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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Rio de Janeiro sediará evento mundial de sustentabilidade em 2012


A Conferência Rio+20 será realizada na área do Porto do Rio de Janeiro de 28/05 a 06/06/12. A maior conferência mundial sobre preservação ambiental, desenvolvimento sustentável e economia verde deverá definir um novo padrão para o setor. Mais de 100 presidentes da República e primeiros-ministros estarão presentes.

Vários países se mobilizam em debates paralelos a menos de um ano da conferência. Em Nova York, no próximo dia 25/07, haverá uma discussão de alto nível sobre o assunto. Na Indonésia, ainda este mês, o tema é o desenvolvimento sustentável, enquanto em setembro os alemães querem debater a responsabilidade social das cidades no contexto do desenvolvimento sustentável.

Rio+20 ocorrerá duas décadas depois de outra conferência que marcou época, a Rio 92. A ideia é definir um modelo internacional para os próximos 20 anos com base na preservação do meio ambiente, mas com foco na melhoria da qualidade de vida a partir da erradicação da pobreza, por meio de programas sociais, a economia verde e o desenvolvimento sustentável para uma governança mundial.

De acordo com o embaixador, cerca de 45 mil pessoas deverão estar envolvidas nas discussões e na organização da cúpula. A conferência conta com o apoio e o comando da Organização das Nações Unidas (ONU). O secretário-geral do evento é o diplomata chinês Sha Zukang. A presidente da conferência é Dilma Rousseff.

No mês passado, uma comissão nacional foi criada especialmente para organizar a Rio+20. O comando do grupo está nas mãos dos ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente). Mas, especialistas de vários setores vão participar, assim como representantes do governo e da cidade do Rio de Janeiro.

Agora, Presidenta, por favor, não repita a frase: "o meio ambiente é uma ameaça ao desenvolvimento sustentável"!

Fonte: promoview.com.br

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Pintura Infantil

Para estimular a educação ambiental e a conscientização para preservação da natureza por meio de uma atividade infantil interativa e divertida, a Bayer promoveu, em parceria com o PNUMA, o 19º Concurso de Pintura Infantil sobre o Meio Ambiente.

A pintura acima foi a vencedora na categoria 8-9 anos e é realmente impressionante!

Fonte: http://www।unep.org.br/detalhes_categoria_imagens.php?id=20#

sábado, 18 de junho de 2011

Dia Mundial de Combate à Desertificação


Evento: Dia Mundial de Combate à Desertificação
Data: 17 de junho de 2011

O Dia Mundial de Combate à Desertificação tem como objetivo sensibilizar o público e os tomadores de decisão para os perigos crescentes da desertificação, degradação dos solos e da seca para a comunidade internacional. Esse ano, o Dia Mundial de Combate à Desertificação irá focar, especialmente, nas florestas das áreas áridas, guiada pelo lema: “As florestas mantêm as terras áridas funcionando”.


Para maiores informações, acessar: http://www.unccd.int/publicinfo/june17/2011/menu.php?newch=l

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Vagas de trabalho na UNEP


Outro dia, eu fiz uma postagem sobre as possibilidades de trabalho na UNEP - United Nations Environment Programme, divisão da ONU responsável pela área de meio ambiente.

E agora, no começo de 2011, há diversas oportunidades disponíveis para trabalhar com diversos assuntos, em vários lugares do mundo. Coloco aqui algumas opções de vagas interessantes:

POSITION: Programme Officer, P-3
DIVISION/OFFICE/SECRETARIAT: The Secretariat of the Basel Convention
DUTY STATION: Geneva
DEADLINE TO APPLY: 21 February 2011

POSITION: Programme Officer, P-4
DIVISION/OFFICE/SECRETARIAT: Division of Technology, Industry & Economics
DUTY STATION: Paris
DEADLINE TO APPLY: 21 February 2011

POSITION: Project Officer (Project Post), P-3
DIVISION/OFFICE/SECRETARIAT: Division of Environmental Policy Implementation
DUTY STATION: Panama City
DEADLINE TO APPLY: 27 January 2011

POSITION: Project Officer (Adaptation Network/Mainstreaming), P-3
DIVISION/OFFICE/SECRETARIAT: Division of Enviromental Policy Implementation
DUTY STATION: Bangkok
DEADLINE TO APPLY: 22 January 2011

Para maiores informações, consulte: http://www.unep.org/vacancies

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

COP 16: uma nova frustação?


