável, em parceria com o Banco Mundial, recebe líderes africanos para visita técnica ao Brasil, entre 2 e 11 de fevereiro,com o objetivo de promover a troca de experiências relacionadas aos programas de REDD – Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação - e ao manejo florestal no País. A Organização será responsável por uma série de eventos - seminário, visita em campo e rodas de debate.

Com o objetivo de mostrar aos participantes os avanços importantes do Brasil em políticas, implementação do REDD e do manejo florestal comunitário, a visita reunirá mais de 20 participantes de seis países da África (Camarões, República Centro Africana, República Democrática do Congo, Gabão, Madagáscar e República do Congo), atualmente engajados na temática.

A primeira parte do programa será um seminário no Rio de Janeiro. Sob o tema “Avanços e desafios para política florestal no Brasil: REDD+ e Manejo Florestal”, o evento será realizado no BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

As etapas seguintes serão visitas a uma Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Estado do Amazonas, onde a FAS implementa o Programa Bolsa Floresta, e a uma Floresta Nacional no Pará, que permitirão aos participantes conhecerem o processo de implementação do REDD no Brasil. Em cada etapa, grupos de trabalho discutirão como as experiências apresentadas poderão ser aproveitadas em cada país.

Esse tipo de troca de experiências, que traduzem a Cooperação Técnica Internacional na área ambiental, é de suma importância, ampliando o conhecimento de todos os países envolvidos na implantação e execução do REDD.

Fonte da notícia e da imagem: http://www.fas-amazonas.org/pt/

sábado, 4 de dezembro de 2010

Recado Greenpeace para ciberativistas!


Gente, repasso para vocês um recado do Greenpeace Brasil sobre a COP - 16, disponível no seguinte link: http://click2.virtualtarget.com.br/index.dma/DmaPreview?4098,3,91016,3b28a11c2c6f42032498576bf472444b,2


Olá, ciberativista


A frase “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima” nunca fez tanto sentido como na 16ª Conferência do Clima (COP16), que acontece em Cancún um ano após o fracasso da 15ª conferência em Copenhague.


As expectativas de se obter um consenso sobre as responsabilidades de cada país no controle do aquecimento global e um comprometimento legal entre eles são quase zero. O Greenpeace está na conferência e mantém a pressão sobre os governos. Siga-nos no Twitter e no Facebook para acompanhar o que acontece na COP16, ou entre direto no nosso site e no blog para ler as últimas notícias.


Os desastres ambientais causados pelas mudanças climáticas, como secas recordes e tempestades violentas, mostram que a demanda por um acordo de controle do aumento da temperatura global continua urgente.


Se os representantes de Estado não querem ficar com a imagem de que estão a passeio em Cancún, precisam avançar nos debates. Os pontos que queremos ver resolvidos englobam a decisão sobre o futuro do Protocolo de Kyoto, que vence em 2012, um fundo que financiará a adaptação dos países para uma economia de baixo carbono e mecanismos de proteção de florestas nativas (conhecido como REDD).


Abraço,

Nicole Oliveira

Coordenadora da Campanha de Clima do Greenpeace Brasil

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

COP 16: uma nova frustação?


A COP-16, 16ª Conferência das Partes da ONU sobre Mudança Climática (COP-16), que está acontecendo no México, entre 29 de novembro e 10 de dezembro de 2010, já está dando o que falar...


A ideia central é que o mundo retome as negociações climáticas lideradas pelas Nações Unidas em Copenhague, que geraram um acordo sem muita expressão, dada ausência de um prazo determinado para um tratado legal e vinculante entre os países.


Em Copenhague, Barack Obama, o presidente dos Estados Unidos, celebrou o acordo, originalmente negociado com a China e outras economias emergentes, como sendo um passo histórico e prometeu a aumentar "o impulso que estabelecemos em Copenhague." Contudo, cabe lembrar que China e EUA são os principais emissores de gases causadores do efeito estufa (g.e.e.) e que até agora a agenda dos dois não reflete urgência no assunto.


