domingo, 2 de maio de 2010

Vocês estão sentados? Notícia difícil de dar...


Eu demorei muito a conseguir escrever esse post e confesso que quando os jornais começam a divulguar essa notícia, eu mudo de canal, porque tem sido difícil encarar essa tragédia ambiental.

A plataforma pertencente à empresa suíça Transocean explodiu no dia 20 de abril no Golfo do México e afundou depois de ficar dois dias em chamas. Logo após a explosão da plataforma, desapareceram 11 trabalhadores que as autoridades dão por mortos.

O vazamento já atingiu a costa da Louisiana, e ameaça a exploração de peixes e camarões na região, assim como áreas pantanosas e a vida selvagem que lá vive, no que pode se tornar o pior desastre ambiental da história dos Estados Unidos.

O governo Obama colocou pressão sobre a petrolífera britânica BP, proprietária do poço que provocou o vazamento, e quer que a empresa faça mais para conter a saída de petróleo e a mancha de óleo que se espalha. E também anunciou o envio de 1,9 mil trabalhadores e 300 barcos e aviões para o local do acidente.

É muito duro encarar um fato como esse e pensar nos estragos que serão causados a inúmeras espécies marinhas.

Atualizações e mais detalhes sobre o caso podem ser acompanhados no site da Folha.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Livro de Bolso: Florestas do Brasil


FLORESTAS DO BRASIL em resumo - Dados de 2005 – 2009

A conservação e o manejo de nossas florestas para a produção racional de bens e serviços de forma sustentável é um desafio e também uma oportunidade para toda a sociedade. A quantificação de sua extensão, qualidade e importância socioeconômica, por meio de informações atualizadas e confiáveis, é um aspecto importante para a valorização de nossas florestas.

Florestas do Brasil - Em Resumo proporciona uma visão concisa e atualizada sobre as florestas brasileiras, naturais e plantadas, assim como sobre a sua importância para o país. É baseado em dados obtidos de fontes nacionais produzidas pelos principais atores envolvidos na gestão, uso e conservação de nossos recursos florestais. Acreditamos que este livreto será de grande utilidade para todos aqueles que se interessam pela conservação e pelo manejo dos recursos florestais do Brasil.

Antônio Carlos Hummel
Diretor-Geral do Serviço Florestal Brasileiro


*VERSÃO em PDF:

Mais informações em: http://www.florestal.gov.br/

terça-feira, 27 de abril de 2010

Casa VIVA!

Conheça a casa, considerada um verdadeiro oásis no centro de São Paulo, de Flor, como é chamada a artista plástica Floriana Breyer.
A revista TPM divulgou esta matéria e a denominou como uma "guerrilheira ambiental".
Segundo a matéria "Práticas que podem parecer estranhas como regar as plantas com resíduos de absorvente usado, colher água da chuva e girar manivela para fazer funcionar os eletrodomésticos são comuns no seu dia a dia."

Maior aquífero do mundo?!


Recebi, por email, a seguinte informação:


Pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) apontaram o Aquífero Alter do Chão como o maior depósito de água potável do planeta. Com volume estimado em 86.000 quilômetros cúbicos de água doce, a reserva subterrânea está localizada sob os Estados do Amazonas, Pará e Amapá. “Essa quantidade de água seria suficiente para abastecer a população mundial durante 500 anos”, diz Milton Matta, geólogo da UFPA. Em termos comparativos, Alter do Chão tem quase o dobro do volume de água do Aquífero Guarani (com 45.000 quilômetros cúbicos). Até então, Guarani era a maior reserva subterrânea do mundo, distribuída por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.


Alguém tem mais alguma informação sobre o assunto?


segunda-feira, 26 de abril de 2010

Música para as Montanhas II


Apenas completando a postagem feita hoje pela Bárbara, segue o flyer do evento "Música para as Montanhas".
E, para finalizar, esclareço que a Serra da Calçada é uma das ramificações da Serra da Moeda, que constitui uma grande cadeia de montanhas e é bastante conhecida.

Decisão: Infrator ambiental pode obter redução substancial de multa administrativa


