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sexta-feira, 13 de maio de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Onde descartar lixo eletrônico?
Se você ainda têm dúvidas sobre onde descartar o seu lixo eletrônico, mesmo depois de ler todas as postagens que publicamos aqui no blog com o marcador "Lixo Eletrônico", olha só a Lista de Pontos de Coleta que a revista Bons Fluídos, da editora Abril, publicou: Alagoas
Empresa: Mundo Verde
Produto: plástico, papel, vidro e metal.
Endereço: rua Fernandes Lima, 295, Centro, Arapiraca, Alagoas
Telefone: (82) 3522-1919
Rio de Janeiro
Empresa: Mundo Verde
Produto: plástico, papel, vidro e metal.
Endereço: av. Ataulfo de Paiva, 375 - lojas A, B e C, Leblon, Rio de Janeiro, RJ
Telefone: (21) 2512-9868
E-mail: leblon@mundoverde.com.br.
São Paulo
Empresa: Cidadão Eco
Produto: materiais de informática, bateria automotiva, fios e cabos de força, celular (com ou sem bateria), aparelhos de CD/DVD, catalisadores. O recolhimento é feito apenas na cidade de São Paulo, sem custo. No interior, verificar se o município tem convênio com a empresa, caso tiver, informe-se onde é possível deixar o material. Em outros estados, envie via transportadora ou correio. Nesse caso, o custo fica por conta de quem faz o envio.
Telefone: (11) 2534-6191; (11) 9424-9509
Site: www.cidadaoeco.com.br.
Empresa: Hequipel
Produto: qualquer material eletrônico (computadores, impressoras, monitores, aparelhos de som, TV, entre outros).
Local: retira em São Paulo e grande SP, sem custo.
Contato: Heitor Pinto da Luz
Telefone: (11) 8832-7282
E-mail: heitorhequipel@hotmail.com.
Empresa: Mundo Verde
Produto: óleo de Cozinha
Endereço: rua Afonso Braz, 337, Vila Nova Conceição, São Paulo, SP
Telefone: (11) 3045-8893; (11) 3045-9227
E-mail: vilanova@mundoverde.com.br.
Empresa: Philips
Produto: aparelhos de som, liquidificadores, televisores, lâmpadas, acessórios de informática.
Local: assistências técnicas autorizadas da Philips.
Endereços: checar em www.philipsbusca.com.br.
Telefone: (11) 2121-0203; SAC 0800-7010203
Empresa: Abre (Associação Brasileira de Redistribuição de Excedentes)
Produto: computadores, televisores e outros equipamentos eletrônicos, funcionando ou não. A empresa conserta e redistribui para instituições sociais. O doador recebe por e-mail informações sobre o destino do material doado.
Local: av. Lavandisca, 168, Moema, São Paulo (SP)
Telefone: (11) 5052-0736
Empresa: CDI (Comitê para a Democratização da Informática)
Produto: recebe apenas computadores completos (com monitor, teclado, mouse etc.) e que estejam funcionando. O material coletado é utilizado para criar centros de inclusão digital em áreas carentes.
Local: av. Francisco Matarazzo, 102, Água Branca, São Paulo (SP)
Telefone: (11) 3666-0911; (11) 3822-0970
Todo Brasil
Empresa: TIM
Produto: aparelhos celulares e acessórios, pilhas e baterias portáteis.
Local: em todas as sedes e lojas das regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, e em todo o estado de Pernambuco. Nos demais estados, em todas as lojas.
Empresa: Cânon
Produto: máquinas fotográficas, aparelhos de fax, impressoras e copiadoras.
Local: assistências técnicas autorizadas.
Empresa: HP
Produto: computadores, impressoras, cartuchos e acessórios.
Contato: mandar email para reciclagem@hp.com, informando modelo do equipamento, quantidade e local onde se encontra. A empresa informa que faz contato com o consumidor para retirar o equipamento.
Empresa: Dell
Produto: computadores, impressoras e acessórios.
Contato: acessar o suporte, descrever o equipamento que deverá ser coletado. Um representante autorizado da área marcará um horário para retirá-lo.
Empresa: Itautec
Produto: computadores, impressoras e acessórios.
Contato: enviar e-mail para disk.meio-ambiente@itautec.com, informando os dados de código e série do produto. Após o envio, o cliente deve aguardar o contato da empresa, que indicará a filial para onde o lixo eletrônico deve ser levado.
Fonte da matéria: Revistas Bons Fluídos, Editora Abril, Título da matéria: Pontos de coleta de lixo tóxico, Texto de Patricia Bernal, Ilustrações de Adriana Alves.
Link: http://bonsfluidos.abril.com.br/edicoes/0139/autoconhecimento/pontos-coleta-lixo-toxico-608225.shtml
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Governo adia metas para reciclagem de resíduos sólidos