Em função disso, as expectativas com relação à celebração no México de importantes compromissos nacionais para redução de emissões de g.e.e. estão em baixa.


Lula, o presidente do Brasil, tem uma posição cética com relação à COP-16. Segundo o governante, que não comparecerá à reunião de Cancún, o mundo não pode ter nenhuma expectativa para a COP-16. "Não vai nenhum grande líder. No máximo irão ministros do Meio Ambiente", por isso "não se deve esperar nenhum avanço", disse o presidente.


Lula reiterou, ainda, a sua decepção com a cúpula realizada em Copenhague, da qual disse que estava "tudo pronto para chegar a um acordo fantástico", que, em sua opinião, afundou pela posição dos países mais desenvolvidos e, em particular, dos Estados Unidos.


"Existe um risco muito grande de que tenhamos perdido o impulso", afirmou um importante delegado sobre a luta contra as emissões, que causam ciclones mais poderosos, extinguem espécies, causam secas e deslizamentos e aumentam os níveis dos oceanos.


Por outro lado, uma mudança para o México, um país no meio do caminho entre os ricos e os pobres, pode ajudar as negociações que quase fracassaram em meio a alegações de Sudão e Venezuela de que a anfitriã Dinamarca estava inclinada em favor dos interesses dos ricos. O México "pode ser muito melhor, para preencher essa difícil tarefa de construir pontes," disse Kim Carstensen, chefe da iniciativa climática global do grupo ambiental WWF.


O responsável para a Mudança Climática do Governo mexicano, o embaixador Luis Alfonso de Alba, afirmou que não se pode esperar medidas drásticas em Cancún, mas que o encontro faz parte de um longo processo.


A próxima reunião da ONU sobre o clima será uma sessão semestral entre autoridades na cidade alemã de Bonn, de maio 31 a 11 de junho próximos.


O primeiro período do Protocolo de Kyoto, que vincula todos os países exceto pelos EUA a cortar emissões, vale até 31 de dezembro de 2012.


Será que dá tempo para ficar nesse longo processo de negociações?


Postagens baseadas nas informações divulgadas no portal MSN Verde, através do seguinte link: http://verde.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=26583808&page=2

Imagem obtida no site oficial do evento: http://cc2010.mx/en/

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Convite: Audiência Pública - RJ


Audiência Pública para implantação de atividade de incineração de Resíduos Perigosos Classe I, a ser realizada no dia 14/10/10, às 19:00 horas, no Restaurante Duros na Queda Ltda - ME (Sítio Duros na Queda), situado na Avenida Areia Branca, n° 1.623, Santa Cruz, Município do Rio de Janeiro.

Ambientalistas, técnicos e moradores estão preocupados com a crescente implantação de indústrias de elevado potencial poluidor na Zona Oeste do Rio, Baía de Sepetiba e na Baixada Fluminense que podem transformar a região na CUBATÃO FLUMINENSE, provocando graves problemas de Saúde Pública e ao meio ambiente, assim como sérias restrições ao Desenvolvimento Econômico Sustentável desta região que está em crescimento acentuado devido a obras de infra-estrutura como o Arco Rodoviário Metropolitano que ligará a Baía de Guanabara (Magé) à Baía de Sepetiba (Itaguaí).

No momento está em processo de licenciamento ambiental o projeto de implantação de atividade de incineração de Resíduos Perigosos Classe I das empresas HAZTEC-TRIBEL, que são aqueles que apresentam riscos à saúde pública e ao meio ambiente, num volume estimado de 7 mil toneladas por ano, no Pólo Industrial de Santa Cruz, Município do Rio de Janeiro.

A população local já está sendo vitimada diariamente por uma nuvem de poluentes. O empreendimento visa promover a realocação de planta de incineração já existente no Município de Belford Roxo cuja ex-proprietária Bayer (Alemanha) vendeu a planta industrial para a HAZTEC.