Uma ação ajuizada na 2ª Vara Federal de Joinville (SC) contra o Ibama resultou em sentença de parcial procedência em favor de João Batista Marasch, a quem foi aplicada uma multa por infração administrativa ambiental.O autor pretendia obter redução de 90% da penalidade, que lhe foi imposta por destruição de mata em área de preservação permanente. Segundo ele, o Ibama indeferiu sua defesa administrativa e ignorou a apresentação do PRAD (Plano de Recuperação de Área Degradada), ameaçando-o com a propositura de ação civil pública. Conta ainda que ajuizou mandado de segurança em que obteve suspensão dos efeitos do auto de infração até a análise do PRAD, que resultou em exigências por parte do Ibama, que teriam sido cumpridas. Contudo, o Ibama ainda buscou cobrar a multa, ignorando o artigo 60 do Decreto nº. 3.179/99, vigente até 22/07/2008, que previa a redução da multa em 90% para o infrator que cessa ou corrige a degradação ambiental mediante a implantação de PRAD.Em oposição o Ibama sustentou inexistência de direito adquirido à redução da multa, uma vez que o autor não teria comprovado cumprimento do PRAD antes da revogação do Decreto nº. 3.179/99. A sentença reconheceu, em parte, o direito alegado pelo autor, analisando se a revogação do referido decreto atinge o autor que foi autuado durante a sua vigência. Para a juíza federal Giovana Guimarães Cortez, as sanções administrativas estão sujeitas aos princípios da legalidade e da anterioridade, não havendo infração ambiental e sanção sem prévia lei que as defina. "Dos princípios mencionados também se extrai que a sanção aplicável, com todas as circunstâncias que a agravam e/ou a atenuam, é aquela prevista na lei vigente no momento da prática da infração", arrematou.Para a julgadora, como no momento da autuação o diploma legal previa a redução da multa, essa regra deve ser aplicada ao caso dos autos. A redução postulada não foi desde logo determinada na sentença, mas sim a suspensão dos efeitos do auto de infração impugnado até que o Ibama analise se foi cumprido o PRAD, devendo, então, ser reduzida em 90% a pena aplicada. (Proc. nº 2008.72.01.003824-8).

STJ rejeita recurso contra pessoa que mantém aves silvestres sem aval do Ibama


"A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou recurso especial que tinha por objetivo fazer com que um cidadão de Minas Gerais fosse processado por manter em cativeiro seis pássaros silvestres sem autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).


O Ministério Público mineiro ajuizou uma ação civil pública contra o detentor das aves por “degradação da qualidade ambiental”, mas os ministros entenderam que os elementos mencionados tornam inviável o acolhimento da ação. Isso porque, em se tratando de reparação civil, seria fundamental a comprovação do dano, o que não aconteceu. Os pássaros em questão, capturados e mantidos em casa, são dois trinca-ferros, dois canários-chapinha, um tico-tico e um papa-capim. O caso começou quando o Ministério Público ajuizou ação civil com o argumento de que o réu estaria impondo prejuízos à coletividade, em razão da captura e manutenção em cativeiro de exemplares da fauna silvestre brasileira. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) considerou improcedente o pedido, por entender que inexiste circunstância real demonstrando a efetiva ocorrência do dano ao meio ambiente. O Ministério Público, por sua vez, interpôs recurso especial ao STJ, afirmando que o tribunal mineiro não teria considerado o fato de que “o dano ambiental se evidencia na simples manutenção dos pássaros em cativeiro, ainda que não tenha sido feita a prova da captura”. Ponderou, ainda, ter havido ofensa a alguns dispositivos da legislação que trata da Política Nacional do Meio Ambiente (Lei n.938/1981).


Comprovação de dano: Para a ministra relatora do processo no STJ, Eliana Calmon, apesar de os dispositivos da referida lei e da Constituição Federal deixarem evidente a responsabilidade civil objetiva, “fundada no simples risco ou no simples fato da atividade danosa, independentemente da culpa do agente poluidor”, isso não exclui a necessidade de comprovação da ocorrência de dano e do nexo de causalidade com a conduta do agente, uma vez que esses danos são essenciais ao reconhecimento do direito de reparação. A ministra entendeu que o principal fundamento do acórdão do TJMG, nesse sentido, refere-se à ausência de comprovação de dano ambiental. Além disso, destacou o fato de um boletim de ocorrência ter afirmado que os pássaros apreendidos eram mansos e estavam sendo bem tratados, o que fez com que o próprio réu fosse mantido como depositário em cativeiro. “Se os animais, mesmo após a fiscalização, permaneceram sob a guarda do particular, nas mesmas condições, onde estava o dano ambiental, passível de reparação na esfera civil?”, indagou a ministra."

Fonte: www.stj.gov.br


Só para relembrar... a pessoa responsável pelo ato de apreender animais da fauna silvestre brasileira ainda pode ser responsabilizada nas esferas administrativa e penal. O caso acima somente trata da responsabilidade civil que, mesmo no caso de ser 'objetiva' ou seja, sem análise da culpabilidade, deve guardar relação entre o dano e a ação em si.

Belo Monte não se justifica: Nota do CIMI sobre o Leilão da Usina Belo Monte

O Conselho Indigenista Missionário - CIMI repudia a postura intransigente e autoritária do governo brasileiro que insiste na implementação do projeto da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, apesar de todas as incertezas, de todos os questionamentos científicos e judiciais e de todas as manifestações populares contrárias a essa insanidade.