A COP-16, 16ª Conferência das Partes da ONU sobre Mudança Climática (COP-16), que está acontecendo no México, entre 29 de novembro e 10 de dezembro de 2010, já está dando o que falar...


A ideia central é que o mundo retome as negociações climáticas lideradas pelas Nações Unidas em Copenhague, que geraram um acordo sem muita expressão, dada ausência de um prazo determinado para um tratado legal e vinculante entre os países.


Em Copenhague, Barack Obama, o presidente dos Estados Unidos, celebrou o acordo, originalmente negociado com a China e outras economias emergentes, como sendo um passo histórico e prometeu a aumentar "o impulso que estabelecemos em Copenhague." Contudo, cabe lembrar que China e EUA são os principais emissores de gases causadores do efeito estufa (g.e.e.) e que até agora a agenda dos dois não reflete urgência no assunto.


Em função disso, as expectativas com relação à celebração no México de importantes compromissos nacionais para redução de emissões de g.e.e. estão em baixa.


Lula, o presidente do Brasil, tem uma posição cética com relação à COP-16. Segundo o governante, que não comparecerá à reunião de Cancún, o mundo não pode ter nenhuma expectativa para a COP-16. "Não vai nenhum grande líder. No máximo irão ministros do Meio Ambiente", por isso "não se deve esperar nenhum avanço", disse o presidente.


Lula reiterou, ainda, a sua decepção com a cúpula realizada em Copenhague, da qual disse que estava "tudo pronto para chegar a um acordo fantástico", que, em sua opinião, afundou pela posição dos países mais desenvolvidos e, em particular, dos Estados Unidos.


"Existe um risco muito grande de que tenhamos perdido o impulso", afirmou um importante delegado sobre a luta contra as emissões, que causam ciclones mais poderosos, extinguem espécies, causam secas e deslizamentos e aumentam os níveis dos oceanos.


Por outro lado, uma mudança para o México, um país no meio do caminho entre os ricos e os pobres, pode ajudar as negociações que quase fracassaram em meio a alegações de Sudão e Venezuela de que a anfitriã Dinamarca estava inclinada em favor dos interesses dos ricos. O México "pode ser muito melhor, para preencher essa difícil tarefa de construir pontes," disse Kim Carstensen, chefe da iniciativa climática global do grupo ambiental WWF.


O responsável para a Mudança Climática do Governo mexicano, o embaixador Luis Alfonso de Alba, afirmou que não se pode esperar medidas drásticas em Cancún, mas que o encontro faz parte de um longo processo.


A próxima reunião da ONU sobre o clima será uma sessão semestral entre autoridades na cidade alemã de Bonn, de maio 31 a 11 de junho próximos.


O primeiro período do Protocolo de Kyoto, que vincula todos os países exceto pelos EUA a cortar emissões, vale até 31 de dezembro de 2012.


Será que dá tempo para ficar nesse longo processo de negociações?


Postagens baseadas nas informações divulgadas no portal MSN Verde, através do seguinte link: http://verde.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=26583808&page=2

Imagem obtida no site oficial do evento: http://cc2010.mx/en/

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

COP 16: poucos avanços?


O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta terça-feira que não há expectativas de grandes acordos na próxima Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP-16, marcada para novembro em Cancún, no México.
A COP de Cancún terá a difícil missão de não repetir o fracasso da reunião de Copenhague, em dezembro de 2009, que terminou sem acordo formal sobre a redução global de emissões de gases de efeito estufa.
Antes de reunião em Cancún, ONU diz que chegou momento de decidir sobre o climaRepresentante norte-americano minimiza expectativas para cúpula do clima em Cancún
"As expectativas para Cancún são modestas. Não esperamos chegar a um grande acordo", reconheceu Amorim, durante reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.
Segundo o chanceler, um dos principais motivos para o pessimismo é o fato de os Estados Unidos chegarem a mais uma COP sem a aprovação de uma lei nacional de mudanças climáticas. A falta de compromisso norte-americano serve de "mau exemplo" para os outros países envolvidos na negociação.
Apesar da expectativa "modesta", Amorim acredita que em Cancún os negociadores internacionais poderão chegar a alguns avanços na regulamentação do mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD) e no financiamento de ações de mitigação e adaptação.
"Podemos ter pequenos avanços, consolidar outros avanços e evitar retrocessos de compromissos assumidos em Quioto", resumiu.
Amorim disse que o Brasil chegará à COP -16 com "posição moral elevada" por ter liderado, junto a outros países, a única tentativa de acordo formal em Copenhague.
"Não nos escondemos atrás de ninguém. O Brasil concorda com redução de 50% das emissões até 2050, o que vai muito além do que os outros países aceitam", comparou.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Que tal trabalhar na UNEP?