O incinerador de Resíduos Perigosos Classe I projetado pela HAZTEC-TRIBEL receberá grande volume de resíduos industriais oriundos de todo o estado do RJ e de outros estados da Federação. A área de influência do empreendimento abrange a Zona Oeste do Rio, e os municípios de Seropédica, Itaguaí e da Baixada Fluminense (Nova Iguaçu, Queimados e Japeri).

Os principais poluentes atmosféricos a serem gerados são: Óxidos de Nitrogênio, Monóxido de Carbono, Dióxido de Enxofre, material particulado, Hidrocarbonetos totais, Ácido Clorídrico e demais poluentes tóxicos que deverão ser emitidos na atmosfera durante a operação do incinerador da HAZTEC-TRIBEL.

Em termos ambientais e da proteção da Biodiversidade, sua localização é preocupante já que o empreendimento industrial se instalará na Macro-Região Ambiental 2 que abrange a Baía de Sepetiba onde estão situadas diversas Unidades de Conservação da Natureza legalmente protegidas como: a Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) da Baía de Sepetiba, que engloba a Reserva Biológica e Arqueológica de Guaratiba, a APA das Brisas, a APA da Orla da Baía de Sepetiba e a APA Estadual Gericinó-Mendanha, entre outras.

Texto enviado por Sérgio Ricardo.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Participe do Dia Mundial sem Carro! Faça a sua parte!


Todo dia 22 de setembro, pessoas do mundo inteiro se reunem nas ruas, esquinas e praças para lembrar que não podemos aceitar como único meio de transporte, o carro!

Mas não queremos apenas um dia de celebração para depois voltar à vida "normal". Quando as pessoas percebem que o uso do automóvel não é indispensável, devem, a partir daí, deixar de vez esse meio de transporte e adotar um meio mais viável, tanto para a própria sociedade (e aí estamos falando em melhoria da mobilidade urbana), quanto para o meio ambiente (melhoria da qualidade do ar, redução de resíduos, dentre outros aspectos).

A mobilização é importante justamente para chamar a atenção do Governo para que possam ser criadas medidas que beneficiem pedestres, ciclistas e outras pessoas que não utilizam carros e, assim, incentivá-los.


Em Belo Horizonte, o movimento é liderado pelo "Mountain Bike BH". Segundo o "Mountain Bike BH" "Belo Horizonte tem aderido de forma tímida, mas crescente a cada ano, ao Dia Mundial Sem Carro, com campanhas e fechamento de ruas para uso exclusivo de pedestres. Em 2005, foi realizada a primeira pedalada promovida pelo MTB-BH. Em 2006, o pedal-manifesto se repetiu, dessa vez fazendo parte da programação oficial da data, e contando com cerca de 170 ciclistas. E desde então o número vem aumentando a cada edição".

Confira a programação:
22 de setembro de 2010
18h - Concentração de Ciclistas na Praça da Liberdade.
19h - Início da pedalada;

Partipe e leve sua boa e velha bike para dar uma volta!



segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Crédito de Carbono: perspectivas após Copenhagen


O comércio de crédito de carbono esteve no centro dos debates na Conferência de Copenhagen, que reuniu diversos representantes, em dezembro de 2009, para a criação de um novo protocolo de compromisso ambiental. As expectativas, porém, no foram cumpridas do modo como esperado.

Para tratar sobre as perspectivas para o mercado de crédito de carbono após Copenhagen, a Amcham - Câmara Americana de Comércio - em Belo Horizonte, receberá, no “Encontro de Comitês - Direito Internacional e Meio Ambiente”, os profissionais: Marco Antônio Fujihara, Vinícius Francisco de Carvalho Porto e Júnio Magela Alexandre.