Belo Monte não se justifica. O governo vem tentando iludir a população brasileira na perspectiva de construí-la "de qualquer jeito". Para tanto, tem feito uso de uma série de mentiras que denunciamos publicamente. O governo mente aos brasileiros ao dizer que a energia produzida por Belo Monte será limpa e eficiente. O governo mente aos brasileiros ao dizer que a energia produzida por Belo Monte será barata e utilizada pela população carente do país. O governo mente aos brasileiros ao dizer que os povos indígenas foram consultados no decorrer do processo de licenciamento ambiental.

Denunciamos e repudiamos a transformação de Belo Monte num instrumento poderoso de transferência de capital da população brasileira à meia dúzia de grandes empresas. Entre isenção de impostos e juros subsidiados, o governo está simplesmente repassando cerca de R$ 6 bilhões ao consórcio vencedor do leilão, que pretende construir a usina.

É de se estranhar que tamanho volume de recursos seja concedido, dessa maneira, em pleno ano eleitoral. Entendemos que esses recursos seriam muito melhor utilizados, caso fossem usados para incentivar a pesquisa e a adoção de tecnologias alternativas de geração de energia, tais como a eólica e a solar.

Reafirmamos nossa contrariedade ao modelo energético adotado pelo atual governo. Um modelo criminoso, baseado em grandes obras, que atinge milhares de pessoas país afora e que beneficia apenas um pequeno grupo de grandes empresas.

Causou-nos perplexidade, tamanha rapidez e agilidade por parte da presidência do Tribunal Regional Federal, 1ª. Região, em analisar e cassar todas as liminares concedidas pela Justiça Federal de Altamira que
suspendiam a realização do leilão neste dia 20 de abril de 2010.

Solidarizamo-nos com todas as comunidades atingidas por esta obra, de modo especial os povos indígenas. Reafirmamos a importância de continuarmos mobilizados e de cabeça erguida, unidos, articulados e firmes na luta contra Belo Monte. Uma luta que, confiamos, será vitoriosa, pois é, sem nenhuma dúvida, uma luta justa.

Brasília, DF, 20 de abril de 2010.

Cimi - Conselho Indigenista Missionário

ARCA-AMASERRA "MUSICA PARA AS MONTANHAS".



MUSICA PARA AS MONTANHAS é um projeto que deseja sensibilizar o governo e mobilizar as pessoas para a importância da transformação da SERRA DA CAÇADA em uma unidade de conservação, além de divulgar a relevância histórica e natural da área que está sendo AMEAÇADA PELAS MINERADORA$ E CONSTRUTURA$.

AS VERBAS ARRECADADAS
As Verbas arrecadadas revertem para a ampliação do projeto de Educação Ambiental nas escolas do Alto Rio das Velhas já iniciado pela ARCA AMASERRA.e para complementação de estudos visando a proteção do património da serra.

SUSTENTABILIDADE
Uma das inovações no evento Música para as Montanhas é no cuidado que haverá com a sustentabilidade. Aguida Zanol, da empresa T3 trabalhará medindo impactos, reciclando produtos, minimizando e neutralizando os impactos causados pelas atividades desenvolvidas antes, durante e depois do evento.

Os ARTISTAS VOLUNTÁRIOS
Os artistas mineiros Flávio Venturini, Túlio Mourão, Flávio Henrique,Maria Bragança, Kadu Viana, Mariana Nunes e Titane, a fotógrafa Ilana Lansky e o artista plástico Mário Vale encabeçam importante movimento para salvar a Serra da Calçada.

VALORIZANDO NOSSA CULTURA
Na abertura do show haverá uma participação especial do grupo Sorriso Negro formado por percussionistas, cantores e bailarinos Quilombolas da região do entorno da Serra da Calçada.

LOCAL
Palácio das Artes
Data: 3 de maio - segunda-feira - Horário: 20h30min horas
Ingressos: à venda nas bilhete rias do teatro

Preço: R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia) conforme a lei

Coordenação Geral: ARCA AMASERRA www.arcaamaserra.org.br

Diretoria Executiva Simone Botrell, Jeanine Baraillon, Evelyn Zajdenwerg,
Produção : Art produções
Concepção e curadoria : Maria Bragança

Design de luz e Direção de Palco: Guilherme Marques
Reciclar-T3: ONG Internacional - Gestão e Planejamento de Design sustentável
Assessoria de imprensa: Christina Lima

domingo, 25 de abril de 2010

Coleta Seletiva Involuntária

A Prefeitura de São Paulo foi "condenada" pela justiça a realizar a implantação progressiva da coleta seletiva em todo o município no prazo de 12 meses, com a participação de um conselho gestor.

na ação o poder judiciário entendeu que o poder público municipal vem descumprindo o Programa Socioambiental Cooperativa de Catadores de Material Reciclável (instituído pelo Decreto n.º 42.290/02), sobre políticas públicas de geração de trabalho e renda para a população de baixa renda através do aproveitamento de resíduos sólidos.

A ação foi movida pela Defensoria Pública de São Paulo, Instituto Pólis, Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos e Instituto Gea. A prefeitura ainda poderá recorrer da decisão.