Você já pensou em trabalhar na UNEP - United Nations Environment Programme, ligada à ONU - Organização das Nações Unidas? Trabalho, estágio, intercâmbio, trabalho voluntário, enfim as possibilidades são inúmeras, em vários lugares do mundo como Paris, Nairobi, Genebra e etc, onde mais a instituição tiver um de seus escritórios. Pois é, no site da UNEP é possível se informar sobre as vagas disponíveis, os pré-requisitos exigidos e datas finais para submissão de currículos. Pode ser que tenha algo de acordo com o seu perfil! O site é o seguinte: http://www.unep.org/vacancies/

Nesse link é possível saber quais as vagas estão disponíveis no momento: http://www.unep.org/vacancies/default.asp?vac_level=P

Dá também para se cadastrar no site para receber alertas das vagas no seu e-mail: http://www.unep.org/vacancies/subscribe/
Fica aí a nossa dica!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação discute crise do trigo


Alta nos preços


A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, realizará uma reunião especial sobre as recentes altas no preço do trigo. O objetivo é tentar ajudar a evitar uma nova crise dos alimentos.
O anúncio foi feito na semana passada, na sede da FAO em Roma, na Itália.

Rússia
O encontro no próximo dia 24 terá especialistas em alimentação e representantes de governos.
Eles querem debater medidas que possam aliviar a crise nos mercados de cereais e também planejar o papel da ONU no combate ao problema.
Segundo a FAO, a alta de 5% no preço do trigo, em agosto, foi o maior aumento mensal do produto desde 2009.
Com isso, o custo foi repassado a outros alimentos. Uma das razões para a subida repentina no preço do trigo foram as secas na Rússia, um dos maiores produtores do cereal, que a partir daí restringiu suas exportações.
Condições Diferentes
O aumento no preço das oleaginosas e do açúcar ajudou a agravar o quadro. Nesta terça-feira, 07/09, o site da FAO publicou uma entrevista com o diretor-geral assistente da agência, Hafez Ghanem. Segundo ele, o mercado de alimentos ficará mais volátil nos próximos anos, e por isso, a comunidade internacional terá que aprender formas de lidar com o problema.
Ghanem descartou uma nova crise dos alimentos como a vista entre 2007 e 2008. Para ele, as condições do mercado hoje são completamente diferentes das registradas dois anos atrás.
No entanto, a crise dos alimentos é agravada pelas alterações climáticas.

Fonte:
Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Direito Universal à água é aprovado pela ONU


Apesar de ter sido aprovada, nesta quarta-feira (28/7), a resolução pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o direito universal à água e ao saneamento, mais de 40 países se abstiveram, dizendo que o tema não está contemplado no direito internacional.
A medida, que foi apresentada pela Bolívia e não é de cumprimento obrigatório, diz que o direito à água potável e ao saneamento é "um direito humano essencial ao pleno desfrute da vida e de todos os direitos humanos." O principal ponto refere-se ao ônus recaído sobre os países ricos de A resolução foi aprovada por 122 votos a favor, nenhum contra e 41 abstenções, principalmente de países desenvolvidos.

Fonte: Folha de São Paulo.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Concurso de Foto e Vídeo: Olhares Sobre a Água e o Clima







Uma imagem vale por mil palavras, mil símbolos, mil sentidos.

O 1º Concurso de Foto e Vídeo Olhares sobre a Água e o Clima, promovido pelo WWF-Brasil, Agência Nacional de Águas (ANA) e o grupo HSBC, tem como objetivo primordial retratar os temas em suas mais diversas manifestações (sociais, culturais, simbólicas, econômicas, artísticas e religiosas).

A ideia é mostrar os outros sentidos e olhares sobre estes elementos da natureza, para além dos conceitos cotidianos e concretos.