Programação:
» Geral
08h30 - Welcome Coffee e Credenciamento
09h00 - Palestra - Marco Antônio Fujihara
09h45 - Palestra - Vinícius Francisco de Carvalho Porto
10h30 - Fórum de debates com Júnio Magela Alexandre
11h00 - Encerramento

Informações:
Contato: Isabel ScapolatemporeTelefone: (31) 2126-9793

Local: AMCHAM BUSINESS CENTER – Rua da Paisagem, 220 – Vila da Serra - Seis Pistas – (31) 2126-9750.

domingo, 11 de julho de 2010

Por um transporte coletivo sustentável


Aqui em Belo Horizonte constatamos com frustração que o transporte individual motorizado é sempre o privilegiado. Ao invés de vermos propostas para melhoria e incremento do transporte coletivo, para ampliação do metrô, vemos mais e mais obras para aumentar o espaço na cidade para os carros. No entanto, essa semana, fiquei sabendo de uma notícia que me deixou bastante feliz: a chegada de ônibus movidos a hidrogênio em São Paulo e Rio.

Ônibus movidos a hidrogênio, que têm como principal vantagem ambiental emitir somente água do escapamento, já chegaram a São Paulo e ao Rio. A expectativa é que o País utilize esses veículos na Copa do Mundo, em 2014, e na Olimpíada, em 2016. Entretanto, segundo especialistas, a popularização de carros que usam esse tipo de combustível e evitam a poluição do ar nas cidades e danos à saúde da população só deve ocorrer nas próximas décadas.

O hidrogênio pode ser produzido a partir de diversas fontes. Essa versatilidade, porém, nem sempre é positiva ao ambiente. O Ministério do Meio Ambiente demonstra preocupação com a questão no Brasil, é comum produzir hidrogênio a partir do gás natural, que é um combustível fóssil. Nesse caso, não haveria vantagem no uso como combustível. Mas é possível gerar hidrogênio por meio de fontes mais limpas, como hidrelétrica, eólica, solar, biomassa e etanol. "Costumamos dizer que existe o hidrogênio "verde", produzido de fontes renováveis e mais limpas, e o hidrogênio "negro", de fontes fósseis (petróleo, carvão, gás natural), com grandes impactos ambientais", explica o professor da Unicamp. O gás também pode ser criado a partir da energia nuclear. "Nesse caso, seus problemas são os riscos de acidentes e o que fazer com o lixo radioativo", diz Silva.

Para evitar a emissão de poluentes e gases-estufa do hidrogênio que vêm de fontes fósseis seria preciso fazer o sequestro do carbono e enterrá-lo sob a terra ou no fundo dos oceanos. Existem métodos para isso entretanto, um dos grandes desafios é garantir que os gases armazenados não escapem para a atmosfera.

Vamos ver se essa moda também pega em BH!

Fonte: Estadão

terça-feira, 6 de julho de 2010

Taxa de Proteção Ambiental para serviço público de neutralização das emissões de gases de motores movidos por combustíveis fósseis

Ilustração para livro da ONG AMIGOS DA TERRA

Vejam a matéria fresquinha publicada no site da Assembléia Legislativa de Minas Gerais:


Projeto que cria Taxa de Proteção Ambiental será discutido na Assembléia de MG

07/06/2010 - O Projeto de Lei (PL) 4.130/09, do deputado Chico Uejo (PSB), que cria a Taxa de Proteção Ambiental (TPA), foi discutido na terça-feira (1º/6/10), durante audiência pública da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. A taxa seria gerada pela prestação de serviço público da neutralização das emissões de gases emitidos por motores movidos por combustíveis fósseis. A taxa seria cobrada de pessoas físicas ou jurídicas que realizem a compra de combustível fóssil para consumo direto em bombas de postos de abastecimento de veículos ou distribuidoras de combustíveis. O PL 4.130/09 foi enviado às Secretarias de Estado de Meio Ambiente e de Fazenda com pedido de informações que devem subsidiar o parecer do relator. Foram convidados para o debate os secretários de Estado de Fazenda, Leonardo Maurício Colombini; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, José Carlos Carvalho; e de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Gilman Viana Rodrigues; o promotor de Justiça e coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Cultural, Urbanismo e Habitação, Luciano Luz Badini Martins; o presidente da Federação da Agricultura de Minas Gerais (Faemg), Roberto Simões; o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais (Fetaemg), Vilson Luís da Silva; a superintendente Executiva da Associação Mineira de Defesa do Meio Ambiente (Amda), Maria Dalce Ricas; e o secretário executivo do Fórum Mineiro de Mudanças Climáticas, Milton Nogueira da Silva. FONTE: ALMG

Essa taxa certamente aumentá os custos do combustível, custo este que recairá sobre os ombros do consumidor. Mas, de qualquer forma, cumpre questionarmos: é IN ou CONstitucional a referida taxa? Vamos analisá-la!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Green Drinks amanhã!