Segundo a sentença do juiz Luis Fernando Camargo de Barros Vidal, além de ter sido “condenada” a implantar o serviço de coleta seletiva na cidade, a prefeitura também será obrigada a prestar assistência jurídica, administrativa e operacional para a constituição de associações de catadores de material reciclável para integrá-los ao programa de coleta. Muitas cooperativas têm sérias dificuldades em se estabelecer em razão de problemas burocráticos e legais.

Além disso, a prefeitura ainda terá de ceder bens e equipamentos para a instalação e funcionamento de centrais de triagem regionalizadas. E em sua sentença, o juiz Barros Vidal reconhece que apenas 1,1% do lixo produzido é reciclado, tecendo duras críticas à morosidade da política de inclusão de catadores ao Programa Socioambiental Cooperativa de Catadores de Material Reciclável.

Condenação interessante essa não? Tomara que a moda pegue em outras capitais, porque em Belo Horizonte também o que eu percebo é que a coleta seletiva é um privilégio dos bairros da zona sul.

Parques de Papel


Aproveitando a notícia enviada pelo nosso amigo Marcus Vinícius Vaz, divulgamos aqui uma reportagem de grande importância. O artigo se refere a um julgado recente que determinou a caducidade do Decreto que criou o Parque Nacional de Ilha Grande/PR. Só pra esclarecer, em "juridiquês", o termo caducidade se refere à perda dos efeitos de uma norma.

A decisão abre precedente para casos semelhantes no Brasil. Só pra ilustrar isso, fato é que a grande maioria de parques e demais unidades de conservação brasileiras infelizmente só existem formalmente, tendo sido criadas por Lei, são os chamados "Parques de Papel". Assim, na prática aqueles que moram ou trabalham dentro da área e nas imediações de Parques ainda não foram indenizados e muitas vezes continuam executando suas atividades econômicas normalmente (apesar da existência de restrições impostas às UCs e às Zonas de Amortecimento), pois os seus terrenos ainda não foram objeto de desapropriação pelo Estado. Ok, sabemos que o Estado não dispõe de reservas financeiras para tanto em muitos casos, além do que a matéria ambiental não é prioridade pra muitos governos... O que se vê é uma total falta de planejamento. Se a moda pega vamos ter um número reduzido de Unidades de Conservação no Brasil.

Em recente sentença publicada pela Vara Federal Ambiental de Curitiba, do 4 º TRF , o Juiz Federal Nicolau Konkel Junior publicou a sentença com resolução de mérito da ação AÇÃO CIVIL PÚBLICA Nº 2009.70.00.025365-5/PR, proposta pela COLÔNIA DE PESCADORES Z13, sobre a caducidade do Decreto s/nº de 30/09/97 que criou o Parque Nacional de Ilha Grande/PR.

A colônia de pescadores entrou coma ação civil pública em que pretendeu: a) o reconhecimento da caducidade e nulidade do Decreto sem número, de 30.09.97, que criou o Parque Nacional de Ilha Grande, com a suspensão de todos seus efeitos; b) a declaração de nulidade absoluta de todas as etapas do Plano de Manejo realizado pelos réus; c) a instauração de inquérito civil para apuração da aplicação das verbas e eventuais desvios de finalidade; d) condenação dos responsáveis ao ressarcimento integral do dano causado ao erário e à perda de função pública, nos termos do art. 11, II e V, c/c o disposto no art. 12 da Lei nº 8.429/92.

Após longa análise da situação, ouvindo IBAMA e a União, a decisão da sentença publicada no dia 08 de abril de 2010, ainda sujeita a recurso nos tribunais superiores, decidiu : “julgo procedente o pedido para reconhecer a caducidade do Decreto s/nº de 30/09/97 que criou o Parque Nacional de Ilha Grande.”

Especialistas ouvidos pelo ambientebrasil tiveram posições diversas sobre o tema, mas foram unânimes em elogiar a coragem e lucidez da decisão que no mínimo irá estabelecer um novo marco jurídico e a obrigação do Poder Público efetivamente criar unidades de conservação e implantá-las de forma plena e efetiva, e só desta forma atingindo os objetivos desejados e esperados na rede de UCs do país.

Fonte: Ambiente Brasil, título da matéria: "Julgado Caducidade do Decreto que criou o Parque Nacional de Ilha Grande".

II Simpósio de Mineração e Recursos Hídricos Subterrâneos



Programa Preliminar


30/05/2010 • DOMINGO

08:00h

• Entrega de material aos pré-inscritos • Recebimento de novas inscrições

08:30h

• Curso - GARD - Guia de Drenagem Ácida de Rocha

Carga horária: 08 horas/aula

Horário: 08:30h às 12:30h – 14:00h às 18:00h

Professores: Terrence Chatwin, Diretor Técnico da INAP com o apoio do Flávio de M. Vasconcelos, SANAP

Objetivo: dar ao participante as noções básicas sobre os fundamentos técnicos do processo de geração de drenagem ácida e os princípios de gestão desse problema em um ambiente de mineração.