As imagens poderão mostrar a água em sua relação com o clima e em diversas formas, preservadas ou degradadas, suas características, simbolismos e usos, nos mais amplos aspectos.

Pensar na relação do homem com os elementos da natureza, por intermédio de registros fotográficos e audiovisuais, é a forma que os organizadores escolheram para contribuir para a Década da Água, que vai de 2005 a 2015, estabelecida pelas Nações Unidas e acatada pelo governo brasileiro. E você também pode contribuir.

Para saber mais, acesse: http://www.olharesaguaeclima.org.br/

domingo, 18 de abril de 2010

Jardim Botânico da UFMG


No Ano Internacional da Biodiversidade, o estado de Minas Gerais ganha mais um Jardim Botânico: o Jardim Botânico da UFMG, situado onde é hoje também seu Museu de História Natural.

No dia 24 de março, o Conselho Nacional de Meio Ambiente, através da Comissão Nacional de Jardins Botânicos, emitiu o registro que oficializa o compromisso do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG com a conservação da biodiversidade. Esse compromisso foi construído desde o início do reitorado do Professor Ronaldo Tadêu Pena (2006-2009) na UFMG e da gestão do Professor Fabrício Fernandino (2006-2009) no MHNJB, e a sua formalização premia o esforço de todos os envolvidos no processo.

Para obter o reconhecimento oficial, o Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG precisou alcançar as seguintes metas: apresentar um quadro de profissionais técnicos na área da botânica, quadro de jardineiros e serviços de vigilância, área de produção de mudas nativas, apoio administrativo logístico, coleções especiais em estruturas adequadas, programas de educação ambiental, infra-estrutura básica para visitantes, herbário, um sistema de registro do seu acervo de botânica, apoio a parque e unidades de conservação e programas de pesquisa em conservação, os dois últimos em implantação.

Em Minas Gerais, junto à Fundação Zoo-Botânica de BH, à Fundação Jardim Botânico de Poços de Caldas e ao Jardim Botânico do Instituto Inhotim, o MHNJB vai contribuir para a conservação de espécies da flora nacional, tanto fora de seu ambiente natural como in situ. Além disso, é um instrumento de educação para a conservação da biodiversidade brasileira. E foi exatamente com esse objetivo - aumentar a consciência sobre a importância da preservação da biodiversidade em todo o mundo - que a Assembléia Geral das Nações Unidas declarou o ano de 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade.

Museu de História Natural e Jardim Botânico da ufmg:
Mais informações:
http://www.mhnjb.ufmg.br/ ou (31) 3409-7607 e (31) 3409-7607
Entrada: R$ 4,00 (menores de 5 e maiores de 60 não pagam)
Endereço: Rua Gustavo da Silveira, 1035, Santa Inês.

Assessoria de Imprensa mhnjb/ufmg:
(31) 3409-7607 e (31) 3409-7607 –
comunicacao@mhnjb.ufmg.br

Fonte: REITORIA-ATI-LCC-Setor de Divulgação

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Fórum Social Urbano


Nos bairros e no mundo, em luta pelo direito à cidade, pela democracia e justiça urbanas.


Rio de Janeiro, Brasil


22 - 26 março de 2010


APRESENTAÇÃO:

Em março de 2010, a cidade do Rio de Janeiro irá receber o V Fórum Urbano Mundial. Organizado a cada dois anos pela Agência Habitat da Organização das Nações Unidas (ONU), a expectativa é que este ano o encontro reúna cerca de 50 mil pessoas de todo o mundo.

As edições anteriores do FUM foram dominadas pelas delegações oficiais, enquadradas pela retórica e agenda das organizações multilaterais – Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Aliança de Cidades, entre outras. Palavras, palavras, palavras... mas também um reiterado esforço de impor às cidades de todo mundo, em particular dos países periféricos, o modelo da cidade-empresa competitiva, dos grandes projetos de impacto, que aprofundam as desigualdades e os processos de aburguesamento. A retórica do alívio da pobreza não consegue esconder os fracassos de uma política que submete nossas cidades à lógica do mercado, tanto mais que se desconhecem, ou se silenciam, os mecanismos e processos que produzem e reproduzem cidades desiguais, social e ambientalmente injustas.