O governo federal tem até junho para elaborar uma proposta referente à Política Nacional de Resíduos Sólidos que inclua metas de redução e reciclagem de resíduos e também a definição de como vão funcionar os sistemas de logística reversa para embalagens, eletroeletrônicos e lâmpadas, entre outros itens.
O plano será elaborado por um grupo de técnicos e dirigentes de 12 ministérios, sob a coordenação do Ministério do Meio Ambiente. A nomeação do grupo sairá até fevereiro. O cronograma é o primeiro desdobramento prático do decreto que regulamentou a Política Nacional de Resíduos Sólidos, assinado pelo Ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva no fim de 2010. Ao contrário do que era esperado, não foram impostas metas para a reciclagem de embalagens e outros itens, como lâmpadas e eletroeletrônicos.
No caso da logística reversa, que é o recolhimento dos materiais após seu uso pelo consumidor, o detalhamento deve vir por meio de acordos definidos entre os setores. "O decreto foi um pouco vago e deixou muitos itens para serem resolvidos por meio de acordos setoriais", afirma Lina Pimentel.
O projeto de lei 1991/07, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos ficou parado no Congresso Nacional por 18 anos. A demora ocorreu por conta de uma série de emendas recebidas ao longo dos anos e da falta de consenso entre representantes do setor público e privado. A aprovação do projeto de lei no Senado ocorreu em julho do ano passado e, em agosto, ele foi sancionado pelo Presidente Lula.
Fonte: Hoje em Dia
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Minas Menos Resíduos - Semana Mineira de Redução de Resíduos

A Semana Mineira de Redução de Resíduos, que acontecerá entre os dias de 20 a 28 de novembro de 2010, é uma iniciativa que integra as atividades desenvolvidas no âmbito da Semana Europeia de Redução de Resíduos - promovida pelos Estados membros da Comunidade Européia e que tem o apoio do Programa LIFE+ da Comissão Europeia.
Em toda a América do Sul e Brasil, apenas Minas Gerais, representada por meio da Fundação Estadual do Meio Ambiente - FEAM, foi convidada para participar dos eventos da Semana na condição de organizadora das atividades locais.
Ao abraçar esta inciativa, a FEAM entende que a Semana de Redução de Resíduos, diferente de outras iniciativas mais centradas nas soluções técnicas e legais sobre a questão, traz para o debate público a noção de responsabilidade social.
Mais do que um problema tecnológico e científico, a questão dos resíduos gerados pela sociedade deve ser encarado como um problema sócio-ambiental, que tem consequencias negativas, não apenas para o meio ambiente, mas também para a qualidade de vida e o futuro de toda a sociedade.
Neste sentido, os organizadores da Semana, seja na Comunidade Europeia, seja aqui em Minas Gerais, assumem o papel de facilitadores, mobilizando a sociedade para que ela própria, representada por suas instituições e cidadãos, tome consciência e participe de forma efetiva das soluções.
O site do evento está muito interessante, através dele você pode se informar sobre a programação da Semana, pode também inscrever o seu projeto de redução de resíduos, se informar sobre como reduzir o seu lixo e como agir no dia a dia, além de obter informações no link "Infoteca", através de artigos, videos e outros materiais. Vale a pena conhecer: http://www.minasmenosresiduos.com.br/
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010
EcoDicas Parte II - Como Descartar Lixo Doméstico
Lâmpadas Fluorescentes