Número de vagas: 100 participantes.

Observação: haverá tradução simultânea: inglês/português/inglês.

19:00h

• Sessão de abertura• Palestra: Mineração, Recursos Hídricos e o Brasil 2010-2030 José Mendo Mizael de Souza, Presidente do CEAMIN – Centro de Estudos Avançados em Mineração • Coquetel

31/05/2010 • SEGUNDA-FEIRA

09:00h

• Conferência - SANAP - South America Network for Acid PreventionTerrence Chatwin, Technical Manager, INAP - International Network for Acid Prevention (Estados Unidos) Jaime Wilson Vargas de Mello, Departamento de Solos da UFV/SANAP

10:00h

• Intervalo para café

10:30h

• Mesa-redonda - Drenagem ácida um desafio para a gestão dos recursos hídricos FEAM: Zuleika S. Chiacchio Torquetti, Diretora de Qualidade e Gestão Ambiental e Rosângela Moreira Gurgel, Gerente de Gestão da Qualidade do Solo da Fundação Estadual do Meio Ambiente SANAP: German Vinueza, Vale. CETEM: Roberto Cerrini Villas Bôas, Pesquisador do Centro de Tecnologia Mineral Fundación Chile: Carmen Gloria Duenas e Ângela. Oblasser. Moderadora: Virgínia Sampaio Teixeira Ciminelli, Departamento de Engenharia de Metalúrgica e de Materiais da UFMG.

12:00h

• Almoço

14:00h

• Conferência - “Os desafios da proteção dos recursos hídricos no Estado de Minas Gerais” Cleide Izabel Pedrosa de Melo, Diretora Geral do Instituto Mineiro de Gestão das Águas – IGAM

15:00h

• Palestra - Enquadramento de água subterrânea. Suely Mestrinho Garcia, Diretora da Quali_Água Consultores Associados Ltda.

16:00h

• Intervalo para café

16:30h

• Mesa-redonda - Os recursos hídricos em um estado mineradorPatrícia Helena Gambogi Boson, Membro do Conselho Nacional do Meio Ambiente e do Conselho Nacional de Recursos Hídricos. Maria Luiza Silva Ramos, Gerente de Desenvolvimento de Recursos Hídricos do Instituto Mineiro de Gestão das Águas – IGAM Rinaldo César Mancin, Diretor de Assuntos Ambientais do IBRAM. Flávia Martins Guerra Pantuza, Presidente do Comitê da Bacia do Rio Santo Antônio. Moderador: Ronaldo de Lucca Ferraz Gonçalves, Gerente da Divisão de Recursos Hídricos da COPASA

01/06/2010 • TERÇA-FEIRA

08:30h

• Palestra – Estudos de demandas e gerenciamento integrado de recursos hídricos em projetos de mineração Mário Cicareli Pinheiro, Diretor da Potamos Engenharia e Hidrologia Ltda. Paulo Fernando P. Pessoa, Diretor da Hidrovia Ltda.

09:15h

• Palestra - Perfuração de poços com circulação reversa para a mineração James Stefanic M., Gerente de Operaciones, Geotec Boyles Bros S.A. (Chile)

10:00h

• Intervalo para café

10:30h

• Palestra - Drenos horizontais para rebaixamento de minas Fábio Machado Horta, Vale. Neidyr Cury Neto, Consultor da Tecper Fundações e Geotecnia

11:15h

• Palestra - Poços direcionais para rebaixamento de nível de água Schlumberger Water Services

12:00h

• Almoço

14:00h

• Palestra - Traçadores e técnicas isotópicas em hidrogeologia Paulo Sérgio Pelógia Minardi, Tecnologista Senior do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear – CDTN

14:45h

• Palestra - Remediação de drenagem ácida Juliana Esper e Leonardo Bissecot, KINROSS

15:30h

• Intervalo para café

16:00h

• Mesa-Redonda - Aplicabilidade de métodos de simulação para projeto de rebaixamento do nível de água e avaliação de impactos Nilson Guiguer Jr., Schlumberger Water Services. Maricene Paixão, IGAM - Instituto Mineiro de Gestão das Águas. Antônio Carlos Bertachini, MDGEO Serviços de Hidrogeologia Ltda.Leandro Quadros Amorim, Usiminas. Moderador: Celso de Oliveira Loureiro, Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG

02/06/2010 • QUARTA-FEIRA

08:30h

• Palestra - Água subterrânea e mineração em rochas carbonáticas no Brasil Cristian Bittencourt, Schlumberger Water Services

09:15h

• Palestra - Água subterrânea e mineração em carbonatitos no Brasil Daniel Bertachini, MDGEO Serviços de Hidrogeologia Ltda.