Por estas e por outras razões, foi criado um espaço paralelo onde participantes do Brasil e do mundo pudessem trocar suas experiências - Fórum Social Urbano. Os movimentos sociais e as organizações do Rio de Janeiro convidam todos movimentos sociais e organizações da sociedade civil do mundo a construírem um espaço de ampla e livre manifestação e debate no Fórum Social Urbano. Será um espaço e um tempo para conhecer e reconhecer as pessoas, para trocar experiências e construir coletivamente a perspectiva de uma outra cidade: democrática, igualitária, comprometida com a justiça social e ambiental.

OBJETIVO:

O objetivo do Fórum Social Urbano é possibilitar o diálogo, a troca de experiências, a expressão da diversidade e o fortalecimento das articulações de movimentos sociais e organizações do mundo inteiro.
Um dos eixos a serem discutidos é a questão da Justiça Ambiental na Cidade, conforme abaixo:

- Justiça Ambiental na Cidade
Meio ambiente, desigual e organização do espaço urbano. Saneamento, saúde e
meio ambiente. Racismo ambiental. Conflitos ambientais e as lutas de resistência. Mudanças climáticas e as cidades.

INFORMAÇÕES:

Fórum Urbano Social: Democracia e Justiça na Cidade
E-mail: comunicacaofsu@ gmail.com
Inscrições de atividades: programacaofsu@ gmail.com


Interessante, não é?

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

E por falar em COP...


E por falar em Copenhague, COP 15, que será o tema do próximo Green Drinks em BH, temos que nos preparar para a COP 16, que acontecerá no fim do ano, no México. Sobre o assunto, divulgo aqui algumas notícias.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, acredita que a comunidade internacional conseguirá chegar a um acordo legalmente vinculativo a respeito da mudança climática na reunião sobre o tema que acontece no fim do ano no México.

Ban afirmou que a conferência realizada em dezembro passado em Copenhague, a capital dinamarquesa, "foi um passo considerável no caminho certo e rumo ao alcance de um tratado vinculativo no México". "Por isso, acredito que, com a liderança do presidente (Felipe) Calderón e o apoio das Nações Unidas, conseguiremos avançar", afirmou o diplomata.

Ban acrescentou que "o acordo de Copenhague oferece uma linha mestra clara" para a obtenção de um tratado na conferência do fim deste ano. "Muitos países apresentaram metas precisas sobre reduções das emissões até 2020 e as nações desenvolvidas aceitaram dar US$ 30 bilhões em ajudas nos próximos três anos e US$ 100 bilhões a cada ano até 2020", destacou.

O secretário-geral da ONU também disse que há "decisões importantes" a serem colocadas em "prática" agora, por isso encorajou todos os membros da comunidade internacional a se unirem "o mais rápido possível neste acordo".

Nesse âmbito, podemos dizer que o Brasil adotou uma postura de vanguarda e já se dispôs a diminuir as suas emissões de gases de efeito estufa... Contudo, alguns grandes poluidores - como os E.U.A. ainda não tomaram a mesma decisão. Bom, será que podemos ter esperanças de que dias melhores virão ou não?

Fonte do texto: Folha on line, dia 29/01/2010, da EFE, de Nova York, link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u686476.shtml

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Ricos e pobres se aproximam no Haiti

Não é novidade que as diferenças de interesses entre ricos e pobres em todo o mundo geram embates nas reuniões sobre meio ambiente da ONU.

Agora, o mundo assiste a aproximação dos ricos que vivem na capital do Haiti à dura realidade dos pobres que ali também vivem.

Vejam a reportagem da Folha de São Paulo:

Depois de desastre no Haiti, ricos passam a viver miséria antes desconhecida

O terremoto que atingiu a capital do Haiti não respeitou classes sociais. A região de Pétionville, reduto da elite haitiana, apresenta agora problemas como falta de água, de energia, locais para comprar comida e gente morando nas ruas.

A praça Saint Pierre, um dos pontos centrais, foi tomada por ambulantes e desabrigados. O cheiro é insuportável, e a organização, caótica. Na parte alta da cidade, repleta de casas nobres e mansões, muitos portões fechados e proprietários que partiram em viagem sem data para voltar, a maioria para Miami. Muitos temem abrir as portas e aguardam que a situação seja normalizada.

O sírio Wadih é uma das exceções. No quintal, arrumando o carro, explica que não pode sair da cidade porque tem um mercado. Desde o terremoto, vive em uma casa sem luz e precisa sair para procurar água. A dieta passou a ser feita à base de enlatados. Ele reconhece que a pobreza haitiana está mais próxima da porta de casa.