Apesar de economizar energia, as lâmpadas fluorescentes contêm metais pesados. Enquanto estão intactas, elas não oferecem risco durante o manuseio. Contudo, quando rompidas, liberam vapor de mercúrio, que é absorvido principalmente pelos pulmões, causando intoxicação. Dependendo da temperatura do ambiente, o vapor pode permanecer no ar por até três semanas. Por isso, é recomendável que as lâmpadas sejam armazenadas em local seco, dentro das embalagens originais, protegidas contra eventuais choques.
No contato com lâmpadas quebradas, é necessário o uso de avental, luvas e botas plásticas. Os cacos devem ser coletados com cuidado, para evitar ferimentos, e colocados em embalagem lacrada.
No Brasil, são usadas cerca de três lâmpadas fluorescentes por habitante a cada ano. Isso significa que cerca de 80 milhões de lâmpadas fluorescentes são descartadas no mesmo período, o que equivale a aproximadamente 1.600 kg de mercúrio.
As lâmpadas fluorescentes devem ser separadas do lixo orgânico e dos materiais tradicionalmente recicláveis, como vidro, papel e plásticos. Se o destino dessas lâmpadas for o aterramento, o mercúrio se infiltrará no solo, atingindo mananciais e a cadeia alimentar humana.
Obs: Empresas que reciclam lampadas fluorescentes, ver aqui
Pilhas e baterias

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) classifica como lixo perigoso as pilhas e as baterias que apresentem, em suas composições, substâncias tóxicas como mercúrio, chumbo e cádmio, pois podem contaminar o solo e a água, além de, em contato com o homem, causar dano ao cérebro, rins e pulmões.
O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) determina que esses produtos sejam entregues pelos usuários aos estabelecimentos que os comercializam.
O Conama também estabeleceu limites nos níveis de metais para a fabricação, importação e comercialização de pilhas e baterias. Por isso, os fabricantes nacionais reduziram a carga poluente de alguns produtos, permitindo seu descarte no lixo comum.
- Não podem ser descartadas no lixo comum: baterias com níquel cádmio utilizadas em celulares, telefones sem fio e outros aparelhos com sistemas recarregáveis; baterias de chumbo ácido usadas em algumas filmadoras de modelo antigo e em veículos; e pilhas de óxido de mercúrio, usadas em instrumentos de navegação e aparelhos de instrumentação e controle.
- Podem ser descartadas no lixo comum: pilhas secas (dos tipos zinco-manganês ou alcalina-manganês), utilizadas em aparelhos como máquinas fotográficas, rádios, brinquedos, entre outros; e pilhas e baterias portáteis (tipo lithium, lithium ion, zinco-ar, niquel metal, hidreto, pilhas e baterias botão ou miniatura), encontradas em jogos, brinquedos, ferramentas elétricas portáteis, informática, lanternas, equipamentos fotográficos, rádios, aparelhos de som, relógios, agendas eletrônicas, barbeadores, instrumentos de medição, de aferição e equipamentos médicos.
Anualmente são vendidas cerca de 800 milhões de baterias e pilhas no Brasil. Se um milhão de consumidores conscientes derem a elas o tratamento de descarte adequado, 30 milhões de pilhas serão desviados dos lixões e aterros.
Medicamentos

Deixe os remédios que estiverem fora de prazo em drogarias e farmácias (inclusive as de manipulação), e entregue restos de medicamentos que ainda podem ser utilizados nos Centros de Saúde. Esses locais estão obrigados a atender à Resolução nº 358, de 29 de abril de 2005, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde
Óleo de cozinha

A simples atitude de não jogar o óleo de cozinha usado direto no lixo ou no ralo da pia também pode contribuir para diminuir o aquecimento global, pois sua decomposição emite metano, um dos principais gases que causam o efeito estufa.
O óleo deve ser acondicionado em sacos plásticos ou em uma garrafa PET e encaminhado a empresas que o transformam em produto de limpeza ou biodiesel. O material também pode ser levado para Organizações Não-Governamentais, que o encaminham para as empresas.
Algumas lojas do Pão de Açúcar na Região Metropolitana de São Paulo também passaram a receber óleo de cozinha (a lista está disponível no site http://www.grupopaodeacucar.com.br/).
Obs: Empresas que reciclam oleo de cozinha, ver aqui
SABÃO DE ÓLEO DE COZINHA
O óleo também pode ser utilizado, pelo próprio consumidor, para se fazer sabão. Confira a receita:
Ingredientes:
5 litros de óleo de cozinha usado
200 mililitros de amaciante
2 litros de água
1 quilo de soda cáustica em escama
Modo de preparo:
Com cuidado, ponha a soda em escamas no fundo de um balde plástico. Depois, adicione a água fervendo e mexa até diluir a soda. Acrescente o óleo e continue mexendo. Misture bem o amaciante. Jogue a mistura em uma forma. No dia seguinte, cortar as barras de sabão.
FONTE: UOL.COM.BR