10:00h

• Intervalo para café

10:30h

• Palestra - Água subterrânea e mineração de itabiritos no Quadrilátero Ferrífero/MG. Maria Antonieta Alcântara Mourão, Coordenadora Executiva do Departamento de Hidrologia da CPRM - Serviço Geológico do Brasil

11:15h

• Palestra – A gestão de recursos hídricos entre mineração e grandes usuários – o caso da Mina Capão Xavier/MGCesar Paulino Grandchamp, Gerente de Geotecnia e Hidrogeologia da Vale

12:00h

• Almoço

14:00h

• Palestra - Balanço hídrico na mineração Marcio Figueiredo de Resende, Engenharia de Recursos Hídricos da Golder Associates

14:45h

• Palestra - BackGround geoquímico em mineração Flávio de M. Vasconcelos, Gerente Regional AECOM

15:30h

• Intervalo para café

16:00h

• Palestra - A experiência do IGAM na outorga do rebaixamento de nível de água em mineração. Maricene Paixão, IGAM - Instituto Mineiro de Gestão das Águas
16:45h

• Palestra - Descomissionamento de mina Lisa Lanteigner, Environment Manager - Soil and Water, Vale

Paralelamente ao evento, será realizada uma feira de produtos e serviços.

As inscrições podem ser feitas on line.


sexta-feira, 23 de abril de 2010

Earth Art - Earthwork - Land Art


Já que ontem foi o dia da Terra, para homenageá-la em sentido literal, vou postar aqui uma reportagem bastante interessante que encontrei no site da Revista Bons Fluídos (número 121). A matéria é intitulada "Campos dos Sonhos" e está disponível através do link indicado abaixo.
Boa leitura!



O que um agricultor e um pintor têm em comum? Ora, o primeiro cria paisagens, o segundo as retrata em suas telas. Se fundirmos as duas atividades, chegaremos ao trabalho do artista plástico Jean Paul Ganem, para quem “o solo é um gigantesco papel e as sementes são as tintas”. Essa é a essência da land art, conhecida como earth art ou earthwork.

A corrente surgiu nos Estados Unidos na década de 60 com a intenção de levar as criações artísticas para além dos limites dos museus e galerias, aproximando-as das pessoas. Jean deu um passo ainda maior. Quer surpreender o olhar, tirá-lo da mesmice, e ainda promover o envolvimento das comunidades existentes fora das grandes metrópoles.
Segundo ele, os trabalhadores rurais não produzem somente alimentos – também imagens. Por isso, cenários inóspitos e selvagens não interessam a esse tunisiano radicado na França.


Amparado por patrocínios de ordem pública e privada, ele viaja o mundo à procura de paisagens “reais”, ou seja, habitadas por gente.
Mas a intenção do artista não é atrapalhar a rotina dos homens do campo. Pelo contrário. Para ele, o utilitário e o belo podem conviver em harmonia. Foi o que propôs a um plantador de trigo no interior da França. Em vez de semear apenas um tipo, por que não adicionar ao plantio outros dois, compondo uma tela xadrez tingida com três tons diferentes?
Mescla de cores, poesia, humor e crítica são ingredientes recorrentes que jogam com o observador. Um campo listrado, não muito diferente dos de futebol, num segundo relance se revela um código de barras. Já no terreno próximo ao aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, a trilha sinuosa com direito a loopings faz contraponto com as rotas bem traçadas dos aviadores. A brincadeira pode ser conferida de camarote pelos passageiros.
E pensar que tamanho apuro tem prazo de validade. Sim, os trabalhos não são perenes. A certa altura a natureza tratará de imprimir seu próprio desenho. Como prova de desapego, o artista diz não só compreender o caráter transitório de suas criações mas também valorizá-lo. “Por ser efêmera, a obra carrega uma mensagem mais forte”, diz.

Fonte: http://bonsfluidos.abril.com.br/livre/edicoes/0121/04/01.shtml
Direção de arte • Camilla Sola
Texto • Raphaela de Campos Mello

Site do artista: http://www.jpganem.com/

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Dia da Terra


Hoje é celebrado o Dia da Terra! Essa data foi criada pelo senador americano Gaylord Nelson. Em 22 de abrl de 1970, o político convocou o que foi considerado o primeiro protesto contra a poluição. De acordo com dados divulgados na época, mais de 20 milhões de pessoas participaram do ato em todos os EUA.


Para comemorar a data, o site oficial do movimento convida internautas do mundo todo para registrar em suas páginas as ações -desde plantar uma árvore até liderar manifestações. Até o dia 20 de abril, o site contava com 289 atos catalogados e mais de 700 mil pessoas envolvidas.


Outra ação do movimento é o “Call for a Climate”, algo como “Chamada pelo Clima”. A intenção é chamar a atenção dos governantes fazendo uma ligação telefônica para governantes – prefeitos, deputados, vereadores – no dia da Terra.