"Tenho feito tudo que posso para ajudar, agora vivemos juntos, não há mais pobres e ricos em lados separados", disse.

(...)

Nem todos pensam que o terremoto trará mudanças. O diretor de Logística da Polícia Nacional, Stark Ivy, disse que teve danos menores em casa e que a família está bem. Questionado se o terremoto pode modificar a relação entre a elite haitiana e os pobres da cidade, se esquiva, irritado. "Sempre tivemos uma ótima relação. Estou dando água para os desabrigados e estou pedindo para que limpem o local."
Alguns ainda não sabem como proceder diante das novas condições. A dona de casa Gaspard Relene explica que sua casa está rachando e por isso está vivendo na rua. Carregava um cartão de crédito para tentar comprar comida numa cidade onde os bancos permanecem fechados. "Não sei como fazer, talvez tenha de trocar alguma coisa pela comida. Desde terça, só sobraram batatas em casa." Ela diz que havia emprestado parte de seu dinheiro a amigos. "Agora não tenho mais como cobrar. Eles estão mortos."




Acredito que não há mais como adiar as discussões sobre a necessidade urgente de reduzir as diferenças sociais em países pobres. Não há mais como adiar as tomadas de decisões sobre os refugiados ambientais. Esses existem e os países que podem, devem ajudar de forma real, urgente e efetiva!


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

RIO + 20!


NÃO, não se trata de Olimpíadas, Copa do Mundo, mas SIM, possui muita importância!!!


O Brasil será a sede da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável em 2012. Já batizada de Rio+20, em referência a Eco-92, realizada no Rio de Janeiro há 18 anos, o evento será provavelmente realizado novamente na capital carioca. (ainda não foi confirmado).


A conferência foi aprovada em dezembro de 2009 pela Assembleia Geral das Nações Unidas. O encontro havia sido proposto em 2007 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ideia é avaliar e renovar os compromissos com o desenvolvimento sustentável assumidos pelos líderes mundiais na Eco-92. A Rio+20 tembém discutirá a contribuição da economia verde para o desenvolvimento sustentável e a eliminação da pobreza.


Outro tema na pauta da conferência será o debate sobre a estrutura de governança internacional na área do desenvolvimento sustentável. O modelo de consenso foi colocado em xeque na 15ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre o Clima (COP-15), em Copenhague (Dinamarca), cúpula encerrada sem acordo por divergências entre os países ricos e em desenvolvimento sobre as ações necessárias para enfrentar o aquecimento global.


Quem sabe poderemos ver de perto as decisões sobre mundanças efetivas a serem adotadas pelas nações de todo o mundo?



Fonte: site Ambiente Brasil

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Impasse na COP 15

Angela Merkel


Repetindo as discussões já ocorridas em outras Conferências da ONU sobre mundanças climáticas, as divergências entre países ricos e pobres a respeito das maneiras de lutar contra o aquecimento global provocaram até agora uma paralisação das negociações.


Hoje, diversos jornais publicaram a preocupante assertiva da chanceler da Alemanha, Angela Merkel: "Farei o que estiver ao meu alcance para conseguir o necessário compromisso vinculativo. Não sei exatamente em que momento (as negociações) estão agora, mas as notícias que nos chegam de Copenhague não são boas" e indicam "que não estamos diante de um processo de negociação sensato".


Segundo divulgado na Folha de São Paulo "A chanceler lembrou o "ambicioso compromisso" da Alemanha na luta contra a mudança climática e pela redução das emissões de CO2, e enfatizou que seu país "está disposto a cumprir a meta" de diminuir em 40% a liberação de gases estufa até 2020, sempre em relação aos níveis de 1990. No entanto, "o compromisso de um só país ou de um grupo de países, como a União Europeia (UE), não é suficiente", já que é preciso somar os "esforços vinculativos" de todos os envolvidos, tanto as grandes potências industrializadas como as nações em desenvolvimento."


De outro lado, integrantes da comitiva chinesa, afirmaram que a China sugere que no lugar do acordo, seja firmada uma declaração meramente política, rejeitando acordos parciais que envolvam países em desenvolvimento.


Foto: Globo.com

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Não se fala de outra coisa a não ser Hopenhagen!!!