Apesar de economizar energia, as lâmpadas fluorescentes contêm metais pesados. Enquanto estão intactas, elas não oferecem risco durante o manuseio. Contudo, quando rompidas, liberam vapor de mercúrio, que é absorvido principalmente pelos pulmões, causando intoxicação. Dependendo da temperatura do ambiente, o vapor pode permanecer no ar por até três semanas. Por isso, é recomendável que as lâmpadas sejam armazenadas em local seco, dentro das embalagens originais, protegidas contra eventuais choques.
No contato com lâmpadas quebradas, é necessário o uso de avental, luvas e botas plásticas. Os cacos devem ser coletados com cuidado, para evitar ferimentos, e colocados em embalagem lacrada.
No Brasil, são usadas cerca de três lâmpadas fluorescentes por habitante a cada ano. Isso significa que cerca de 80 milhões de lâmpadas fluorescentes são descartadas no mesmo período, o que equivale a aproximadamente 1.600 kg de mercúrio.
As lâmpadas fluorescentes devem ser separadas do lixo orgânico e dos materiais tradicionalmente recicláveis, como vidro, papel e plásticos. Se o destino dessas lâmpadas for o aterramento, o mercúrio se infiltrará no solo, atingindo mananciais e a cadeia alimentar humana.
Obs: Empresas que reciclam lampadas fluorescentes, ver aqui
Pilhas e baterias

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) classifica como lixo perigoso as pilhas e as baterias que apresentem, em suas composições, substâncias tóxicas como mercúrio, chumbo e cádmio, pois podem contaminar o solo e a água, além de, em contato com o homem, causar dano ao cérebro, rins e pulmões.
O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) determina que esses produtos sejam entregues pelos usuários aos estabelecimentos que os comercializam.
O Conama também estabeleceu limites nos níveis de metais para a fabricação, importação e comercialização de pilhas e baterias. Por isso, os fabricantes nacionais reduziram a carga poluente de alguns produtos, permitindo seu descarte no lixo comum.
- Não podem ser descartadas no lixo comum: baterias com níquel cádmio utilizadas em celulares, telefones sem fio e outros aparelhos com sistemas recarregáveis; baterias de chumbo ácido usadas em algumas filmadoras de modelo antigo e em veículos; e pilhas de óxido de mercúrio, usadas em instrumentos de navegação e aparelhos de instrumentação e controle.
- Podem ser descartadas no lixo comum: pilhas secas (dos tipos zinco-manganês ou alcalina-manganês), utilizadas em aparelhos como máquinas fotográficas, rádios, brinquedos, entre outros; e pilhas e baterias portáteis (tipo lithium, lithium ion, zinco-ar, niquel metal, hidreto, pilhas e baterias botão ou miniatura), encontradas em jogos, brinquedos, ferramentas elétricas portáteis, informática, lanternas, equipamentos fotográficos, rádios, aparelhos de som, relógios, agendas eletrônicas, barbeadores, instrumentos de medição, de aferição e equipamentos médicos.
Anualmente são vendidas cerca de 800 milhões de baterias e pilhas no Brasil. Se um milhão de consumidores conscientes derem a elas o tratamento de descarte adequado, 30 milhões de pilhas serão desviados dos lixões e aterros.
Medicamentos

Deixe os remédios que estiverem fora de prazo em drogarias e farmácias (inclusive as de manipulação), e entregue restos de medicamentos que ainda podem ser utilizados nos Centros de Saúde. Esses locais estão obrigados a atender à Resolução nº 358, de 29 de abril de 2005, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde
Óleo de cozinha