E aqui no Brasil, será que estamos tendo motivos para celebrar o dia da terra?

Fonte: msn.com.br

RÁPIDO QUIZ!!

Interessante e ótimo para ser passado para crianças!

http://criancas.uol.com.br/atividades/quiz-dia-do-planeta-terra.jhtm



FONTE: UOL

terça-feira, 20 de abril de 2010

LINDO!!!




FONTE:

Leilão da Usina de Belo Monte


Visitando o site uol hoje me deparei com duas reportagens interessantes sobre a polemica de Belo Monte...

Interessante para saber sobre todo o caso: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u723025.shtml

Segundo a reportagem, o leilão já terminou e o consórcio vencedor será anunciado ainda hoje.

Para maiores informações, basta acessar http://noticias.uol.com.br/politica/2010/04/20/termina-leilao-da-usina-de-belo-monte-consorcio-vencedor-sera-anunciado-ainda-hoje.jhtm.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Dia do Indio - 19 de abril


Erro De Português - Oswald de Andrade


Quando o português chegou

Debaixo duma bruta chuva

Vestiu o índio

Que Pena!

Fosse uma manhã de sol

O índio tinha despido

O português

Este poema foi escrito em 1925 por Oswald de Andrade. O autor foi um dos maiores poetas representante do modernismo brasileiro e um dos idealizadores da semana de arte moderna de 1922. Sua obra foi agrupada no livro "Poesias Reunidas".

A foto é de autoria de Sebastião Salgado.

domingo, 18 de abril de 2010

Comece a semana refletindo!

Imagem gentilmente cedida pelo nosso amigo Leo Duarte, Guerreiro sem armas!

Mais flexibilidade? Para quê? Para quem?

Parece que o governo federal vem buscando caminhos para flexibilizar ainda mais os processos de licenciamento ambiental. Sempre em função de facilitar a realização de obras do PAC, é claro...

Segundo matéria publica no O Globo, a partir do segundo semestre deste ano, o governo federal terá um
novo modelo de licenciamento ambiental. A proposta, em fase final de formulação no Ministério do Meio Ambiente, tem como principal objetivo agilizar as autorizações para obras de infraestrutura emitidas pelo Ibama. O novo modelo criará mecanismos para que, ao seguir uma série de normas e estudos já existentes (inclusive de outros órgãos e ministérios), a emissão da licença seja vista como uma decisão de governo, e não algo isolado da área ambiental.

Para o ex-presidente do Ibama, Roberto Messias (deixou o IBAMA por desavenças com a nova ministra

do Meio Ambiente, Izabella Teixeira) a análise ambiental de grandes obras deve ser feita com "cuidado, zelo e honestidade".

Então o que se pretende é que o licenciamento ambiental deixe de ser uma prerrogativa do IBAMA???

Jardim Botânico da UFMG


No Ano Internacional da Biodiversidade, o estado de Minas Gerais ganha mais um Jardim Botânico: o Jardim Botânico da UFMG, situado onde é hoje também seu Museu de História Natural.

No dia 24 de março, o Conselho Nacional de Meio Ambiente, através da Comissão Nacional de Jardins Botânicos, emitiu o registro que oficializa o compromisso do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG com a conservação da biodiversidade. Esse compromisso foi construído desde o início do reitorado do Professor Ronaldo Tadêu Pena (2006-2009) na UFMG e da gestão do Professor Fabrício Fernandino (2006-2009) no MHNJB, e a sua formalização premia o esforço de todos os envolvidos no processo.

Para obter o reconhecimento oficial, o Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG precisou alcançar as seguintes metas: apresentar um quadro de profissionais técnicos na área da botânica, quadro de jardineiros e serviços de vigilância, área de produção de mudas nativas, apoio administrativo logístico, coleções especiais em estruturas adequadas, programas de educação ambiental, infra-estrutura básica para visitantes, herbário, um sistema de registro do seu acervo de botânica, apoio a parque e unidades de conservação e programas de pesquisa em conservação, os dois últimos em implantação.

Em Minas Gerais, junto à Fundação Zoo-Botânica de BH, à Fundação Jardim Botânico de Poços de Caldas e ao Jardim Botânico do Instituto Inhotim, o MHNJB vai contribuir para a conservação de espécies da flora nacional, tanto fora de seu ambiente natural como in situ. Além disso, é um instrumento de educação para a conservação da biodiversidade brasileira. E foi exatamente com esse objetivo - aumentar a consciência sobre a importância da preservação da biodiversidade em todo o mundo - que a Assembléia Geral das Nações Unidas declarou o ano de 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade.

Museu de História Natural e Jardim Botânico da ufmg:
Mais informações:
http://www.mhnjb.ufmg.br/ ou (31) 3409-7607 e (31) 3409-7607
Entrada: R$ 4,00 (menores de 5 e maiores de 60 não pagam)
Endereço: Rua Gustavo da Silveira, 1035, Santa Inês.