A esperança acaba de entrar na campanha criada pela Ogilvy & Mather para o movimento Hopenhagen, nome que remete à esperança (Hope em inglês) e faz uma analogia à cidade Copenhague, que está sediando a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15). Além de filme, anúncios, spots e mídia exterior, a campanha conta ainda com mídia online e ações de endomarketing. Hopenhagen é uma plataforma de comunicação - centrada no site www.Hopenhagen.org – para discutir o aquecimento global e a viabilidade econômica das metas de redução dos gases causadores do efeito estufa. O objetivo é estimular as pessoas a postar frases de esperança no site e ainda espalhar mensagens pelas redes sociais. A idéia é que cidadãos de todo mundo expressem para seus governantes e outros líderes mundiais o que lhes dá esperança por um mundo melhor, criando uma situação para se decidir coletivamente o futuro do clima no planeta.


Participe! Divulgue sua mensagem de esperança!

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Acompanhando o COP 15


Você que quer acompanhar as últimas notícias relativas a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15) que está acontecendo em Copenhagen, Dinamarca, acesse o site http://www.cop15brazil.gov.br/pt-BR/ e conheça mais sobre a participação do Brasil neste evento tão importante!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Prazo para novo tratado contra aquecimento global está terminando


"Cerca de 180 países se reuniram nesta segunda-feira (10) para discussões climáticas na Organização das Nações Unidas (ONU), em meio a alertas de que está acabando o prazo para que eles cheguem a um acordo relativo ao complicado tratado a ser aprovado até o final do ano.
Entre 10 e 14 de agosto, cerca de 2.400 delegados presentes em Bonn tentarão reduzir o texto-base do pacto, delineando opções para o combate ao aquecimento global. Nos últimos meses, esse texto-base inchou de 50 para cerca de 200 páginas.
"O tempo está se esgotando" disse Yvo de Boer, chefe do Secretariado de Mudança Climática da ONU, num salão onde um relógio avisa que faltam 118 dias para a reunião ambiental de Copenhague, em dezembro.
"O desafio desta sessão é estreitar o texto. Temos um enorme terreno a cobrir."
A reunião de Bonn, a terceira neste ano na Alemanha, foi convocada porque havia poucos progressos a tão pouco tempo do prazo final. Ainda haverá rodadas de negociações em Bancoc (de 28 de setembro a 9 de outubro) e Barcelona (2 a 6 de novembro).
O texto de 200 páginas apresenta, entre outras coisas, ideias para controlar emissões de gases do efeito estufa nos países em desenvolvimento, ajudar os países pobres a se adaptar às mudanças climáticas, proteger florestas e arrecadar bilhões de dólares para financiar esses projetos.
De Boer disse que um dos pontos mais importantes da pauta de Bonn será "como os países ricos vão demonstrar liderança para reduzir suas emissões."


Líderes do G8 (bloco de países industrializados) concordaram no mês passado na Itália em reduzir em 80% as suas emissões até 2050, além de limitar o aquecimento global a no máximo 2ºC acima dos níveis pré-industriais.
Mas De Boer disse que o mundo "não caminha de forma alguma" para alcançar o limite de 2ºC.
A temperatura média do planeta subiu 0,7 graus centígrados no último século, e uma comissão científica da ONU projeta que novos aumentos podem provocar ondas de calor, secas, inundações e elevação do nível dos mares.
De Boer disse que ainda há disposição dos países para definirem um acordo, apesar de a atual recessão deixar muitos governos relutantes em aceitarem cortes obrigatórios de emissões. "Ainda há uma enorme vontade política para se chegar a um acordo em Copenhague", afirmou.
Os países em desenvolvimento também consideram vital mais discussões sobre como financiar o eventual acordo de Copenhague. As nações africanas, por exemplo, dizem que serão necessários pelo menos US$ 267 bilhões por ano até 2020 para ajudar os países pobres a combater os efeitos da mudança climática.
Com o prazo se esgotando, Ellito Diringer, do Centro Pew para a Mudança Climática Global, disse que a reunião de Copenhague conseguirá no máximo criar o marco para um acordo, com muitos detalhes deixados para depois.
Ele acha também que será "altamente improvável" que o Congresso dos EUA aprove uma lei climática antes de Copenhague.



Fonte: Folha de São Paulo