Se você quer ampliar seu networking, conversar sobre temas relevantes para o mundo e ainda se divertir, venha participar do Green Drinks de Belo Horizonte!

O movimento GREENDRINKS.org é um Happy Hour que acontece mensalmente em várias partes do mundo desde 1989. Atualmente envolve 642 cidades e 60 países!

Seu objetivo é criar um espaço informal de troca, envolvimento, geração de iniciativas e diálogo para juntar, mobilizar e conectar as pessoas pela construção de uma sociedade sustentável e justa.

No dia 06 de Julho (terça-feira), teremos uma conversa sobre “As emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) do Município de Belo Horizonte”. Será apresentado o perfil de emissões do município e discutidas as alternativas já apresentadas para redução de suas emissões.

Para esta conversa teremos como convidados especiais os sócios da MundusCarbo (http://www.munduscarbo.com/): Breno Rates, Felipe Bittencourt, Matheus Lage, Henrique Pereira e João Marcelo Horta, que são os responsáveis pela elaboração do Inventário de GEE de Belo Horizonte.

Venha, participe, aprenda, compartilhe e se divirta!

Responsabilidade Climática também é Sustentabilidade!!!

Esperamos por você!

Anote na sua agenda:

Quando: Terça - Feira, 06 Julho de 2010 (amanhã)
Horário: 19 horas

Onde: Restaurante Rima dos Sabores (Rua Esmeraldas, nº 522. Prado)

Quem: Todos aqueles que acreditam e que se interessam pela temática que envolve a sustentabilidade (ONG, consultorias, associações, empreendedores sociais, estudantes, empresas...)

Regras do jogo: Convidar amigos que tenham interesse pelo assunto!

Mais informações: Entre em contato com o Núcleo de Sustentabilidade pelo telefone: 31 3319-9269 ou visite: http://www.greendrinks/.org e http://www.greendrinksbh.ning.com/.ning.com

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Em um passado não muito distante...

É incrível como o tempo passa rápido, não?

Estamos acostumados a ouvir que nós, brasileiros, temos a memória "curta", o que, em parte, não deixa de ser uma verdade.

O que não estamos acostumados, e nem podemos estar, é com a total falta de comprometimento de alguns países com a redução da emissão de carbono!

Olhando algumas notícias de hoje, me deparo com a seguinte que, aliás, não é surpresa alguma...


Emissão de carbono da China cresce 9% em 2009, e cai no resto do mundo.
Liberação de CO2 de combustível fóssil chegou a 7,52 bilhões de toneladas.Total global caiu pela 1ª vez desde 1998, por causa da recessão.



Não que os demais países sejam "bonzinhos", mas a China está, sem sombra alguma de dúvidas, contrastando a estratégia da maioria dos países para redução do total de emissões de carbono.

Vimos na última reunião da ONU sobre mundanças climáticas, a COP-15, realizada em dezembro de 2009, um verdadeiro fracasso quanto à negociação para adoção de limites de emissão de CO2.

Na verdade, a China tem resistido às exigências dos negociadores americanos e europeus de adotar limites vinculantes às suas emissões, argumentando que as preocupações ambientais devem ser equilibradas com crescimento econômico e que os países desenvolvidos devem primeiro demonstrar um compromisso significativo de redução de suas próprias emissões.

Em que pese essa argumentação, houve a apresentação de proposta, por este país, para reduzir, até 2020, a chamada intensidade de carbono - ou a quantidade de dióxido de carbono emitida por unidade de produto econômico - em 40% a 45% em comparação aos níveis de 2005. Segundo essa medida, as emissões ainda aumentariam, apesar de haver uma desaceleração da taxa.