Assessoria de Imprensa mhnjb/ufmg:
(31) 3409-7607 e (31) 3409-7607 –
comunicacao@mhnjb.ufmg.br

Fonte: REITORIA-ATI-LCC-Setor de Divulgação

sábado, 17 de abril de 2010

Utilidade Pública: Esclarecimentos do IAB/RJ sobre chuvas no Rio de Janeiro






À POPULAÇÃO SOBRE AS TRÁGICAS CHUVAS QUE SE ABATERAM SOBRE A REGIÃO DO RIO DE JANEIRO

1. Nem toda favela é área de risco; nem toda área de risco é favela.

2. Se não houvessem existido as obras de urbanização e reassentamento promovidas pelos programas 'Favela Bairro' e 'Morar sem Risco', o número de vítimas no Município do Rio de Janeiro teria sido, seguramente, muito maior. Esta é uma política correta e vitoriosa que precisa ser continuada.

3. Não há solução eficaz e duradoura para o problema das enchentes e suas consequências sem investimentos públicos massivos, continuados e tecnicamente qualificados, principalmente nas áreas de habitação, transporte e saneamento. Habitação e Cidade são interdependentes e devem ser construídas simultaneamente.

4. As famílias moradoras em áreas de risco iminente precisam ser apoiadas para se transferirem a um lugar seguro, garantindo-se a integridade de suas atuais moradias enquanto laudos técnicos sejam realizados sobre a natureza e permanência do risco.

5. Havendo necessidade de reassentamento, ele deve se dar mitigando eventuais perdas relativamente às relações econômicas e sociais estabelecidas.

6. Os governos federal, estadual e municipais precisam contar com estruturas de planejamento permanentes e estáveis, para a implementação de políticas urbanas de médio e longo prazo.

7. A população pobre não é suicida. Mora em áreas de risco por falta de alternativas. Havendo modos de financiamento habitacional e transporte público de qualidade, toda a cidade se beneficia e novos danos sociais e ambientais se evitam.

Nós, arquitetos do Rio de Janeiro, reafirmamos nossa solidariedade com as vítimas das chuvas e, em especial, com os que perderam seus entes queridos. Continuamos prontos a contribuir para a construção de uma metrópole melhor, mais justa, menos desigual, onde todos os cidadãos possam dispor de um lugar seguro para morar, integrado à cidade, e contando com os equipamentos e serviços públicos necessários à vida urbana contemporânea.

Rio de janeiro, 14 de abril de 2010

Conselho Administrativo e Conselho Deliberativo do INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL / Departamento do Rio de Janeiro

sexta-feira, 16 de abril de 2010

ATENTADO CONTRA A CIDADE E A CIDADANIA



Muito bom analisarmos Belo Horizonte pelos olhos de outro belo horizontino, não é?

Recebi hoje um texto escrito pelo conceituado Dr. Antonio Fernando G. Pinheiro, advogado-sócio do escritorio Pinheiro , Mourão e Raso Advogados.

Segue trecho do artigo:

"Assiste-se, na esteira da discussão do novo plano diretor de Belo Horizonte, a mais um vergonhoso atentado contra a cidade e a cidadania. Sabe-se lá em nome de quais interesses, pretende-se aprovar a verticalização da orla da Pampulha e a liberação do comércio em alguns quarteirões do Belvedere, antes exclusivamente residenciais.
(...)
Com essa mudança, busca-se, de forma claramente direcionada, permitir que uns poucos privilegiados possam auferir benefícios financeiros, não obstante os problemas permanentes ainda maiores que resultarão para as pessoas que habitam no Belvedere, e também para todos aqueles que, necessariamente, circulam pela região, como a população de Nova Lima, Raposos, Rio Acima e outras cidades próximas.
(...)
Para modificações de tamanho impacto, as autoridades que lhes dão sustentação deveriam, quando menos, vir à presença da população de Belo Horizonte, em praça pública, para justificar e defender suas propostas perante aqueles que serão permanentemente afetados pelas mesmas, e assumir, de peito aberto, o ônus político de suas posições."


Para ler todo o artigo basta acessar: http://www.pmradv.com.br/novo_site/noticias/interno.aspx?Codigo=299

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Convite: Viva Gandarela!


Para quem se interessar, além do Convite seguem links e informações sobre o projeto do Parque Nacional Águas do Gandarela, localizado na Serra da Gandarela, ao sul de Belo Horizonte, uma das últimas reservas de Mata Atlântica e água limpa da Região Metropolitana de BH, que está ameaçada por um projeto de mineração de ferro.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

James Cameron e Sigourney Weaver participam de ato contra hidrelétrica


James Cameron e Sigourney Weaver participam de ato contra hidrelétrica
Diretor e atriz estão em Brasília nesta segunda-feira (12).Hidrelétrica de Belo Monte será construída no Pará.



Fonte: Globo.com.