A simples atitude de não jogar o óleo de cozinha usado direto no lixo ou no ralo da pia também pode contribuir para diminuir o aquecimento global, pois sua decomposição emite metano, um dos principais gases que causam o efeito estufa.
O óleo deve ser acondicionado em sacos plásticos ou em uma garrafa PET e encaminhado a empresas que o transformam em produto de limpeza ou biodiesel. O material também pode ser levado para Organizações Não-Governamentais, que o encaminham para as empresas.
Algumas lojas do Pão de Açúcar na Região Metropolitana de São Paulo também passaram a receber óleo de cozinha (a lista está disponível no site http://www.grupopaodeacucar.com.br/).
Obs: Empresas que reciclam oleo de cozinha, ver aqui
SABÃO DE ÓLEO DE COZINHA
O óleo também pode ser utilizado, pelo próprio consumidor, para se fazer sabão. Confira a receita:
Ingredientes:
5 litros de óleo de cozinha usado
200 mililitros de amaciante
2 litros de água
1 quilo de soda cáustica em escama
Modo de preparo:
Com cuidado, ponha a soda em escamas no fundo de um balde plástico. Depois, adicione a água fervendo e mexa até diluir a soda. Acrescente o óleo e continue mexendo. Misture bem o amaciante. Jogue a mistura em uma forma. No dia seguinte, cortar as barras de sabão.
FONTE: UOL.COM.BR
sexta-feira, 16 de julho de 2010
O que é TI Verde?

Há algum tempo atrás, uma leitora do blog nos perguntou se tínhamos alguma postagem sobre “TI Verde” e verificamos que ainda não havíamos tratado deste assunto. Bom, acho que agora chegou a hora!
Para entender exatamente o que significa a expressão “TI Verde”, eu realizei algumas pesquisas e descobri informações relevantes que devem ser divulgadas.
Para começar, a sigla “TI” se refere à Tecnologia da Informação, que pode ser entendida como o conjunto de atividades de gerenciamento de informações através de recursos de computação. Então, ao se acrescentar a palavra “verde”, entende-se que corresponde à inserção da preocupação ambiental neste processo. Na verdade, é um conceito bastante amplo...
“TI Verde” diz respeito à redução do consumo de energia, à redução das emissões de gases de efeito estufa, ao uso e reuso de recursos naturais, à reciclagem de equipamentos e produtos, à destinação adequada de resíduos em geral, à destinação adequadada de lixo eletrônico, à adoção de técnicas de arquitetura sustentável, à utilização de processos que aumentem a vida útil de equipamentos e infra-estruturas de tecnologia, ao aumento da consciência ambiental das pessoas e etc.
Para saber mais, sugiro a leitura de um texto muito explicativo sobre este assunto no seguinte endereço eletrônico: http://www.guiadohardware.net/artigos/ti-verde/
Também aprendi com o texto deste outro endereço: http://www.itautec.com.br/iPortal/pt-BR/6678902d-1903-45ab-a524-d6773e54d90c.htm
Fonte da foto: http://ciinforma.blogspot.com/2009/09/redes-da-sustentabilidade-ti-verde.html
terça-feira, 13 de julho de 2010
Debate sobre o Projeto de Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos

O substitutivo da Câmara dos Deputados ao projeto de lei do Senado (PLS 354/89) que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos foi aprovado em reunião conjunta das Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania, de Assuntos Econômicos, de Assuntos Sociais e de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle realizada na quarta-feira, dia 07/07.
O projeto proíbe a criação de "lixões", onde os resíduos são lançados a céu aberto. Todas as prefeituras deverão construir aterros sanitários adequados ambientalmente, onde só poderão ser depositados os resíduos sem qualquer possibilidade de reaproveitamento ou compostagem. Será proibido catar lixo, morar ou criar animais em aterros sanitários. O projeto proíbe também a importação de qualquer lixo.
Com 58 artigos que ocupam 43 páginas, a Política Nacional de Resíduos Sólidos apresenta algumas novidades, entre elas a "logística reversa", que obriga fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores a realizarem o recolhimento de embalagens usadas. Foram incluídos nesse sistema agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas (todas elas) e eletroeletrônicos.
Além disso, é introduzida na legislação a "responsabilidade compartilhada", envolvendo a sociedade, as empresas, as prefeituras e os governos estaduais e federal na gestão dos resíduos sólidos. A proposta estabelece que as pessoas terão de acondicionar de forma adequada seu lixo para a coleta, inclusive fazendo a separação onde houver coleta seletiva.
O Projeto prevê que a União e os governos estaduais poderão conceder incentivos à indústria de reciclagem. Pela nova política, os municípios só receberão dinheiro do governo federal para projetos de limpeza pública e manejo de resíduos sólidos depois de aprovarem planos de gestão. Os consórcios intermunicipais para a área de lixo terão prioridade no financiamento federal. As cooperativas de catadores de material reciclável foram incluídas na "responsabilidade compartilhada", devendo ser incentivadas pelo poder público.
Com os incentivos e as novas exigências, o país tentará resolver o problema da produção de lixo das cidades, que chega a 150 mil toneladas por dia. Deste total, 59% vão para os "lixões" e apenas 13% têm destinação correta, em aterros sanitários. Em 2008, apenas 405 dos 5.564 municípios brasileiros faziam coleta seletiva de lixo.
Excelente notícia!
Acabar com lixões, o que já é uma exigência legal, mas continua sendo descumprido por inúmeras prefeituras; instituir política de logística reversa, obrigando empresas a recolherem os resíduos gerados pelos seus próprios produtos; proibir a importação de resíduos, para evitar, por exemplo, a importação de pneus para fins de reciclagem; instituir a responsabilidade compartilhada, incluindo a sociedade no processo; enfim estas constituem algumas das disposições positivas trazidas pelo referido Projeto de Lei.
Fonte da notícia: http://www.editoramagister.com/noticia_ler.php?id=45167
Fonte da Foto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Aterro_Sanitario.jpg
Para saber mais, consulte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2010/07/senado-aprova-politica-nacional-de-residuos-solidos.html
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sábado, 3 de julho de 2010
Lixo eletrônico, pra onde levar?

Vocês já tiveram que se desfazer de um computador ou de uma C.P.U. que não funcionavam mais ou até mesmo um mouse ou teclado estragados? Pois é, e como vocês fizeram?
Uma leitora do nosso blog até enviou pra nós um email perguntado o que ela deveria fazer, pra onde ela deveria levar um material eletrônico. Depois de verificarmos as possibilidades, sugerimos a doação do material para um amigo que recebe computadores e equipamentos eletrônicos para conserto e também faz um trabalho voluntário em uma creche. Por fim, o material foi doado para a creche que ele indicou e as crianças de lá passaram a contar com um computador em bom estado.
O ideal é tentar fazer um up grade nas máquinas antes de pensar em inutilizá-las. Mas é fato que a tecnologia no âmbito da informática se desenvolve com uma velocidade incrível e muitas vezes, a questão da agilidade constitui um diferencial competitivo, o que leva muitas empresas a trocarem de equipamentos eletrônicos periodicamente.
Esta postagem é apenas para alertá-los que existem vários lugares prontos para receber este tipo de equipamento ou resíduos eletrônicos em todo Brasil. Procure se informar se na sua cidade há algum posto de coleta. Alguns lugares compram, outros recebem como doação e cabe lembrar que não só computadores entram na lista, mas outros equipamentos eletrônicos também.
Anotem aí:
A Phillips recebe equipamentos eletrônicos de suas marcas: Phillps e Walita http://sustentabilidade.phillps.com.br//responsabilidade-ambiente/programa-phillps-ciclosustentavel.htm
terça-feira, 4 de maio de 2010
Onde descartar lixo eletrônico em Belo Horizonte?!

Postos de coleta ciclo sustentável Phillips:
-Servicenter Eletrônica Av. do Contorno, 4 168 - São Lucas - BH 31 - 3212 3636 / 3225 47006
Outros Postos de Entrega de resíduos eletroeletrônicos em BH:
- Comitê para Democratização da Informática - 31 - 3373 2150
-Centro de Recondicionamento de Computadores de Belo Horizonte 31 - 3277 6064
terça-feira, 7 de julho de 2009
Lixo importado?!!!