E o que vemos agora é que as emissões chinesas de dióxido de carbono pelo uso de combustíveis fósseis, no ano de 2009, subiram 9%.

Talvez essa proposta foi apresentada na COP-15 justamente por saberem do alto índice de emissões que os chineses já haviam despejado na nossa atmosfera em 2009.
Esperamos que os chineses não sofram também de péssima memória...

Fonte da chamada noticiária: Globo.com

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Protocolo de Intenções para viabilizar o Registro Público de Gases de Efeito Estufa

Caros Leitores, o Marcus Vinícius Neves, nosso amigo advogado e grande colaborador do blog, nos enviou uma notícia muito importante que merece ser divulgada aqui, é sobre o Protocolo de Intenções assinado pela FIEMG e SEMAD para viabilizar o Registro Público de Gases de Efeito Estufa.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e a Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) assinaram na sexta-feira (07/05/10) um protocolo de intenções para ratificar o trabalho conjunto entre o Governo de Minas e a iniciativa privada no desenvolvimento de políticas para diminuição da emissão de gases que provocam o efeito estufa. O evento contou também com a apresentação da plataforma online do Registro Público de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), elaborado pela Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam).

As iniciativas fazem parte do Programa Estadual de Redução de Gases de Efeito Estufa e serão a base para a elaboração de inventários voluntários de emissões dos empreendimentos em Minas Gerais. O registro e os inventários incorporam padrões de qualidade internacional para declaração de emissões como a redução da intensidade energética e o reconhecimento de ações voluntárias para redução das emissões de GEE.

O secretário de meio ambiente do estado, José Carlos Carvalho, destacou a importância da participação da iniciativa privada, apoiada pela Fiemg e adiantou durante seu discurso que a plataforma, mesmo ainda em fase de testes preliminares, já despertou o interesse de Paraná, São Paulo e Santa Catarina, que demonstraram interesse na adoção do modelo.

Registro Público Disponível por meio de plataforma online, elaborada pela Feam, em parceria com a Universidade Federal de Lavras, e baseada na metodologia internacionalmente aceita Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol) desenvolvida pelo World Resources Institute (WRI) e pelo World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), o registro configura uma iniciativa inédita no Brasil.

A adesão das empresas tem como contrapartida o direito de uso de um selo que atesta a participação no programa, além de compensações no caso da redução comprovada da missão de GEE, tais como a redução de custo nas analises de renovação de licenças ambientais e a citação na lista anual dos “Empreendimentos com Comprovada Redução de Intensidade de Emissões de GEE”.

A plataforma pode ser acessada no endereço http://registrogee.meioambiente.mg.gov.br:8080/mbga/.

Fonte da notícia: site AMDA (http://www.amda.org.br/)

Fonte da foto: www.ambienteonline.pt

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

E por falar em COP...


E por falar em Copenhague, COP 15, que será o tema do próximo Green Drinks em BH, temos que nos preparar para a COP 16, que acontecerá no fim do ano, no México. Sobre o assunto, divulgo aqui algumas notícias.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, acredita que a comunidade internacional conseguirá chegar a um acordo legalmente vinculativo a respeito da mudança climática na reunião sobre o tema que acontece no fim do ano no México.

Ban afirmou que a conferência realizada em dezembro passado em Copenhague, a capital dinamarquesa, "foi um passo considerável no caminho certo e rumo ao alcance de um tratado vinculativo no México". "Por isso, acredito que, com a liderança do presidente (Felipe) Calderón e o apoio das Nações Unidas, conseguiremos avançar", afirmou o diplomata.

Ban acrescentou que "o acordo de Copenhague oferece uma linha mestra clara" para a obtenção de um tratado na conferência do fim deste ano. "Muitos países apresentaram metas precisas sobre reduções das emissões até 2020 e as nações desenvolvidas aceitaram dar US$ 30 bilhões em ajudas nos próximos três anos e US$ 100 bilhões a cada ano até 2020", destacou.

