
31 de Março de 2010
Eles ainda precisam de você!

Mais de 500 mil pessoas ao redor do mundo pedem um julgamento justo (http://www.greenpeace.org.br/tokyotwo/envie_msg.php) para Junichi Sato e Toru Susuki, ativistas japoneses do Greenpeace que podem ficar dez anos na prisão por terem denunciado o comércio ilegal de carne de baleia.
Se você é uma dessas pessoas que já participou da ciberação, nosso muito obrigada pelo apoio.
Se ainda não participou, é só clicar aqui (http://www.greenpeace.org.br/tokyotwo/envie_msg.php).
Na segunda etapa do julgamento, ocorrida em março, houve contradição entre a versão da tripulação do Nisshin Maru, navio carregado de carne de baleia interceptado pelo Greenpeace, e a da empresa Kyodo Senpaku, dona do navio, que se beneficiava da venda da carne.
Segundo relato de um ex-funcionário da Kyodo Senpaku, a mercadoria era entregue aos tripulantes como recompensa pelos dias no mar e depois era vendida ilegalmente. Parlamentares japoneses, oficiais da Agência de Pesca do governo e membros do Instituto de Pesquisa de Cetáceos – que em teoria deveriam impedir a caça comercial de baleias – também levavam para casa grandes quantidades de carne como “souvenir”. Esse depoimento confirma a versão de nossos ativistas, mas a pressão sobre o Greenpeace ainda é grande.
O resultado do julgamento está previsto para meados de junho. Até lá, todos os esforços são importantes.
Podemos atingir 1 milhão de assinaturas. Participe!
E divulgue a seus amigos e em suas redes sociais. Espalhe essa causa.
Quer saber mais? Leia o histórico do caso aqui (http://www.greenpeace.org/brasil/oceanos/noticias/a-o-do-greenpeace-cobra-justi).
Abraços,
Leandra Gonçalves
Coordenadora da campanha de oceanos
E mais:
Acompanhe as novidades no nosso blog
» Filie-se ao Greenpeace!
» Encaminhe esse e-mail para um(a) amigo(a)
Greenpeace Brasil
R. Alvarenga 2331
São Paulo - SP
(11) 3035-1155
FONTE: esse pedido de ajuda foi recebido no e-mail das ecomeninas!























Segundo o IBGE, apenas 8,2% das cidades brasileiras fazem coleta seletiva do lixo.Outros materiais recicláveis descartados ao final da sua vida útil deverão ser reaproveitados sob a responsabilidade do serviço público de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos.Para fazer isso, o Poder Público deverá estabelecer a coleta seletiva, implantar sistema de compostagem (transformação de resíduos sólidos orgânicos em adubo) e dar destino final ambientalmente adequado aos resíduos da limpeza urbana (varredura das ruas).As empresas de limpeza urbana deverão dar prioridade ao trabalho de cooperativas de catadores formadas por pessoas de baixa renda, segundo normas de um regulamento futuro.Os municípios que implantarem a coleta com a participação de associações e cooperativas de catadores terão prioridade no acesso a recursos da União em linhas de crédito, no âmbito do plano nacional de resíduos.