Nesta segunda-feira, dia 06, cerca de 300 toneladas de lixo recolhidas na Inglaterra foram encontradas dentro de contêineres no Porto de Santos, a 72 km de São Paulo. A carga foi enviada por duas empresas, e deveria conter plástico para reciclagem.
Os contêineres chegaram ao Brasil na última semana, mas só foram abertos na segunda. Uma equipe do Ibama foi até o local para verificar a carga, e levou um susto quando as portas foram abertas. “Isso é um desrespeito com o nosso país, nós não somos o lixão do mundo”, disse uma fiscal. O lixo doméstico dos ingleses passou por vários países antes de chegar ao Brasil. No Porto de Santos, foram 16 contêineres com 290 toneladas de lixo. Em uma primeira vistoria, os fiscais do Ibama encontraram resíduos de alimentos, cabos de computador, travesseiros molhados e muitas embalagens sujas “Nós recebemos uma denúncia do Porto de Rio Grande, porque existia uma carga similar, até mais do que aqui. Então eles pediram para nós verificarmos essa carga da mesma empresa. É um absurdo, um desrespeito com o Brasil”, conta Ingrid Oberg, chefe regional do Ibama. A empresa importadora e a transportadora foram notificadas. Cada uma terá que pagar R$ 155 mil de multa. O Ibama ainda deu um prazo de 10 dias para que essas empresas devolvam o lixo ao país de origem.
Quanto desrespeito!
Fonte: G1 - Globo.com
Vejam abaixo outra notícia relatando outro desrespeito cometido pela Inglaterra em países africanos:
Segundo o jornal britânico The Independent, em uma parceria investigativa com o canal Sky News e o Greenpeace, milhares de toneladas de lixo eletrônico da Inglaterra estão sendo despejados em países africanos. Para confirmar as denúncias, um chip localizável por GPS foi colocado num velho televisor e jogado no lixo em Londres. Algumas semanas mais tarde, foi localizado numa lixeira em Lagos, capital da Nigéria. Seguindo este chip, foi descoberto que as empresas contratadas para reciclar ou destruir esse lixo eletrônico exportam ilegalmente 150 toneladas por dia para uma filial sua em Lagos, os quais, depois de selecionar o que ainda pode ser vendido na África, largam o resto em lixeiras públicas. O mais grave é que esse lixo contém materiais altamente tóxicos - mercúrio, chumbo, cádmio e dioxinas diversas. A Inglaterra produz cerca de 15% do lixo eletrônico da União Européia. O governo britânico estima que 450 mil toneladas de e-waste, (lixo eletrônico em inglês) estão sendo tratados de acordo com a lei inglesa para lixo eletrônico e equipamento elétrico, que coloca a responsabilidade pelos detritos nos fabricantes. Mas com a média estimada de que cada cidadão britânico despeja 4 peças de e-lixo por dia, aproximando a um montante de 500.000 toneladas anuais, o controle desse tipo de detrito está se tornando cada vez mais difícil pelas autoridades. Pesquisas industriais feitas pelo jornal estimaram que no mínimo 10 mil toneladas de televisões fora de uso e 23 mil toneladas de computadores estão sendo ilegalmente importadas como pare de um mercado maior, que já soma a quantia de 10 milhões de libra em lucro. Fonte: blog.premiosergiomotta.org.br/
domingo, 26 de abril de 2009
Reciclagem Fashion!



É da Finlândia uma iniciativa "ecobacana" que merece ser divulgada! Os finlandenses da SECCO encontraram várias formas simpáticas de reciclar aparelhos e equipamentos eletrônicos usados. As teclinhas de computador viram brincos, pulseiras, colares, anéis, cadernos, adornos para celular e etc. De acordo com o site da empresa (http://www.seccoshop.com), os produtos da marca são os TESOUROS DO MUNDO DO LIXO! A empresa ainda reaproveita partes de computador e de outras traquitanas eletrônicas e até utiliza vinil e borracha de pneu para produzir dezenas de móveis, enfeites, adereços e objetos de design em geral. No site da marca há também uma loja virtual.
Acho que a mensagem que fica é que podemos inventar e dar uma nova utilidade para as coisas, basta querer!
Vale a pena dar uma olhada!
Fonte: Texto adaptado da Revista da Gol - Linhas Áreas Inteligentes, abril de 2009, número 85.
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