O secretário-geral da ONU também disse que há "decisões importantes" a serem colocadas em "prática" agora, por isso encorajou todos os membros da comunidade internacional a se unirem "o mais rápido possível neste acordo".

Nesse âmbito, podemos dizer que o Brasil adotou uma postura de vanguarda e já se dispôs a diminuir as suas emissões de gases de efeito estufa... Contudo, alguns grandes poluidores - como os E.U.A. ainda não tomaram a mesma decisão. Bom, será que podemos ter esperanças de que dias melhores virão ou não?

Fonte do texto: Folha on line, dia 29/01/2010, da EFE, de Nova York, link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u686476.shtml

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Método Para Definir Metas Globais de Redução de Emissões


Uma das grandes dificuldades para a definição de metas globais de redução das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) é a briga entre países ricos e pobres.

Os países desenvolvidos concordam em adotar metas de redução, porém somente se também forem definidas metas para os países em desenvolvimento. Os países pobres argumentam que não podem ter metas de redução, pois os países ricos são os grandes responsáveis históricos pela concentração atual de GEE na atmosfera.

Felizmente a capacidade humana já apresentou algumas solucões para esse impasse.

A Universidade de Princeton está propondo um método para distribuir a responsabilidade pelo corte de emissões de modo equitativo entre os países ricos e pobres. Eles consideraram a população, as emissões e a renda para distribuir os cortes necessários entre os países.

Agora só não serão definidas metas ambiciosas de redução de emissões se os políticos não quiserem.

O trabalho técnico que apresenta o método pode ser copiado na BIBLIOTECA ONLINE DE SUSTENTABILIDADE do site da Silva Porto Consultoria Ambiental:
www.silvaporto.com.br/admin/downloads/METODO_PARA_DEFINIR_METAS_DE_REDUCAO_DE_EMISSOES.pdf
De toda forma, a idéia é boa, apesar de possuir inúmeros pós e contras. De toda forma, fica claro o intuito dos Países Desenvolvidos de "penalizar", de alguma forma, alguns países superpopulosos como China, Índia e Brasil.
Se alguém tiver interesse sobre o assunto, eu tenho um material sobre isso, já que ao cursar a matéria Economia Ambiental, na Austrália, tive que fazer um trabalho sobre essa proposta e outras porpostas alternativas de redução das emissões de GEE, apontando os benefícios e os problemas que elas poderiam trazer, além de discutir se seriam justas ou não.


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Maluquices ECOrretas

Como é crescente a questão do aquecimento global e cada dia mais aumenta a preocupação com a situação, aumenta também, proporcionalmente a quantidade de estudos sobre o tema, idéias mirabolantes sobre como ajudar o planeta e como salvá-lo.

Muitas idéias são muito boas!!A grande maioria dos estudos é válida!Mas nos deparamos à vezes com algumas situações, idéias e tecnologias que, cá pra nós, são um pouco esquisitas...


O ecobarco é movido à energia humana

O barco em formato de concha deslizaria sobre as águas do rio movido com a energia do exercício humano. Dentro do "ecobarco" haveria uma academia de ginástica e a energia das pessoas nas esteiras e bicicletas seria usada para impulsionar o meio de transporte. Mas será que essas academias flutuantes seriam uma solução para o trânsito das grandes cidades? Imagina, você vai sair para uma comemoração, encontrar alguém, reunião de negócios, pega seu mei ode transporte ecológico e chega no local de destino ensopado de tanto se exercitar. Creio que a idéia resolveria em parte os problemas de obesidade, mas será que resolveria os problemas ambientais?


Árvores falsas absorvem gás carbônico?

O pai da expressão “aquecimento global”, o cientista renomado Wallace Broeker quer plantar milhares de árvores sintéticas capazes de absorver gás carbônico, ao preço de U$$600 bi anuais. Hum....pra que plantar árvores falsas gastando esse fortuna ao invés de plantar árvores naturais, a fim de reflorestar o planeta..É Wallace, acho que não vai pegar não...sinto muito..


O "pum" das vaca seria poluente

Ao que dizem cada “pum” que uma vaquinha solta libera muuuito CO2, ao passo que as flatulências de cangurus são, em outras palavras, ecologicamente corretas. Isso porque habitam os corpos dos cangurus uma bactéria ainda não identificada. Querem agora os cientistas implantar essas bactérias nas vaquinhas...será?


Explodir vulcão é a solução?

Explodir vulcão??Eu particularmente acho que não devemos brincar de Deus e muito menos ficar causando desastres naturais..vai que isso foge ao controle?Não confio muito não.


Cientistas querem aproveitar energia dos tornados

Tudo bem que um tornado pode gerar energia de um mega watt/ hora..mas daí a criar um centro de reproduções de tornado??idem comentário de cima..a gente não brinca de mãe natureza...

E você, o que acha dessas idéias malucas??

Caso conheça alguma tão maluca quanto essa, nos envie!

Ah!!a fonte dessa noticia é a revista Época!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Serviço de Delivery é melhor para o Meio Ambiente


O resultado de uma pesquisa interessante foi publicado nesta quinta-feira (05/02/09) no Jornal A Folha de São Paulo, no Caderno Equilíbrio. Trata-se de pesquisa realizada pela Universidade de Exter, no Reino Unido, que conclui que ir de carro até o mercado para fazer compras talvez não seja tão bom para a natureza quanto usar o serviço de entrega - delivery...O estudo em questão fez uma comparação entre as emissões de CO2 no trajeto de ida até o mercado e pelos carros de entrega. A conclusão foi de que o delivery emite uma menor quantidade per capita de gás carbônico. Ora, então, que tal fazer compras através da internet, usando o serviço delivery? Melhor ainda, que tal ir a pé ou de bicicleta? Para aqueles que moram pertinho de um mercado fica fácil...

Carpe Diem!

Copa do Mundo e Meio Ambiente



No dia 04 de fevereiro de 2009, foi publicado um artigo bem interessante escrito pelo advogado Pedro Trengrouse no Jornal Estado de Minas sobre a relação entre Copas do Mundo (de Futebol) e o Meio Ambiente, o que a princípio pode parecer um tanto curioso... Mas quando analisamos a questão mais profundamente, tudo se mostra realmente interligado!

Segundo Pedro, na Copa do Mundo de 2006, realizada na Alemanha, o Comitê Organizador, o Ministério do Meio Ambiente do país e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) estabeleceram um compromisso para mitigar e reduzir os impactos ambientais provocados pelo evento, principalmente no que se refere à emissão dos Gases de Efeito Estufa (GEE). Nesse sentido, várias iniciativas foram desenvolvidas como a neutralização de 100 mil toneladas de CO2, a promoção do uso responsável dos recursos hídricos, o reaproveitamento e a reciclagem de materiais, o transporte planejado menos poluente, o uso eficiente de energia, a utilização de energia solar, entre outras.

Fato é que desde então, a variável ambiental constitui um dos importantes itens a serem levados em consideração na elaboração do planejamento de toda a estrutura exigida por uma Copa do Mundo de Futebol. Tanto é verdade que a África do Sul está mantendo este compromisso, aproveitando as iniciativas desenvolvidas pela Alemanha e seguindo a idéia de que Esporte e Meio Ambiente devem caminhar juntos.

Conforme conclui Pedro em seu artigo, a Copa do Mundo não representa somente um desafio para os países competidores, mas também para a Sociedade e para o Meio Ambiente. Pedro ainda alerta que o mesmo caminho deverá ser seguido pelo Brasil, país sede da Copa de 2014, sendo que os desafios a serem enfrentados pelo país não se resumem apenas às questões de infra-estrutura e segurança, mas também deverá ser levada em conta os impactos ambientais e como reduzi-los e/ou mitigá-los.

Iniciativas como estas constituem mais um passo na conscientização da importância da questão ambiental, inclusive no âmbito global.